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Produção do filme "A batalha do Alemoa", documentário, média-metragem, com duração de 60 minutos que narra o dramático incêndio no parque petrolífero da Ultracargo na cidade litorânea de Santos/SP. O filme será finalizado em FullHD, na resolução 1920 x 1080, 24 fps, em arquivo digital. Em contrapartida, será realizado oficinas para jovens estudantes, onde será dividido todo o processo de produção do filme. Cada oficina terá cerca de 120 minutos de duração.
Documentário “A batalha do Alemoa” é um documentário média-metragem, envolvente, que narra o dramático incêndio no parque petrolífero da Ultracargo em Santos, em 2 de abril de 2015. Através das experiências de três personagens - Felipe, um jovem em busca de emprego; Wagner, comandante do corpo de bombeiros; e Hélio, um antigo pescador local - o filme mergulha nas diferentes perspectivas dessa tragédia que mudou suas vidas para sempre. O documentário começa com os três personagens relatando os acontecimentos daquela manhã aparentemente comum, antes de serem confrontados com o incêndio que consumiu o parque de tanques da Ultracargo. Felipe, um aspirante a bombeiro civil, desempregado, relata seu impulso voluntário para ajudar no combate às chamas, após o insucesso na entrega de currículos pela cidade. Na capital, Wagner, comandante dos bombeiros, é retirado de suas merecidas férias para liderar a operação de combate ao fogo. Sua narrativa descreve os desafios e perigos enfrentados pela equipe, desde as falhas nas tentativas de controle até o momento em que o incêndio foi finalmente dominado após nove dias de intensa batalha. Enquanto os bombeiros lutavam contra as chamas, Hélio, um pescador local, testemunhou de longe o desastre e ficou desolado ao perceber a extensão da catástrofe. O impacto ambiental devastador é explorado através dos olhos de Hélio, que descreve o choque ao ver as águas e mangues ao redor do parque contaminados, resultando na morte de quase 10 toneladas de peixes e caranguejos. O filme destaca não apenas a bravura dos bombeiros, exemplificada por personagens como Felipe e Wagner, mas também a tragédia ambiental que afetou a vida de comunidades inteiras dependentes da pesca. Ao longo de 50 minutos, "A batalha do Alemoa" apresenta uma narrativa emocionante e multifacetada, revelando as cicatrizes deixadas por esse evento marcante e suas consequências que ecoam uma década depois. Classificação indicativa: 10 anos. (Conteúdo violento ou linguagem inapropriada para crianças, mesmo em menor intensidade)
Objetivo Geral Realizar uma produção audiovisual independente; Estimular a cena documental no audiovisual brasileiro; Ampliar o acesso à bens culturais de qualidade; Alertar e conscientizar sobre os perigos ambientais e sociais que à população periférica das cidades, que moram próximos a áreas industriais estão sujeitos; Documentar e registrar um acontecimento histórico: o maior incêndio em parque petolífero do Brasil. Objetivo específico Documentário Produzir e registrar o documentário "A Batalha do Alemoa" com uma equipe composta por profissionais autônomos e independentes. Após a conclusão, planejamos realizar pelo menos 10 sessões gratuitas na cidade de Santos, sendo 5 na sala pública do MISS Santos (Museu de Imagem e Som de Santos), com capacidade para 53 pessoas, 5 na sala pública Toninho Dantas, localizada na zona noroeste, com espaço para 65 espectadores. Além dessas exibições presenciaism temos o objetivo de transmitir em uma sessão virtual, ampliando ainda mais o público espectador. Estimamos impactar aproximadamente 2.180 pessoas ao longo dessas exibições. Contrapartida Social Além das projeções gratuitas, estamos comprometidos em conduzir pelo menos 2 oficinas em parceria com centros comunitários ou escolas públicas. Essas oficinas terão como objetivo compartilhar o processo de produção do documentário, revelando detalhes sobre pesquisa, os bastidores da captação e finalização. Além da execução deste workshop, o filme será exibido na íntegra. Uma dessas oficinas será transmitida na internet. Pretendemos atingir diretamente 120 jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, de maneira presencial e mais 300 pessoas de forma virtual.
O incêndio no parque petrolífero da Ultracargo foi um trágico, porém impactante evento na história de Santos e do Brasil. O fato em si justifica ser documentado e registrado no seu décimo aniversário, não apenas como um registro histórico, mas como uma narrativa que transcende os limites temporais. Esse incidente deixou marcas profundas na história de centenas de pessoas, destacando a importância do Corpo de Bombeiros, uma das categorias mais honrosas da nossa sociedade - o esforço para apagar as chamas dos tanques exigiu um trabalho e uma coordenação excepcionais, raramente testemunhadas na corporação. "A todo tempo eu achava que não sairia dali, que aquele tanque ia romper. Nunca vi um incêndio tão difícil de ser combatido, quando acabou eu senti que a gente tinha vencido um monstro." relatou o Coronel Wagner Bertolini Jr à imprensa na época. O documentário "A Batalha do Alemoa" busca revelar as histórias por trás desses nove dias de tensão, destacando atos de coragem, humildade, perseverança e, inevitavelmente, destruição. Essa produção é uma justa homenagem a todos que estiveram envolvidos nesse episódio marcante. Além disso, o projeto se justifica ao explorar outra vertente significativa desse acontecimento trágico: as consequências ambientais e sociais. Centenas de famílias ficaram sem sustento e alimento. O filme se posiciona como uma obra de conscientização social e ambiental, lançando luz sobre os impactos duradouros desse desastre. Tratando-se de um projeto, cujo principal fim é a produção e propagação de um documentário, um produto artístico e cultural, e por não possuir vínculos com grandes empresas, o projeto conta com a Lei 8313/91 para seu pleno desenvolvimento. O projeto se justifica também, por estar alinhado às seguintes finalidades previstas pelo artigo primeiro da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo artigo terceiro da Lei 8.313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
"A Batalha do Alemoa" é um documentário de média-metragem, com 50 minutos de duração, que narra os eventos do maior incêndio já registrado em um parque petrolífero brasileiro: o incêndio que consumiu o parque da Ultracargo, localizado em Santos/SP, em 2 de abril de 2015. A narrativa se desenrola a partir das perspectivas de três protagonistas cujos destinos foram entrelaçados por esse trágico evento. Na aparentemente comum quinta-feira, Felipe, um jovem de 21 anos em busca de oportunidades de trabalho, pedalava pela cidade de Santos entregando seu currículo. Ao mesmo tempo, em São Paulo, Wagner, comandante do corpo de bombeiros, aproveitava raros momentos de lazer com a família durante seus últimos dias de férias. Na Vila dos Pescadores, ao pé da Serra do Mar, Hélio, um antigo pescador, preparava seu barco para mais um dia de sustento para sua família. O que nenhum deles sabia era que, em questão de horas, suas vidas seriam impactadas de maneira irrevogável por um dos maiores incêndios em parques petrolíferos do mundo. Ao se deparar com a imensa coluna de fumaça negra na entrada da cidade de Santos, Felipe, que havia concluído o curso de bombeiro civil, inicialmente pensou em um incêndio em um hipermercado que havia na região No entanto, ao se aproximar, deparou-se com as chamas devorando o parque de tanques da Ultracargo na Alemoa; com tanques abrigando líquidos altamente inflamáveis em chamas de 60 metros de altura e temperaturas que chegavam a 800 graus. Mesmo após ser informado pela Defesa Civil de que não era necessário, Felipe, persistente e voluntarioso, vestiu seu uniforme de bombeiro civil e dirigiu-se ao local, ansioso para ajudar. Enquanto isso, em São Paulo, Wagner, inspiração para muitos colaboradores da corporação, abandonava seu breve descanso ao ser convocado para liderar os bombeiros no combate ao incêndio. No estuário, Hélio, em seu barco, testemunhou o estrondo e avistou o clarão, retornando para casa assustado. Infelizmente, essa seria a última vez que ele pescaria por um bom tempo. O documentário revela a trajetória de Felipe, Wagner e Hélio, destacando como suas vidas se entrelaçaram nesse momento crucial. Felipe, ao chegar ao local, ofereceu-se para ajudar e tornou-se um dos mais de 100 colaboradores que enfrentaram o incêndio, trabalhando incansavelmente por nove dias. Wagner liderava os bombeiros, enfrentando momentos de tensão e incerteza. O incêndio só foi controlado no nono dia, com a cedência do tanque mais desafiador. Entretanto, as consequências ambientais atingiram Hélio, pois as águas e mangues ao redor estavam contaminados, resultando na morte de 10 toneladas de peixes e caranguejos, impactando 140 famílias que dependiam da pesca artesanal. Dez anos depois, as memórias desse fatídico 2 Abril de 2015 ainda ecoam nas vidas de Hélio, Felipe e Wagner. O documentário busca ir além do simples relato factual, humanizando esses heróis da vida real. Ao explorar as diferentes personalidades e históricos sociais e profissionais dos três protagonistas, o filme permite que o espectador se conecte emocionalmente não apenas com os eventos do incêndio, mas também com as pessoas impactadas por ele. A equipe de captação, liderada pelo diretor, seguirá os personagens principais por dois dias, registrando depoimentos, imagens relacionadas às atividades e acompanhando-os de volta ao parque da Ultracargo para revelar seus sentimentos ao retornar ao local do incêndio. Entrevistas adicionais com pessoas ligadas aos protagonistas serão conduzidas para oferecer contextos mais amplos e aprofundar o entendimento sobre os motivos e relações de cada personagem com o incêndio. Quase 10 anos após o incêndio, suas consequências persistem, seja no impacto ambiental, no prejuízo econômico e social para a comunidade ou nas memórias dos envolvidos. "A Batalha do Alemoa" não apenas presta homenagem aos protagonistas reais desse drama, mas também lança luz sobre eventos cruciais, promovendo uma reflexão sobre as complexas ramificações de tragédias como essa na sociedade.
O projeto "A batalha do Alemoa" contará com meios de acessbilidade física e de compreensão do conteúdo, tanto na sua exibição quanto nas contrapartidas sociais: Produto: Documentário média-metragem Acessibilidade Física: De modo a contemplar pessoas cadeirantes e pessoas com deficiência cognitiva e portadoras de mobilidade reduzida o filme será exibido em espaços que contenham facilidades de acesso como: rampas, elevadores, corrimãos, banheiros adaptados, além de assentos especiais. Acessibilidade Comunicacional: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Produto: Contrapartida Social - Oficinas Acessibilidade Física: A oficinas serão realizadas em espaços que contenham acessos arquitetônicos especiais, contemplando assim portadores de deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Os espaços contarão com: rampas, elevadores, corrimãos, banheiros adaptados, além de assentos especiais. Na transmissão de uma das oficinas, a ser exibida online e gratuitamente, teremos os recursos de acessbilidade comunicacional à disposição: Acessibilidade comunicacional: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
Produto: Documentário média-metragem O documentário visa não só entreter, documentar e registrar um fato histórico e importante, mas também dar luz as dificuldades sociais e ambientais que comunidades que circundeiam o parque petrolíero enfrentaram e ainda enfrentam após o trágico incêndio. Visando atender o público de Santos e região, serão realizadas ao menos 10 sessões gratuitas em 2 salas de cinema públicas da cidade de Santos, sendo 5 na sala pública do MISS (Museu de Imagem e Som de Santos), com capacidade para 53 pessoas, e outras 5 na sala Toninho Dantas, localizada na região periférica, na zona noroeste, com espaço para 65 espectadores. Estimamos impactar aproximadamente nessas 10 sessões, cerca de 1.180 pessoas. Além das exibiçõs presenciais, o filme terá uma exibição virtual, online e gratuita pela plataforma do YouTube, em canal a ser definido pelo proponente, com estimativa de 1.000 espectadores. A distribuição gratuita, visa atender os artigo 29, 30 e 31 da Instrução Normativa no 11/2024 do Ministério da Cultura: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Art. 31. Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; e Também aspiramos a participar em festivais da região e nacionais, como "Santos Film Fest" e "É Tudo Verdade", visando não apenas expandir a audiência do filme, mas também promover um debate mais amplo sobre questões cruciais de segurança ambiental e social associadas aos parques industriais e sua relação com as comunidades circundantes. Produto: Contrapartida Social - Oficinas Além das projeções gratuitas, estamos comprometidos em conduzir pelo menos 2 oficinas em parceria com Centro Comunitários e/ou escolas públicas da região. Essas oficinas terão como objetivo compartilhar o processo de produção do documentário, revelando detalhes sobre pesquisa, e os bastidores da captação e finalização, além da exibição na íntegra do filme. Essa abordagem interativa pretende alcançar diretamente 120 jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, incluindo alunos e professores. Não haverá venda de ingressos, sendo os convites distribuídos gratuitamente nos centros comunitários e/ou escolas que sediarão as oficinas. Uma dessas oficinas será transmitida pela internet, com acesso gratuito, e com expectativa de atingir 300 expectadores. Desta forma, atendendo as disposições inseridas nos artigos artigo 29, 30 e 31 da Instrução Normativa no 11/2024 do Ministério da Cultura: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Art. 31. Para os efeitos desta Seção, considera-se: II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
Guilherme Bernardo - Roteirista, Diretor e Proponente No presente projeto atuará como Coordenador Geral e Diretor, recebendo por essas rubricas respectivamente. Gui Bernardo é um profissional com sólida formação acadêmica e experiência no campo audiovisual. Graduado em Comunicação Social, com bacharel em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo, e pós-graduado em produção executiva e gestão de TV pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), possui mais de 15 anos de experiência no audiovisual. Com passagens pela Rede Record e TV Polishop, atua atualmente como diretor independente em filmes publicitários e institucionais. Destaca-se na área do cinema independente, o filme que criou e dirigiu: "A Mais Briosa - Um Amor 100 Divisão", vencedor de prêmios como "Melhor Longa Metragem no 3º Santos Film Fest" e "3º Melhor Longa Metragem no CineFoot 2018". Além disso, o filme foi licenciado pelo canal SporTV e pela plataforma DAZN, ampliando seu alcance e impacto. No presente projeto, assume as funções de roteirista e diretor. Mariana Adrião Cavalcanti - Produtora Possui bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV pela Universidade Anhembi Morumbi. Atualmente atua como Coordenadora de Estúdio LATAM do time de Facebook Video Productions dentro do Facebook.Além disso atuou na Marla Colour Grading como Coordenador de Pós-produção, na Gullane Entretenimento como Assistente Executiva e Assistente de Coordenação de Pós-Produção, na TGK Turismo como Redatora freelance, na VAPT Filmes como Coordenadora de Pós-Produção e Produtora Executiva Freelancer e na O2 Filmes como Coordenadora de Pós Produção Mariana atuará como produtora em "A batalha do Alemoa".
PROJETO ARQUIVADO.