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PRONAC 2410522Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O MAR QUE EU AINDA NÃO VI

CABECA DE CUIA PRODUTORA DE FILMES E VIDEOS LTDA
Solicitado
R$ 772,6 mil
Aprovado
R$ 772,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-11-12
Término
2025-12-31
Locais de realização (9)
Salvador BahiaFortaleza CearáJoão Pessoa ParaíbaBelém ParáJosé de Freitas PiauíLuís Correia PiauíTeresina PiauíRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Este é um documentário de média-metragem de 60 minutos, que segue a jornada de João Daniel, um menino autista, em sua primeira viagem ao oceano. O filme oferece uma visão íntima da vida de João, explorando seu cotidiano, suas relações familiares e sociais, e suas aventuras internas e externas. A narrativa destaca a importância da empatia, inclusão e apoio familiar no desenvolvimento de crianças autistas. Utilizando montagens de fotos e vídeos de arquivos pessoais e captação profissional com direção fotográfica e drone, o documentário revela a beleza, a singularidade e os desafios da condição de João, inspirando o público a abraçar a diversidade e construir um mundo mais inclusivo.

Sinopse

Resumo dos Produtos do Projeto, como pedido: O Documentário: Assunto: Com um forte enfoque educativo e de sensibilização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o documentário desenvolve uma narrativa que explora a vida de João Daniel na zona rural, suas interações com animais, os desafios na escola, e os laços afetivos com familiares, culminando na descoberta e encantamento de ver o mar pela primeira vez. Exibição Especial: Assunto: Sessões de exibição do documentário na Escola de João Daniel e no teatro da cidade, com debates com a equipe de produção, dialogando sobre os bastidores das filmagens, como se faz um documentário, como também debate de especialistas em TEA, visando promover a inclusão, sensibilização e discussão sobre o TEA entre diferentes audiências. Folhetos Educativos: Assunto: Material complementar ao documentário, disponível em formato impresso e digital. O folheto educativo contém, além de informações sobre o TEA, atividades de sensibilização, sugestões de discussões para educadores e pais, e recursos adicionais para aprofundar o entendimento sobre a inclusão de pessoas com autismo. Página Web do Projeto: Assunto: A plataforma online dedicada ao documentário, contendo informações sobre o projeto, recursos educativos, acesso ao guia em formato digital, e materiais complementares. A página também incluirá conteúdos exclusivos como entrevistas, bastidores e informações sobre o TEA, promovendo a continuidade e ampliação do impacto educativo do documentário.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto "O Mar que eu ainda não vi" é sensibilizar e educar o público sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) através da produção e divulgação de um documentário que narra a primeira viagem de João Daniel, um menino autista, ao mar, que ele chama de oceano, promovendo assim a inclusão e a empatia, com uma narrativa acessível e envolvente que inspire e informe diversas audiências, incluindo crianças, familiares, educadores e cuidadores. Objetivos Específicos: 1. Realizar a Produção de um Documentário de média-metragem de 60 minutos, com filmagens da vida cotidiana de João Daniel na zona rural e durante sua viagem ao mar. 2. Conduzir 7 (sete) entrevistas com familiares, educadores e especialistas em TEA para fornecer contexto e profundidade ao filme. 3. Editar e finalizar o documentário "O MAR QUE EU AINDA NÃO VI" enviar para o maior número de festivais de cinema, nacionais e internacionais, aumentando sua visibilidade e impacto; como exemplo: É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários, entre outros. Fazer o lançamento em 5 grandes capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Teresina, alcançando um público estimado de 2 mil pessoas. 4. Realizar 1 (um) Evento Especial de Exibição do documentário na escola do João Daniel e, posteriormente, no teatro da cidade, com debates e discussões pós-exibição. 5. Dispor o documentário em 2 plataformas digitais, YouTube e Vimeo, para alcançar um público amplo. 6. Produzir um Folheto Educativo complementar ao documentário, contendo informações sobre o TEA, com sugestões de atividades e discussões para educadores, pais e toda a sociedade. Serão impressas 2000 cópias do folheto. 7. Desenvolver e promoveruma página na web dedicada ao documentário, para aprofundar a temática, acompanhar bastidores do documentário e as programações das duas exibições públicas, dos festivais e do lançamento. No site, teremos o Folheto Educativo disponível para download gratuito. Nele, outros recursos e informações sobre o TEA serão disponibilizados, com inclusão da acessibilidade específica para o usuário com TEA, retirando os obstáculos que dificultam e, muitas vezes, impossibilitam o acesso aos conteúdos e páginas. 8. Promover campanha de marketing digital do documentário nas redes sociais (instagram, facebook), com o objetivo de atingir 10 mil visualizações online. Assim como a criação de materiais de divulgação, como pôsteres, para as salas de cinema. 9. Realizar uma medição de impacto por meio de uma Pesquisa de feedback com o público do documentário, utilizando questionários distribuídos nas exibições presenciais e online, com uma meta de 400 respostas coletadas; tendo, posteriormente, uma análise dos dados coletados para avaliar o impacto educativo e emocional do documentário, e a elaboração de um relatório final que será incluído na prestação de contas do projeto.

Justificativa

O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto pela Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), é essencial para viabilizar este projeto por várias razões que se enquadram, principalmente, nos incisos a seguir. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O documentário será amplamente distribuído e terá tanto exibições públicas quanto acesso em plataformas digitais (Youtube e Vimeo), promovendo a difusão cultural e educativa, assim como seus materiais e conteúdos complementares serão disponibilizados em site próprio. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto será realizado em uma zona rural, valorizando e destacando a cultura e a vida no campo, contribuindo para a produção cultural local. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O financiamento via Lei Rouanet permitirá cobrir os custos de nossa obra, equipe, toda a produção e equipamentos, garantindo que o projeto seja executado com o profissionalismo e a excelência que o tema exige, pois produzir um documentário de alta qualidade envolve custos significativos com desenvolvimento, pré-produção, deslocamentos, pós-produção, como também distribuição. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Nosso documentário aborda o Transtorno do Espectro Autista (TEA), um tema de grande relevância social e educacional, mas ainda pouco explorado no cinema brasileiro. A Lei Rouanet promove a diversidade cultural e a inclusão, objetivos que estão diretamente alinhados com a proposta deste projeto. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ao abordar a inclusão social e educativa de crianças com TEA, o documentário fomenta a reflexão e a conscientização, deixando registros e, portanto, contribuindo para a memória e o entendimento cultural. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Estimular a produção e a difusão de uma obra documental, média-metragem, de uma diretora e roteirista brasileira. Como também a criação original de um produto no formato de um folheto educativo e a criação de uma página na web garantem a continuidade dos conteúdos abordados no documentário. Contribuição para os Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) (...) filmes documentais (...). e b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; O documentário contribui para a produção e difusão de um bem cultural que aborda um tema universal e humanitário, informando e sensibilizando sobre o TEA. Assim como também a produção de um folheto literário educativo e lúdico com um layout formador e funcional, promovendo o conhecimento sobre o TEA e os desafios enfrentados por essas crianças e suas famílias. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, crucial para que "O Mar que eu ainda não vi" possa alcançar seus objetivos, promovendo a inclusão, a sensibilização e a educação sobre o Transtorno do Espectro Autista. Através deste financiamento, o projeto não só assegura a viabilidade financeira, mas também alinha-se com os princípios e objetivos estabelecidos pela Lei Rouanet, contribuindo para o enriquecimento cultural e social do país.

Especificação técnica

Documentário:Duração de 50 minutos, produzido em multibitolas e finalizado em 4k, colorido e com classificação indicativa livre. Folhetos Educativos:Formato impresso - Folheto - Capa/Miolo com 8 páginas. Tamanho 15 x 21 cm, com 4 cores, tinta escala em couche liso 150g. Formato digital - Folheto - Capa/Miolo com 8 páginas. Tamanho 15 x 21 cm, com 4 cores, PDF. Página na Web do Projeto: Plataforma online com otimização para motores de busca (SEO), segurança com HTTPS e acessibilidade para todos os usuários. Em especial para usuários que sejam portadores de TEA, o designer sem excesso de elementos, com interface simples e com atenção aos conteúdos da página, dividindo-os em subtítulos e destaques, entre outras estratégias.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Garantir que todos os espectadores possam acessar e desfrutar das exibições do documentário "O Mar que eu ainda não vi", nas sessões presenciais, buscando locais de exibição que respeitem o deficiente físico, tendo implementado medidas de acessibilidade física. Como exemplo, garantir que: todos os locais de exibição disponham de banheiros adaptados e rampas para pessoas com deficiência; haja disponibilidade de reserva de assentos específicos para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, localizados em áreas de fácil acesso e com visão privilegiada.Acessibilidade de Conteúdo: Para assegurar que o conteúdo do documentário seja compreensível e acessível a todos os públicos, serão adotadas as seguintes medidas: 1. Libras (Língua Brasileira de Sinais):Produção de uma versão do documentário com interpretação de Libras;Tradução simultânea em Libras durante todas as exibições públicas e debates pós-exibição, assegurando que pessoas surdas possam acompanhar e participar ativamente. 2. Audiodescrição:Produção de uma versão do documentário com audiodescrição, descrevendo as cenas, expressões faciais, cenários e ações, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam completamente o conteúdo audiovisual. 3. Legendas Descritivas:Inclusão de legendas descritivas em todas as versões do documentário, contendo informações adicionais sobre sons e músicas, para beneficiar pessoas com deficiência auditiva. 4. Acessibilidade no site da obra:Produção de conteúdo e imagens que gerem uma acessibilidade específica para o usuário com TEA, não só a seus familiares e a sociedade, ajustando o designer para evitar o excesso de elementos, com uma interface simples, e dando atenção aos conteúdos da página, dividindo-os em subtítulos e dando destaques, também utilizando ilustrações interessantes, sem subestimá-los, entre outras estratégias.

Democratização do acesso

1. Exibições Públicas Gratuitas: Realização de exibições públicas e gratuitas do documentário em escola, no teatro da cidade, José Freitas, e no Teatro 4 de Setembro, na capital, Teresina, garantindo que pessoas de diferentes contextos socioeconômicos possam assistir ao filme sem custo. 2. Distribuição em Plataformas Digitais:Disponibilização do documentário em plataformas digitais gratuitas como YouTube e Vimeo, permitindo acesso global e facilitando a disseminação do conteúdo para um público mais amplo e diversificado. 3. Folheto Educativo: Distribuição gratuita de cópias impressas do folheto educativo complementar em escolas públicas, associações e bibliotecas comunitárias, além da disponibilização para download gratuito no site do projeto, ampliando o alcance do conteúdo educativo. 4. Divulgação em Mídias Sociais: Implementação de uma estratégia de divulgação ativa nas redes sociais, incluindo a criação de perfis dedicados ao documentário em plataformas como Facebook e Instagram, para compartilhar conteúdos exclusivos, bastidores, entrevistas e informações sobre o TEA, incentivando a interação e o engajamento do público. Todo esse material com "texto alternativo", para incluir uma legenda específica para cegos.

Ficha técnica

ROSE ALVES - DIRETORA, graduação em Administração de Recursos Humanos pela UVA e pós-graduação em Direção Audiovisual pela UNIP. Possui formações na área audiovisual, entre as mais relevantes: "Um DNA de Roteiro: Beats e Escaleta" com Aleksei Abib, Porto Iracema das Artes (2022); "Cenas e Diálogos" com Mariana Tesch, Porto Iracema das Artes e LAB Cena 15 (2022); Workshop "Elementos Cinematográficos" pela Avmakers (2022); "A Música do Filme" pelo MIS/SP (2018); e "Roteiro para documentários" – projeto Laboratório SESC de Audiovisual, Thais De Souza Caribe Dias (2023). Assistente de Direção de Arte - Série Televisiva "Virtude" (Fortaleza/CE) - 2021; Continuista - Série Televisiva "Cassimiro e a Flor da Dona Flor" (Fortaleza/CE) - 2022; Estagiária - Produtora de Vídeo Cabeça de Cuia Filmes (Fortaleza/CE). Dirigiu o Curta-Metragem Documentário - Escreveu e dirigiu "Mxadxs" - 2022 (Fortaleza/CE). MYREIKA FALCÃO – PRODUTORA EXECUTIVA, profissional em elaboração e gestão financeira de projetos culturais. Aprovou e coordenou mais de 20 projetos culturais através de editais públicos. Realizou curadoria e montagem de mais de 15 exposições. Colabora desde 2015 com a Associação dos Engenheiros da Rede de Viação Cearense (AERVC), detentora do acervo ferroviário do Ceará, respondendo por montagem de exposições, conservação do acervo, captação de recursos, pesquisa entre outros. Responde pela Produção executiva da série para TV Cassimiro e a Flor da dona Flor aprovado no BRDE/Prodav 2018 da Ancine. Responde também pela salvaguarda, conservação e digitalização do acervo foto jornalístico do fotógrafo Ricardo Schmitt. Integra desde 2015 o Coletivo APREMFECE (Associação de Preservação da Memória Ferroviária do Ceará). LÍLIA MOEMA - DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA, dramaturga pelo Instituto Dragão do Mar/Ce. Assina roteiro, direção, fotografia e produção de vários curtas ficção e documentários. Conto logo o quanto louco, 1992. O Alvo, 1994. Cebola Cortada, 1996. Imaginários, 2001. Pgm. Visualidades, veiculado pela Tv Ceará; Mato Alto, pedra por pedra, 2011. Quitéria, 2015. Ganhou Prêmio de Melhor Fotografia, FestCine Maracanaú/CE, 2011. Menção honrosa no Festival de Sta. Maria Vídeo e Cinema/RS, 2002. Melhor documentário no Festival ELEKTROZINE, Ibiza/ES, 2001. Melhor vídeo-ficção no Festival de Vídeo de Teresina/PI, 2000. Menção Honrosa no VI Vídeo Mostra Fortaleza, 1996. Troféu Samburá de Melhor Vídeo, pela Fundação Demócrito Rocha no III Festival Vídeo Mostra Fortaleza/CE, 1993. Melhor Direção no II Festival Nacional de Vitória/ES, 1992. Em 2017 dirige Se arrependimento matasse, longa-metragem que teve sua estreia na Mostra Olhar do Ceará, no 29º Cine Ceará em 2019. Obteve prêmios: Virgin Spring Cinefest Calcutá)/Best Debut Filmmaker (Gold Award); Calcutta International Cult Film Festival/Women´s Film (Outstanding Achievement Award); Beyond Earth Film Festival/Best Women's Film Feature Award; Eurasia International Monthly Film Festival (Moscou)/Best Actress Award; Chhatrapati Shivaji International Film Festival/Best Script Award. Seleções Oficiais: Alberta International Women's Film Festival (Canadá), OVERCOME Film Festival (EUA), ABUJA INTERNATIONAL FILM FESTIVAL (Nigéria), Cabo Verde International Film Festival; 2020 do Festival de Largos y Cortos de Santiago, BAYAMON INTERNATIONAL FILM FESTIVAL (Porto Rico), Kyiv Film Festival (Ukraine), Great Lakes International Film Festival (EUA), Cine Tornado 2020. Em 2022 faz a direção da série Cassimiro e a flor da Dona Flor. ACÁCIO DE MONTES – ASSISTENTE DE DIREÇÃO E CORROTEIRISTA, Dirigiu e Roteirizou o Curta Documentário São Franciscos de Canindé, em 2005. Atuou no Cinema em: Cabeça de Nêgo, longa-metragem de Déo Cardoso em 2018; Sedição de Juazeiro, minissérie de Daniel Abreu em 2011; As Tentações do Irmão Sebastião, longa-metragem de José Araújo em 2002. Atuou nos Curtas: Solos Áridos, de Alex Ripardo em 2020; Do que se faz de conta, curta metragem de Amanda Pontes e Micheline Helena em 2016; O Cárcere, de Thiago Daniel em 2004; Será que vai chover? de André Moura Lopes em 2002; Espaguete, Coca-Cola e Cianureto, de Micheline Helena em 2002; Fortaleza, 3.8 minutos, de Gibran Dipp em 2000; Marilza e a lata de leite condensado, (locução), de Micheline Helena em 2006, Romualdo de Aluguel, (locução), de Thiago Daniel em 2005; O Bicho, (locução), de André Moura Lopes em 1999, El Dourado, (locução), de André Moura Lopes. Como Assistente de direção, no curta-metragem documentário MIXADXS, de Rose Alves em 2023; na série Cassimiro e a Flor da dona Flor, de Lília Moema em 2022; As Migas, longa-metragem de Salete Silva e Amélia Alencar em 2021; Rita de Redenção, longa documentário de Cássio Araújo em 2015. Foi Continuísta em Doce, amargo, infinito, curta-metragem de Cássio Araújo em 2006. Fez Direção de Arte em Toca da Diá, curta de Gilson Tenório, 2022. FÁBIO CARACAS - DIREÇÃO DE ARTE, PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA DE MODA E MERCADO Centro Universitário Estácio do Ceará. Agosto 2010 | Junho 2013 - GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA Centro Universitário Estácio do Ceará. .Janeiro 1999 | Dezembro 2000 - TECNÓLOGO EM DESIGN Centro de Design do Ceará. Dezembro /2020 - PRODUÇÃO Mel Mattos | Especial Canções de Dominguinhos Projeto da Cantora Mel Mattos em homenagem à Dominguinhos. Gravado no Foyer do Teatro José de Alencar. Dezembro/2020 - PRODUÇÃO EXECUTIVA, DIREÇÃO DE ARTE Fashion Filme Crossover da partida ao rastro no ar, o Fashion Filme Crossover, vem traduzir a velocidade dos esportes automobilísticos e aéreos. Maio / 2016 - PRODUÇÃO VT Beach Park, Comercial de divulgar o Parque de aquático Beach Park que rodou nas maiores emissoras do Brasil. Dezembro / 2020 – FIGURINO Mostra o Teu, mulher! 10º episódio do programa Zona de Criação com a parceria entre Mostra o Teu!, Coletivo Duas Catitas, Laís Eutália e Baticum Proletário. Agosto / 2002 - DIREÇÃO DE ARTE Filme Confiança, Roteiro e Direção de Heraldo Cavalcante. Julho 2018 - EDITORIAL DE MODA DF House.com.br Produção do Editorial Fragmentado para o site www.dfhouse.com.br . Maio 2018 - DRAGÃO FASHION FESTIVAL 18º Desfile de moda Participação do Line-Up do evento, com desfile da Coleção Fragmentos. MARKETING/MÍDIAS DIGITAIS - GYNNA MEIRA, Fundadora da empresa - StratGy Marketing e Eventos - Há 10 anos trabalhando com Marketing Digital, com amplo conhecimento nas técnicas de Copy e Planejamento Estratégico; Ampla experiência na coordenação dos núcleos de criação e confecção dos produtos gráficos e mídia impressa, atuando nos processos de elaboração e finalização, dentro dos padrões e prazos estabelecidos; Atuação em comunicação corporativa, responsável pelo planejamento, criação de objetivos, metas e estratégias; Vivência em Assessoria de Comunicação Social, visando otimizar os resultados e garantir os interesses dos meios de comunicação e público almejado; Realização de análise de mercado, avaliando as tendências de mídia e novas necessidades do meio empresarial; Habilidade no planejamento e desenvolvimento de estratégias e planos de comunicação, atendimento ao cliente, elaboração de briefing e de cronograma de atividades. Experiência: Coordenadora de Marketing - Cabeça de Cuia Filmes - 2024; Gerenciamento de mídias sociais (freelancer) - Restaurante Brasil Colonial - 2020 a 2022; Gerenciamento e Planejamento Estratégico de mídias sociais (Freelancer) - Empresa Dolce Café - 2022; Planejamento Estratégico e Copywriter - Restaurante Yaki Box - 2020; Coordenação de atividades de Assessoria de Imprensa e produção de conteúdo para divulgação de produtos e serviços - Projeto Desafio Técnico - em 2019; Coordenadora de Eventos Internacionais, responsável pela comunicação do evento Euro Soccer, em 2019; Gerenciamento das mídias sociais (Instagram e Facebook), bem como criação de arte para eventos pontuais - Parque Bambolim - 2015 e 2016; Assistente de Produção no filme "Rita de Redenção", em 2015; Diretora de Planejamento - Agência 7ideia - 2015; Designer Gráfico na Gráfica HBM, em 2013.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.