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PRONAC 2410362Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Belém, Paris N´América: Uma Amazônia Desconhecida

REATOR CULTURAL SOCIOAMBIENTAL LTDA
Solicitado
R$ 2,42 mi
Aprovado
R$ 2,42 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-02-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Uma exposição fotográfica, ativando uma série de ações artísticas, comunicacionais e patrimoniais, com ênfase na fotografia contemporânea amazônida, a ser montada e realizada em Belém (PA), São Paulo (SP) e em Paris (FRA), em alusão ao ano do Brasil na França e visando a atmosfera da COP30 na capital paraense no ano de 2025 e seus desdobramentos para a difusão da arte e cultura amazônicas no Brasil e no Mundo.

Sinopse

O projeto Belém París N'América: Amazônia Desconhecida possui os seguintes produtos: Exposição Fotográfica: A exposição reúne fotógrafos contemporâneos amazônidas, que abordam temas como o meio ambiente, identidade cultural, e a relação entre homem e natureza na Amazônia. A mostra, dividida entre Belém, São Paulo e Paris, propõe reflexões sobre a preservação ambiental e o futuro da região amazônica, especialmente no contexto das discussões da COP30. Seminários e Palestras: Durante as exposições, serão organizados seminários e palestras com especialistas em arte, fotografia, meio ambiente e cultura amazônica. Os debates vão explorar a interseção entre arte e sustentabilidade, além de discutir o papel da fotografia na documentação e preservação da Amazônia. Workshops de fotografia, arte e cultura: Os workshops oferecerão atividades práticas de fotografia com foco em questões culturais e socio-ambientais. Serão ministrados por fotógrafos amazônidas e abordaram técnicas de captação de imagens da natureza, além de debates sobre como a arte pode contribuir para a conscientização ambiental. Catálogo da Exposição: O catálogo da exposição será uma publicação bilíngue (português/francês), contendo imagens das obras expostas, textos curatoriais, depoimentos dos fotógrafos e ensaios críticos sobre a relação entre arte amazônica e meio ambiente. Documentário Audiovisual: Uma série de curtas-documentário serão produzido a partir dos registros das exposições, seminários e entrevistas com os fotógrafos. O documentário apresentará a importância da fotografia contemporânea amazônica no cenário artístico mundial e sua relação com as questões ambientais da COP30. Podcasts: uma série de podcasts com os artistas, palestrantes, historiadores a serem publicados em plataformas específicas para o formato.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar uma exposição fotográfica que articule ações artísticas e culturais, com foco na fotografia contemporânea amazônida, em Belém (PA), São Paulo (SP) e Paris (FRA), promovendo a valorização da arte e da cultura da Amazônia no contexto global, em alusão ao Ano do Brasil na França e em sintonia com a COP30, contribuindo para a difusão de questões ambientais e culturais no Brasil e no mundo. Objetivos Específicos: - Apresentar a produção de fotógrafos amazônidas contemporâneos, promovendo a diversidade cultural e a riqueza estética da região, com ênfase em suas questões artísticas e culturais. - Conectar a temática da exposição à COP30, que ocorrerá em Belém, destacando a relevância da Amazônia no cenário das discussões globais sobre sustentabilidade e meio ambiente. - Fomentar o diálogo intercultural entre artistas e público de diferentes contextos (Brasil e França), gerando intercâmbios artísticos e culturais a partir da perspectiva amazônica. - Realizar ações educativas e comunicacionais em torno da exposição, como palestras, workshops e debates, para sensibilizar e engajar o público sobre as questões artísitcas, culturais e sociais da Amazônia. - Fortalecer a presença da arte amazônica no circuito nacional internacional de exposições, consolidando parcerias entre instituições culturais e artísticas do Brasil e da França, com vistas à ampliação do impacto global dessa produção.

Justificativa

A ser realizado em Belém (PA), São Paulo (SP) e Paris (FRA) em 2025, no Ano do Brasil na França e no período da COP30, "Belém, Paris n’America: Uma Amazônia Desconhecida", doravante BPnA, é um amplo projeto cultural decolonial com ênfase em uma exposição fotográfica coletiva contemporânea de fotógrafos amazonidas mesclada à fotografias históricas que apresenta, conceitua e debate a 'Belle Époque amazônica' da lendária "febre da borracha' de 1879 a 1912, um período culturalmente efervescente no qual a maior metrópole da Amazônia brasileira buscou refletir a cultura parisiense a ponto de ser chamada 'A Paris das Américas'. Com o objetivo de refletir sobre o papel da Amazônia na figura dos seus principais artistas e pensadores de envergadura internacional para a disputa da narrativa histórica, além da exposição de fotografias contemporâneas de nomes consagrados como Luiz Braga e Paula Sampaio e a museografia de Adrien Gardere (Centre Pompidou e outros), o grande evento BPnA propõe outros produtos culturais para contextualizar o tema, tanto em relação ao recorte histórico estritamente mencionado, quanto com temas "transversais", isto é, relacionados especificamente à cultura e a realidade amazônica Os demais produtos culturais do projeto "Belém, Paris n’América" são: podcasts bilíngues (FR/PT) e conferências para estudantes da rede pública municipal. Outro produto potencialmente derivado é a criação do "Museu da Belém Époque" tendo como ponto de partida substancial todos os conteúdos gerados por este projeto. Por meio da sinergia entre artistas e intelectuais da Amazônia brasileira, instituições brasileiras e franco-brasileiras, como as Embaixadas da França e do Brasil, Instituto Moreira Salles (que detém o maior acervo com material inédito de Belle époque amazônica), BPNA objetiva ser exibido em em Belém (PA), São Paulo (SP) e Paris (FRA) . A período escolhido de 11 meses antes da COP30 faz do projeto um catalisador de atenções para o grande patrimônio cultural de Belém, além de fortalecer os laços pré-existentes entre o Brasil e a França, através do intercâmbio cultural, tanto por meio da arte, quanto pelo tema em suas múltiplas abordagens, principalmente em uma conjuntura de renascimento das relações de cooperação franco-amazônicas. A fotografia como expressão principal da exposição BPNA se dá pelo caráter entre o artístico e o documental, fator que aproxima o grande público, somado ao fato de que a cena de fotógrafos de Belém é muito consistente, com um histórico internacionalmente reconhecido de 5 décadas, e dentre as expressões artísticas locais a de maior destaque trazendo um recorte decolonial ao tema. O número e os nomes dos fotografos serão definidos após a realização da curadoria, mas alguns nomes já confirmaram interesse, como: Miguel Chikaoka, Paula Sampaio, Luiz Braga, Elza Lima, Alberto Bitar, Dirceu Maués, Guy Veloso, Octavio Cardoso, Mariano Klautau, Roberta Carvalho e outros.

Especificação técnica

O projeto Belém París N'América: Amazônia Desconhecida possui as seguintes especificações de seus produtos: - 03 (três) Exposições Fotográficas: Belém, São Paulo e Paris - 09 (nove) Seminários e Palestras: Em cada etapa da exposição serão realizados três ciclos de palestras e debates, no início no meio e no final de cada exposição, com entrada franqueada a todos. - 12 (doze) Workshops de fotografia arte e cultura: Em cada etapa da exposição serão realizados 04 (quatro) oficinas gratuitas. - 01 (hum) Catálogo da Exposição bilígue (POR/FRA); - 01 (hum) kit pedagógico para o público das exposições, bilíngue, em linguagem acessível e braile. - 20 (vinte) Documentários; - 20 (vinte) podcasts;

Acessibilidade

Acessibilidade Física: A exposição será realizada em espaços que atendem às normas de acessibilidade, tanto em Belém (PA), quanto em São Paulo (SP) e Paris (FRA). Todos os locais terão rampas de acesso, elevadores para locomoção entre andares (quando necessário), banheiros adaptados e sinalização visual e tátil para garantir a mobilidade de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Durante os eventos, haverá monitores preparados para auxiliar o público que necessite de apoio, garantindo uma experiência inclusiva para todos os visitantes. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir que o conteúdo da exposição seja acessível a todos os públicos, serão utilizados os seguintes recursos: Audiodescrição: Haverá audioguias com descrição detalhada das fotografias e das informações associadas, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso ao conteúdo das obras. Legendagem e Interpretação em Libras: Para os seminários, palestras e debates realizados, serão disponibilizados intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), além de legendas para vídeos e apresentações, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva. Textos em braille: Informações sobre a exposição, como catálogos e descrições das obras, serão disponibilizadas em braille em pontos estratégicos da mostra.

Democratização do acesso

A proposta prioriza a democratização do acesso à arte contemporânea amazônica e suas questões artísticas e culturais, contemplando ações de distribuição e acesso: Entrada gratuita: A exposição será de acesso gratuito em todas as suas locações, facilitando a participação de diversos públicos, incluindo escolas, comunidades locais e grupos menos favorecidos economicamente. Exposição online: Será desenvolvida uma plataforma digital onde o público poderá acessar as obras, materiais audiovisuais, palestras e debates, com tradução para inglês, português e francês, ampliando o alcance para um público global. Catálogos e conteúdo digital: A distribuição do catálogo da exposição será feita em versão física e digital, com acesso gratuito à versão digital em PDF, permitindo a consulta por qualquer pessoa com acesso à internet. Ações educativas: Haverá atividades gratuitas de formação como workshops e debates abertos ao público, com a participação de artistas e especialistas, promovendo maior integração entre as obras e as questões discutidas na exposição. Acessibilidade via mídias sociais: A divulgação e interação com o público será facilitada por meio de redes sociais, onde também serão oferecidos conteúdos exclusivos relacionados à exposição.

Ficha técnica

COOORDENAÇÃO GERAL KARINA JUCÁ é escritora e diretora artística desde 2003, principalmente no contexto da música brasileira no período mais efervescente da cena Belém do Pará. Durante 6 anos foi assessora especial de marketing e projetos da Fundação Funtelpa (Rádio e TV Cultura do Pará), cuja equipe recebeu o prêmio Top Marketing 2006 e o prêmio APCA SP de melhor espetáculo com o show “Terruá Para”. Formada em letras, publicou um livro de ensaios sobre a obra de um dos mais importantes escritores da Amazônia, Vicente Cecim, premiado e publicado em 2010 pelo Instituto de Artes do Pará com prefácio da filósofa Márcia Tiburi (professora em Paris 3). Vive em Paris desde 2019, onde cursa mestrado em Letras pela Paris 4 Sorbonne. Em 2022, criou a produtora Rouge Bresil com o objetivo de estreitar as relações culturais entre Brasil e França, e cujo primeiro produto é soirre Bresil Beyond em Paris (no espaço Serpent à Plume e no hotel Lutetia). Foi colunista mensal de Paris para a revista Viagem e Turismo. CURADOR ASSISTENTE RAMIRO QUARESMA é Doutor em Artes/ Cinema PPGArtes/ EBA / UFMG (2023). Professor do Instituto de Ciências da Arte – UFPA de 2014 a 2024 lecionando nos cursos de Teatro, Dança, Cinema e Audiovisual e Produção Multimídia. Documentarista. Artista visual. Curador independente/ pesquisador de artes visuais/artemídia e cinema. Mestre em artes pelo PPGArtes-ICA-UFPA e formado em Comunicação Social – UNAMA. Idealizou os projetos Xumucuís (Artes Visuais) e Cinemateca Paraense (Cinema) tendo idelizado e realizado mais de 20 projetos com leis de incentivo e editais. MUSEÓLOGA DEYSE MARINHO é museóloga formada pela FAV/ICA/UFPA. Mestranda em Artes / Preservação do Patrimônio Cultural – PPGArtes/EBA/UFMG. Idealizadora e coordenadora geral de três edições e exposições do Salão Xumucuís de Arte Digital (2011, 2013, 2014), Panorama da Arte Digital no Pará (2012), Cinema no Pará: História e Memória (2012), Hiper_Espaços Xumucuís (2014). Coordenadora museológica da Cinemateca Paraense e produtora de todas as suas ações e projetos. Pesquisadora de artes visuais e patrimônio histórico e cultural no estado do Pará.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.