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A 11ª edição do Festival Mês da Fotografia celebra a fotografia e as artes visuais no Centro-Oeste brasileiro, oferecendo uma imersão na cultura visual contemporânea. Realizado em agosto, em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto), o festival é uma plataforma de expressão para fotógrafos nacionais e internacionais, promovendo a interação entre artistas, comunidades e o público. O tema "Retratos de um Brasil Plural: Origem, Ocultação, Território e Diversidade" destaca a inclusão cultural, enfatizando a diversidade dos territórios brasileiros e a pluralidade cultural. O festival busca estabelecer um diálogo sobre a fotografia como ferramenta de transformação social, educacional e cultural, com exposições em espaços físicos e virtuais, incluindo projeções no Museu Nacional. O Pavilhão Espaço da Fotografia promove a interação entre editoras, galerias e coletivos, reforçando o mercado das artes visuais. A programação inclui palestras, workshops e oficinas.
1. Circuito de Exposições FotográficasO circuito de exposições fotográficas do festival promove uma celebração da arte visual contemporânea, reunindo fotógrafos nacionais e internacionais. A programação inclui a IX Exposição Coletiva de Fotografias, composta por 80 obras selecionadas por meio de chamamento público em quatro categorias: Individual, Ensaio, Jovens Fotógrafos e Fotografia Inclusiva. Além disso, serão realizadas exposições convidadas de coletivos de fotógrafos indígenas e negros, destacando a diversidade cultural e o protagonismo desses grupos. Complementando o circuito, uma exposição internacional e projeções mapeadas na cúpula do Museu Nacional oferecem uma experiência visual imersiva, conectando arte, tecnologia e patrimônio cultural. 2. Pavilhão Espaço da FotografiaNo Pavilhão Espaço da Fotografia, espera-se receber mais de 5 mil visitantes, oferecendo um espaço interativo com seis estandes para expositores de produtos fotográficos e tecnológicos, além de dez bancadas dedicadas a publicações e inovações no setor. Parte essencial da programação do Pavilhão é o Art Meeting, que valoriza novos públicos e promove cinco shows musicais com DJs e bandas locais, três sessões de contação de histórias sensoriais e inclusivas, e um cortejo cultural em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia, reunindo grupos percussivos da cidade. 3. Ciclo Diálogos FotográficosO Ciclo Diálogos Fotográficos busca estimular a capacitação e a troca de saberes no campo da fotografia, abordando temas contemporâneos e técnicas inovadoras. A programação inclui 04 palestras com especialistas nacionais, que discutem as tendências e desafios da fotografia atual, e 04 workshops práticos, voltados para o aprimoramento de técnicas e uso de tecnologias emergentes. O ciclo se destaca pela oficina inclusiva de fotografia, que oferece acesso à formação artística para pessoas com deficiência, promovendo a inclusão e a acessibilidade na arte, e a promoção de visitas guiadas às exposições do festival, especialmente adaptadas para escolas e grupos com deficiência, garantindo acessibilidade com recursos como guias intérpretes e audiodescrição.
O objetivo geral do Festival Mês da Fotografia - 11ª edição (2025) é promover a diversidade cultural e social por meio da fotografia e das artes visuais, conectando pessoas, cidades e culturas, com o intuito de ampliar o protagonismo de grupos sub-representados, fortalecer a economia criativa, e proporcionar formação técnica e artística para novos públicos e profissionais. O festival visa fomentar o intercâmbio de olhares e perspectivas, contribuindo para a inclusão, a sustentabilidade, e a valorização da identidade cultural brasileira. Objetivos Específicos 1. Realizar o circuito de Exposições Fotográficas, com as seguintes ações: • IX Exposição Coletiva de Fotografias, para promover a diversidade e inclusão na arte fotográfica por meio de uma seleção ampla e representativa de artistas. Serão abertas inscrições por meio de chamamento público, incentivando a participação de fotógrafos de diferentes perfis e origens. Categorias de Participação: - Individual: Voltada para fotógrafos com carreira já estabelecida ou emergentes que queiram expor uma obra de destaque. - Ensaio: Permite a apresentação de uma série de imagens que contem uma história ou exploram um tema específico, promovendo uma narrativa visual. - Jovens Fotógrafos: Incentiva a participação de talentos emergentes com idade entre 12 e 29 anos, oferecendo uma plataforma para o desenvolvimento e reconhecimento profissional. - Fotografia Inclusiva: Categoria destinada a artistas com deficiência, garantindo a visibilidade e representatividade desses profissionais no festival. Curadoria e Seleção: Serão selecionadas 80 obras fotográficas, impressas em papel fine arte no formato 60x80 cm, aplicadas em foam board, visando uma apresentação de alta qualidade. A curadoria será realizada por especialistas, assegurando a relevância e a diversidade das obras. Para ampliar o alcance, a exposição também estará disponível em uma galeria virtual, com audiodescrição para cada obra. • Exposições Convidadas de Coletivos de Fotógrafos Indígenas e Negros fomentando produções artísticas de fotógrafos indígenas e negros e ampliando a representatividade cultural e artística no festival. - Serão realizadas 02 exposições convidadas, organizadas em parceria com os coletivos, abordando temas ligados à identidade, território e cultura desses grupos. As obras selecionadas refletirão a diversidade das experiências vividas e os desafios enfrentados por essas comunidades. - As exposições ocorrerão em locais estratégicos, como centros culturais nas regiões administrativas do Distrito Federal (Ceilândia, Gama e Planaltina), assegurando que as comunidades locais também possam apreciar essas obras. • Exposição Internacional Convidada promovendo o intercâmbio cultural e artístico entre o Brasil e outros países, ampliando o diálogo sobre a fotografia contemporânea e suas diversas linguagens. - A curadoria do festival selecionará 01 exposição internacional com obras que dialoguem com o tema "Retratos de um Brasil Plural" e que ofereçam uma perspectiva global sobre questões culturais, sociais ou ambientais. - A exposição será apresentada no Museu Nacional, com visitas guiadas e atividades complementares para aprofundar o entendimento das obras. • Projeções Mapeadas na Cúpula do Museu Nacional - Utilizar a técnica de projeção mapeada para transformar a cúpula do Museu Nacional em um espaço de arte visual interativa, criando uma experiência imersiva para o público. - Serão realizadas 02 projeções, apresentando ao público as obras integrantes das exposições fotográficas em exibição. - As projeções serão realizadas em datas específicas, integrando a programação do festival e atraindo visitantes para o Museu Nacional, além de promoverem um espetáculo visual que conectará arte, tecnologia e patrimônio cultural. 2. Realizar o Pavilhão Espaço da Fotografia, uma área dedicada à interação entre público, expositores e profissionais do mercado fotográfico. O espaço busca promover a valorização das artes visuais, facilitar o intercâmbio de conhecimento e incentivar o desenvolvimento de negócios no setor cultural. Os objetivos específicos relacionados a este espaço incluem: • Receber mais de 5 mil visitasAtrair um público diversificado, incluindo fotógrafos, artistas, estudantes, profissionais do setor, entusiastas e o público em geral. Espera-se um fluxo de mais de 5 mil visitantes durante o período do festival, promovendo o Pavilhão como um ponto central de encontro e troca de experiências.• 06 estandes para expositores de produtos fotográficos e tecnológicosCriar um ambiente de negócios e inovação, oferecendo espaço para empresas e marcas que atuam no setor de fotografia, audiovisual e tecnologia. Os expositores terão a oportunidade de apresentar e comercializar seus produtos diretamente para o público. • 10 bancadas expositivas para apresentação de produtos editoriais e tecnológicosFacilitar a exibição de produtos editoriais, como livros de fotografia, revistas e catálogos, além de novas tecnologias aplicadas às artes visuais. 3. Realizar o circuito Diálogos Fotográficos, que visam enriquecer o conhecimento e a troca de experiências no campo da fotografia, abordando temas contemporâneos, técnicas inovadoras e inclusão. As atividades são destinadas a profissionais, estudantes e entusiastas das artes visuais, com o objetivo de fomentar a capacitação e o desenvolvimento do setor, a partir de: • 04 palestras com convidados nacionais abordando temas contemporâneos. Cada palestra tem duração de até 1 hora e buscam promover debates sobre as tendências atuais e os desafios da fotografia contemporânea, além de explorar a relação entre arte, sociedade e tecnologia;• 04 workshops focados em técnicas fotográficas e tecnologia. Cada workshop tem duração de 4 horas e viram oferecer capacitação técnica e prática, com ênfase em técnicas avançadas de fotografia e no uso de tecnologias emergentes, como drones, edição digital e iluminação criativa.• 01 oficina inclusiva de fotografia voltada para pessoas com deficiência, que busca proporcionar uma experiência formativa inclusiva, adaptando o ensino da fotografia para pessoas com deficiência. A oficina promoverá a acessibilidade à arte e estimulará a expressão criativa. A oficina tem duração de 10 horas aula, com oferta de 20 vagas. • 10 visitas guiadas com grupos escolares da rede pública de ensino, com previsão de atendimento de 780 estudantes e 20 professores. 4. Realizar a programação Art Meeting - Valorização de novos públicos, com o objetivo de ampliar a participação de diferentes públicos no festival, promovendo a diversidade cultural e artística por meio de atividades interativas e inclusivas. Integram a programação do art meeting: • 05 shows musicais com DJs, artistas e bandas locais• 03 sessões de contação de histórias focadas em arte-educação sensorial e inclusiva• 01 encontro de grupos populares para um cortejo em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia 5. Promover o fortalecimento de Redes e as práticas de ESG (Environmental, Social, and Governance), promovendo discussões sobre sustentabilidade, economia criativa e colaboração cultural, com realização de 01 Seminário para debate a cerca de políticas públicas, cases de sucesso e intercâmbio, com a participação da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil e integrantes do movimento Brasília é de Festivais e Sebrae DF.
A 11ª edição do Festival Mês da Fotografia representa um marco na celebração e difusão da fotografia e das artes visuais no Centro-Oeste brasileiro, propondo uma imersão na cultura visual contemporânea com uma programação diversificada e inclusiva. Tradicionalmente realizado no mês de agosto, em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto), o festival se consolida como uma plataforma de expressão para fotógrafos nacionais e internacionais, promovendo a interação entre artistas, comunidades e o público em geral. Nesta edição, o festival é guiado pelo eixo temático "Retratos de um Brasil Plural: Origem, Ocultação, Território e Diversidade", enfatizando a importância da inclusão e do acesso cultural para todos os povos, especialmente os invisibilizados da sociedade, a rica diversidade dos territórios brasileiros e a celebração da pluralidade cultural em todas as suas formas. Este tema ressoa através de cada aspecto do festival, desde a curadoria das exposições até a seleção de participantes e a programação dos eventos. Além de promover a exibição artística, o festival busca estabelecer um diálogo contínuo sobre o papel da fotografia como ferramenta de transformação social, educacional e cultural. Com uma seleção de exposições coletivas e convidadas, que serão realizadas tanto em espaços físicos quanto virtuais, incluindo projeções na emblemática cúpula do Museu Nacional, o festival visa atingir um alcance sem precedentes, celebrando a fotografia como meio de expressão universal. Destacamos o Pavilhão Espaço da Fotografia, um ambiente dedicado que promove a interação entre editoras, galerias de arte, coletivos de fotógrafos e marcas, enfatizando o mercado das artes visuais e da fotografia. Esse espaço busca ser um ponto de convergência para ideias, tendências e inovações, reforçando as conexões entre criadores, curadores e o público. A programação se enriquece com o Ciclo de Diálogos Fotográficos, oferecendo palestras, workshops e oficinas que fomentam o desenvolvimento técnico e criativo, além de aproximar o público da fotografia. O Art Meeting, celebrando a interseção das artes, e as exposições virtuais e projeções na cúpula do Museu Nacional, unem arte, tecnologia e patrimônio cultural num espetáculo visual singular. Comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2030, o festival almeja ser um vetor de inclusão, promovendo um ambiente onde as vozes de povos originários, comunidades invisibilizadas, e regiões diversas sejam não apenas ouvidas, mas celebradas. Ao dedicar-se à promoção da diversidade e inclusão, o festival oferece uma programação livre e democrática a públicos variados, incluindo pessoas com deficiência, jovens e grupos sub-representados. O evento não apenas serve como plataforma para discussões sociais significativas através da arte, mas também atua como um importante impulsionador da economia criativa na região, valorizando a arte visual e incentivando a geração de emprego e renda. Além disso, o projeto reforça seu compromisso com as práticas ESG (Environmental, Social, and Governance) e a atuação em rede, essenciais para o fortalecimento e fomento da produção fotográfica e das artes visuais no Brasil e, especialmente, no DF. Neste contexto, serão organizados seminários em colaboração com parceiros estratégicos, visando ampliar o diálogo sobre temas cruciais. O primeiro, com a participação da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, focando na promoção e no desenvolvimento sustentável da fotografia como forma de arte e expressão. O segundo, reunirá a rede de produtores do BSBÉ - Brasília é de Festivais, para discutir estratégias de colaboração e apoio mútuo entre os festivais, fortalecendo a cena cultural e turística de Brasília. E ainda, um seminário com instituições reguladoras e stakeholders será dedicado a debater a sustentabilidade ambiental e o papel das cidades criativas na promoção de um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo. Assim, o Festival Mês da Fotografia não se limita a ser uma mostra de talento fotográfico, mas se posiciona como um fórum ativo de reflexão, celebração e impulso para a transformação cultural. Ao abraçar os temas de povos originários, segmentos invisibilizados, diversidade territorial e cultural, o festival transcende a arte para inspirar ação e mudança, convidando todos a construir um futuro mais inclusivo e diversificado.
Inovação O Festival Mês da Fotografia em sua 11ª edição traz uma abordagem inovadora à celebração e disseminação da arte fotográfica, refletindo um compromisso profundo com a inclusão, a diversidade e a sustentabilidade cultural. A introdução de ações como a Oficina de Fotografia Inclusiva e o lançamento da Convocatória para a IX Exposição Coletiva de Fotografias demonstra uma visão progressista, ao abrir espaço para artistas de diversas origens e habilidades, e ao estimular a participação ampla e diversificada no cenário artístico. Além disso, a projeção fotográfica na cúpula do Museu Nacional e a realização do Fotografia para Todos no Dia Mundial da Fotografia são exemplos claros de como o festival utiliza espaços públicos icônicos e datas significativas para democratizar o acesso à cultura e conectar a comunidade através da arte visual. A inovação se estende também ao formato e à estrutura do evento, particularmente através do Pavilhão Espaço da Fotografia, que não apenas serve como uma feira para editoras, galerias e coletivos, mas também como um fórum para o intercâmbio de ideias e conhecimentos por meio de seminários e workshops. Esta multiplicidade de espaços de interação reforça o caráter transdisciplinar do festival, cruzando fronteiras entre a fotografia, as artes visuais e outros campos criativos. O Seminário da RPCFB (Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil) e o Seminário BSBÉ Brasília é de Festivais, por exemplo, enfatizam a importância da rede de apoio e colaboração entre diferentes segmentos da economia criativa, reforçando a ideia de que a inovação surge da colaboração e da partilha de perspectivas diversas. Assim, o Festival Mês da Fotografia não apenas apresenta um panorama vibrante da fotografia contemporânea, mas também se posiciona na vanguarda das práticas culturais sustentáveis e inclusivas. Além disso, o festival demonstra um compromisso excepcional com a inclusão ao implementar ferramentas de acessibilidade avançadas, garantindo que todas as obras expostas sejam acompanhadas de audiodescrição. Essa iniciativa pioneira amplia significativamente o acesso à cultura e às artes visuais, permitindo que pessoas com deficiência visual experienciem plenamente o festival, em uma clara demonstração de que a inovação também reside na capacidade de tornar a arte acessível a todos. Por meio dessas iniciativas, o Festival Mês da Fotografia não apenas oferece uma visão inovadora da fotografia contemporânea, mas também se estabelece como um evento líder em práticas culturais inclusivas e sustentáveis, moldando o futuro das manifestações artísticas no Brasil. O Festival promove ainda, a inovação em suas ações de comunicação, adotando estratégias que transcendem as tradicionais fronteiras da divulgação. Empregando uma abordagem multimídia e interativa, se apropriando de plataformas digitais para criar uma experiência rica e envolvente para o público, antes mesmo do evento começar. A inclusão de tours virtuais e conteúdo de bastidores aproxima os artistas dos espectadores, fomentando um diálogo contínuo. Com o compromisso com a acessibilidade, o festival garante uma comunicação inclusiva, com recursos como vídeos legendados, audiodescrição e conteúdo interpretado em língua de sinais, assegurando que todos possam desfrutar e participar plenamente. Estratégia de comunicação A estratégia de comunicação do Festival é planejada para atrair e engajar um amplo espectro de públicos, incluindo fotógrafos, artistas visuais, entusiastas da fotografia, além de jovens e pessoas com deficiência. Almeja-se criar conexões significativas através de conteúdos e experiências que celebrem a riqueza da diversidade e da produção contemporânea das artes, garantindo que todos os envolvidos — desde veteranos até novos aficionados — encontrem valor e inspiração no festival. Integra, de forma orgânica, a marca de patrocinadores e apoiadores, fortalecendo o compromisso mútuo com a cultura, a arte e a inclusão. Prioriza iniciativas digitais para minimizar os impactos ambientais, contribuindo para um futuro mais sustentável. Identidade Visual - A identidade visual da marca Mês da Fotografia é reformulada a cada edição para refletir de maneira autêntica o tema central do festival. Esse processo envolve a escolha de cores, tipografias e elementos gráficos que não só refletem a essência do tema, mas também promovem a acessibilidade. O planejamento de marca se desenvolve para garantir acesso universal, adotando práticas de design inclusivo que contemplam a diversidade de necessidades do público. Isso inclui o uso de contrastes visuais para auxiliar na leitura, a implementação de símbolos claros que transcendem barreiras linguísticas e a seleção de fontes legíveis para pessoas com dislexia ou outras limitações visuais. Assim, a identidade visual do festival não apenas comunica visualmente o seu conteúdo, mas também assegura que a experiência do evento seja acolhedora e acessível a todos, reforçando seu compromisso com a inclusão e a universalidade no acesso à arte e à cultura. Assessoria de Imprensa - As ações destinadas à imprensa local e nacional, visam maximizar a cobertura midiática. Isso envolve a distribuição de press kit e press releases bem elaborados, a proposição de pautas atrativas para gerar mídia espontânea e a produção de conteúdo dinâmico para o site do festival, garantindo que as informações cheguem aos veículos de comunicação de forma eficaz. Publicidade - As estratégias publicitárias são projetadas para ampliar a visibilidade do festival, incentivando o envolvimento do público nas exposições e no Pavilhão Espaço da Fotografia. Para isso, serão veiculados spots de rádio, anúncios em jornais da região e outdoors colocados em locais estratégicos da cidade, buscando captar a atenção de uma ampla audiência e fomentar a participação ativa no evento. Marketing Digital - As ações nas redes sociais e presença digital, focam na gestão ativa dos canais/perfis oficiais do evento, utilizando plataformas como Instagram, Facebook e Youtube para alcançar os diferentes públicos, com conteúdos visualmente estimulantes e interativos. As campanhas pagas serão planejadas para atingir dois objetivos principais: incentivar a participação ativa de fotógrafos e artistas visuais, tanto na Convocatória da Exposição Coletiva quanto nas variadas atividades do festival; e expandir o alcance e a visibilidade do festival tanto no âmbito local quanto nacional. Adicionalmente, o uso estratégico de links patrocinados no Google visa posicionar o festival entre as principais buscas de interessados, garantindo visibilidade ampliada a um público engajado e alinhado com os temas do evento. Conteúdo Inclusivo e Engajador: Todo o conteúdo produzido, tanto para impressão quanto digital, será elaborado para ser inclusivo, empregando linguagem e formatos adaptados que assegurem a acessibilidade a pessoas com variados tipos de deficiência. Adicionalmente, o festival planeja a contratação de influencers e produtores de conteúdo online, ampliando o alcance e reforçando o engajamento através de plataformas digitais, garantindo que a mensagem do evento ressoe com um público diversificado e conectado. Projeto expográfico - O projeto expográfico das exposições é enriquecido com elementos que aprimoram a acessibilidade e a compreensão das obras. Além da disposição das fotografias e da atmosfera envolvente criada pela iluminação e design, cada obra é acompanhada de legenda e informações do autor. A inovação se destaca pela inclusão de audiodescrições acessíveis por QR codes, permitindo que visitantes com deficiência visual tenham uma experiência rica e inclusiva. Esse detalhe do projeto expográfico não apenas valoriza o conteúdo artístico, mas também reafirma o compromisso do festival com a inclusão, tornando a arte fotográfica acessível a um espectro mais amplo de público.
1. Circuito de Exposições Fotográficas IX Exposição Coletiva de Fotografias: Serão selecionadas 80 obras fotográficas por meio de chamamento público, divididas em quatro categorias: Individual, Ensaio, Jovens Fotógrafos e Fotografia Inclusiva. As obras serão impressas em papel fine arte no tamanho 60x80 cm e montadas em foam board para garantir durabilidade e qualidade na apresentação. A montagem será adaptada para espaços internos e externos, com iluminação adequada para destacar as imagens. Exposições Convidadas: Duas exposições de coletivos de fotógrafos indígenas e negros, com temas ligados à identidade cultural e diversidade. A curadoria será realizada em colaboração com os coletivos, e as obras serão montadas com especificações semelhantes às da exposição coletiva, garantindo coesão visual. Cada exposição será composta de 20 obras, em tamanhos diversificados, em conformidade com o espaço expositivo definido para sua instalação. Exposição Internacional: Uma exposição com obras de um fotógrafo ou coletivo estrangeiro, com curadoria voltada para temas que dialoguem com a diversidade cultural e social. As imagens seguirão o padrão de impressão e montagem das outras exposições. A exposição é composta por 20 obras fotográficas, no tamanho 60x80 cm. Projeções Mapeadas: Duas projeções mapeadas 180 graus na cúpula do Museu Nacional, utilizando tecnologia de mapeamento de projeção para criar uma experiência imersiva. As projeções terão resolução de alta definição e contarão com sistemas de som que complementem as imagens projetadas. 2. Pavilhão Espaço da FotografiaCobertura tipo geospace, com aproximadamente 600 metros quadrados para montagem de: Estandes e Bancadas Expositivas: Seis estandes com estrutura modular para expositores de produtos fotográficos e tecnológicos, cada um com área mínima de 3x3 metros, equipados com iluminação apropriada e pontos de energia. As dez bancadas expositivas terão suporte para apresentação de livros, publicações e equipamentos tecnológicos, com espaço para interação com os visitantes. Art Meeting: Estrutura de palco e som para os cinco shows musicais, com equipamento de áudio de alta qualidade, iluminação cênica e área reservada para espectadores com deficiência. Para as três sessões de contação de histórias, será utilizado um espaço adaptado com recursos de acessibilidade, como audiodescrição e intérprete de Libras. O cortejo cultural incluirá sistema de som móvel e sinalização acessível para o público. 3. Ciclo Diálogos FotográficosPalestras e Workshops: Quatro palestras e quatro workshops realizados em auditórios equipados com projetores de alta definição, sistemas de som e microfones, além de cadeiras ergonômicas para os participantes. Cada workshop terá duração de 4 horas, com materiais didáticos distribuídos para os inscritos. Oficina Inclusiva de Fotografia: Equipamentos adaptados para pessoas com deficiência, como câmeras com acessibilidade para usuários com baixa visão e tripés com ajuste de altura. O espaço contará com monitores especializados e materiais de apoio, como folhetos em braille e interpretação em Libras. Visitações Guiadas: As visitas guiadas serão realizadas com grupos escolares, com guias capacitados e audioguias disponíveis. As exposições contarão com sinalização acessível e informações complementares em áudio.
Desde 2016, o Festival tem se consolidado como um espaço de inclusão, promovendo a participação ativa de pessoas com deficiência em sua equipe e garantindo o protagonismo de artistas com deficiência nas exposições, por meio de ações afirmativas e reserva de vagas. Nesta edição, o compromisso com a acessibilidade será reforçado através de uma série de medidas que abrangem acessibilidade física, de conteúdo e atitudinal, assegurando que todas as pessoas possam usufruir plenamente do evento. As ações previstas incluem: 1. Acessibilidade FísicaO Festival implementará melhorias no Pavilhão Espaço da Fotografia, garantindo que o espaço seja acessível a todos os públicos. As medidas incluem: - Piso linear e contínuo, facilitando a mobilidade.- Rampas de acesso para os stands e palco, garantindo a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida.- Áreas de circulação amplas, adaptadas para cadeirantes.- Instalação de banheiros químicos acessíveis.- Disponibilidade de guia intérprete para recepção e orientação de pessoas com deficiência.- Áreas reservadas à frente do palco e nas salas de atividades formativas, garantindo assentos prioritários para pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades específicas. 2. Acessibilidade de ConteúdoCom o objetivo de promover a inclusão comunicacional, serão adotadas diversas medidas para tornar o conteúdo do Festival acessível: - Audiodescrição: Disponibilização de audiodescrição das obras das exposições fotográficas por meio de QR Code, com previsão de 160 obras descritas.- Monitores Intérpretes: Profissionais capacitados para atendimento ao público com deficiência nas galerias das exposições.- Site do Festival: Implementação do software Suite VLibras para interpretação de textos, além de galerias virtuais com links para audiodescrições das obras.- Materiais de Comunicação Inclusivos: Produção de vídeos com legendas automáticas e vídeos com descrição visual do Pavilhão Espaço da Fotografia, assegurando que as informações do evento sejam amplamente acessíveis. Além disso, será adotada a hashtag #pracegover em todas as publicações. 3. Acessibilidade AtitudinalA inclusão será trabalhada também através de ações que visam transformar atitudes e comportamentos em relação às pessoas com deficiência: - Treinamento da Equipe: Capacitação em práticas de acessibilidade atitudinal e inclusão, garantindo um atendimento de qualidade para todos os públicos.- Contratação de Profissionais PcD: Inserção de pessoas com deficiência em diversas funções, como coordenador de acessibilidade, fotografia e vídeo, monitoria e produção de conteúdo para redes sociais.- Fotografia Inclusiva na Convocatória: Reserva de uma categoria específica na convocatória da Exposição Coletiva, voltada para artistas com deficiência.- Oficina de Fotografia Inclusiva: Realização de uma oficina com 20 vagas destinadas a pessoas com deficiência, fomentando a capacitação e a expressão artística inclusiva.- Visita Guiada "Fotografia para Todos": Organização de visitas guiadas com guia intérprete na Exposição Coletiva, proporcionando uma experiência cultural acessível e enriquecedora.
O Festival Mês da Fotografia reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, oferecendo uma programação gratuita, inclusiva e diversificada, voltada para todos os públicos, especialmente pessoas com deficiência, jovens e grupos historicamente sub-representados. As iniciativas buscam romper barreiras físicas, financeiras e sensoriais, assegurando que todos possam usufruir das artes visuais e da fotografia. Democratização de Acesso 1. Ações Inclusivas e Acessibilidade Fotografia para Todos: O dia "Fotografia para Todos", em celebração ao Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto), incluirá visitas guiadas acessíveis para pessoas com deficiência. As visitas contarão com audiodescrição das obras e guias intérpretes, permitindo que o público com deficiência visual ou auditiva tenha uma experiência imersiva e enriquecedora. Transporte e Alimentação para Grupos Escolares: O festival garantirá o transporte gratuito e lanches para estudantes de escolas públicas do Distrito Federal e da RIDE. Essa ação visa garantir que estudantes de diferentes origens socioeconômicas tenham acesso ao Museu Nacional e às atividades programadas, fomentando a inclusão educativa e cultural. Materiais e Conteúdos Inclusivos: Serão desenvolvidos materiais de comunicação acessíveis, como vídeos com legendas automáticas e audiodescrição, além de materiais impressos em braille. O site do festival contará com o software Suite VLibras para tradução em Libras, ampliando o acesso a pessoas surdas e com deficiência auditiva. Espaços Acessíveis: Todas as instalações do festival, incluindo o Pavilhão Espaço da Fotografia, serão adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida, com rampas, áreas de circulação acessíveis, banheiros adaptados e áreas reservadas para o público com deficiência. 2. Programação Gratuita e Aberta Toda a programação do festival, incluindo as exposições, palestras, workshops, seminários e oficinas, será oferecida de forma gratuita. Essa abordagem visa assegurar que pessoas de todas as classes sociais tenham a oportunidade de participar ativamente das atividades culturais, eliminando barreiras financeiras que frequentemente limitam o acesso à arte. Além disso, IX Exposição Coletiva de Fotografias incluirá uma categoria específica para artistas com deficiência, incentivando a participação e visibilidade desses profissionais no cenário cultural; e uma categoria específica para jovens talentos, incentivando a participação de jovens entre 16 e 25 anos. Forma de Distribuição dos Produtos 1. Exposição Coletiva de Fotografias A Exposição Coletiva será realizada no Museu Nacional da República, com acesso gratuito a toda a comunidade. Essa estratégia visa descentralizar o acesso e proporcionar às comunidades locais a oportunidade de apreciar a arte fotográfica. A exibição também será disponibilizada online, com galerias virtuais e audiodescrição das obras, permitindo o acesso remoto a todos. Para ampliar o alcance e engajamento, a exposição contará com sessões de visitas guiadas e encontros com os fotógrafos, promovendo o diálogo entre artistas e público. E duas noites de Projeção mapeada, onde as obras fotográficas são projetas na Cúpula do Museu Nacional em uma exposição à céu aberto. 2. Pavilhão Espaço da Fotografia O Pavilhão Espaço da Fotografia funcionará como um ponto de convergência para editoras, galerias de arte, coletivos de fotógrafos, fotoclubes e marcas, oferecendo uma plataforma para o intercâmbio de ideias e a valorização do mercado cultural. As atividades no pavilhão incluirão feiras, apresentações artísticas e espaços para seminários e workshops. O local será acessível para pessoas com deficiência, contando com infraestrutura adaptada, guias intérpretes e materiais informativos inclusivos. Para facilitar o acesso de públicos diversos, o festival se compromete a realizar ações de divulgação nas periferias e por meio de redes de apoio comunitário, garantindo que o evento seja conhecido e frequentado por públicos variados. 3. Ciclo de Atividades Formativas O Ciclo Diálogos Fotográficos será composto por palestras, workshops e oficinas voltados para o desenvolvimento técnico e artístico. As atividades serão planejadas para atender diferentes níveis de conhecimento, desde iniciantes até profissionais. Serão disponibilizadas vagas reservadas para pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e moradores de áreas periféricas, assegurando que os processos formativos sejam inclusivos e acessíveis. Haverá, ainda, apoio com transporte para grupos escolares e participantes de comunidades afastadas. As atividades formativas serão transmitidas ao vivo pela internet, permitindo que pessoas que não possam comparecer presencialmente tenham acesso ao conteúdo. Impacto social A gratuidade de todas as ações do Festival pode ser considerada uma ação social significativa. Ao oferecer acesso gratuito, o evento não apenas facilita a inclusão cultural de públicos diversos, mas também democratiza o acesso à arte e à educação cultural. Isso permite que pessoas de todas as idades, origens sociais e econômicas tenham a oportunidade de experimentar, aprender e se envolver com a cultura em um nível mais profundo.Contribui para a quebra de barreiras financeiras que muitas vezes impedem a participação em eventos culturais, e promove o engajamento comunitário e o desenvolvimento social, enfatizando a importância da cultura como um direito acessível a todos, alinhado aos princípios de inclusão social e equidade. Além da gratuidade, a realização do dia “Fotografia para Todos" em 19 de agosto, alusivo ao Dia Mundial da Fotografia, destaca a inclusão social como pilar central do Festival Mês da Fotografia. Esta ação, dedicada a promover uma visita guiada acessível para pessoas com deficiência, incorpora audiodescrição e a presença de guias intérpretes, assegurando uma experiência rica e inclusiva. Este compromisso em oferecer acessibilidade reflete um esforço consciente para derrubar barreiras físicas e sensoriais, permitindo que todos, independentemente de suas limitações, possam apreciar a arte da fotografia. Por fim, o projeto vai garantir o transporte e lanches para grupos escolares da rede pública de ensino do Distrito Federal e RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno), elevando seu compromisso com a ação social e a inclusão educacional. Esta iniciativa garante que estudantes de diferentes contextos socioeconômicos tenham acesso ao Museu Nacional e o contato direto com a arte e a fotografia, desfrutando das exposições e atividades culturais previstas. Isso reforça a visão de que a educação cultural é um componente essencial da formação integral do indivíduo, contribuindo para o desenvolvimento de uma sociedade mais consciente, criativa e coesa. Ao integrar essas ações e recursos, o festival não apenas honra o potencial educativo e cultural da fotografia, mas também fortalece o tecido social, reafirmando a arte como um direito universal e um veículo para a inclusão e o reconhecimento da diversidade humana.
A Lente Cultural, instituição proponente e realizadora do Festival Mês da Fotografia desde 2010, desempenha um papel central na gestão administrativa e coordenação geral do projeto. Sua função abrange, além da coordenação de equipes e relacionamentos institucionais, a organização de todos os processos administrativos e contratuais, garantindo que as atividades previstas sejam executadas de forma eficiente e dentro dos prazos estabelecidos. A Lente Cultural é responsável pela emissão de relatórios de execução, que monitoram o cumprimento das metas e resultados esperados, além de coordenar a prestação de contas, assegurando transparência no uso de recursos. Além disso, a instituição se destaca por sua expertise na captação de recursos e gerenciamento de parcerias públicas e privadas, atuando em conformidade com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Sua trajetória sólida e reconhecida na realização de eventos culturais, como as 10 edições anteriores do festival, reforça seu compromisso com a promoção da arte, inclusão e diversidade, fatores que sustentam a missão da Lente Cultural de ampliar o acesso à cultura no Brasil. Equipe técnica Denise Camargo é uma artista visual com vasta experiência em fotojornalismo e fotografia documental. Doutora em Artes (Unicamp) e mestre em Ciências da Comunicação (ECA/USP), suas pesquisas focam nas poéticas visuais e nas interseções entre arte, tecnologia e as matrizes culturais afro-brasileiras. Membro de grupos de pesquisa e docente na Universidade de Brasília, Denise também atua como curadora e gestora de projetos culturais, sendo membro do Comitê de Seleção do World Press Photo. Desde 2009, vive e trabalha em Brasília, dedicando-se à promoção da arte fotográfica. Eraldo Peres é o idealizador e diretor executivo do Festival Mês da Fotografia, liderando o evento desde sua primeira edição em 2010. Com uma carreira dedicada à documentação de patrimônio cultural imaterial brasileiro, especialmente das tradições populares das regiões rurais do Brasil, Eraldo já foi premiado internacionalmente em concursos como o Nikon Photo Contest e o Humanity Photo Awards da UNESCO. Ele também é membro ativo de diversas organizações de fotografia e cultura, contribuindo amplamente para o fortalecimento do setor fotográfico no Brasil. Rinaldo Morelli é repórter fotográfico, formado em Artes Plásticas e mestre em Arte e Tecnologia pela Universidade de Brasília. Fundador do grupo Ladrões de Alma e professor de fotografia, Morelli tem vasta experiência em exposições e curadorias no Brasil e no exterior. Atualmente, ele é membro do Conselho Curador de Cultura da Câmara Legislativa do Distrito Federal e tem colaborado com o Festival Mês da Fotografia desde 2018 como curador técnico, além de ter participado como jurado em importantes prêmios fotográficos. Sara Seilert é diretora do Museu Nacional da República e mestre em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília. Com uma trajetória dedicada às artes visuais e ao patrimônio cultural, ela já atuou como analista de atividades culturais na Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. No Festival Mês da Fotografia, Sara integrou a curadoria da 10ª edição e contribui com sua expertise para o desenvolvimento de projetos culturais e artísticos. Martin Barreiro é músico, produtor artístico e fundador das bandas Jah Live e Som de Bob, com mais de 25 anos de experiência na produção de grandes festivais e eventos culturais no Brasil. Além de sua atuação na música, Martin é empreendedor no setor alimentício e no esporte, sendo fundador de franquias e parceiro da Associação Brasiliense de BMX. Atualmente, ele também participa ativamente do Conselho Regional de Cultura do Guará (DF), promovendo a economia criativa e o desenvolvimento local. Carol Peres é gestora cultural e fundadora da IDEIA Prática, empresa especializada na elaboração e gestão de projetos culturais. Com uma trajetória de mais de dez anos no setor, Carol possui um mestrado em Gestão Cultural pela Escola Superior de Artes e Design de Leiria, Portugal, e tem desenvolvido diversos projetos aprovados em editais nacionais. Ela coordena a administração do Festival Mês da Fotografia, assegurando a execução de todas as etapas do projeto com eficiência. Joaquim Barbosa é consultor em acessibilidade, surdo bilateral implantado, e atua como diretor da StandWolf Soluções em Acessibilidade. Com uma trajetória de militância pelos direitos das pessoas com deficiência, Joaquim é coautor de um sistema pioneiro de tradução de línguas e tem sido peça fundamental no Festival Mês da Fotografia desde 2016, garantindo que o evento seja acessível e inclusivo para todos os públicos. Cristiano Costa é repórter fotográfico e videomaker, com 20 anos de experiência em fotografia e audiovisual. Atua como fotógrafo e editor de vídeo do Festival Mês da Fotografia desde 2016, além de ter trabalhado em campanhas de comunicação para o GDF e diversas instituições do Distrito Federal. Sua expertise inclui a produção de conteúdos audiovisuais para redes sociais e eventos culturais. Kátia Turra é jornalista e relações públicas com mais de 30 anos de experiência em assessoria de imprensa e comunicação. Fundadora da TÁTIKA Comunicação, Kátia tem sido responsável pela divulgação do Festival Mês da Fotografia desde 2011, alcançando resultados significativos de mídia espontânea. Ela já trabalhou com grandes eventos culturais e marcas renomadas, consolidando sua atuação no mercado de comunicação institucional. Fernanda Azevedo é publicitária com mais de 20 anos de experiência em marketing e propaganda, formada pela ESPM/SP. Com MBA em Gestão de Negócios e Gestão de Marcas, Fernanda já trabalhou com empresas de destaque, como Volkswagen e Bradesco. Atualmente, é fundadora da FAZ Consultoria, especializada no desenvolvimento de planejamentos estratégicos para pequenas e médias empresas.
PROJETO ARQUIVADO.