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O bicentenário da imprensa de língua portuguesa, data marcada pelos 200 anos de circulação do Diario de Pernambuco, jornal mais antigo em circulação nos países de língua portuguesa, será comemorado até novembro de 2026. É objetivo do nosso projeto promover (04) quatro exposições individuais e narrativas sobre a importancia e os principais fatos registrados por cerca de 30 jornais de Brasil e Portugal com mais de cem anos de circulação e que podem ser considerados memória da humanidade pela Unesco.
Exposição: Serão cerca de 40 painéis impressos, para cada exposição (totalizando 160 painéis impressos). os paínes terão preferencialmente a capa do primeiro jornal impresso e um breve histórico do jornal exposto. Os paineis obedecerão a ordem cronologica de cada jornal exposto (do mais antigo ao mais novo - 1825 a 1925).
Objetivo Geral: Promover 04 (quatro) exposições individuais sobre os jornais centenários de língua portuguesa, para destacar a importância deles como documentos de memória da humanidade, e para alertar da necessidade da preservação de seus acervos e para promover o reconhecimento público do legado que eles representam para a sociedade. Objetivo específico: Realizar 04 (quatro) exposições indepententes/individuais, sendo 02 (duas) no Brasil (Recife e Rio de Janeiro) e 02 (duas) exposições em Portugal (Évora e Porto), com entrada gratuíta, destacando os jornais com mais de cem anos ainda em circulação nos países de língua portuguesa, com destaque aos 200 anos do Diario de Pernambuco (o mais antigo de todos na atualidade). Para as quatro exposições é previsto um público total de 2.000 (duas mil) pessoas.
É impossível estudar a evolução cultural, social e política da sociedade sem pesquisar as páginas dos jornais centenários. Ao longo de duzentos anos os jornais registram os principais acontecimentos da sociedade. A importância do jornal para a sociedade é tão imensurável que a Lei Áurea (Carta da Abolição da Escravatura/1888), só foi reconhecida como acontecimento veridico quando foi estampado nas capas dos jornais. A sociedade brasileira só tomou conhecimento da monstruosa Guerra de Canudos (1897), quando Euclides da Cunha publicou sua reportagem no jornal (Estado de S. Paulo). As guerras mundiais foram acompanhadas pelos jornais impresso e ainda hoje quando se quer buscar informação de credibilidade se consulta os jornais tradicionais. Ao aprovar o presente projeto, pela Lei de Incentivo à Cultura, estaremos fazer valer a Lei Federal nº 15.027/2024 que reconheceu o acervo jornalístico do Diario de Pernambuco como patrimônio cultural material do Brasil, e que por constexto se aplica a todos os jornais com mais de cem anos ainda em circulação. O presente projeto é uma forma de promover o conhecimento e a preservação da memória e do legado de jornais que são documentos da nossa história - memória da humanidade.É oportuno registrar que Ainda, no ambito da Lei 8.313/91, Art. 1, o projeto se enquadra nos incisos: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Ainda pela Lei 8.313/91, Art. 3, serão alcançados com a realização deste projeto:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Aqui por semelhança: exposições culturais.
Ao término das exposições os painéis serão doados para as instituições culturais, para integrar seus acervos.Estão previstas duas passagens aéreas para cada trecho: Recife-Lisboa-Recife = Múcio AguiarRecife-Lisboa-Recife = A ser definido quando da contratação de profissional para equipe técnica. Recife-Rio de Janeiro-Recife = Múcio AguiarRecife-Rio de Janeiro-Recife = A ser definido quando da contratação de profissional para equipe técnica.
- Produtos: 4 exposições- Duração das exposições: entre 60 a 90 dias - Conteúdo exposto: painéis e exposição de pelo menos um jornal original (com mais de cem anos)- Locais das exposições:Brasil (Recife e Rio de Janeiro):Recife:- Abertura da exposição na Associação da Imprensa de Pernambuco, em setembro de 2026.Rio de Janeiro:- Abertura da exposição no Rio de Janeiro (local a ser definido), em novembro de 2026.Portugal (Évora e Porto):Évora:- Abertura da exposição no Arquivo Distrital de Évora, dia 27 de janeiro de 2026 Porto:- Abertura da exposição no Instituto Pernambuco-Porto, dia 05 de fevereiro de 2026
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços escolhidos para as exposições terão acessibilidade física, com rampas de acesso e banheiros para cadeirantes. ACESSIBILIDADE VISUAL: Os painéis terão legendas em braille. ACESSIBILIDADE AUDITIVO: Os espaços culturais onde ocorrerão as exposições contam com monitores com conhecimento em libras, que ficarão responsáveis para garantir a acessibilidade auditiva dos visitantes. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL: Os espaços culturais onde ocorrerão as exposições contam com monitores que ficarão responsáveis para garantir a acessibilidade intelectual dos visitantes.
Conforme o Art. 47 da IN nº 23/2025 MinC, o projeto atenderá os incisos II e X, especificamente: II - acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura:- As exposições não serão comercializadas, garantindo a democratização do livre acesso;- Os curadores das exposições ficarão à disposição de escolas, universidades e estabelecimentos prisionais (quando solicitado) para ministrar, em seus locais, palestras sobre a temática da exposição. Para tanto, os estabelecimentos solicitantes deverão funcionar no mesmo município sede das exposições.
O proponente (Iberia Comunicação) será a pessoa jurídica articuladora do evento junto com a Associação da Imprensa de Pernambuco-AIP (sede da exposição Recife) que dará a chancela como entidade apoiadora. Igualmente, a Associação Nacional de Jornais. No ambito cultural articulará o apoio de instituições de Portugal: Instituto Pernambuco-Porto e Arquivo Distrital de Évora para a realização das exposições. São os curadores das exposições: Brasil: Múcio Aguiar, jornalista doutorando pela Universidade de Coimbra e presidente da Associação da Imprensa de Pernambuco. Foi diretor do Diario de Pernambuco (até 2023), ex-superintendente do IPHAN. Foi idealizador das exposições comemorativas ao bicentenário da Independência do Brasil, com acervo da Universidade de Coimbra realizadas na Fundação Joaquim Nabuco (Recife) e no Supremo Tribunal de Justiça (Brasília). Conferencista no Simpósio em Portugal sobre os 200 anos da Lei de Imprensa (Portugal). A lei de imprensa de 1821 no Brasil e a criação do Diario de Pernambuco e do Jornal do Commercio, em 2021. Portugal: João Palmeiro, ex-presidente da Associação Portuguesa de Imprensa (até 2023), licenciado em Direito pelo(a) Universidade de Lisboa e Magister em Direccion e gestion de los sistemas de seguridad social; doutoramento pela Universidad de Alcalá de Henares. Doutoramento em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Centro de Estudos do Território Cultura e Desenvolvimento. Curador de exposições sobre os Lusiadas e a manarquia portuguesa.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$250.000,00 em 30/01/2026.