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Casa Amo Cordel é um projeto voltado à valorização e salvaguarda da literatura de cordel, patrimônio cultural imaterial do Brasil. Contemplado pelo programa Reviver Cultural do Rio de Janeiro, projeto de revitalização promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico, o equipamento cultural busca ativar sua programação através da realização da Escola Livre de Cordel, seu carro-chefe, mas também de oficinas, rodas de conversa e de cantoria, lançamento de folhetos e livros temáticos, feira literária e de artesanato, noites musicais e exposições, além da implementação da Cordelteca e da Loja Casa Amo Cordel. Vertentes culturais que atravessam o cordel, como a xilogravura, contação de histórias, declamação, artesanato, música, repente, forró, entre outros, também farão parte do projeto.
Todas as atividades da casa possuem Classificação Indicativa Livre. Escola Livre de Cordel A Escola Livre de Cordel é um curso de formação a respeito da literatura de cordel e seus atravessamentos (xilogravura, música, declamação e cultura popular). É voltada, preferencialmente, aos professores das Redes Municipal e Estadual de Ensino do Rio de Janeiro. Além da parte teórica, o curso prevê a produção poética, em que os participantes poderão expressar seus experimentos de versificação e rimas. A escola contará com 20 participantes. Oficinas de literatura de cordel Oficinas ministradas pelos próprios poetas/isas para grupos de estudantes e/ou público interessado. Possui um caráter de difusão da literatura de cordel e à formação de novos leitores e escritores. Aulas teóricas e de confecção de poemas inéditos por parte dos participantes Cada edição contará com 15 participantes, totalizando 45 beneficiados. Oficinas de xilogravura Oficinas ministradas pelos próprios xilógrafos para grupos de estudantes, professores e/ou público interessado. Os xilógrafos exibem seus métodos e técnicas de entalhes na madeira ou em outro suporte. Aulas teóricas e prática na confecção de matrizes por parte dos participantes Cada edição contará com 15 participantes, totalizando 30 beneficiados. Oficina de contação de histórias Oficinas ministradas por professoras da rede pública de ensino para grupos de estudantes, professores e/ou público interessado. Uso de técnicas, recursos e forma de expressão para proporcionar uma boa apresentação de declamação. Aulas teóricas e de técnicas e práticas de contação de histórias. A edição contará com 15 participantes. Oficinas de declamação Oficinas ministradas por atores/declamadores para grupos de estudantes, professores e/ou público interessado. apresentação de técnicas, recursos e jogos que contribuem para uma declamação. Aulas teóricas e de técnicas e práticas de declamação. Cada edição contará com 15 participantes, totalizando 30 beneficiados. Oficina de artesanato Oficinas ministradas por artesãs para grupos de estudantes, professores e/ou público interessado. As artesãs contam suas trajetórias e as técnicas e materiais que utilizam na elaboração de seus ofícios, seja de rendeiras, bordadeiras, etc. A edição contará com 15 participantes. Rodas de conversa sobre literatura de cordel Rodas de conversa mediadas por um convidado da área de pesquisa para melhor difundir a literatura de cordel, para grupos de estudantes, professores e/ou público interessado. Cada roda terá entre 1h e 1h30 de duração. Cada edição contará com 40 participantes, totalizando 360 beneficiados. Rodas da cantoria Rodas de cantoria sempre com Cantadores/Repentistas convidados, com um mediador convidado da área de pesquisa para melhor difundir a arte do Repente (o verso cantado e de improviso) para grupos de estudantes, professores e/ou público interessado). Cada roda terá entre 1h e 1h30 de duração. Cada edição contará com 40 participantes, totalizando 360 beneficiados. Noites musicais Noites de apresentações musicais, sobretudo de gênero da música popular brasileira que tenha um atravessamento com a cultura nordestina: forró, baião, frevo, xaxado, samba de roda, samba de coco, manguebeat, etc. Cada edição contará com 100 participantes, totalizando 900 beneficiados. Lançamentos de folhetos e livros temáticos Atividade voltada ao lançamento de folhetos e livros temáticos sobre literatura de cordel, com o intuito de movimentar esse mercado e publicizar as obras e seus autores. Cada edição contará com 80 participantes, totalizando 720 beneficiados. Feiras literárias e de artesanato Feiras de exposição de artesanato e de livros e folhetos sobre literatura de cordel. Não possui previsão orçamentária, pois vão ser utilizadas as mesas que já existem na casa e os expositores irão ocupá-las da maneira que achar mais adequada. Não possui previsão orçamentária, pois o espaço será cedido para expositores, que o ocuparão da forma mais adequada para expor suas obras. Cada edição contará com 200 participantes, totalizando 600 beneficiados. Exposições temáticas Exposições de artes visuais e artesanato que tenham a literatura de cordel e a cultura popular como inspiração. Cada exposição terá 30 dias de exposição. Cada edição contará com 1.200 visitantes por mês, totalizando 10.800 beneficiados. Cordelteca Espaço da casa voltado ao empréstimo de folhetos e livros. Não possui previsão orçamentária, pois o seu acervo será constituído de doações. O espaço contará com 1.200 visitantes por mês, totalizando 10.800 beneficiados. Loja Casa Amo Cordel Loja de comercialização de folhetos, livros e de produtos de artesanato e da área de temática da literatura de cordel, cultura popular e cultura nordestina. Não possui previsão orçamentária, pois o espaço será cedido a artistas, para que possam vender seus produtos. O espaço contará com 1.200 visitantes por mês, totalizando 10.800 beneficiados.
Objetivo geral: - Realizar o projeto cultural "Casa Amo Cordel", contemplado pelo programa Reviver Cultural do Rio de Janeiro, com o intuito de valorizar a literatura de cordel e seus detentores, e trazer em sua programação 9 meses de atividades culturais; Objetivos específicos: - Realizar a Escola Livre de Cordel, com 24h de carga horária e 3 meses de duração; - Realizar 3 oficinas de literatura de cordel, cada uma com 16h, totalizando 48h; - Realizar 2 oficinas de xilogravura, cada uma com 16h, totalizando 32h; - Realizar 1 oficina de contação de histórias, com 16h de carga horária; - Realizar 2 oficinas de declamação, cada uma com 16h, totalizando 32h; - Realizar 1 oficina de artesanato, com 16h de carga horária; - Realizar 9 rodas de conversa sobre literatura de cordel, 1 vez ao mês; - Realizar 9 rodas de cantoria, com cantadores e repentistas convidados, 1 vez ao mês; - Realizar 9 noites musicais, 1 vezes ao mês; - Realizar 9 lançamento de folhetos e livros temáticos, 1 vez ao mês; - Realizar 3 feira literária e de artesanato; - Realizar 9 exposições temáticas, 1 vez ao mês; - Implantar a Cordelteca, espaço do equipamento voltado ao empréstimo de livros e folhetos; - Implantar a Loja Casa Amo Cordel, espaço do equipamento voltado à comercialização de folhetos, livros, produtos de artesanato e da área de temática da literatura de cordel, cultura popular e cultura nordestina.
O grupo que compõe a Associação de Amigos da Literatura de Cordel _ AMO CORDEL é o mesmo que solicitou ao IPHAN o Registro de Bem de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro para a Literatura de Cordel, em 2010, e que articulou Emenda Parlamentar para que esta manifestação cultural obtivesse, finalmente, em agosto de 2018, o Registro como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão, sob processo de inventário realizado pelo IPHAN. Dessa forma, trata-se de um grupo comprometido com a salvaguarda e a difusão da cultura do cordel. A Amo Cordel, desde sua fundação, em 2022, recebeu a acolhida das comunidades de poetas/isas populares do Rio de Janeiro e carrega em sua trajetória diversas ações, como 5 Encontros de Poetas Populares e 1 lançamento de livros. O projeto "Escola Livre de Cordel" já aconteceu, anteriormente, entre agosto e outubro de 2013, em uma edição em parceria com a Casa da Leitura, no Rio de Janeiro. Sempre houve um desejo de retomar tal proposta, cujos professores são os próprios cordelistas e pesquisadores, e agora, com um espaço físico conquistado pelo programa Reviver Cultural do Rio de Janeiro, esse sonho se tornou possível. Isto porque o programa, além de ocupar imóveis ociosos no centro da cidade com estabelecimentos artístico-culturais, também cobre gastos com reformas e adequações, além de custos mensais de funcionamento. O projeto "Casa Amo Cordel" é um projeto de manutenção do equipamento cultural homônimo, cujos grandes objetivos são a salvaguarda da literatura de cordel e a formação de público. Na casa, serão realizados a Escola Livre de Cordel, oficinas, rodas de conversa e cantoria, lançamento de folhetos e livros temáticos, feira literária e de artesanato, noites musicais e exposições, além da implementação da Cordelteca e da Loja Casa Amo Cordel. Toda a programação é pensada no cordel e nos saberes culturais que o atravessam, como a xilogravura, contação de histórias, declamação, artesanato, música, repente, forró, entre outros. O projeto pedagógico da casa contará com aulas teóricas e práticas, com produção poética, em que os participantes poderão expressar seus experimentos de versificação e rimas. Voltada, sobretudo, aos estudantes e professores da rede municipal e estadual de ensino do Rio de Janeiro, além de artistas e interessados na cultura popular, a proposta pretende fomentar novos poetas e pesquisadores, além de estimular leitores. Nessa toada, o presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, enquadra-se nos seguintes objetivos do Art. 3º da referida lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Por fim, o projeto tem como grandes pilares a salvaguarda e a difusão da literatura de cordel, assim como a formação e sensibilização de novos públicos de leitores, pesquisadores e poetas. Dessa forma, pretende-se mobilizar pessoas que irão consumir e entrar em contato com a cultura do cordel, criando novas conexões e trocas para movimentações futuras dentro da cadeia produtiva cultural da cidade do Rio de Janeiro, segunda capital com mais nordestinos fora do Nordeste.
Escola Livre de Cordel A Escola Livre de Cordel tem curadoria de Rosário Pinto e Fernando Assumpção. Objetivo geral: Preservar a literatura de cordel através do ensino, difusão e incentivo à geração de novos poetas e escritores. Objetivos específicos: a) Proporcionar ao público, insumo de entendimento do que representa a literatura de cordel para o país; b) Favorecer as relações de afetividade e estima inerentes à valorização e preservação do patrimônio cultural; c) Reforçar a importância do envolvimento de ensino, pesquisa e experiência, como ferramentas para construção de conhecimento e para a tradução da experiência cultural em patrimônio cultural; d) Proporcionar a transmissão dos saberes de um grupo da cultura popular; e) Formar professores multiplicadores e interessados nesta manifestação artística com conhecimento para a difusão e divulgação e, também, permitir a formação de novos leitores, pesquisadores e poetas; f) Integrar as práticas educativas ao cotidiano, associando os bens culturais aos espaços e modo de vida das pessoas em seus territórios e meio ambiente. A Escola terá 24h de carga horária e 3 meses de duração. As oficinas serão ministradas pelos poetas/isas: DALINHA CATUNDA Poetisa de cordel e declamadora, natural de Ipueiras, CE., radicado no Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, desde 2005, cadeira no 25, de Juvenal Galeno; Membro Correspondente da Academia Ipuense Letras, Ciências e Artes - AILCA; Sócia Benemérita da Academia dos Cordelistas do Crato - ACC; e, da Sociedade dos Poetas de Barbalha. Colaboradora em vários jornais do Nordeste. Participou da FLIT - Feira Literária Internacional do Tocantins e da FLIP e das Festas Literárias de Paraty. Tem mais de 100 folhetos publicados nas mais diversas temáticas. Desenvolve especialmente os temas do jocoso e da gaiatice. Criou o grupo Cirandeiras do Cordel; e, os blogs Cantinho da Dalinha e Cordel de Saia. É artesã de bonecas de pano, bordados e outros suportes. IVAMBERTO ALBUQUERQUE Poeta de cordel, natural de Zumbi, distrito de Alagoa Grande (PB). Pesquisador da cultura popular brasileira, é membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, ocupa a cadeira, no 31, patronímica de Umberto Peregrino. Possui cerca de 30 títulos publicados. Pesquisador e especialista em Cantoria Popular, possuindo vasto acervos em áudio, pesquisa e trabalhos acadêmicos no tema. JOSÉ FRANKLIN Poeta de cordel e livreiro, possui certa de 60 títulos publicados. Possui interesses por temas da atualidade e conta a realidade e usa a liberdade criativa para criar utopias sobre o dia a dia no Complexo do Alemão onde reside e atua como liderança e referência na área de cultura e educação. Como livreiro consegue explorar outros territórios e exercer seu olhar recontar histórias da cidade, do país, do mundo através do oficio de poeta de cordel. Tem Banca de folhetos no Complexo do alemão, onde é reconhecido pelo trabalho de difusão cultural. VICTOR ALVIM (LOBISOMEM) Poeta de cordel, Capoeirista, Sambista e Compositor, conhecido também como Lobisomem, alcunha conquistada na Capoeira, é carioca, discípulo de Mestre Camisa e membro da ABADÁ--CAPOEIRA; Poeta popular membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel onde ocupa a cadeira 27 tendo como patrono o poeta pernambucano Severino Milanês. Compositor e cantador, após participar de diversos cds da ABADÁ-CAPOEIRA; lançou em 2009 seu primeiro cd solo intitulado CAPOEIRA POPULAR BRASILEIRA; Atua no espetáculo musical BESOURO CORDÃO DE OURO e também do CD CA-POEIRA DE BESOURO, de Paulo Cesar Pinheiro. O CD é vencedor do Prêmio da Música Brasileira e indicado ao GRAMMY. SEVERINO HONORATO Poeta de cordel, natural de Mulungu/PB. Levado pelo pai às feiras livres interessou-se pelos cantadores/repentistas, emboladores de coco, aboiadores de poetas cordelistas. Em janeiro de 1984, chega ao Rio de Janeiro, envolvendo-se em Saraus. Autor de quatro livros e mais de 60 títulos de folhetos de cordel. Por 8 anos consecutivos foi oficineiro na rede municipal de ensino fundamental da cidade do Rio de Janeiro. WILLIAM J. G. PINTO Poeta de cordel, natural de Palmeira dos Índios, AL. Radicado no Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, cadeira no 14, de Pacato Cordeiro Manso; da Academia Alagoana de Literatura de Cordel, cadeira no 8. Tem mais e 50 títulos publicados, dentre eles: Oduvaldo e Iracema, Guerra do Vietnã, O homem de pedra, Abelardo e Heloísa, Chicão, o macaco sonhador, Mestre João Silva e, Zé Marcolino. Atualmente está lançando uma série de folhetos biográficos em homenagem aos parceiros musicais de Luiz Gonzaga. Tem canal no YOUTUBE Café com poesia. ZÉ SALVADOR Poeta de cordel, e contista. Possui participação em pelo menos 35 antologias literárias e cerca de 95 Folhetos de Cordel Publicado e outros tantos s serem publicados. Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel cadeira 40 e na Academia Gonçalense de letras na cadeira 23. Trabalha ativamente na difusão das culturas populares do município de São Gonçalo/RJ. Oficinas de literatura de cordel O projeto pedagógico de Oficina de Literatura de Cordel tem como princípio e objetivo geral trazer o público, em geral, para o universo poético e lúdico da literatura de cordel, com a cadência de sua métrica e a musicalidade das rimas. No campo mais específico ofereceremos poemas, com suas lendas, mitos e histórias de animais, tudo em versos rimados e metrificados. Oficinas de xilogravura As oficinas serão ministradas pelos xilógrafos: Erivaldo Ferreira da Silva Xilógrafo, radicado no Rio de Janeiro, com reconhecimento no universo da literatura de cordel, por suas capas e na mídia brasileira. Pablo Borges Xilógrafo. Cresceu junto ao pai o renomado Mestre J. Borges, de que bebeu todo o conhecimento na arte do entalhe em madeira. Aos 7 anos, entalhou sua primeira matriz. Para o pai J. Borges, Pablo é um dos principais xilógrafos, na continuidade desta arte. Oficina de contação de histórias O projeto pedagógico de Oficina de contação de história tem como princípio e objetivo geral trazer o público infantil para o universo lúdico da literatura de cordel, com a cadência de sua métrica e a musicalidade das rimas. No campo mais específico ofereceremos histórias tradicionais da literatura infanto-juvenil, com suas lendas, mitos e histórias de animais, tudo em versos rimados e metrificados; para além disto, ofereceremos os cantos populares: cantigas de festas populares (São João), cantos de trabalho, de roda e de ninar. Oficinas de declamação O projeto pedagógico de Oficina de Declamação tem como princípio e objetivo geral trazer o público, em geral, para o universo poético e lúdico da literatura de cordel, com a cadência de sua métrica e a musicalidade das rimas. No campo mais específico ofereceremos poemas da literatura infanto-juvenil, com suas lendas, mitos e histórias de animais, tudo em versos rimados e metrificados. Há muito poetas/isas que se dedicam a este viés da literatura de cordel. Oficina de artesanato As oficinas serão ministradas por: Maria Aparecida de Oliveira (Cida Rodrigues) Gestora do CCCJR – Centro Cultural Casa de Jota Rodrigues. Natural do Rio de Janeiro. Atua na área de literatura de cordel desde sempre, pois é filha do poeta José Rodrigues de Oliveira (Jota Rodrigues). Depois da morte do pai, dedica-se a preservar sua memória. Para tanto, está restaurando o Centro Cultural que abriga a obra do poeta, que tem 478 títulos publicados. Jota Rodrigues abriu o espaço Sala do Artista Popular – SAP, em 1983, no Museu de Folclore Edison Carneiro/CNFCP/MinC.
Acessibilidade Física O espaço da Casa Amo Cordel possui medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico, com rampa e banheiros adaptados. Todas as atividades acontecerão no térreo; o 2º andar é destinado somente para o escritório da associação, que divide o espaço com uma editora e um estúdio de podcast. Acessibilidade de Conteúdo A Escola Livre de Cordel e as rodas de conversa e de cantoria contarão com intérpretes de Libras, para PCDs auditivos. Respeitando o art. 8ºA da Lei 12.319/2010, que formaliza o exercício dos profissionais de Libras, as atividades contarão com 2 intérpretes em regime de revezamento, uma vez que têm mais de uma hora de duração. Já a exposição temática terá QRcode de audiodescrição nas obras, para PCDs visuais. Além disso, as postagens nas redes sociais contarão com textos descritivos das imagens, respeitando o movimento #PraTodosVerem e, na pré-produção do projeto, a equipe fará uma capacitação interna para eliminação de barreiras atitudinais.
Com o intuito de ampliar o acesso: - Todas as atividades da casa serão gratuitas, proporcionando o acesso de moradores das comunidades do entorno (Pequena África e Morros da Conceição e da Providência, por exemplo) e pessoas de classe baixa; - Todas as atividades terão classificação livre, atendendo os públicos infantil e infantojuvenil, e buscando parceria com escolas e ONGs; - O Projeto disponibilizará, na internet, registros audiovisuais das apresentações da Escola Livre de Cordel, acompanhados de interpretação em Libras e audiodescrição.
AMO CORDEL A Amo Cordel é uma associação criada em 2020 para preservar, difundir, salvaguardar e promover a literatura de cordel no Rio de Janeiro. Realizou 3 encontros de poetas populares: em 2021, em formato online, através do edital Aldir Blanc; em 2022, através do FOCA/SMCRJ, premiado em 1º lugar, na Arena Fernando Torres em Madureira; e em 2023, no Centro de Referência da Música Carioca. Também atuou com o projeto “São Gonçalo nas Asas do Cordel” (edital Cultura nas Redes 2 da SECEC/RJ) e em feiras literárias (Bienal do Livro 2021, FliPortela 2022, Festa Literária Internacional de Paraty 2019 e 2023). O projeto “Escola Livre de Cordel” já aconteceu anteriormente, em 2013, em uma edição enxuta e em parceria com a Casa da Leitura, no Rio de Janeiro. Sempre houve um desejo de retomar a proposta, e agora, com um espaço físico conquistado pelo programa Reviver Cultural do Rio de Janeiro, esse sonho se tornou possível. Rosário Pinto - Curadoria Rosário Pinto é poetisa de cordel e pesquisadora de cultura popular, natural de Bacabal, (MA), de lá trouxe o gosto pela cultura popular, estimulada por seu velho pai. Já no Rio de Janeiro, conhecedora das técnicas que envolvem essa literatura, pois fez parte do seu ofício diário pelos 18 anos em que foi responsável pela formação do acervo de literatura de cordel da Biblioteca Amadeu Amara, do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, onde deu seus primeiros passos rumo à composição poética. O folheto Catalogação de Cordel, premiado no Edital Mais Cultura, Prêmio Patativa do Assaré, 2010 aborda o cotidiano, vivenciado em seu ofício diário. É folheto informativo e de grande valia para documentalistas dessa arte. Ocupa, desde 2001, a cadeira N° 18, na Academia Brasileira de Literatura de Cordel/ABLC com participação ativa na difusão da literatura de cordel/ABLC, na cadeira, 18, de José Bernardo da Silva. Atualmente é presidente da AMO CORDEL – Associação de Amigos da Literatura de Cordel; gestora do blog https://rosarioecordel.blogspot.com/ e colaboradora do blog Cordel de Saia http://cordeldesaia.blogspot.com . É curadora dos projetos da AMO CORDEL e ministra cursos, oficinas e palestras. Fernando Assumpção - Coordenação Geral, Produção Executiva e Curadoria Fernando Assumpção é pesquisador em culturas populares com mestrado em Arte e Cultura Contemporânea, onde teve o tema Literatura de cordel. Há 20 anos atua na área com propostas de projetos de valorização e difusão desta literatura, bem como da Xilogravura e do Repente, bens de patrimônio imaterial brasileiro agregados à literatura de cordel. Realizador de 5 Encontros de Poetas populares. Organizador da publicação A independência do Brasil em cordel: 200 anos de fatos que marcaram a história. É reconhecido pela comunidade de poetas cordelistas do Rio de Janeiro e de outros estados. Fundador e gestor da AMO CORDEL com parcerias com poetas/isas. Idealizador e curador dos projetos da AMO CORDEL. Já realizou 5 Encontros de Poetas Populares, sempre em parceria com poetas/isas, pesquisadores e instituições de cultura popular.
PROJETO ARQUIVADO.