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O projeto versa sobre a construção de identidades na perspectiva da juventude periférica carioca, e sobre como dar visibilidade às narrativas de vida de jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio dea realização de uma formação técnica em fotografia e storytelling (contação de histórias), além de uma mostra fotográfica itinerante por bairros cariocas periféricos e uma exposição de fotografia fixa, em local relevante em termos culturais, contendo tanto as melhores fotos dos jovens do projeto, como também fotos de outros jovens periféricos que quiserem dar visibilidade a seu trabalho autoral. Aexposição terá ainda rodas de conversa e debates com os fotógrafos periféricos, mediados por fotógrafos de renome, que também serão os curadores da mostra.
O foco do projeto Histórias de vidas: narrativas visuais sobre a construção de identidades na perspectiva da juventude periférica carioca é dar visibilidade às narrativas de vida de jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio dea realização de uma formação técnica em fotografia e storytelling (contação de histórias), além de uma mostra fotográfica itinerante por bairros cariocas periféricos e uma exposição de fotografia fixa, em local relevante em termos culturais, contendo tanto as melhores fotos dos jovens do projeto, como também fotos de outros jovens periféricos que quiserem dar visibilidade a seu trabalho autoral. A exposição terá ainda rodas de conversa e debates com os fotógrafos periféricos, mediados por fotógrafos de renome, que também serão os curadores da exposição. O Projeto tem um alcance de cinco mil pessoas, sendo cem jovens em situação de vulnerabilidade, que participarão do Projeto completo em quatro fases em um total de oitenta e quatro horas de implementação e quinze meses de duração total. A formação técnica será realizada em escolas públicas no contraturno escolar ou em instituições da sociedade civil. A contrapartida social irá replicar a primeira etapa do projeto, oferecendo as atividades de construção de um Projeto de Percurso de Vida para mais cem jovens em situação de vunerabilidade, do entorno das escolas em que estaremos atuando. A mostra itinerante tem alcance de cerca de duas mil pessoas e será realizada em escolas públicas e a exposição tem como público duas mil e oitocentas pessoas e acontecerá em um centro cultural carioca com grande fluxo de visitantes, totalizando cerca de cinco mil impactados pelo projeto como um todo. Como resultado do projeto teremos cinco pontos importantes: a formação técnica em fotografia e storytelling (contação de histórias),a construção e apropriação de identidades juvenis, que são perpassadas por questões estruturantes do cotidiano juvenil periférico, como: violências, exclusões, racismo e etc, e por isso, o cuidado com a saúde mental e o desenvolvimento emocional dos jovens, já que suas histórias de vidas serão trabalhadas e cuidar das questões que podem surgir, a partir desse trabalho, se faz muito necessário para ressignificá-las. a construção de uma exposição fotográfica itinerante que conte e dê visibilidade às narrativas dessa juventude euma mostra fotográfica fixa com debates com fotógrafos periféricos e fotógrafos renomados.
Dar visibilidade e ampliar a discussão sobre a construção de identidades juvenis periféricas, por meio de uma formação, uma mostra itinerante e uma exposição fotográfica, contando as histórias de vidas dos jovens, a fim de ampliar a conexão e acesso à arte periférica construída no Rio de Janeiro. Dar visibilidade às narrativas de vida de jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da realização de uma formação técnica em fotografia e storytelling (contação de histórias), além de uma mostra fotográfica itinerante por bairros cariocas periféricos e uma exposição fixa, em local relevante em termos culturais, contendo tanto as melhores fotos dos jovens do projeto, como também fotos de outros jovens periféricos que quiserem dar visibilidade a seu trabalho autoral. A exposição terá ainda rodas de conversa e debates com os fotógrafos periféricos, mediados por fotógrafos de renome, que também serão os curadores da exposição.
Os jovens das comunidades periféricas do Rio de Janeiro enfrentam diversas formas de violências e experiências de exclusão e discriminação social. Estas condições frequentemente resultam na marginalização e no silenciamento de suas vozes e de seus corpos, impedindo que suas experiências e perspectivas sejam reconhecidas e valorizadas. Este projeto se propõe a inverter essa realidade, oferecendo espaços e ferramentas para que esses jovens possam se expressar de maneira autêntica e impactante. O storytelling, ou a arte de contar histórias, é uma prática milenar que tem conquistado cada vez mais espaço em processos de educação e autodesenvolvimento. Storytelling, do Inglês "Story" (história) + "telling" (contar) é uma metodologia de contação de histórias na qual elementos primordiais como personagem, ambiente, conflito e a mensagem principal são construídos, estrategicamente, de forma a transmitir uma mensagem e, ao mesmo, inspirar o ouvinte/espectador. Através dessa metodologia, é possível transformar e ressignificar narrativas, estimulando também o desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autoconhecimento, empatia, cooperação, criatividade e pensamento crítico. O storytelling se mostra uma ferramenta poderosa para despertar o interesse de jovens e mantê-los engajados em refletir e transformar, utilizando a narrativa como forma crítica de olhar a própria história. O storytelling também estimula a imaginação e a criatividade dos estudantes, incentivando-os a criar suas próprias narrativas e explorar diferentes perspectivas. Unir uma formação em storytelling, um olhar profundo e crítico para a própria história, à fotografia foi a forma que encontramos de dar voz e vez à juventude carioca.
O projeto tem a duração de quinze meses, do planejamento à exposição fotográfica divididas em quatro etapas específicas. O Projeto de formação técnica em fotografia e storytelling e o processo de cuidado socioemocional acontecerão dentro de escolas públicas de ensino médio, no contra turno escolar. As oficinas serão uma ou duas vezes por semana em cinco meses de implementação prática. Já a mostra itinerante se realiza em escolas públicas do Rio de Janeiro, durante cinco meses entre produção e realização, e a exposição em um espaço cultural de grande visitação na cidade do Rio de Janeiro durante dois meses.
As aulas com a metodologia proposta de aprendizado serão realizadas nas instalações de escolas públicas, gratuitamente, garantindo assim a acessibilidade dos estudantes ao conteúdo. Ou realizadas com instituições sociais que atuem com jovens em locais de vulnerabilidade social. Os jovens terão como apoio materiais pedagógicos construídos pelo Instituto Revoar para o projeto que serão adaptados para estudantes com alguma natureza de deficiência cognitiva e estarão também adequados para uso por deficientes visuais. Haverá ainda descrição das fotos da exposição para garantir a inclusão de pessoas com deficiência visual.
De uma forma geral, todas as atividades do projeto são de envergadura social, na sua concepção, execução e busca de resultados. As atividades principais contemplam algum tipo de formação. Todas as atividades são gratuitas, abertas ao público, principalmente à população do entorno das escolas. Atividades que buscam ajudar a desenvolver habilidades e fomentar uma estabilidade financeira nos participantes. Atividades de formação em artes visuais na contramão de uma ação excludente e elistista, comumente praticada nos espaços de arte.
Carolina Machado de Senna Figueiredo - coordenadora geral e pedagógica Mestre e graduada em ciências sociais. tem cerca de 17 anos de trabalho com jovens em vulnerabilidade social em projetos de arte e cultura e na coordenação de iniciativas sociais no estado do rio de janeiro. Luciana Abranches Sucupira - coordenadora administrativa e de avaliação, dirigente/instituição proponente Doutora e mestre em economia, trabalha há mais de 10 anos com pesquisas, avaliações acadêmicas e parte administrativa e financeira de organizações da sociedade civil. Milena Manhães - produção Doutoranda em turismo (ppgtur/usp), mestra em psicossociologia de comunidades e ecologia social (eicos/ufrj), mediadora ead de turismo e sociedade (ufrrj/cederj). trabalha há 10 anos com organização, produção e apoio a projetos sociais. Jorge Rosendo - educador socioemocional Graduando de pedagogia e dançarino com experiência em trabalhos em museus e formação socioemocional. Naiana Lopes Pimentel - educadora socioemocional Doutoranda em educação (PROPED/UERJ) Mestra em educação (PROPED/UERJ), graduada em licenciatura plena em História (UFRRJ) e professora de história no ensino fundamental no Rio de Janeiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.