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O projeto do Parque de Esculturas MuNa no Museu da Natureza visa a criação de um novo pilar cultural ao redor do Museu da Natureza, localizado na Serra da Capivara, Piauí, conectado ao bioma da caatinga. Com um terreno de mais de 2.000 m², o projeto propõe a instalação de esculturas monumentais e site-specific, que dialogam com temas como meio ambiente, arqueologia e ancestralidade. Além de enriquecer a experiência dos visitantes e oferecer uma nova razão para revisitar o museu, o Parque de Esculturas também tem o compromisso de fortalecer a economia local, criando novas oportunidades de emprego e colaborando com a comunidade em termos de sustentabilidade. Através de práticas sustentáveis, as obras serão desenvolvidas para respeitar e valorizar a flora e fauna locais, inspirando o público a refletir sobre a relação entre arte, natureza e ciência
O objetivo geral do Parque de Esculturas MuNa é conectar a arte contemporânea ao Museu da Natureza, criando mais um atrativo para o público, incentivando novas visitas e garantindo novidades para quem já conhece o museu. Além de fortalecer o papel do MuNa como um centro dinâmico de conhecimento, ciência e cultura, o projeto também busca estimular a economia local, gerando empregos diretos e indiretos nas áreas de turismo, arte e conservação. As esculturas serão desenvolvidas em harmonia com o meio ambiente, utilizando práticas sustentáveis que respeitam o bioma da caatinga, reforçando a relevância do museu no debate sobre sustentabilidade. Ao unir arte e natureza, o parque não apenas expande o alcance cultural da região, mas também cria oportunidades econômicas e educativas para a comunidade, atraindo visitantes e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da Serra da Capivara. Objetivos Específicos O Parque de Esculturas terá sete grandes esculturas site-specific, criadas por artistas de destaque no cenário brasileiro e internacional, com o objetivo de integrar as obras ao bioma da caatinga e às pesquisas arqueológicas do museu. As obras serão instaladas ao ar livre, criando-se uma trilha por onde os visitantes poderão percorrer, descobrindo as instalações. O projeto garantirá a gratuidade de acesso às esculturas, possibilitando que a comunidade local e turistas explorem as obras sem custo. Visitas guiadas serão oferecidas, proporcionando uma experiência educativa, e um total de 1.000 catálogos será distribuído, documentando as obras e destacando a relevância do projeto. As artistas serão convidadas a conduzir pesquisa sobre a Serra da Capivara e o MuNa, criando suas obras a partir disto, disseminando a história do lugar. Além disso, o Parque de Esculturas contribuirá diretamente para a economia local, gerando empregos durante a construção e manutenção das obras, e envolvendo a comunidade em atividades culturais e turísticas. Em termos de sustentabilidade, todas as esculturas serão projetadas e instaladas com o menor impacto ambiental possível, respeitando a biodiversidade local e promovendo práticas sustentáveis que podem servir como exemplo para futuros projetos na região.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no país e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais
O catálogo que acompanha a exposição tem as seguintes características gráficas: Tiragem: 1.000 unidades Livro Capa Dura 48 Páginas + Capa dura + Guardas(COM VEGETAL), Form.Aberto 480 x 330 mm, Form.Fechado 240 x 330 mm, Capa, formato 484 x 330 mm em Couche Brilho 150 g/m2, 4x0 cores, Guarda vegetal, formato 480 x 330 mm em Vegetal 180 g/m2, 4x0 cores, Miolo 48 págs. em Couche Fosco 170 g/m2, 4x4 cores, 2 Guardas, formato 480 x 330 mm em OffSet 180 g/m2, 4x4 cores, Dobra 1 Dobra(Guardas, Guarda vegetal), Laminação Fosca Frente(Capa), Corte e Vinco(Capa), Vinco(Capa), Dobra Cruzada(Miolo), Intercalação, Costura de linha, Refile Trilateral. Prova Digital A3(Capa), Prova Ploter(Guardas), Capa dura e miolo costurado, Faca Especial (Capa), Colagem de acetato com FDF
O acesso a todas as atividades que envolvem esta proposta será gratuito. Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico para pessoas com mobilidade reduzida. Serão priorizados espaços que ofereçam total acessibilidade aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida. Durante o planejamento e execução do projeto, são consideradas e inclusas ponderações e adaptações PcD, para garantir maior acessibilidade e inclusão. As ações presenciais serão realizadas em espaços físicos públicos já construído e em utilização. Serão reservados espaços livres e assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de boa visibilidade, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução de saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, e garantido a acomodação de no mínimo 1 acompanhante, seguindo o disposto no art. 44 § 1º, § 3º e § 4º, da Lei 13.146, e o Decreto 9.404 de 2018. Medidas de acessibilidade comunicacional para compreensão de conteúdo para pessoas com deficiência intelectual, auditiva e visual. Serão selecionados locais que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços, inclusive para deficientes visuais, para garantir maior acessibilidade e inclusão. Nos registros videográficos serão inseridas janela de libras para atingir o público com deficiência auditiva que não é oralizado e inseridas legendagem descritiva para o público com deficiência auditiva e que é oralizado.
O projeto prevê em sua execução recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e no aspecto comunicacional de conteúdo, o projeto prevê recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. Os custos com as ações de acessibilidade foram previstos no orçamento. O plano de distribuição da proposta prevê 100% de gratuidade.
Lorena Oliveira Vilela - proponente - função: produção executiva Lorena Oliveira Vilela, 30 anos, residente da cidade de São Paulo, produtora cultural é graduada em comunicação social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) e pós-graduada em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo Senac. Em 2012 inicia sua carreira de produtora cultural, voltando os últimos 7 anos para a produção de exposições de artes visuais e museus, atuando em projetos produzidos por sua empresa Tera Cultural e em parcerias com associações, outras produtoras e espaços culturais, como a associação cultural Pivô Arte e Pesquisa, as produtoras Madai Art e Magnetoscópio e o espaço cultural Ateliê 397. Entre as produções mais recentes estão projetos como a Trienal de Artes Frestas (Sesc Sorocaba - SP), Museu da Natureza (Serra da Capivara - SP), ETNOS – Faces da Diversidade (Farol Santander POA e SP), Antônio Abujamra - Rigor e Caos (Sesc Ipiranga, São Paulo – SP). Entremeadas (Sesc Vila Mariana, São Paulo - SP), Machado de Assims (Farol Santander - SP) e Exposição Prêmio Vozes Agudas para Mulheres Artistas. Atualmente está produzindo a exposição "Oh, I Love Brazilian Women" que será exposta na Apexart em Nova York em 2022 e faz parte da equipe gestora do espaço cultural independente Ateliê 397. Luiza Villela Abramides Testa - função: curadora Luiza Testa, 34 anos, mora em São Paulo; é Bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo e Mestre em Teoria Crítica (Critical Theory and the Arts) pela School of Visual Arts – New York. Entre 2010 e 2016, esteve à frente da Galeria Onze Dezesseis, em Campinas-SP, onde foi curadora de mais de 25 exposições coletivas e individuais, privilegiando artistas jovens e locais. Ainda em 2016, mudou-se para Nova York, onde obteve o título de mestrado com a dissertação A desocialização da esfera privada em “Um teto todo seu”. Logo após sua defesa, foi aprovada no programa de estágio do departamento curatorial do Solomon R. Guggenheim Museum, onde teve oportunidade de trabalhar com uma curadora especializada em arte latinoamericana. Ao retornar ao Brasil, em 2018, trabalhou como produtora e coordenadora de produção na MadaiArt em exposições como Ai Weiwei – Raiz, Anish Kapoor – Surge e Etnos – Faces da Diversidade. Em seguida, na Magnetoscópio Produções, atuou no desenvolvimento de museus e exposições, coordenando projetos e pesquisas. Em 2020, sua exposição Oh, I Love Brazilian Women foi uma das quatro selecionadas entre mais de 400 propostas e será exposta na Apexart, em Nova York, em janeiro de 2022. Além de atuar no campo das artes visuais, Luiza é tradutora. Isabel Oliveira Vilela - função: produtora Produtora cultural, graduada em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e pós graduanda em Gestão de Projetos pelo Senac São Paulo. Voltou sua carreira para a produção cultural em 2021 e atualmente soma mais de 20 projetos em seu currículo. Exposições e Projetos Culturais: 2024 Exposição Sacilotto Contemporâneo Cor Movimento Partilha, de curadoria de Ana Avelar e Co-curadoria de Renata Rocco/ Museu de Arte Contemporânea de São Paulo Exposição Etnogênese: o que é, e o que pode ser, única do artista Marcelino Melo (Quebradinha) de curadoria de Luiza Testa, Patrícia Borges e Emicida Museu de Arte Contemporânea de Niterói Exposição Espanto!, coletiva de curadoria de Luiza Testa MD Lavanderia Exposição CRIA: Experiências de Invenção, coletiva de curadoria de Marconi Drummond/ Sesc Bauru Ciclo de palestras Eflorescências feministas pensamentos e práticas, de organização do Ateliê 397/Sesc – Centro de Pesquisa e Formação
PROJETO ARQUIVADO.