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Este projeto trata da estruturação do Memorial do Bordado, um espaço cultural destinado à guarda, preservação, valorização e divulgação da arte do bordado. Visa financiar o plano museológico, a catalogação do acervo de têxteis, documentos, maquinário, modelos, assessórios, revistas, livros e instrumental; e um site para amazenamento e divulgaçnao do acervo.
Plano Museológico Memorial do Bordado Etapa I – Caracterização, planejamento conceitual, diagnóstico: Esta etapa é a parte mais conceitual e que define o que é a instituição. É a fase de levantamento das informações sobre a instituição e em qual situação ela se encontra. São elaborados: histórico da instituição, diagnóstico, situação atual, análise do ambiente externo e interno, Análise SWOT. Tempo estimado de execução: Dois meses. Etapa II – Objetivos estratégicos. Elaboração dos Programas: 1. Institucional: abrange o desenvolvimento e a gestão técnica e administrativa do museu, além dos processos de articulação e cooperação entre a instituição e os diferentes agentes. 2. Gestão de Pessoas: abrange as ações destinadas à valorização, capacitação e bem-estar do conjunto de servidores, empregados, prestadores de serviço e demais colaboradores do museu, o diagnóstico da situação funcional existente e necessidades de readequação. 3. Acervos: abrange o processamento técnico e o gerenciamento dos diferentes tipos de acervos da instituição, incluídos os de origem arquivística e bibliográfica. 4. Exposições: abrange a organização e utilização de todos os espaços e processos de exposição do museu, intra ou extramuros, de longa ou curta duração. 5. Educativo e Cultural: abrange os projetos e as atividades educativo-culturais desenvolvidos pelo museu, destinados a diferentes públicos e articulados com diferentes instituições. 6. Pesquisa: abrange o processamento e a disseminação de informações, destacando-se as linhas de pesquisa institucionais e os projetos voltados para estudos de público, patrimônio cultural, museologia, história institucional e outros. 7. Arquitetônico-Urbanístico: abrange a identificação, a conservação e a adequação dos espaços livres e dos construídos, bem como das áreas em torno da instituição, com a descrição dos espaços e instalações adequados ao cumprimento de suas funções, e ao bem-estar dos usuários, servidores, empregados, prestadores de serviços e demais colaboradores do museu, envolvendo, ainda, a identificação dos aspectos de conforto ambiental, circulação, identidade visual, possibilidades de expansão, e acessibilidade física e linguagem expográfica voltadas às pessoas com deficiência. 8. Segurança: abrange os aspectos relacionados à segurança do museu, da edificação, do acervo e dos públicos interno e externo, incluídos sistemas, equipamentos e instalações, e a definição de rotinas de segurança e estratégias de emergência. 9. Financiamento e Fomento: abrange o planejamento de estratégias de captação, aplicação e gerenciamento dos recursos econômicos. 10. Comunicação: abrange ações de divulgação de projetos e atividades da instituição, e de disseminação, difusão e consolidação da imagem institucional nos âmbitos local, regional, nacional e internacional. 11. Socioambiental: abrange um conjunto de ações articuladas, comprometidas com o meio ambiente e áreas sociais, que promovam o desenvolvimento dos museus e de suas atividades, a partir da incorporação de princípios e critérios de gestão ambiental (incluído pelo Decreto nº 8.124, de 2013). 12. Acessibilidade Universal (incluído pela Lei nº 13.146, de 2015): projetos e ações relativas à acessibilidade a todas as pessoas nos museus deverão ser explicitados em todos os programas integrantes em programa específico, resultado de agrupamento ou desmembramento. Etapa III– Elaboração de Projetos Após a definição dos programas são elaboração projetos. Abrange a descrição dos produtos, serviços ou resultados a serem realizados; os projetos são o coração do programa. Neles são descritas as atividades que são realizadas ou que se pretendem realizar em determinado período. Faz parte deste momento inicial a definição do gerente do projeto, responsável pela coordenação das atividades, definição de produtos ou serviços e ações, definição de prazos, resultados esperados. São definidos em: projeto principal ou gerente, produtos ou serviços e ações. 3 - Elaboração do documento e Ajustes Finais. Catalogação de acervo Fotografia digital das peças do acervo - Full High Definition (Full HD): 1920 x 1080 pixels Fichamento: dados sobre a peça (Ficha em anexo ao projeto): origem, data, número, catálogo, caixa, estado de conservação, Técnicas utilizadas, tecido, histórico, nome das peças, doador, recolha, tema, bordadeira, dimensões, linhas cores, etc.. Folder/Apresentação do Memorial Impresso em couchê fosco de 20 páginas contendo histórico do Memorial, Equipe Técnica, Apresentação do Memorial, Dados sobre acervo. (haverá também versão em PDF) Site Site institucional e de banco de dados (geranciamento e exposição) contendo a história do Memorial, dados sobre o Memorial, banco de dados e gerenciamento do acervo e notícias.
Objetivo Geral Garantir a salvaguarda da arte do bordado através da estruturação do Memorial do Bordado. Objetivos Específicos Desenvolver e preparar a implementação o plano museológico e de crescimento sustentável do Memorial do Bordado. Realizar a catalogação, registro fotográfico e a etiquetagem de cerca de 10 mil peças do acervo. Desenvolver um site para armazenar e divulgar imagens e dados do acervo. Dar divulgação à estruturação do memorial através do site, redes sociais e parcerias.
Quando os tecidos deixaram de ser unicamente utilitários como ferramenta de proteção do corpo e passaram a criar novas estéticas e comunicar experiências, o bordado nascia como forma de representação do que era ornamentado. Sendo assim, o/a bordadeiro/a passou a ser um contador de histórias. O bordado esteve sempre presente na história do Brasil e foi trazido pelas mãos dos primeiros navegantes que, usando agulha e linha, costuravam suas roupas e remendavam as velas das naus que chegavam ao novo continente. No processo da colonização novos bordadores/as chegavam às terras brasileiras e propagavam esta técnica manual. Nos conventos, nas casas de acolhimento, nos lares e nas escolas, o Bordado foi sempre uma a atividade destinada às mulheres. Escravas domésticas aprendiam com as senhoras da Casa Grande esse labor e, quando libertas, bordavam roupas, estandartes e ganhavam o sustento atendendo às demandas da Igreja, da nobreza e das classes mais abastadas. Assim como somos uma miscigenação de raças, o Bordado brasileiro tem essa característica. Cada região traz as características do imigrante que ocupou aquele território. O do Nordeste guarda forte influência do Bordado holandês; o do Sul traz a influência italiana, ucraniana e outras. Em Minas Gerais, tem-se um bordado intimista, requintado e elaborado, fruto da existência velada das mulheres, das igrejas barrocas e da religiosidade. Para manter viva a tradição do bordado, a bordadeira e pesquisadora Maria do Carmo Guimarães Pereira fundou, há 30 anos, a Maria do Carmo Arte e Ofício, uma escola de bordado manual em Belo Horizonte. Reconhecido como um espaço de referência no ensino, na preservação e no estudo da arte do Bordado, foram ali realizados encontros de grupo de estudo, pesquisas, cursos e exposições. Ao longo de todo este tempo, foi-se constituíndo um acervo relevante e de importância histórica e cultural de peças antigas bordadas, livros, riscos, documentos, revistas, maquinário e objetos ligados ao fazer do Bordado. Este acervo do veio a se firmar como o Memorial do Bordado, cujo cuidado e sustento, organização, administração se dá, desde 2014, através da Associação pela Preservação da Arte do Bordado (uma associação sem fins lucrativos criada para assumir, além da função de salvaguardar o acervo e os saberes, as atividades de ensino, pesquisa, exposições, difusão, registro e ensino ligados ao bordado). Esta associação é responsável também pelo suporte financeiro ao Memorial, que sobrevive por meio de doações e contribuições dos associados e é aberto ao público somente com horários agendados; faltam recursos humanos e financeiros para realizar o atendimento perene. A estruturação do Memorial vem sendo feita por uma equipe de voluntárias que trabalham recebendo as peças, levantando as histórias por trás de cada item, limpando, restaurando (quando necessário), catalogando e acomodando da melhor forma possível, contudo, de maneira longe do ideal ou necessário para salvaguardar, preservar e divulgar esta forma de arte apropriadamente. A capacidade de trabalho, a exposição do acervo e, principalmente, o atendimento ao público ficam muito aquém do potencial do Memorial e do que esta arte representa, tanto no seu aspecto cultural quanto educativo. Hoje, o Memorial do Bordado funciona em uma sala com cerca de 60 metros quadrados em um bairro residencial de Belo Horizonte. O acervo conta com malas, caixas e baús, junto a moldes centenários, repletos de doações e aquisições datadas de épocas distintas com bordados exclusivos que "valem ouro" aplicados sobre camisolas, enxovais, toalhas e demais superfícies têxteis. Cerca de 3000 itens, dentre cerca de 10 mil peças, estão catalogados em fichas de avaliação que explicam as características técnicas, desde o tecido aos pontos e pregas, até datas, histórico, origem e material. Essas informações ficam à disposição do público em um livro de dados para estudos e pesquisas. Instalado no bairro Cruzeiro, em Belo Horizonte, o espaço é destinado a jornalistas e estudantes de moda, estilistas, bordadeiras e confecções, mas também a leigos interessados no tema. As visitas são agendadas lá desde 2019. Lá também são realizadas oficinas de bordado para até 6 pessoas. Os cursos e oficinas são realizados por Maria do Carmo e o grupo de associadas desde 1984. São duas oficinas por ano que se desdobram em pesquisa e workshop. Entres os temas trabalhados ao longo desta história estão: Bordado Anglicano do século XIII, Pontos Básicos do Bordado, Bordados de Portugal, Bainhas Abertas, Oficina de Flores de Iara Tupinambá, Poemas de Adélia Prado, Guimarães Rosa, Traduição Semaninhas, Sacolas de Pão, Panos de Fogão, Documentos do período colonial brasileiro (Pinturas de Debret) e Os Amores de Guinard. Ao longo da semana ocorrem as dinâmicas de catalogação por meio de serviço voluntário. Os 28 lotes de peças do acervo foram setorizados em enxovais de bebê, enxovais de casa, camisolas e lingeries, toalhas de banho, de mesa e jantar. Cerca de 7000 peças aguardam registro e catalogação. As 10 mil carecem de registro fotográrico. Além disso, livros, revistas, assessórios, ferramentas e moldes também necessitam melhor acondicionamento, registro, digitalização e fichamento. Além dos cursos, pesquisas e oficinas, o Memorial também promove exposições, palestras e rodas de conversa. Estas atividades são recorrentes desde 2019, sendo as exposições, palestas e eventos de maior público realizadas em ambientes externos. Dentre as produções mais recentes destacam-se a exposição "Os Silêncios que o Bordado Encerra" (17 a 22/04/2024, no CCBB-BH); lançamento do livro "Bordado, sua história, seus silêncios", de Maria do Carmo Guimarães, em 2023; participação no Noturno nos Museus; e as oficinas e pesquisas temáticas como as acima citadas. Em busca de sanar estas limitações e propiciar uma nova fase de ações do Memorial, a Associação pela Preservação da Arte do Bordado busca o financiamento público para se estruturar e se instrumentalizar para funcionar em uma nova sede, ter abertura ao público amplo, desenvolver uma programação anual robusta e democrática e trabalhar na salvaguarda da arte do bordado de forma mais efetiva e sustentável. Por isto, é necessário o desenvolvimento de um Plano Museológico e catalogação do acervo para dar seguimento à trajetória do Memorial de forma sólida. A ideia, por fim, é democratizar tanto da história quanto dos saberes ligados ao bordado e suas potencialidades artísticas, sociais e econômicas. Para tanto, se destaca, os incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também, destacam-se os seguintes itens e incisos do Art. 3° da referida Lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
não se aplica
Folder/Apresentação do Memorial Impresso em couchê fosco colorido de 20 páginas contendo histórico do Memorial, Equipe Técnica, Apresentação do Memorial, Dados sobre acervo. (haverá também versão em PDF) Site Site responsivo com área institucional, acesso público ao acervo, gerenciamento e armazenagem de dados do acervo (capacidade de 13mil peças) e notícias do Memorial. Informações do banco de dados: Identificação: Inclui número de patrimônio, tipologia, denominação, coleção, tipo de acervo, registro de patrimônio, valor, nº de partes, outros números, forma de entrada, data de entrada e localização do objeto no Memorial. Dados físicos e culturais: informações que se relacionam à forma e à história do objeto. Inclui descrição sumária, auor/autora, título, data, dimensões, peso, origem e forma de confecção/produção.Conservação e restauro: informações que se relacionam ao estado da peça, bem como ao histórico de intervenções. Inclui estado de conservação, data da avaliação, descrição/ocorrência e observações.Responsáveis: abrange nomes de pessoas que tenham se relacionado com os objetos como donos, dentre outros do objeto. Inclui nome da pessoa, função e observações.Publicações: a guia aplica-se apenas a objetos de natureza bibliográfica. Inclui tipo de publicação, edição, série, indicação de responsabilidade, ISBN, ISSN, Nº de chamada, notas, assuntos, coleção do periódico e início da publicação.Outras informações: para registro de informações que não se adequem nas guias anteriores. Inclui observações gerais e o nome do responsável pela inclusão de tais informações.Mídia digital: para inserção de imagens do objeto.Controle: a guia apresenta um histórico de edição do registro, permitindo acompanhar eventuais inserções, alterações e exclusões de dados do objeto.
Acessibilidade Física: O plano museológico determinará medidas de acessibilidade arquitetônica; tais como: elevador (em caso de local com mais de um pavimento), rampas já implementadas e realizará a instalação de guias táteis, caso ainda não as haja no local. Além disso, é critério de escolha do novo local de funcionamento a presença de banheiros com acessibilidade para cadeirantes e pessoas de mobilidade reduzida, assim como possibilidade de circulação e alimentação. Estas medidas estarão locadas nas rubricas orçamentária do Plano Museológico e na Consultoria em Acessibilidade, na planilha financeira. Acessibilidade de Conteúdo: Toda a equipe de gestão e de atendimento ao público do projeto farão uma oficina de acessibilidade com um consultor/especialista da área. Outras medidas de acessibilidade serão disponibilizadas de acordo com as solicitações/inscrições do planejamento de acessibilidade com o consultor/especialista no desenvolvimento das ações do projeto. Site: Terá ferramentas para auxílio de leitura.
O acesso ao catálogo do Memorial do Bordado, assim como visitas e acessos ao acervo serão gratuitos. Outras medidas de democratização serão determinadas no Planejamento museológico do Memorial. Site: acesso livre e aberto.
Associação pela Preservação da Arte do Bordado – Proponente, Administração Geral e Financeira – A Associação é responsável pela manutenção financeira do Memorial, aquisição e gestão do acervo; e direção da programação (exposições e oficinas regulares). É responsável pela contratação da equipe principal, pela gestão financeira, direcionamento das parcerias institucionais, manutenção e mudança da sede e da programação do Memorial do Bordado. Diretora Geral – Maria do Carmo Guimarães Pereira – É fundadora e gestora do Memorial do Bordado MAO (Criado em 1992 como Maria Arte e Ofício Escola de Bordado e transformado em Associação sem fins lucrativos em 2014). Formada em Belas Artes UFMG, com Especialização Design e Moda FUMEC, é fundadora da Cooperativa de Bordado Meninas do Cafezal no Aglomerado da Serra (1996), fundadora e diretora da Escola de Bordado Maria Arte e Ofício; responsável pela organização e gestão do Acervo de Bordados Maria Arte e Ofício; Presidente da Associação pela Preservação da Arte do Bordado; palestrante, escritora e pesquisadora. Publicou, em 2023, o livro “BORDADO: sua história/seus silêncios 2023; Publicou o Calendário Tributo ao Bordado; organizou do Plano de Curso: “O Artesão em Bordados à Mão”, para o SENAC; Ministrou diversas oficinas, entre elas “Oficina História do Bordado”, no Museu Minas e Metais; coordenou e executou a “Exposição Amor e Sedução”, no Museu da Moda de Belo Horizonte; ministrou diversas oficinas na Escola de Bordado MAO e no Memorial do Bordado. Direção Administrativa e Financeira – Maise Silveira Fernandes – graduada em Ciências Econômicas (PUC/MG), pós-graduada em Marketing (UNA-BH), pós-graduada em Administração Bancária (ABBBC), MBA em Gestão Empresarial (FGV e Ohio University), Especialização em Marketing Direto (ABMD-SP). Tem experiência como executiva em bancos, em marketing, gestão de projetos, implantação de serviço de atendimento a clientes em Minas e São Paulo. Trabalhou como voluntária no planejamento estratégico no SERVAS/MG em 2020/2021; também, atua como voluntária na coordenação, gestão do projeto, estruturação e digitalização de acervo no Memorial do Bordado desde 2019. Diretora de Relações Institucionais e de Comunicação – Silvia Fernandes – Formada em Administração de Empresas (FUMEC), Mestrado em Economia e Gestão Empresarial (Sorbonne), Mestrado em Marketing – Gerente de Produto (Universitè Gustave Eiffel de Paris XII), Especialização em Antropologia do Consumo (ESPM/SP). Experiências em marketing, posicionamento de mercado, logística, comunicação em: Nina Ricci, Prada ( PUIG Group), FIEMG, FUMEC, Editora Globo, Marie Claire, Givenchy, NellyRodi, John Galliano – Dior / LVMH Group. Trabalhou também no Governo de Minas Gerais – Secult; atualmente, é titular da cadeira de Moda e Vestuário do COMUC (Conselho Municipal de Cultura de Belo Horizonte); e atua como Comunicóloga e especialista em Marketing para diversos clientes em Minas Gerais. Coordenador de Museologia - Museólogo e Jornalista. Há 14 anos trabalha na Fundação Municipal de Cultura – FMC - e há 6 anos no Museu da Moda de Belo Horizonte. Com atuação em diferentes museus da FMC: Museu Abílio Barreto, Museu da Imagens e do Som, Museu de Arte da Pampulha, onde foi diretor. Atualmente é coordenador do setor de Museologia do Museu da Moda. Realizou plano museológico do Museu Abílio Barreto, Museu da Imagem e do Som e Museu da Moda.Graduado em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Graduado em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Especialista em Organização do Conhecimento para Recuperação da Informação pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Mestre e Doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais Coordenadora de Pesquisa e Historia – Carolina Delamare – Graduada em História (PUC_Minas), Mestrado em Memória Social (UNIRIO), Doutorado em História (UFMG) – É Historiadora do Centro de Memória dda Educação de Contagem desde 2021; trabalha como educadora e autora do material didático da Akala na Formação de Multiplicadores em Educação Patrimonial Programa Educativo Iphan+80; foi curadora da exposição “Saberes de costura – do molde à roupa” (2022-2023), do Museu da Moda de Belo Horizonte; Pesquisadora e organizadora do Projeto “A voz dos tambores: o Congado dos Ciriacos - Contagem/MG”; e Coordenadoria de Políticas de Memória e Patrimônio Cultural de Contagem (Casa da Cultura Nair Mendes Moreira - Museu Histórico de Contagem) – Prefeitura Municipal de Contagem/MG. Coordenação e Elaboração de Projetos Incentivados – Gustavo Reis – Formado em Comunicação Social (UNI-BH) – É jornalista, produtor executivo, trabalhou como representante da Sociedade Civil na cadeira de Música da Câmara Municipal de Fomento à Cultura de Belo Horizonte (2018 a 2020); atualmente, trabalha com planejamento e elaboração de projetos incentivados próprios e para diversos clientes em Minas Gerais; é professor de Elaboração de Projetos de Cultura, gestor de projetos e produtor cultural.
PROJETO ARQUIVADO.