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O projeto Trocando Ideia pelo RS, visa celebrar os 25 anos do Instituto Trocando Ideia, destacando suas contribuições para o direito à cidade. A iniciativa compreende um Festival Artístico Itinerante, de forma gratuita, que percorrerá quatrocidades do Rio Grande do Sul, com promoção de oficinas, rodas de conversa, apresentações musicais, exposições e projeções artísticas, ligadas às manifestações culturais de rua, com forte ligação ao movimento periférico e à luta por moradia. O projeto será desenvolvido nas seguintes cidades: Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas e Caxias do Sul, promovendo o intercâmbio cultural entre as mesmas. O encerramento se dará na cidade de Porto Alegre, lugar onde o Instituto tem sua maior atuação e se consolidou.
Oficinas [12] HipHop: A oficina de Hip Hop visa ensinar os elementos dessa cultura urbana e a história do movimento Hip Hop. Além da prática artística, os participantes serão incentivados a explorar o Hip Hop como ferramenta de resistência e inclusão social. A oficina é voltada para jovens das periferias, promovendo a integração cultural e a reflexão sobre temas de identidade e luta social. Classificação Indicativa: A partir de 10 anos. Muralismo: A oficina de muralismo tem o objetivo de capacitar os participantes nas técnicas de criação de murais e grafite, ensinando o uso de tintas spray e estênceis. Os murais criados coletivamente refletirão questões sociais importantes, como o direito à cidade, a inclusão e a identidade periférica. Essa atividade promove a valorização da arte urbana e o engajamento social através da arte pública. Classificação Indicativa: Livre Slam: A oficina de slam incentiva os participantes a escreverem e performarem poesias que expressem suas experiências pessoais e coletivas, explorando temas como inclusão, identidade e resistência. O slam, enquanto forma de poesia falada, será ensinado como uma ferramenta de empoderamento social, culminando em uma apresentação final onde os participantes compartilharão suas criações. Classificação Indicativa: A partir de 10 anos Seminário - Rodas de Conversa [08] Serão propostas duas rodas de conversas por cidade em que o Festival acontecerá, sendo: - Direito à cidade; - Inclusão social e cultural; As rodas de conversa são encontros que abordam dois temas centrais: o Direito à Cidade e a Inclusão Social e Cultural. A primeira roda de conversa explora a ocupação dos espaços urbanos pelas comunidades periféricas e o papel das artes urbanas na reivindicação de direitos. A segunda roda de conversa discute como a arte pode ser usada como ferramenta de inclusão, abordando temas de gênero, raça e classe, e promovendo a participação social através da cultura. Classificação Indicativa: Livre para todas as idades. Exposição - [04] Será realizada uma exposição de artes visuais por cidade em que o Festival acontecerá. A exposição reunirá obras de artistas periféricos, incluindo grafites, murais, fotografias e outras manifestações visuais. As obras abordarão temas sociais promovendo um espaço de reflexão crítica e conscientização por meio da arte urbana. A exposição será montada em espaços públicos acessíveis, reforçando a democratização do acesso à cultura. Classificação Indicativa: Livre para todas as idades. Apresentação Musical - [04] Show de artistas/grupos musicias relacionados à tematica do projeto. Em cada cidade ocorerá uma apresentação musical que encerrará o festival com performances de artistas locais e regionais.
Objetivo Geral:O projeto tem como objetivo geral celebrar os 25 anos do Instituto Trocando Ideia, destacando suas contribuições para a promoção do direito à cidade por meio de um Festival Artístico Itinerante, que percorrerá as cidades de Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul com uma programação gratuita e diversa reunindo 200 pessoas por cidade em um total geral de 1000 pessoas. Objetivos Específicos: - Realizar 2 rodas de conversa por cidade, com os temas "Direito à Cidade" e "Inclusão Social e Cultural", envolvendo a comunidade local e especialistas para promover reflexões e conscientização sobre o uso do espaço urbano. As rodas terão um público estimado de 50 participantes por sessão, totalizando 400 participantes ao longo do festival. - Promover 1 festival artístico itinerante em 4 cidades, promovendo a diversidade cultural e possibilitando a participação ativa de 200 pessoas por cidade, com um público total de 1.000 pessoas ao longo do evento.- Realizar 3 oficinas interativas em cada cidade, abordando Slam, Muralismo e Hip Hop, com o objetivo de fomentar a expressão artística e cultural das comunidades locais. Cada oficina terá capacidade para 50 participantes, somando um total de 600 participantes nas oficinas. - Garantir a participação equitativa das mulheres no evento com no mínimo 50%.Objetivos gerais:- Difundir a importância do direito à cidade por meio da expressão artística;- Promover intercâmbio cultural entre as seis cidades participantes;- Fortalecer parcerias com instituições internacionais, como a Rede Latino Americana de Pontos de Cultura;- Fomentar a participação ativa do movimento periférico e de grupos envolvidos na luta por moradia. Os objetivos garantem o cumprimento dos artigos 1º e 3º da Lei 8313/91, promovendo a democratização do acesso à cultura, o desenvolvimento e fomento à produção cultural e artísticas.
O projeto Trocando Ideia pelo RS propõe uma celebração única em magnitude, marcando os 25 anos de existência do Instituto Trocando Ideia e destacando suas significativas contribuições para a promoção do direito à cidade. Por meio de um Festival Artístico Itinerante, o projeto percorrerá quatro cidades do Rio Grande do Sul, proporcionando uma experiência cultural diversificada e acessível a todos. O hip-hop, como expressão cultural urbana e ferramenta de ativismo social, desempenha um papel fundamental neste projeto. A cidade, segundo o urbanista Robert Park, é a materialização dos desejos humanos, sendo também o palco onde moldamos nosso próprio destino. O direito à cidade transcende a mera liberdade individual, representando uma coletividade empoderada para remodelar os processos urbanos. Este projeto busca, por meio do hip-hop, catalisar essa transformação coletiva. Os objetivos específicos do projeto refletem sua abordagem integrada, desde a promoção da diversidade cultural até o estímulo ao diálogo sobre o direito à cidade e inclusão social. Destaca-se a equidade de gênero, celebração do aniversário do Instituto, fortalecimento das bases institucionais, intercâmbio cultural entre cidades e parcerias internacionais. A inclusão de oficinas de SLAM, Muralismo e Hip Hop demonstra a abordagem multifacetada do projeto, unindo expressão artística e reflexão sobre a realidade urbana. O Hip Hop, recentemente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de São Paulo, emerge como força motriz para transformações sociais. Este movimento não se limita a ser apenas uma expressão artística, mas a manifestação das lutas diárias de uma sociedade que almeja mudanças. Ao se tornar parte intrínseca do ativismo social, o hip-hop proporciona uma plataforma única para promover a igualdade de direitos, justiça social e o fim da violência, alinhando-se perfeitamente com os objetivos do projeto. A cidade é um organismo vivo, moldado pelas escolhas de seus habitantes. O direito à cidade transcende o acesso a recursos urbanos; é a coletividade transformando a si mesma. O projeto Trocando Ideia pelo RS, ao incorporar elementos do hip-hop, propõe uma experiência que vai além do entretenimento. Transforma as cidades em galerias a céu aberto, onde a arte é a voz que clama por mudanças significativas no cotidiano. Ao fomentar a expressão artística, promover o intercâmbio cultural e estimular diálogos sobre direitos urbanos, o projeto se alinha organicamente com os princípios do direito à cidade. Em resumo, o Trocando Ideia pelo RS não é apenas um evento artístico; é uma celebração do poder transformador do hip-hop, unindo comunidades em uma busca coletiva por uma cidade mais justa e inclusiva. Sua realização, em diversas cidades do Rio Grande do Sul, com encerramento em Porto Alegre, assume uma importância singular. Cada município é um elo vital na trajetória de 25 anos do Instituto Trocando Ideia. Ao percorrer essas localidades, homenageamos e agradecemos às comunidades que moldaram a identidade do Instituto, reforçando os laços que o ligam a essas cidades. O encerramento em Porto Alegre, berço e coração do Instituto, não apenas celebra o legado construído, mas simboliza um profundo agradecimento a essas comunidades que são verdadeiras parceiras na construção do direito à cidade e na transformação social. Este projeto não é apenas uma celebração artística, mas uma expressão de gratidão e compromisso com as cidades que inspiram e impulsionam. O projeto se enquadra no art. 1º da Lei 8313/91, incisos II e III, ao promover a difusão de manifestações culturais e o acesso à cultura, contribuindo para o desenvolvimento cultural e social. Além disso, atende aos objetivos do art. 3º da mesma norma, alinhando-se com a preservação da diversidade cultural, formação de público e estímulo à produção cultural regional. O mecanismo de incentivo à cultura é fundamental para viabilizar financeiramente o projeto, permitindo sua execução em larga escala e alcance nacional. A utilização da Lei Rouanet fortalece a promoção da diversidade cultural, o acesso à arte e a conscientização sobre direitos urbanos, alinhando-se aos propósitos da legislação vigente.
O projeto cultural, objeto da presente proposta, contempla ações realizadas exclusivamente no Estado do Rio Grande do Sul. Dessa forma, o projeto está devidamente enquadrado na Instrução Normativa MINC nº 14, de 12 de junho de 2024, que estabelece medidas emergenciais em decorrência do estado de calamidade pública, declarado por meio do Decreto nº 57.596, de 1º de maio de 2024, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Com fundamento na mencionada IN nº 14/2024, informamos e solicitamos que a tramitação do presente projeto seja realizada de forma prioritária, conforme previsto nos artigos 3º, inciso I, e 4º da referida Instrução Normativa.
Oficinas [12] Todas as oficinas terão Metodologia: expositiva e prática Cada oficina terá a duração total de 3 horas e a participação de até 30 participantes por oficina. Oficina de Hip Hop: A oficina de Hip Hop será um espaço de aprendizado e prática, com foco em ensinar os elementos básicos dessa cultura e a história do Hip Hop como movimento social e cultural. Os participantes serão incentivados a compor letras e se expressar por meio da dança e da música, explorando temas como resistência, identidade e inclusão social.Duração: 3 horasPúblico-alvo: Jovens de 12 a 25 anos das periferias, com interesse em cultura urbana.Número de Participantes: Até 30 pessoasObjetivo: Promover o Hip Hop como uma ferramenta de expressão e inclusão, capacitando os participantes em dança e rap. - Capacitar jovens para desenvolverem habilidades criativas, artísticas e sociais, promovendo o engajamento com a cultura de rua de forma positiva.- Criar um espaço de convivência cultural para jovens de diferentes contextos sociais, fomentando o diálogo e a integração entre eles Material: sistema de som Oficina de Muralismo: Essa oficina focará na criação de murais coletivos, com a utilização de técnicas de grafite e pintura. O muralismo é uma poderosa ferramenta de arte urbana que permite aos participantes expressarem suas realidades e lutas por meio de cores e imagens. Durante a oficina, os participantes trabalharão em conjunto para criar murais que representem temas como o direito à cidade, a inclusão social e a identidade periférica.Duração: 3 horasPúblico-alvo: Jovens e adultos da comunidade local com interesse em arte visual e urbana.Número de Participantes: Até 30 pessoasObjetivo: Ensinar técnicas de muralismo e grafite, promovendo a expressão artística colaborativa em espaços públicos. - Introduzir os participantes à arte do grafite como forma de expressão artística e social, promovendo o desenvolvimento de habilidades técnicas e criativas em jovens das periferias.- Criação de murais coletivos representando temas sociais locais. Material: sprays, papel, mascaras, projetor, cartolinas Oficina de Slam: A oficina de Slam será um espaço dedicado à poesia falada e à performance. Os participantes aprenderão a criar suas próprias poesias, explorando temas como identidade, resistência e questões sociais. O Slam é uma forma poderosa de expressão, especialmente para jovens de periferia, e a oficina culminará em uma apresentação onde os participantes poderão compartilhar suas poesias.Duração: 3 horasPúblico-alvo: Jovens e adultos com interesse em poesia, expressão verbal e performance.Número de Participantes: Até 30 pessoasObjetivo: Capacitar os participantes a escreverem e performarem poesias, utilizando o Slam como ferramenta de expressão e inclusão. Material: Microfones e sistema de som para a realização das performances e simulação de competições de Slam. Seminário - Rodas de Conversa [08] Cada Roda de Conversa terá a duração total de 1h30 e a participação de até 50 participantes. Cada cidade terá 2 rodas de conversa sendo: Roda 1: Direito à Cidade: Discussão sobre o conceito de direito à cidade, a importância do acesso democrático aos espaços urbanos e o papel das comunidades periféricas na transformação das cidades. Roda 2: Inclusão Social e Cultural: Discussão sobre como a cultura e a arte podem ser ferramentas de inclusão e resistência social, abordando também questões de identidade de gênero, raça e classe. Duração: 1h30 cada roda de conversaPúblico-alvo: Comunidade local, artistas e coletivos sociais. Objetivos: Criar um espaço de debate e reflexão sobre o impacto das expressões culturais urbanas na luta por direitos sociais e o papel da cultura na sociedade. Discutir as potencialidades da arte como ferramenta de inclusão social, com foco na formação cultural de jovens. Material: sistema de som Exposição - [04] Teremos uma exposição de arte de artistas locais de cada cidade a serem selecionados por meio de curadoria realizada. Objetivos: destacar o talento de artistas visuais locais que utilizam a arte urbana como forma de expressão cultural e social. - Expor 20 obras de arte de artistas locais e regionais. - Facilitar o acesso do público em geral a uma exposição de arte gratuita em espaços públicos, promovendo a democratização do acesso à cultura. Ebook - Livro online disponibilizado de forma gratuita Ao final do projeto será produzido um ebook com os principais registros e impressões, produções artísticas, divulgação dos oficineiros, coletivos e apoiadores, a fim de reverberar o movimento feito pelo festival. Conterá registros do projeto como imagens e depoimentos dos participantes; Breve histórico do Instituto Trocando Ideia em formato de linha do tempo; Descrição de etapas de um projeto cultural a fim de incentivar novos produtores; Agradecimentos;
Acessibilidade Física:Locais Acessíveis: Selecionar espaços físicos que estejam de acordo com as normas de acessibilidade, com rampas de acesso, banheiros adaptados e guias táteis para orientação.Sinalização Adequada: Instalar sinalização visual clara e de fácil compreensão para indicar rotas acessíveis, áreas de descanso e emergência.Espaço Reservado: Disponibilizar áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo boa visibilidade dos eventos.Intérpretes de Libras: Contratar intérpretes de Libras para garantir a comunicação efetiva com pessoas surdas ou com deficiência auditiva durante as atividades e apresentações.Acessibilidade de Conteúdo: Toda a comunicação do projeto em mídias on e offline serão produzidas em linguagem clara e simples, facilitando a leitura e a compreensão das informações pelo leitor, de maneira objetiva e inclusiva. Acessibilidade Online: Garantir que as mídias sociais do evento sejam acessíveis, seguindo as diretrizes de acessibilidade da web, e disponibilizar versões acessíveis de materiais online, como programação, vídeos promocionais e formulários de inscrição.
Todos os produtos do presente projeto serão fornecidos de forma gratuita. As Oficinas e Rodas de Conversa serão abertas a comunidade local e interessados - respeitando a capacidade máxima de acordo com as atividades propostas. O E-book - produto da contrapartida cultural, será um material disponibilizado online e gratuitamente, de modo que quem tiver interessem em conhecer o projeto e seu conteúdo possa acessar e baixar livremente. As apresentações musicais do evento de encerramento em Porto Alegre serão transmitidas via LIVE no canal do YouTube e Instagram do Instituto a fim de democratizar a participação de mais pessoas interessadas que não puderem comparecer ao evento presencial. Toda a comunicação do projeto em mídias on e offline serão produzidas em linguagem clara e simples, facilitando a leitura e a compreensão das informações pelo leitor, de maneira objetiva e inclusiva.
Coordenação de Produção - Fabiana Menini Tecnologa em Administração Hoteleira pela Escola Superior de Hotelaria Casteili, em Canela \ RS , cursou Historia na Universidade Federal de Santa Maria, o que possibilitou como Aluna Especial frequentar cadeiras de Semiotica nos cursos de Comunicação \Radio TV, Engenharia e Filosofia. Por 10 anos fez carreira no mercado Hoteleiro, tendo inicio como Supervisora de Copas no Hotel Lage de Pedra ***** , depois trabalhando em hoteis em Curitiba- Assistente Gerente A&B, em Angra dos Reis Gerente A&B e, após 5 anos como Gerente Geral Hotel FENAC *** em Novo Hamburgo \RS, participou do grupo de trabalho que realizou a terceirização do empreendimento. Em Porto Alegre, atuou na criação de eventos Temáticos Gastronômicos, consultoria para Canoas Parque Hotel, Vinicola Valontano, Cosmos Hotel entre outras e, ampliou meu posicionamento profissional. AtuOU como divulgadora, promotora e criativa (na época não havia esta denominação) em atividades artísticas. Desenvolveu comida cenográfica, trabalhou em gravadoras, planejou e executou grandes eventos, criou e executou projetos culturais relevantes tanto pela quantidade de público, quanto pela qualidade de programação.Teve a oportunidade de presidir o Instituto Trocando Idéia de Tecnologia Social, que realizou projetos e eventos em todo Brasil e exterior, em especial na Europa e America Latina. Hoje participa da Rede Cultura Viva Comunitária, criando pontes entre jovens artistas e produtores culturais da America Latina, tendo atuado em projetos com as Universidades UFRGS, FURG, UFRJ, Feevale e UNIPAMPA na área da Produção Cultural. Ganhou o Prêmio Conexões Artes Visuais da Funarte em 2008 com o tema "Pixação uma Arte Genuina Brasileira" e Prêmio Santander Apoio Projeto para "Biblioteca Comunitaria Preto Ghoez". Hoje é reconhecida em espaços de cultura popular, de base e de periferia, na academia e nas ruas. Teve projetos realizados com aporte financeiro público e privado, todos com prestação de contas aprovadas , exceto os em andamento. Atua na Além Arranjos Criativos e Instituto Trocando Ideia de Tecnologia Social Integrada. Coordenadora de Comunicação - Niruana SatiePublicitária, pós-graduada em TV e convergência digital, professora universitária, trabalhou com produção cultural ou na área da cultura entre 2010 e 2016. Atualmente é gerente de marketing da rede Ulbra de educação, atuando em mais de 50 unidades, de ensino básico e graduação, presencial, híbrido e EAD. Coordenador de Projeto - Fabio Kossmann Graduado em administração (2019) e Mestre em Industria Criativa (2021) pela Universidade Feevale, com a linha de pesquisa em gestão e inovação. Ex-Presidente do Instituto Naumild de produção e gestão cultural. Foi secretário de tecnologia da informação e inclusão digital de Novo Hamburgo-RS. Possui ainda experiência em gestão e gerenciamento de projetos, empreendedorismo e responsabilidade social de organizações. No momento, atua como pesquisador convidado no grupo de pesquisa e extensão VIA Estação do Conhecimento (UFSC), através de prospecção de projetos e pesquisas relacionados a Economia Criativa. Conduziu projeto de pesquisa sobre cocriação de valor em plataformas digitais.Experiência em Gestão de projetos e consultorias para diversos setores incluindo: desenvolvimento e transferência tecnologia, planos e implementação de negócios e modelos de operação de empreendimentos tradicionais e inovadores, estudos de viabilidade técnica, econômica e comercial de novos produtos e serviços, e em sistemas de gestão e auditorias.Experiente na negociação, captação de recursos e gestão de projetos junto a diversos clientes e financiadores nacionais e internacionais, integrando stakeholders e equipes especialistas internas, de clientes e de parceiros tecnológicos.Pesquisador e entusiasta de gestão e inovação com ênfase na Indústria Criativa, com experiência em organização, apresentação e avaliação de eventos de Inovação Científica. Integrante do Grupo de Governança do selo de Florianópolis Industria Criativa da Gastronomia UNESCO. Coordenadora de Acessibilidade - Lilian Nunes Artista Plástica, graduada pela UFSM; Especialista em Acessibilidade Cultural pela UFRJ. Atua como Técnica em Cultura, na Secretaria de Cultura e Relações Internacionais de São Leopoldo desde 2011. Também é bailarina e atriz. Já ministrou palestras e cursos sobre Acessibilidade.
PROJETO ARQUIVADO.