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O projeto consiste na realização do Festival Conexões Visuais Pacatuba, que consiste na realização de uma série de 4 (quatro) exposições de artes visuais que irão ocorrer no Espaço Cultural Sobrado da Abolição, e em alguns bairros, de forma itinerante, na cidade de Pacatuba, Ceará. O projeto prevê também a realização de um evento de lançamento para cada uma das exposições, além da realização de um workshop/palestra, a título de contrapartida social, que irá discorrer sobre a produção plástica de cearense e pacatubana.
O Festival Conexões Visuais Pacatuba é uma iniciativa que visa fortalecer o potencial cultural e econômico de Pacatuba, Ceará, através da valorização das artes visuais e da inclusão social. Desde 2017, o Sobrado da Abolição tem sido palco de exposições artísticas significativas, como o Salão de Fotografia. Apresenta em seu espaço, através do acervo do Instituto Eduardo Campos, obras de artistas renomados, incluindo Corbiniano Lins/PE e Chico da Silva/AC. Este festival será realizado em váriados espaços da cidade buscando revitalizar diversas áreas de Pacatuba, integrando arte e acessibilidade, com uma programação de exposições e ações formativas. O evento promoverá exposições ao ar livre na praça da Fonte e no Sobrado da Abolição, além de instalações interativas nos bairros, incentivando o acesso à arte por pessoas de todas as idades e com diversas habilidades, destacando a importância da inclusão e da economia criativa. Painéis de discussão sobre acessibilidade e empreendedorismo cultural reunirão artistas e gestores para fortalecer o setor e ampliar a visibilidade de Pacatuba como um polo cultural. Com um compromisso com a acessibilidade, o festival contará com tradução em Libras, audiodescrição e espaços acessíveis para cadeirantes, consolidando a inclusão como pilar do projeto. Ao oferecer oportunidades para o consumo de arte e o fortalecimento de negócios locais, o Festival Conexões Visuais Pacatuba pretende contribuir para a economia criativa e transformar Pacatuba em um atrativo cultural para o Ceará, destacando a cidade no cenário nacional.
Objetivo Geral: O projeto consiste na realização do Festival Conexões Visuais Pacatuba, que consiste na realização de uma série de 4 (quatro) exposições de artes visuais que irão ocorrer no Espaço Cultural Sobrado da Abolição, e em alguns bairros de forma itinerante na cidade de Pacatuba, Ceará. Objetivos Específicos: • Realizar 4 (quatro) exposições de artes visuais; • Realizar 4 (quatro) eventos de abertura das exposições; • Realizar um workshop/palestra, a título de contrapartida social, • Garantir a continuidade das atividades no espaço Sobrado da Abolição; • Promover a valorização das artes visuais pacatubense; • Contribuir com a economia cultural pacatubense / cearense; • Promover o patrimônio material e imaterial pacatubense; • Promover a identidade cultural cearense através das artes visuais; • Fortalecer o setor cultural como eixo de desenvolvimento social e econômico do Estado do Ceará; • Fomentar os processos de criação, produção, difusão, formação, pesquisa, intercâmbio e fruição das expressões artísticas no âmbito com foco no patrimônio Cultural; • Colaborar com o fortalecimento do circuito e do calendário cultural e turístico do Estado do Ceará.
Criado em 2008, o Instituto Eduardo Campos preserva a memória do escritor Eduardo Campos, pioneiro nas redes de comunicação e folclorista, foi diretor do Instituto Histórico do Ceará. A instituição foi criada com o objetivo de promover e difundir a cultura, educação e defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico. A sede do IEC 2015 e um sobrado onde foi assinada a abolição dos escravos na região da Serra da Aratanha no Ceará, reaberto hoje no intuito de realizar ações socioculturais e educacionais promovendo inclusão e resgate da cidadania e geração de renda. A manutenção das ações culturais e educacionais do Centro Cultural Sobrado da Abolição, efetiva-se como ação social e de cidadania, ação de desenvolvimento econômico através da arte e contribui diretamente com a saúde e bem-estar de seus habitantes, sobretudo dos participantes das atividades formativas. A realização da mediação artística cultural e ações de educação patrimonial também são destaques, junto ao acervo físico e digital da biblioteca comunitária, este último, contendo pesquisas e registros de manifestações culturais de cunho patrimonial. O foco nas artes visuais é uma estratégia que busca não apenas valorizar a produção plástica local, mais também de democratizar o acesso à arte, permitindo que principalmente as populações mais fragilizadas possam vivenciar das características transformadoras da arte, inspirando novos talentos e estimulando a criatividade do público, especialmente dos mais jovens. As conexões expositivas promovem a diversidade cultural e aumentam o entendimento sobre diferentes perspectivas das artes, enriquecendo o tecido cultural da nossa comunidade, fazendo com atingíssemos no último ano um alcance superior a 50 mil pessoas. Contudo é preciso que façamos mais. O IEC é integrante do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente - CMDCA, fazendo com que as atividades, por nós desenvolvidas tenham forte papel no cumprimento dos direitos prescritos no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. Portanto, semear a necessidade de encontros e trocas em espaços de convívios culturais, busca suscitar a produção e o consumo da fruição artística e prospecta continuidade de preservação patrimonial do Prédio Sobrado da Abolição, e a contribuição da conservação de espaços de memória pelos que habitam no tempo presente a partir do seu contato afetivo. A busca da singularidade da produção artística atavés de eventos diversos, como na proposta dos cursos livres que visam a formação de grupos e o adentrar da cena artística cearense: nas linguagens das artes visuais, teatro, dança e música. A partir do pressuposto que uma formação em arte deve abarcar a produção artística para que haja coerência entre formação, produção e fruição, a troca artística tem sido uma forma de contribuir com a cena local a ponto de incentivar o município para o seu crescimento cultural que projeta uma possibilidade de profissionalização de modo que as alunas(os) consigam perceber a dança e a música como um gerador de renda e inclusão social. O contato com o meio digital está incluso de forma prática e a metodologia do ‘aprender fazendo’ está inclusa na grade da formação em dança e música, através do aprendizado da utilização de aplicativos essenciais como ferramentas de construção de produtos artísticos. O projeto se enquadra, principalmente, nos incisos I, III, IV e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 de 23 de dezembro de1991, e tem objetivos alinhados aos incisos II e V do Art. 3° da supracitada Lei. Enquadramento: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Não aplicável
O Sobrado tem pensado efetivamente na inclusão devido o aumento de dados de PCDs dos seus participantes, sobretudo autistas, o que leva a formação e o fomento de atividades inclusivas. Em 2024 residências, rodas de conversas, e espetáculos de dança promovidos com autistas fez com que se refletisse sobre a sensorialidade nos espaços dentro e fora do prédio. FESTIVAL/MOSTRA Acessibilidade Física: Todas as atividades previstas no projeto acontecerão de forma gratuita em locais com de fácil acesso que garantirão acessibilidade de toda a comunidade e em especial a idosos e pessoas com necessidades especiais; Disponibilização de vídeos com legendagem e audiodescrição no espaço expositivo; Presença de monitores treinado a atenderem pessoas com todos os tipos de deficiência. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: Espaço adequado garantindo acessibilidade a toda comunidade e em especial a idosos e pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: A ação formativa contará com tradução simultânea de libras. RUBRICAS REFERENTES ÀS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE QUE SERÃO ADOTADAS NO PROJETO: FESTIVAL/MOSTRA: Legendagem e audiodescrição. Educadores/monitores no espaço expositivo CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Intérprete de libras - Interpretação das falas em linguagens de sinais
Todas as ações previstas no projeto aconteceram de forma gratuita, em locais com de fácil acesso que garantirão acessibilidade de toda a comunidade e em especial a idosos e pessoas com necessidades especiais. O produto principal, Festival/Mostra, irá adotar o inciso I, II, e IV do art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura. O produto secundário, Contrapartidas Sociais, irá adotar o inciso I, II, e IV do art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura.
Coordenação Geral: Juliana Ferreira Pinto (pessoa LGBT) Educadora e Gestora Cultural, especialista em Educação Patrimonial - FATEC - Curitiba é pós - graduanda em Gestão Cultural e Marketing - SENAC - SP. Participa do Conselho Municipal de Cultura e Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Pacatuba - CE. Gestora do espaço Sobrado da Abolição Pacatuba – CE, em parceria com Instituto Eduardo Campos – IEC é responsável pela coordenação da programação cultural e educacional, assim como a pedagógica, enaltecendo pautas de preservação patrimonial material e imaterial; inclusão. Responsável do Coletivo Rama de Produção de Pesquisa e Articulação Cultural em articular com a Bienal Internacional de Dança e Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Juventude, residências, workshops, roda de conversa e espetáculos com e para autistas. Curadoria: Waléria Américo (mulher) Artista Visual e Professora de Artes na Universidade da Amazônia. É Doutora em Artes do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Pará, Mestre em Arte Multimédia - Performance & Instalação pela Universidade de Lisboa com Especialização em Audiovisual e Meios Eletrônicos pela Universidade Federal do Ceará e Graduação em Artes Visuais pela Faculdade da Grande Fortaleza. Suas pesquisas artísticas põem em tensão questões que permeiam o corpo e o entorno, a arquitetura e a paisagem, abrindo novas perspectivas de orientação espaço-temporal que, no entanto, nunca se deixam fixar. Trabalha majoritariamente com registros fotográficos ou em vídeo, muitas vezes de performances que terminam por integrar instalações, também passando pelo objeto, desenho e experimentações sonoras. Coordenação de Produção: Lindemberg Freitas (pessoa com deficiência) Arquiteto eUrbanista, Artista Visual, Produtor Cultural, Administrador, Pós-graduado em Gestão Cultural. Recebeu em 2024 o selo de Acreditação Técnica de Consultores da SECULT/CE. Dirigiu a implementação do SISTEMA MUNICIPAL DE CULTURA DE PACATUBA/CE, Coordenou a implementação das Leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo em PACATUBA/CE. É diplomado em Capacitação de Agentes Culturais pela UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE, em Introdução a Gestão por Resultados e Elaboração de Projetos Sociais pela ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO CEARÁ, em parceria com o MINISTÉRIO DA ECONOMIA. É também diplomado em Gestão Cultural pela FUNARTE. Pelo Programa Gera Futuro do MINISTÉRIO DA CULTURA, em Cidadania participativa pela UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ, no Curso de Extensão em Administração Pública pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL e em Avaliação Econômica de Projetos Sociais, pela FUNDAÇÂO ITAÚ. Em 2013 é agraciado com o prêmio Modelo de Gestão em Economia Criativa pelo MINISTÉRIO DA CULTURA. Coordenação de acessibilidade: Jônatas Joca (pessoa LGBT) Agitador cultural e membro do coletivo MarÉHouse, graduado em Psicologia, especialista em Linguagem e Poética da Dança e mestrando em Artes. Pesquisador na costura poética entre dança, infância e autismos e artista em diversos campos de expressão artística. Ariel Ferreira do Nascimento - Intérprete de Libras (pessoa não binária) Tradutora-Intérprete de Libras com vasta atuação na área de tradução e interpretação no contexto cultural e artístico (música, dança, teatro, audiovisual, entre outras linguagens), além da experiência como intérprete educacional na Educação Básica e no Ensino Superior. Tem experiência com transmissões ao vivo (lives), palestras, oficinas, seminários e edição de janelas de Libras para conteúdos audiovisuais, filmes e materiais pedagógicos, exercendo também a profissão como drag. Atuou como Intérprete de Libras educacional na Escola de Tempo Integral e Educação Bilíngue Francisco Suderland Bastos Mota em Fortaleza, de 2019 a 2024. Tem experiência em interpretação e tradução de projetos artísticos-culturais em diversas ações em Centros Culturais, dos quais citamos: Caixa Cultural, Vila das Artes, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura etc. Atuou como Tradutora-Intérprete de Libras do Centro Cultural Bom Jardim entre os anos de 2021 a 2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.