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VERDEAR é um projeto da Cia A Hora da História, um grupo teatral de corpo estável que completa 24 anos em 2025, e que propõe a realização de apresentações do espetáculo narrativo Chuva de Histórias em escolas da rede pública e da intervenção artística Cataversos em espaços públicos e abertos. Ambas as atividades artísticas têm como temática a relação do homem com o meio-ambiente. Todas as ações serão gratuitas e acontecerão em 5 diferentes regiões do país.
CHUVA DE HISTÓRIAS Um espetáculo narrativo que traz uma seleção de contos encenados e poesias musicadas que abordam a transformação do lixo em adubo, a poluição das águas, a natureza sobrevivendo nas grandes cidades, o desmatamento das florestas, a importância das aves nativas em liberdade… Cada história tem sua temática, mas todas, de forma poética e imaginativa, falam das plantas, dos animais, da água da chuva, dos rios e mares. Histórias que falam da Natureza! Uma atividade alegre, que também propõe um olhar para o Meio Ambiente, valorizando-o. CATAVERSOS Intervenção itinerante composta por poesias, pequenas histórias e poemas musicados selecionados da obra de importantes poetas como Manoel Bandeira, Fernando Pessoa, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Drummond, dentre muitos outros. É uma grande brincadeira com o público, que ganha um poema recitado, cantado, apresentado como uma pequena encenação, ou através de um breve jogo. Uma atividade intimista, delicada e singela, feita como um agrado a cada pessoa que participa. Cada poesia traz também uma dica ou um desafio relacionado à importantes questões ambientais como economia de água, separação adequada do lixo, o uso de embalagens reutilizáveis, aproveitamento da energia solar, utilização de transportes sustentáveis, como evitar desperdícios em geral, consumo consciente e ecológico de energia elétrica, entre outros. Uma atividade que propõe uma reflexão e também um convite para mudar pequenas atitudes no nosso dia-a-dia, a fim de diminuir o impacto na qualidade de vida do planeta.
OBJETIVO GERAL: São objetivos gerais do projeto: a circulação das artes cênicas, a oferta de bens culturais a escolas públicas, a democratização do acesso às artes através de ações culturais totalmente gratuitas, e promover, através da arte, debates e reflexões sobre as temáticas sustentabilidade, consumo consciente e meio ambiente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: São objetivos específicos a promoção das seguintes ações: 1) APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO CHUVA DE HISTÓRIAS:As apresentações acontecerão em escolas públicas das cidades contempladas e trarão contos de autores brasileiros. Com muita musicalidade e interação, a apresentação é permeada por poesias e canções que tratam de questões relacionadas com a Natureza, além de uma seleção de contos que abordam a transformação do lixo em adubo, o ciclo da água, a importância de preservar aves em seu habitat natural, a preservação das florestas. 2) APRESENTAÇÕES DA INTERVENÇÃO ARTÍSTICA CATAVERSOS: Criada para acontecer em espaços abertos como parques, praças e ruas, esta intervenção itinerante traz poesias, pequenas histórias e poemas musicados selecionados da obra de importantes poetas e escritores. Através de uma pequena brincadeira, cada pessoa que participa ganha um poema que pode ser recitado, cantado, apresentado como uma pequena encenação, ou através de um breve jogo. É uma intervenção delicada e singela, feita como um agrado ao público, que é convidado a desfrutar de um breve instante de poesia, muitas vezes em momentos inesperados e locais inusitados.
VERDEAR é um projeto idealizado e produzido pela Cia A Hora da História, um núcleo artístico com dezenas de trabalhos na área das Artes da Cena e gerido por 2 mulheres artistas, Camila Cassis e Natália Grisi, que desde 2001 produzem e circulam com espetáculos teatrais voltados a público de todas as idades, mas com muito trabalhos voltados especificamente ao público infantojuvenill. Na Cia, Natália e Camila revezam funções de diretoras, criadoras musicais, dramaturgas e atrizes, somando aos projetos o trabalho de outros artistas, que agregam ideias e integram as produções como convidados e parceiros artísticos. A Cia conta com um vasto repertório de espetáculos de artes cênicas e de intervenções artísticas. O grupo tem a tradição de circular suas produções em escolas e por muitos municípios do Brasil e para diferentes públicos, dando vida longa a seus espetáculos. Considerando este histórico e expertise, para este projeto, a proposta é uma circulação artística incluindo espetáculo de artes cênicas e intervenção poético-musical. A temática escolhida - sustentabilidade - é norteadora da criação artística. Ambos os resultados produzidos trarão narrativas, canções e poesias que falam das plantas, dos animais, da água da chuva, dos rios e mares, a transformação do lixo em adubo, a poluição das águas, a Natureza sobrevivendo nas grandes cidades, o desmatamento nas florestas… Assuntos relevantes para suscitar e fortalecer debates sobre as mudanças climáticas e as ações do ser humano no planeta, mas que sempre serão trampolim para a linguagem desenvolvida pela Cia A Hora da História. Nossa pesquisa de linguagem: Uma narrativa bem construída é o ponto de partida e, unida a ela, são utilizados outros recursos oriundos da artes cênicas: efeitos sonoros pontuando o texto, jogos rítmicos, manipulação de bonecos, utilização de adereços cênicos e canções narrativas autorais. Para além da forma, há também uma grande preocupação com o conteúdo trazido em cada história e com a maneira de apresentá-lo. Com uma abordagem não didática, a proposta é exercitar a empatia e o espírito crítico, convidando a um olhar igualitário e humanista. E por fim, nosso profundo respeito ao público, que reafirmamos continuamente através de uma constante busca por aprimoramentos e por resultados interessantes e instigadores em nossas atividades artísticas. Conforme Art 1o da Lei 8.313, este projeto se justifica e enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural, em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac, atenderá os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? - Todas as ações ofertadas pelo projeto são gratuitas. Assim, não há receita gerada pelo projeto, e o mesmo seria inviável sem utilização da Lei de Incentivo à Cultura; - Trata-se de um projeto que visa atingir um público pertencente a camadas menos favorecidas da população, com pouco acesso a produtos e serviços culturais. O projeto cria o acesso a este público.
Chuva de Histórias é um espetáculo narrativo que compõe o repertória da Cia A Hora da História e que traz à cena histórias que tratam de assuntos pertinentes à temática "meio-ambiente", somadas às pesquisas de inserção da música como elemento narrativo e condutor de ação, e da linguagem narrativa na dramaturgia, estas últimas já amplamente pesquisadas em montagens anteriores da Cia. Integram a dramaturgia do projeto, os contos a seguir: O Verde Brilha no Poço (Marina Colasanti): não se sabe como, nem porquê, mas o fato é que uma sementinha foi parar dentro do poço de arejamento de um enorme prédio. Era um poço cinzento, feio e frio, mas a sementinha conseguiu germinar uma raiz, que encontrou a terra por um buraquinho no cimento do piso.. A partir daí, a pequena planta começou a crescer, e logo se tornou uma arvorezinha que atingiu a altura da janela do primeiro andar. Só neste momento é que os moradores perceberam a existência da nova árvore. À princípio, todos, cada um com seus motivos, foram a favor de eliminar a planta. Mas, tocados pela magia da encantadora árvore, decidem preservá-la. Assim, ela vai crescendo e recebendo mais e mais cuidados. Floresce, gera frutos, e com eles, sementes. Quando suas sementes começam a voar na boca do vento ou no bico de um pássaro, a árvore imagina o lindo destino de cada uma delas, num lugar muito mais bonito que um poço de arejamento. A História do Cocô: Um grande e volumoso cocô que vivia na rua era xingado e menosprezado por todos que passam diante dele. Sua infelicidade e baixa auto-estima eram imensas. Até que um dia, para a sua surpresa, ele ouve primorosos elogios vindos de um jardineiro que por ali passava. Sua vida mudou da água para o vinho, pois ele foi levado para viver num lindo jardim, onde, ao seu lado, nasceu uma perfumada rosa, para a qual servia de adubo. Criação das Ondas (mito afro-brasileiro): Há muito tempo atrás, não havia ondas no oceano; era tudo calmo como um grande lago. E todos respeitavam Iemanjá, a Rainha do Mar. Mas aos poucos as pessoas começaram a jogar lixo nas águas, e Iemanjá viu sua casa virar uma imundície. Certa manhã, quando alguns pescadores chegaram na praia, encontraram um mar revolto, agitado.... Cheio de ondas! E todo o lixo que o povo havia jogado durante anos nas águas, estava ali, depositado nas areias. Iemanjá criou as ondas para devolver à terra tudo o que não é do mar. Uma Arara, Sete Papagaios (Ana Maria Machado): O menino Poti amava as aves. Todos os dias ele ia até a mata ao lado de sua taba e ficava olhando o céu, admirando as aves que ali viviam. Certo dia, viu em cima de um pé de guaraná, uma arara. Ficou encantado, e levou a ave consigo para a taba, colocando-a em um poleiro bem no meio da tribo. Lá, a ave cantava o dia todo, e Poti ficava ao seu lado, encantado com seu canto e sua beleza. O pai do menino, percebendo seu amor pelas aves, trouxe 7 papagaios de presente para ele. Todas as aves foram colocadas no mesmo poleiro e, a partir daí, a barulheira não tinha fim, pois toda vez que a arara cantava, os 7 papagaios repetiam! Eles cantavam o dia todo sem parar, tirando o sossego da aldeia. Assim, Poti entendeu que o lugar de ave é livre na mata. Poti devolveu as aves à Natureza, e o menino e a taba ficaram tranquilos e felizes!
1) Apresentações de CHUVA DE HISTÓRIAS em escolas públicas:O projeto contempla 50 apresentações em escolas. Periodicidade: as apresentações serão agendadas obedecendo ao horário da grade curricular das instituições de ensino e realizadas por 2 atrizes. Carga Horária: 50 min. por apresentação. Nº de participantes por sessão: até 200 crianças. Locais de realização: pátios, auditórios ou salas multiuso das escolas. 2) Intervenções itinerantes CATAVERSOS em espaços públicos e abertos: O projeto contempla 10 apresentações em espaços abertos, como ruas, parques e praças. Periodicidade: apresentações em espaço aberto para público em geral, em dias e horários de grande circulação de pessoas. Carga Horária: 60 min. por apresentação. Nº de participantes por sessão: média de 80 pessoas por sessão.
A Acessibilidade deste projeto, se dará da seguinte forma: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as apresentações e intervenções serão realizadas em locais com acessibilidade à portadores de necessidades especiais como rampas, banheiros adaptados, corrimão, etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: no intuito de abarcar pessoas com deficiência auditiva, garantindo-lhes o direito de acesso a produtos artísticos de qualidade, haverá a presença de uma intérprete de libras em 10 apresentações.
A linguagem, o formato do projeto e todas as suas ações têm como norteador o propósito de democratização de acesso. A escolha de escolas públicas de diferentes regiões do Brasil, a gratuidade das ações e a preocupação com a escolha do repertório que será apresentado a cada sessão, estão entre as principais ações de democratização da cultura desta proposta. Realizar ações em espaços públicos e abertos, como ruas, praças e parques, possibilita atender um público que não está esperando por este encontro com a literatura. Pessoas inesperadamente são convidadas a desfrutar de alguns minutos de história no meio de seu dia, durante suas atividades cotidianas. Por serem espaços públicos e de livre circulação, promovem o acesso universal, sem distinção de idade ou classe social, atendendo diferentes perfis de público. A proposta desta atividade cultural também traz em si características democráticas por acontecer num formato que não exige deslocamento de público para usufruir dela, somos nós que vamos até o público. Conforme Art. 21, a democratização de acesso se dará através das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea “a”, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;
Natália Grisi - CPF: 269.701.498-54 - Função: coordenação geral e atriz Camila Assis Pereira - CPF: 287.093.348-74 - Função: coordenação geral e atriz Eugênia Cecchini - CPF: 361.055.578-50 - Função: atriz Mariana Mioli Blanski - CPF. 044.809.649-83 - Função: atriz Marcia Adriana Rocha - CPF: 196.514.798-41 - Função: coordenação de produção CAMILA CASSIS Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo - ECA/USP, Contadora de Histórias, Musicista e Teatro-Educadora. Co-fundadora da cia A Hora da História, e desde que foi fundada, é responsável pela composição e direção musical de seus projetos. Principais trabalhos realizados pela Cia A Hora da História: atriz, compositora e diretora musical de A Menina da Lagoa, contemplado pelo 4० Prêmio Zé Renato de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, e dirigido por Juliana Offenbecker; atriz, produtora e compositora em Escondeonde, espetáculo com direção de Jackie Obrigon e dramaturgia de Marcelo Romagnolli (2015); produtora, atriz, compositora e diretora musical de Brasilidades, espetáculo narrativo-musical (2014); co-autora, atriz, compositora e diretora musical de Por um Fio (2012); co-produtora, atriz, compositora e diretora musical em Tic Tac, texto de Mauricio de Barros e direção de Jacqueline Obrigon (2010). NATÁLIA GRISI Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo - ECA/USP. É atriz, diretora teatral, contadora de histórias e dramaturga. Co-fundadora da cia A Hora da História, na qual atua como artista criadora em todas as atividades, alternando também as seguintes funções - atriz, narradora de histórias, dramaturga, diretora cênica, performer e produtora. Na área da direção, integrou o projeto "Leitura na Escola" da Fundação para o Desenvolvimento da educação (FDE), dirigindo leituras dramáticas filmadas direcionadas a alunos e professores da rede pública de ensino. Fundadora do Núcleo Girândola (2012), onde atua como intérprete, diretora, dramaturga e produtora executiva. Escreveu e dirigiu o espetáculo infantil Melancia e Coco Verde (2009), indicado ao prêmio FEMSA 2009 na categoria "Revelação - Texto e direção"; com "Aurora e o pé de vento" - dramaturgia infantojuvenil - foi contemplada pelo EDITAL 03/2020 - PEÇAS EM PROCESSO / Dramaturgias do tempo / TUSP. EUGÊNIA CECCHINI Atriz há quinze anos, vem desenvolvendo em paralelo nos últimos anos a sua carreira musical como cantora, fazendo algumas apresentações, lives e shows. Desde 2020 começou a se aventurar com seu trabalho autoral e, depois de algumas apresentações solo, montou uma formação acompanhada por guitarra e percussão. Em 2023 lançou seu primeiro single, "Embananada", acompanhado do clipe da mesma música. MARIANA BLANSKIFormada como atriz pelo Teatro Escola Célia Helena em 2006, e em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011). Integrante da Cia A Hora da História desde 2015. Também atua em trabalhos narrativos na Cia Tá na Boca do Conto. Principais trabalhos como atriz: "Como Se Fora Esta Noite" texto de Garcia Morales, tradução e dramaturgia Analy Alvarez e direção de Marcus Cardeliquio (2018), “História dos Porões", texto Analy Alvarez e direção de André Garolli (2017), “Fora Do Mundo” texto e direção de Analy Alvarez (2016), "A Social" de Ricardo Corrêa e direção de Thiago Ledier (2015), “Os Azeredo mais Os Benevides" (2014) de Oduvaldo Vianna Filho e direção de João das Neves, GANGUE, de Pedro Guilherme e direção de Mauro Baptista Vedia (2013); CHOCOLATE AMARGO, de Renata Pallottini e direção de Pedro Vieira (2012); SEDUTOR POR ACASO, de Paulo F. e direção Jairo Mattos (2012); OS INADEQUADOS, de John Sandlers e direção Ralph Maizza (2011); ME LEVA PRA CASA, de João Fábio Cabral e direção Fabiana Carlucci (2009). Como psicóloga, realizou os seguintes projetos: Workshop de Conscientização Corporal em UBS’s; O Teatro e Seu Valor Terapêutico; Workshop Arteterapia e a reabilitação psicossocial das pessoas em sofrimento psíquico. MARCIA ROCHA Atuou como produtora de figurino no programa “Axé Se liga Brasil” , exibido pela TV Bandeirantes (1996). Na JZ TV e Cinema (1996 a 1998) formatou projetos para Leis Federais, Estaduais e Municipais de Incentivo a Cultura e na pré-produção de longa metragem. Produtora na Allegro Produções Artística (1999 a 2004), com espetáculos infantis realizados em escolas, hospitais e locais públicos por todo Brasil e também atuando na pré-produção de viagens com orçamentos/reservas de hotéis, vans, som e palco. Produziu eventos artísticos em Portugal entre 2005 e 2006. Assistente de produção do Núcleo Girândola desde 2014. Desde 2010, trabalha como produtora da Cia A Hora da História, revezando funções administrativas e executivas, a cada projeto. Experiência em produção executiva de projetos contemplados por leis de incentivo municipais e estaduais, e também prêmios como PROAC Expresso, Zé Renato, entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.