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PRONAC 2410426Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

HABITAT

ENKAPOTHADO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 898,2 mil
Aprovado
R$ 898,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itapeva
Início
2025-01-06
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto contempla a produção e temporada de 24 apresentações em São Paulo do espetáculo teatral HABITAT, de Rafael Primot que também está no elenco ao lado de Marco Antônio Pamio e Vanessa Giácomo. A direção é de Victor Garcia Peralta.

Sinopse

A história é baseada na comovente e revoltante história da morte de um cachorro que ocorreu em uma rede de supermercados em São Paulo. Mas o texto de Rafael Primot não traz elementos reais do caso para a peça. Pelo contrário, parte apenas do fato principal – o assassinato do cachorro, para criar uma trama que entrelaça a vida de três personagens – Nadia, uma jornalista influencer, Tite, o gerente da loja e Adailton, o segurança - e suas reações e motivações em torno do acontecido. Depois do crime cruel. Adailton é confrontado por Nadia, e se torna cidadão não grato por toda sociedade. Apedrejado publicamente, o segurança defende-se acusando como mandante a rede de supermercados, através de Tite, pelos seus terríveis atos. A empresa por sua vez desmente o fato e faz de tudo para contornar a situação de crise e revertê-la a seu favor. Mas afinal, até onde os culpados são aqueles que cometem os crimes? Qual o destino que devemos dar a eles? O ambiente em que eles nascem, vivem e crescem pode ser responsabilizado por seus atos? Ao discutir os diversos pontos de vista a partir de um mesmo fato, HABITAT acaba por fazer um retrato da sociedade atual, tão cruel quanto o próprio crime cometido.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produção e realização do espetáculo Habitat em São Paulo, oferecendo ao público jovem e adulto um espetáculo de qualidade e que gere debates sobre temas pertinentes aos dias de hoje. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Democratizar e ampliar o acesso à cultura, por meio de ingressos a preços populares. Também promoveremos apresentações especiais do espetáculo com tradução com tradução em Libras com recursos de audiodescrição; - Realizar 4 debates com elenco após apresentações - Fomentar a criação de novos públicos, contribuindo com o seu desenvolvimento cultural e social, por meio de um espetáculo com altíssimo potencial atrativo e alta qualidade artística - Fomentar discussões a respeito da Arte e do Estado e a importância do mecenato;

Justificativa

Vivemos em uma época na qual a expressão "ouvir o outro" parece fazer parte de um passado. Não há tempo para isso. Basta uma mera publicação acusatória em uma rede social qualquer para uma pessoa ser vista como culpada de um crime, cancelada por uma attitude ou uma fala mal compreendida, ou ter sua vida destroçada antes mesmo que possa se defender de algo que nem sempre foi a responsável. E por muitas vezes, as mentiras se reproduzem tanto que se tornam verdades absolutas, ou as verdades que por vezes envolvem outras pessoas, acabam recaindo sobre uma só, e na maioria das vezes, a mais frágil de todas. E é isso que vemos em Habitat: um homem simples, contratado como segurança de um supermercado, é levado pelo gerente de um supermercado a se livrar de um cachorro que segundo ele estaria mordendo clientes e até mesmo defecando nas prateleiras dos produtos refrigerados. Ele induz aquele homem que precisa desesperadamente daquele trabalho a cometer tal ato. Entre eles uma jornalista que precisa encontrar culpados e que, em um primeiro momento, acusa imeditamente a própria rede de supermercados, mas depois muda a sua opinião e atitude para responsabilizar aquele que seria mais óbvio. Com essa trama, o autor faz um retrato da sociedade e do comportamento atual, e reforça o verdadeiro papel do teatro: o de ser revelador e questionador. E, ao explorar com maestria ao que podemos chamar de "caça às bruxas" que começa no mundo virtual e se entende para o mundo real, a peça não só traz temas urgentes e necessários como fala de nós mesmos. Dessa forma, Habitat é teatro feito de maneira simples e adequado a estes tempos tão difíceis para a arte, a cultura, com uma equipe competente para potencializar ao máximo os recursos e que comunica a todo tipo de público. Ao mesmo tempo suscita discussões sobre nós mesmos e sobre nossa "nova" maneira de viver e conviver em sociedade, seja ela a real ou a virtual.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Acessibilidade Física: no espaço de apresentações - selecionaremos teatro que esteja de acordo com as normas de acessibilidade; Acessibilidade para PcD Visuais: audiodescrição.Item da planilha Orçamentária: Narrador de audiodescrição. Acessibilidade para PcD Auditivos: Intérprete de LIBRAS. Item da planilha Orçamentária: Intérprete de LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: cadastraremos voluntários para acompanhamento mediante inscrições prévias dos PcDs para identificacao de cada necessidade específica

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso, será adotado o disposto no inciso III do artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, de 23 de Abril de 2019, complementado pela seção III art 24 da Instrução Normativa nº 1 /Ministério da Cidadania, de 04 de Fevereiro de 2022. PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO TEATRAL: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos na alínea "b" do inciso I será permitida em até cinco por cento para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; E também: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22

Ficha técnica

TEXTO: Rafael Primot DIREÇÃO: Victor Garcia Peralta Elenco: Rafael Primot, Marco Antônio Pamio, Vanessa Giácomo Trilha Sonora: Morris Piccioto Cenário e Figurinos: Marco Lima Iluminação: Sarah Salgado RAFAEL PRIMOT - Ator, diretor e roteirista. No cinema, dirigiu longas como Todo Clichê do Amor, Gata Velha Ainda Mia, Manual Para Atropelar Cachorro, entre outros, e recebeu cerca de 27 prêmios em festivais nacionais e internacionais como ator, diretor e/ou roteirista. Na televisão, participou de algumas novelas e minisséries como Hebe, Aruanas, Sessão de Terapia, As Cariocas, Tapas e Beijos, O Astro, A Lei do Amor. Seu papel mais recente em novelas foi como o pintor Osiel em “Deus Salve o Rei”. No teatro tem uma sólida carreira, tendo sido indicado ao Prêmio Shell, Prêmio CesgranRio, APTR, Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro. Atuou em espetáculos como O Inverno da Luz Vermelha e A Gaivota. Como diretor, tem entre seus trabalhos mais recentes Chuva Não, Tempestade e Os Guardas do Taj. Primot vem desenvolvendo uma constante e sólida carreira como realizador, sendo apontado pelo Estado de S.Paulo (Caderno 2/ 2017/ Ubiratan Brasil) como "criador incansável, um dos artistas mais promissores e atuantes de sua geração" tendo como foco as relações humanas. Atualmente, está em produção atualmente da série “Chuva Negra”, seriado do Canal Brasil e Now, onde atua, dirige e escreve. Seu trabalho mais recente foi em A Herança. MARCO ANTÔNIO PÂMIO- é ator, professor e diretor teatral. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, Inglaterra. Estreou profissionalmente no papel de Romeu na montagem de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, dirigida por Antunes Filho, trabalho que lhe valeu o Prêmio APCA como ator revelação de 1984. Sob a direção de Antunes, também atuou em “Macunaíma” e “Nelson 2 Rodrigues”, em temporada de repertório no Teatro Sesc Anchieta de São Paulo e turnês na Europa, Austrália, Estados Unidos e Israel. Destaca-se por sua atuação na cena teatral paulistana, em montagens dirigidas por Jô Soares (“A Noite de 16 de Janeiro”, “Troilo e Créssida”), Naum Alves de Souza (“Longa Jornada de um Dia Noite Adentro”, “Mediano”, “Operação Trem Bala”), Zé Henrique de Paula (“Ou Você Poderia me Beijar”, “Preto no Branco”, “A Herança”), Elias Andreato (“A Língua em Pedaços”), Ron Daniels (“Macbeth”, “Medida por Medida”), Gabriel Villela (“Macbeth”), Bete Coelho (“Um Número”), Sérgio Ferrara (“Exercício para Antígona”, “O Senhor Paul”, “Pobre Super Homem”, “A Última Viagem de Borges”, “O Casamento Suspeitoso”), Aderbal Freire-Filho (“Céus”), Nelson Baskerville (“Cock”) e Hugo Coelho (“As Aves da Noite”), entre outras. Outras direções suas incluem “A Profissão da Sra. Warren” (com Clara Carvalho), “Jardim de Inverno” (protagonizada por Andréia Horta na primeira temporada em 2019 e Bianca Bin na segunda, em 2022), “Consertando Frank”, “Propriedades Condenadas”, “Noites Sem Fim”, “Cobra na Geladeira”, “Ator Mente”, “A Catástrofe do Sucesso” e “Baixa Terapia” (com Antonio Fagundes, espetáculo que permaneceu 6 anos em cartaz). Em 2022 dirigiu “Terremotos”, no Teatro Popular do SESI, que lhe valeu o Prêmio Bibi Ferreira de melhor diretor de peça teatral do mesmo ano. Na TV, integrou o elenco de novelas e minisséries, entre elas “De Quina Pra Lua”, “Memórias de um Gigolô”, “Mandala” e “JK” (Globo); “Sangue do Meu Sangue” e “Corações Feridos” (SBT); “Água na Boca” (Band); “Onisciente” (Netflix); “Assédio” (Globoplay); “Terra Dois” (TV Cultura) e “Sessão de Terapia” (GNT). É professor de teatro e oratória na FAAP, e de interpretação e montagem teatral na Escola de Atores Wolf Maya. VANESSA GIÁCOMO – Vanessa começou sua trajetória artística ainda jovem, aos 13 anos, participando de grupos de teatro em sua cidade natal, Volta Redonda. Estreia na Televisão: Sua estreia na televisão ocorreu em 2004, interpretando a protagonista Zuca na novela "Cabocla", um remake de grande sucesso. A partir de "Cabocla", Vanessa consolidou sua carreira com papéis de destaque em novelas como "Sinhá Moça", "Duas Caras", "Paraíso", "Morde & Assopra", "Amor à Vida", "A Regra do Jogo", "Pega Pega", "O Sétimo Guardião" e, mais recentemente, "Travessia". Vanessa também atuou em diversos filmes e peças, como "Canta Maria", "A Ilha dos Escravos", "Jean Charles" e "O Menino da Porteira". VICTOR GARCIA PERALTA - Formado no “Piccolo Teatro di Milano” na Itália sob a direção de Giorgio Strehler. Diretor de teatro e de audiovisual no Brasil e na Argentina. Alguns trabalhos que dirigiu: As Lágrimas Amargas de Petra von Kant de R.W. Fassbinder (Argentina) Madame de Sade de Y. Mishima (Argentina)Louco de Amor de S. Shepard (Argentina) Quartett de H. Müller (Brasil) Quem Tem Medo De Virgínia Woolf? de E. Albee (Brasil) Tebas Land de S. Blanco (Brasil) Tráfico de S. Blanco (Brasil) Sra. Klein de N. Wright (Brasil) SARAH SALGADO - Formada em Rádio e TV e Relações Públicas, começou como técnica de iluminação no Teatro Popular do Sesi em 2003 onde trabalhou por três anos com diversas companhias de teatro, dança e shows. A partir de 2006 inicia uma parceria com o iluminador Beto Bruel fazendo assistência de criação para peças de diretores como Felipe Hirsch, Daniela Thomas,Hector Babenco, Bete Coelho, Monique Gardenberg e José Celso Martinez. Participou de festivais de teatro no Brasil e países como Alemanha, Portugal, Espanha, Colômbia e Chile. A partir de 2011 assina a criação de luz para projetos de iluminação cênica. Entre eles, show Silvero Pereira Interpreta Belchior, peça teatral Senhora X, Senhorita Y com direção de Silvana Garcia, Mata teu Pai com direção de Inez Viana, Teoria King Kong com direção de Yara de Novaes, Baby - você precisa saber de mim com direção de Rafael Primot e Rodrigo Frampton eCrime e Castigo com direção de Camila Mardila, peça que concorreu ao prêmio de melhor iluminação pela APTR. Em 2024 assina a luz da peça Lady Tempestade com Andrea Beltrão e direção de Yara de Novaes; Delírio Macbeth com direção de Eric Lenate. MARCO LIMA – É cenógrafo, figurinista e bonequeiro, formou-se em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1984. Em 1983 criou, juntamente com Eduardo Amos, a companhia de teatro de bonecos “A CIDADE MUDA”. Responsável pela criação de roteiros, bonecos e direção de arte, realizou 10 espetáculos, com destaque para “CRACK” e “CIRCUS” que receberam o prêmio SHELL, APCA, MAMBEMBE e COCA COLA. Com o trabalho“LEONCE E LENA” (1987), direção de William Pereira recebeu o Prêmio APCA de Melhor Figurino. Com “OS DIREITOS DA CRIANÇA”(2004), direção de Oswaldo Gabrieli, e “A ARROMBADA” (2001), direção de Abilio Tavares , recebeu o Prêmio Coca Cola - Femsa de Melhor Figurino. Com “ A BRUXINHA ATRAPALHADA” (2009), direção de Marcia Abujamra, recebeu o Prêmio Coca Cola- Femsa de Melhor Cenografia. Em 2018 recebe o Prêmio APCA como Personalidade Artística pelos trabalhos realizados como Cenógrafo e Figurinista em 2017. L.P. Daniel – É músico, compositor, produtor musical, projetista de áudio, fotógrafo e artista gráfico. No teatro destacam-se as parcerias com o diretor Rafael Camargo no Coletivo Portátil do Theatro de Alumínio desde 2009 nos seguintes espetáculos: Amoradores de Rua (2010), End e Uma Entre Mil Histórias de Amor (2011), Buraco da Fechadura (2012), Cronópios da Cosmopista (2013), A Curiosa História de… (2014); Com a direção de Lavínia Pannunzio colaborou no espetáculos Unfaithful (2017) e A Serpente de (2018). Colaborou também com Carlos Baldin em Um Dia Comum e com Alexandre Tenório em Intervenção, ambos em 2019. É integrante da Sociedade Líquida dirigida por Eric Lenate, com quem colabora desde 2014, em espetáculos como: Sitdowndrama (2014); Ludwig e Suas Irmãs (2015); Mantenha Fora do Alcance do Bebê (2015); Fim de Partida (2015/2016); O teste de Turing em 2016; A Serpente em 2017; Refluxo (2018) e Funâmbulas (2018).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.