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PRONAC 2410410Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cucachara

MAREVA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 572,3 mil
Aprovado
R$ 572,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-05-05
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem e temporada do espetáculo teatral Cucaracha, texto de Jo Bilac, com direção deFabiana Winitskowski.

Sinopse

Peça Teatral Sinopse Em um mundo caótico e fragmentado, as personagens Vilma e Mirrage transitam entre o humor e o drama. Partindo de uma situação inusitada e improvável — uma paciente em coma, a beira da morte, recebe os cuidados de uma enfermeira dedicada, enquanto dialogam, trocam confidências, fazem planos para o futuro e criam um vínculo afetivo profundo. Palestra - 20 minutos após o espetáculo com com Luiza Mariani e Natália Lage sobre “com Luiza Mariani e Natália Lage sobre “Processo de Construção da personagem”. A palestra abordará o complexo processo de construção de personagens, enfatizando a importância da profundidade psicológica e da verossimilhança nas atuações. As palestrantes compartilharão as experiências práticas e técnicas utilizadas para desenvolver personagens autênticos, ressaltando a colaboração entre diretores e atores. Além disso, discutirão como a pesquisa e a vivência são fundamentais para a elaboração de figuras que ressoam com o público, permitindo uma conexão emocional mais intensa.

Objetivos

Objetivo Geral Montar uma peça teatral de Jô Bilac é mais do que simplesmente colocar atores em cena. É uma oportunidade de mergulhar em um universo rico em emoção. Bilac, com seu jeito único de observar a vida, nos convida a refletir sobre questões pertinentes. Primeiro, ao encenar suas obras, pretendemos alcançar uma conexão genuína com o público. Além disso, montar uma peça de Bilac nos permite explorar a linguagem e a estética do teatro. enriquecendo a experiência dos atores e transformando a percepção do público, que é convidado a apreciar a arte de maneira mais profunda. Em tempos em que o acesso à arte pode ser limitado, montar uma peça teatral é uma forma de democratizar o conhecimento e celebrar nossas raízes.Por fim, a montagem de uma peça de Jô Bilac é um convite para a reflexão e a troca. É um lembrete de que o teatro é um espaço vivo, onde cada apresentação é única e cada espectador traz suas próprias experiências. No fim das contas, ao trazer Bilac para os palcos, pretendemos não apenas entreter, mas também provocar. Objetivo específico - Realizar a montagem e temporada do espetáculo teatral "Cucaracha" em 24 sessões no Rio de Janeiro (capital), em teatro com até 200 lugares com público estimado de 4.800 espectadores - Realizar 01 Palestra com Luiza Mariani e Natália Lage sobre "Processo de Construção da Personagem" - 8 sessões em libras - 8 visita aos bastidores para os deficientes visuais - 8 sessões com monitores para auxiliar deficientes intelectuais - Gerar cerca de 50 postos de trabalho e mais de 100 indiretos

Justificativa

Quando falamos sobre a peça de teatro "Cucaracha", estamos diante de uma obra que, em meio à risadas e lágrimas, explora a profundidade da amizade entre duas mulheres, Vilma e Mirrage. Em um mundo onde tudo parece tão frágil e fragmentado, a peça nos faz refletir sobre o que realmente importa: os laços afetivos. E é aqui que a Lei Rouanet entra como uma aliada fundamental. Primeiramente, a Lei Rouanet é uma ferramenta poderosa para financiar projetos artísticos, e isso é essencial para peças como "Cucaracha". Com a dedicação das atrizes Luiza Mariani e Natalia Lage, amigas ha 30 anos, o projeto não só celebra a cumplicidade e a amizade, mas também proporciona um espaço para que mais vozes femininas se sobressaiam no teatro. Ao utilizar a lei, elas exercem a chance de contar essa história importante, engraçada e comovente, cercadas de mulheres talentosas que, assim como elas, valorizam o teatro e a amizade. Além disso, a peça aborda temas como solidão, liberdade e memória. Esses assuntos, por mais densos que sejam, são discutidos na peça de forma leve e inusitada, criando um espaço de cumplicidade e empatia entre os personagens e a plateia. E é nesse envolvimento que a Lei Rouanet brilha — ela permite que o projeto alcance um numero maior de pessoas, trazendo a tona dia´logos relevantes, engraçados e surpeendentes, promovendo debate essencial sobre o valor das relações humanas, algo tão escasso nos dias de hoje. Com o apoio da lei, "Cucaracha" pode ganhar vida e levar a mensagem de que, mesmo quando enfrentamos as mais inesperadas e inusitadas situações, são os vínculos afetivos que nos conectam e nos possibilitam seguir em frente. A Lei Rouanet entra não somente como forma possivel de financiamento, mas também como uma maneira imprescindivel de garantir que histórias sensiveis e delicadas como essa cheguem a quem mais precisa. O projeto se enquadra nos seguintes Incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto se enquadra nos seguintes Objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Espetáculo Teatral Acessibilidade Física: - A produção buscará teatro com rampas de acesso e adaptações para pessoas com mobilidade reduzida, idosas e cadeirantes. Piso tátil. Acessibilidade de Conteúdo: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 8 visitas sensoriais para reconhecimento do cenário e figurino ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 8 sessões com Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: 8 sessões com monitores treinados para auxiliar esse público. Os monitores são do teatro e aptos a auxiliar Palestra ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: placa com roteiro em braile ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. Os monitores são do teatro e aptos a auxiliar

Democratização do acesso

Para Democratização do projeto será oferecida: - 1 Palestra de 20 minutos com Luiza Mariani e Natália Lage sobre “Processo de Construção da Personagem" - Disponibilização de registros audiovisuais (Teasers) do espetáculo e da Palestra no Instagram ou Youtube do Projeto - Distribuição de ingressos conforme Plano de Distribuição - 20 ingressos para professores e alunos de escolas públicas, ONGs e associações Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

A proponente exercerá as funções de Coordenador do Projeto e Atriz Ficha técnica Texto: Jô Bilac Direção geral: Fabiana Winits e Débora Lamm Elenco: Luiza Mariani e Natália Laje Cenógrafa: Dina Salem Levy Figurino: Marina Henriques Pereira Franco Iluminação: Sarah Salgado Diretor de Produção - Sandro Rabello Texto - Jô Bilac Começou a estudar atuação na Escola de Teatro Martins Pena, no Rio de Janeiro. Tinha 19 anos quando escreveu 'Sangue em caixa de areia'. Pelo trabalho recebeu uma menção honrosa em dramaturgia do Teatro Carlos Gomes. Dois anos depois, em 2006, fez “Bruxarias Urbanas”, sua primeira montagem profissional. A partir daí não parou mais, revezando-se entre escrever dramaturgia, direção e curadoria dos teatros da rede pública do Rio de Janeiro. Como palestrante convidado Jô foi ao Salão do livro em Paris, França; Feira do Livro em Frankfurt, Alemanha; Feira do Livro em Gotemburgo, Suécia; Festival Ibero Americano Bogotá, Colômbia; Literatura e Arte de Bolonha, Itália; Dramaturgia Mundial Universidade de NY, EUA; Publicação Internacional em Yale, EUA, FLUP Museu MAR RJ. Trabalhou como roteirista na GNT e foi criador e roteirista na Rede Globo da série Segunda Chamada com protagonismo de Débora Bloch. Estreou em 2019, livremente inspirada em sua peça de teatro de maior sucesso no Brasil: "Conselho de classe". O jovem autor é o mais premiado no Brasil, encenado por grandes nomes como Bia Lessa, Monique Gardenberg, Marco Nanini, Daniela Thomas. É considerado o dramaturgo da sua geração por Fernanda Montenegro. Direção geral Fabiana Winits Diretora e roteirista,iniciou sua trajetória profissional na área musical. Em 2016, aproximou-se da publicidade. A campanha ‘Curiosidade Salva’, que chama atenção para a problemática da violência contra a mulher, rendeu-lhe um Leão de Ouro. Em 2017, começou a atuar com teledramaturgia. Desde então, se dedica a diversos trabalhos, dentre os quais estão a série ‘Onde Nascem os Fortes’ e a novela ‘Amor de Mãe’, ambas da TV Globo. Nesses dois projetos, foi diretora assistente com a direção artística de José Luiz Villamarim. Durante o primeiro ano da pandemia de COVID-19, criou, produziu e dirigiu o média-metragem ‘Amores Pandêmicos’, lançado no Canal Brasil/ Globoplay em 2023, além de também ter produzido e dirigido a série ‘Dates, Likes e Ladrilhos’, lançada no Canal Brasil/Globoplay em 2022. No segundo semestre de 2021, dirigiu e roteirizou o longa-documentário ‘Apolo’, produzido pela Biônica Filmes e pela Capuri TV, que está previsto o lançamento para 2025. Em abril de 2022 filmou o longa 'A Batalha da Rua Maria Antonia' com direção e roteiro de Vera Egito, no qual assina como diretora assistente, o filme ganhou o premio de melhor filme no Festival do Rio 2023. Fabiana é uma das diretoras da série "Tremembe", da Amazon Studios, com estreia prevista para o primeiro semestre de 2025. Atualmente, ela está envolvida em algumas salas de roteiro produzindo conteúdos de séries e longas-metragens. Débora Lamm Mais de 40 espetáculos como atriz e diretora teatral, Debora Lamm também é integrante e fundadora da Cia OmondÉ. Diversos personagens no cinema, entre eles as protagonistas de Muita Calma Nessa Hora, do premiado Seja o Que Deus Quiser de Murilo Sales, e do próximo lançamento da Sony, Perfeitos Desconhecidos. Sua parceria com a diretora Júlia Rezende em Como é Cruel Viver Assim, lhe rendeu algumas indicações de melhor atriz em festivais mundo afora. É uma das protagonistas do último sucesso de público e crítica da Netflix Todo Dia a Mesma Noite, série ficcional baseada na tragédia da Boate Kiss. Na TV Globo, atuou entre séries e novelas com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Zé Luís Villamarim, Gilberto Braga, Amora Mautner, Guel Arraes, entre outros. Esteve recentemente na novela das 21h de Manuela Dias, Amor de Mãe, em Quanto mais Vida Melhor e na minissérie Histórias Impossíveis com direção de Luisa Lima. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, encabeçou o primeiro programa de dramaturgia da TV a cabo brasileira, o sucesso Cilada que está de volta pela Globoplay. No teatro foi dirigida por Domingos Oliveira, Monique Gardenberg, Hamilton Vaz Pereira, Adriano Guimarães, Inez Viana, Ivan Sugahara, César Augusto, Guida Vianna, Cacá Mourthe, Guilherme Leme Garcia, Georgette Fadel, Grace Passô, entre outros. Como diretora esteve à frente de 12 montagens teatrais, incluindo o recentes sucesso Gostava Mais dos Pais e Férias de Jô Bilac, com Drica Moraes e Fábio Assunção. Em 2024 completa 27 anos de carreira. Elenco Protagonista Atriz - Luiza Mariani É uma atriz e produtora brasileira. Ela iniciou sua carreira no teatro em 1996 no Rio de Janeiro, onde atuou e produziu mais de 10 peças. Desde sua estreia no cinema em 2001 no filme "As Três Marias", de Aluizio Abranches, que teve sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim, Luiza participou de mais de 20 produções. Um de seus longas mais recentes, "O Grande Circo Místico", dirigido por Carlos Diegues, teve sua estreia no 71o Festival de Cannes em 2018. Luiza também estrelou o filme “Todas as Canções de Amor", dirigido por Joana Mariani, grande vencedor da 43o Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2019. Ela produziu seu primeiro longa-metragem, "Cyclone", no qual é também protagonista. Filmado em 2023 em coprodução com Mar Filmes e VideoFilmes, "Cyclone" é dirigido pela premiada diretora Flavia Castro e tem previsão de estréia para o primeiro semestre de 2025. Atualmente produz um novo longa metragem entitulado “Cabaré do Fracasso” e assina a produção do documentário “Paradeiros”, dirigido por Rita Piffer. Atriz – Natália Lage Natália Lage é atriz, produtora, apresentadora e artista plástica, tendo em seu currículo diversos trabalhos em televisão, teatro e cinema. Participou como atriz de diversas novelas e integrou o elenco das séries "A Grande Familia" e "Tapas e Beijos" na Tv Globo. Protagonizou a série Hard na HBO e apresentou por dois anos o programa Revista do Cinema Brasileiro, na TV Brasil. Participou dos filmes "O Homem do Ano" de José Henrique Fonseca, "Vai que dá Certo 1 e 2 " de Maurício Farias, "O Doutrinador" de Gustavo Bonafé, "A Divisão" de Vicente Amorim, "Domingo à Noite" de André Bushatsky, "Bandida" de Joao Wainer, entre outros. No teatro trabalhou com os diretores Felipe Hirsch, Bia Lessa, Selton Mello, Jefferson Miranda, Paulo José, Walter Lima Jr, Victor Garcia Peralta, e mais recentemente com Ana Beatriz Nogueira no espetáculo “ Ensaio para um Adeus Inesperado", em circulação. Cenógrafa: Dina Salem Levy Cenógrafa e Diretora de Arte, com formação em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela École d’Architecture de Versailles, na França. Em 2012, concluiu o Master Scenography na The Royal Central School of Speech and Drama, em Londres. Vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro (2018) pelo cenário da peça "Cérebro Coração" e vencedora do Kikito de melhor direção de arte (2021) com o filme "Um Animal Amarelo". Vários filmes em que colaborou tiveram sua estreia em festivais internacionais, como o longa-metragem "Medusa",que estreou no Festival de Cannes em 2021 e pelo qual foi indicada pela Academia Brasileira de Cinema ao Prêmio Platino de melhor direção de arte. Dina também foi finalista do Grande Prêmio Brasileiro de Cinema 2019 e do 24º Prêmio Guarani pela direção de arte do filme "Benzinho". Como cenógrafa, colaborou em concertos de renomados artistas brasileiros como Maria Bethânia, Ana Carolina e Roberto Carlos e no teatro com grandes diretores como Enrique Diaz, Guilherme Weber, Miguel Falabella e Yara de Novaes. Figurino - Marina Franco Com formação em História da Arte (UERJ), está inserida no mercado profissional como figurinista e stylist do eixo RJ - SP desde 2001. O seu trabalho consiste em colaborar com o processo de criação e realização de figurinos para filmes, séries, peças, espetáculos, campanhas de moda e anúncios. No teatro assinou o figurino da peça Cérebro|Coração (2018) de Enrique Dias e Ricardo Linhares e Antes que a definitiva noite se espalhe em latinoamerica (2019), indicada ao prêmio Shell de melhor figurino 2020. No cinema se destacam os trabalhos Muitos Homens Num Só (2014) direção Mini Kerti, Três Verões direção de Sandra Kogut, A Vida Invisível direção de Karim Aïnouz (2019), pelo qual ganhou o troféu Grande Otelo de melhor figurino do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020 e o Prêmio Guarani 2020. Na tv assinou Desnude (Globoplay 2018) direção Carolina Jabor, Bom dia, Verônica (Netflix 2020) direção José Henrique Fonseca, 5xComédia direção Monique Gardenberg (Amazon 2020). Iluminação: Sarah Salgado Formada em Rádio e TV e Relações Públicas, começou como técnica de iluminação no Teatro Popular do Sesi em 2003 onde trabalhou por três anos com diversas companhias de teatro, dança e shows. A partir de 2006 inicia uma parceria com o iluminador Beto Bruel fazendo assistência de criação para peças de diretores como Felipe Hirsch, Daniela Thomas, Hector Babenco, Bete Coelho, Monique Gardenberg e José Celso Martinez. Participou de festivais de teatro no Brasil e países como Alemanha, Portugal, Espanha, Colômbia e Chile. A partir de 2011 assina a criação de luz para projetos de iluminação cênica. Entre eles, show Silvero Pereira Interpreta Belchior, peça teatral Senhora X, Senhorita Y com direção de Silvana Garcia, Mata teu Pai, ópera Balada com direção de Inez Viana, Teoria King Kong com direção de Yara de Novaes, Baby você precisa saber de mim com direção de Rafael Primot e Rodrigo Frampton e Crime e Castigo com direção de Camila Mardila, peça que concorreu ao prêmio de melhor iluminação pela APTR. Participa do projeto cinematográfico Casa Limpa Marido Sujo com direção de Amanda Mantovani. Em 2024 assina a luz da peça Lady Tempestade com Andrea Beltrão e direção de Yara de Novaes, Delírio Macbeth com direção de Eric Lenate, Nara com direção de Miguel Falabela, Pequeno Monstro com Silvero Pereira, Último Ensaio com direção de Inez Viana. Diretor de Produção - Sandro Rabello Sandro Rabello é bacharel em artes cênicas pela Uni-Rio. Trabalha com produção teatral desde 1999. Produziu quase 100 espetáculos, entre eles SILÊNCIO! - de Renata Mizrahi, com Suzana Faini e grande elenco; UM NÚMERO - de Carol Churchill, com Pedro Paulo Rangel; HISTÓRIAS DE AMORES LÍQUIDOS, com direção de Paulo José. RUGAS, com direção de Amir Haddad. TCHEKHOV É UM COGUMELO e ILHADA EM MIM, com a Cia. Lusco-Fusco; Atualmente está em cartaz com DEIXA CLAREAR - MUSICAL SOBRE CLARA NUNES, OUTRAS MARIAS, CHARLES AZNAVOUR- UM ROMANCE INVENTADO, JOSEPHINE BAKER - A VÊNUS NEGRA e A LUTA. Desde 2008 está à frente da FITA - Festa Internacional de Teatro de Angra dos Reis.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.