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PRONAC 2410442Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

CIRCUITO DE HERANÇA AFRICANA IPN 2025

INSTITUTO DE PESQUISA E MEMORIA PRETOS NOVOS
Solicitado
R$ 961,9 mil
Aprovado
R$ 961,9 mil
Captado
R$ 400,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 134,2 mil
04275667000158DANNEMANN SIEMSEN ADVOGADOS1900-01-01R$ 100,0 mil
33931478000194SALOBO METAIS S/A1900-01-01R$ 86,9 mil
27251842000172Companhia Nipo-Brasileira de Pelotização - Nibrasco1900-01-01R$ 47,7 mil
27063874000144Companhia Italo Brasileira de Petrolização - Itabrasco1900-01-01R$ 31,3 mil

Eficiência de captação

41.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Realização de passeio-aulas gratuitos em formato de roteiro, apresentando os elementos da cultura de matriz africana, principais sítios históricos e arqueológicos de memória sensível, criado para difundir e valorizar o patrimônio cultural da região portuária do Rio de Janeiro. O circuito visa sensibilizar aos participantes em relação à memória e ao patrimônio da Zona Portuária, revelando aspectos hoje pouco conhecidos da história da cidade.

Sinopse

O Instituto Pretos Novos já realiza o circuito desde 2016 e mais de 20 mil pessoas participaram deste projeto. O circuito visa sensibilizar aos participantes em relação à memória e ao patrimônio da Zona Portuária, revelando aspectos hoje pouco conhecidos da história da cidade. Inclui os locais de desembarque e comercialização dos escravos, onde se situam o Cais do Valongo e o da Imperatriz, o Mercado de Escravos da Rua do Valongo, o Cemitério dos Pretos Novos, os trapiches, os Jardins Suspensos do Valongo, a Casa da Guarda, o Largo do Depósito e locais relacionados à vida cultural, como a Pedra do Sal e o Centro Cultural José Bonifácio. Estão incluídos neste projeto ônibus/vans e apoio para receber educandos públicos de toda o Estado do Rio de Janeiro. O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN Museu Memorial, foi criado a partir da descoberta do sítio arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos em 1996 (escravos africanos recém-chegados ao Rio), datado do século XVIII (1774) e o fechamento no século XIX (1830). Desde sua criação, (2005) o IPN tem por missão resguardar, divulgar a história do povo africano que moldou o Rio de Janeiro e que al foram enterrados. Em geral eram cativos que não sobreviviam após a sua travessia do Atlântico ou morriam pouco depois de chegar no Rio de Janeiro antes de serem vendidos. O Projeto Circuito de Herança Africana não se constitui em um roteiro turístico, mas em uma atividade de Educação Patrimonial. Cada um dos pontos indicados remete a uma dimensão da vida dos africanos e seus descendentes na Região Portuária. Contada através de seus lugares de memória.

Objetivos

Objetivo Geral: - Apresentar elementos da cultura afro-brasileira à população do Estado do Rio de janeiro - Sensibilizar à população do Estado do Rio de janeiro para a implementação da Lei 11.645/08 que no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena" - Ampliar o acesso à história e memória da escravidão no Rio de Janeiro; - Difundir as culturas afro-brasileiras, indígenas e africanas; - Valorizar o patrimônio histórico e arqueológico regional e nacional; - Proporcionar a educação patrimonial aos alunos à população do Estado do Rio de Janeiro - Ampliar o acesso à história e memória da escravidão no Rio de Janeiro; - Difundir as cultura afro-brasileira e africanas na Região Portuária do Rio de Janeiro, visto que os passeio_aulas ocorrerão em seu território. - Valorizar o patrimônio histórico e arqueológico regional e nacional na Região Portuária do Rio de Janeiro, visto que os passeio_aulas ocorrerão em seu território. - Levar alunos e professores da rede pública do Estado do Rio de Janeiro a conhecerem a Região Portuária do Rio de Janeiro através da apresentação pelos guias turísticos. Objetivos Específicos: - Realização de 288 passeio-aula gratuitos, para público em geral e estudantes da rede pública (com apoio de ônibus e lanches), em formato de roteiro, apresentando os elementos da cultura de matriz africana, principais sítios históricos e arqueológicos de memória sensível, criado para difundir e valorizar o patrimônio cultural da região portuária do Rio de Janeiro. Realização em 2025.

Justificativa

Estima-se que até 1888, ano da abolição da escravidão, tenham chegado cerca de 4,8 milhões de pessoas escravizadas ao Brasil, vindas de diversos países do continente africano. Nesse processo de deslocamento forçado, os indivíduos eram retirados de suas comunidades de origem e desembarcavam em um lugar com outros costumes, outro idioma e sem conhecer ninguém para viver sob condições de trabalho desumanas. Prestes a completar 18 anos de fundação, o Instituto Pretos Novos (IPN) tem como missão preservar a memória dos africanos que foram sequestrados na África e trazidos em navios tumbeiros por traficantes, e que, ao chegar em solo brasileiro, morreram e foram descartados, quebrados, queimados e amontoados em um cemitério legalizado na época e que, durante 165 anos, tiveram esta história apagada pelo racismo estrutural e projeto de eugenia imposto pelo poder político no RJ. O Instituto tem buscado desenvolver atividades educativas que possibilitem ampliar o acesso à educação patrimonial e à história africana e afro-brasileira, que tem importância nacional e internacional na perspectiva da Lei 11.645. O IPN valoriza a socialização dos conhecimentos em Educação e Cultura, apresentando gratuitamente atividades que possibilitam a inclusão e a mobilização social, sob a perspectiva da escravidão africana. Entre 2012 e 2022 realizou mais de 340 oficinas e minicursos alcançando mais de 20.000 participantes. Apenas em 2022 foram alcançados 9.869. A partir de 2016 começou a desenvolver o Circuito de Herança Africana (passeio-aula, com os principais pontos históricos locais, sítios de memória e lugares de resistência dos africanos e seus descendentes) para difundir e valorizar a memória do patrimônio cultural da região portuária do RJ, sendo que em 2022 recebeu 9.947 alunos e profissionais da Educação. Já o Circuito promovido para um público diverso, atingiu mais de 4.557 pessoas. Já Circuito sustentável/pago alcançou 857, totalizando em 2022, 16.000 participantes nessa atividade. O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos acredita que todo patrimônio, seja ele histórico ou cultural, precisa encontrar ressonância junto à população para que seja valorizado e respeitado como tal. Para tanto, precisa ser conhecido e socializado. As Oficinas de História no IPN e as Oficinas de História a Céu Aberto vêm contribuindo para esta socialização, atraindo um amplo público composto de alunos do ensino médio e superior, professores, profissionais do turismo, moradores da localidade e da cidade, turistas e outros interessados. O IPN aposta na democratização do conhecimento como uma forma de inclusão social e por isso acredita que as oficinas/aulas devem ser gratuitas e abertas a todo e qualquer interessado, independentemente de sua classe social. Munido deste objetivo, o IPN pretende estimular a reflexão e a valorização das memórias representativas da diversidade étnica e sociocultural no Brasil. Incisos do Art. 1º e do Art. 3ª da Lei 8313/91, serão alcançados por este projeto: Art. 1º: Todos Art. 3º: III d e IV b

Estratégia de execução

O projeto está sendo realizado pelo PRONAC 236392 no ano de 2024. Esta proposta se refere à continuação do projeto, em 2025.

Especificação técnica

Realização de 288 passeio-aula gratuitos em formato de roteiro, em 2025, apresentando os elementos da cultura de matriz africana, principais sítios históricos e arqueológicos de memória sensível, criado para difundir e valorizar o patrimônio cultural da região portuária do Rio de Janeiro. Modalidade presencial, às Terças-feiras (manhã e tarde), Quartas-feiras (manhã e tarde) e Quinta-feira (manhã e tarde), e aos sábados. Cada Passeio Aula terá um dinamizador (Guia de Turismo) para realização da atividade, com previsão de 2h horas de duração. Durante a semana a preferência será para profissionais e alunos da Rede Pública de Ensino estadual e dos 92 Municípios do estado do Rio de Janeiro. Aos sábados o circuito será para público em geral (moradores da Cidade do Rio de janeiro visitantes da cidade do Rio de Janeiro, pais de alunos, turistas etc.) Todo o projeto será gratuito e acessível (possibilidade de intérprete de libras nas turmas) Transporte e lanche para os educandos das redes públicas de ensino. O Circuito como uma estratégia para implementação da Lei 11154 /08 no Estado do Rio de Janeiro Apresentar o patrimônio imaterial da pequena África Valorização da Memória e Patrimônio afro-brasileiro como forma de diminuição do racismo Valorização da diversidade. Proporcionar conhecimento das histórias da cidade através das heranças africanas, que foram construídas no processo de violência resultante da escravidão que até hoje afeta as relações socioeconômicas e culturais Fortalecer a importância de Sítios de Memórias Sensíveis de valor Universal, como Cemitério dos Pretos Novos, Cais do Valongo e demais sítios históricos da região.

Acessibilidade

I - Acessibilidade física: Durante a realização das atividades, PNEs e idosos serão posicionados em locais adequados para que possam participar do evento com a mesma qualidade que a média do público. II – Acessibilidade de conteúdo: Como não se trata de conteúdo exclusivamente textual e ilustrativo, os deficientes visuais podem ouvir as explicações dos guias através da linguagem oral. Para deficientes auditivos será disponibilizado, no momento da inscrição, a opção de incluir tradutores em libras na visita. III - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual e estrangeiros: Os guias e professores, através da linguagem oral, e por serem atividades presenciais ou online, onde há interação sempre com o público, poderão sempre explicar com a melhor abordagem as pessoas com algum tipo de deficiência intelectual e estrangeiros.

Democratização do acesso

Todas as ações ofertadas no projeto serão totalmente gratuitas e inclui ônibus e lanches para educandos da rede pública. O nosso público é composto de estudantes do ensino fundamental, médio e universitário (das redes públicas e privadas), professores, pesquisadores, moradores do entorno e da cidade, empresários e comerciantes locais, artistas, agentes culturais, turistas, profissionais do turismo e interessados em geral. O projeto prevê a multiplicação do conhecimento histórico e arqueológico da região, contribuindo para o processo de capacitação e geração de renda de guias de turismo, artesãos, fotógrafos, artistas plásticos, entre outros. Como forma de ampliação de acesso e divulgação dos resultados do projeto, adotaremos a medida de permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Professores/pesquisadores/guias: - Julio Cesar Medeiros da Silva Pereira - Doutorado em História das Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (2011). Pesquisador do Instituo de Pesquisa e Memória Pretos Novos e coordena o núcleo de pesquisa histórica do Instituo de Pesquisa e Memória Pretos Novos. - JD Lucas - Escritor e professor. - Alfredo Bronzato da Costa Cruz - Doutor em História pelo PPGH/UERJ (2015-2019). - Reinaldo Tavares - Doutor e mestre em Arqueologia, arqueólogo, historiador e professor de História. Atua como professor de história / historiador e arqueólogo do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos. - Carla Nogueira Marques - Doutora em Políticas Públicas e Formação Humana/ UERJ. Atualmente é pesquisadora adjunta do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos. - Haidar Abu Talib historiador, pesquisador independente, paleógrafo. - Claudio De Paula Honorato - Doutorando em História Social Moderna pela Universidade Federal Fluminense (2008). Diretor de pesquisa Histórica do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos Proponente - responsável pela coordenação geral e gestão do projeto: - IPN - O Instituto Pretos Novos foi fundado oficialmente em 2005, onde realizamos atividades de planejamento estratégico, gestão orçamentária e o desenvolvimento de projetos educativos, pesquisas e cultura, visando a modernização organizacional da instituição, com o propósito de promover a disseminação do conhecimento histórico do Sitio Arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos e da Cultura Afro-brasileira. Criamos diversos Núcleos temáticos, como o Núcleo de Pesquisas que é formado por pesquisadores multidisciplinares graduados que dão suporte técnico aos outros Núcleos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro