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PRONAC 2410528Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VIVA CIDADE

VINICIUS BOPPRE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-12-12
Término
2026-12-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "VIVA CIDADE" envolve a produção de filme documentário média-metragem, com aproximadamente 70 minutos de duração em 4k, com o objetivo de provocar movimentos positivos de reflexão a respeito da relação que existe entre os humanos e os seres vivos com as cidades que eles habitam, além de promover a conscientização sobre a importância do desenvolvimento e manutenção de projetos que buscam tornar as cidades mais sustentáveis e acolhedoras. Será trabalhada a ideia de documentário expandido, com a geração de produtos complementares: cartilha digital (material educativo de apoio) e podcast (apresentando as perspectivas de pessoas envolvidas com energia sustentável). O acesso a todos os produtos será gratuito.

Sinopse

VIVA CIDADE é um filme que busca registrar os desafios e os avanços de projetos e pessoas que dedicam suas vidas em torno do desenvolvimento de cidades mais sustentáveis e acolhedoras. O filme parte da escolha dos personagens e projetos, fundamental para apresentar a diversidade de realidades que existem no Brasil. A narrativa tem como ponto de partida as dificuldades que as cidades enfrentam, mas principalmente o impacto positivo que o trabalho dessas pessoas e instituições já trouxeram para o desenvolvimento sustentável destes espaços. No conjunto, depoimentos e histórias vão compôr o contexto de algumas cidades brasileiras. Por meio de debates e conteúdos multimídia, o projeto vai abrir espaços para reflexão a respeito do tema. Por isso a narrativa tem como objetivo a provocação de discussões que poderão ser exploradas em outras narrativas, não-lineares, em variados formatos e mídia, além de discussões nas redes sociais e em encontros presenciais. Este conceito de “documentário expandido”, que leva a discussão sobre seus temas para outros espaços e mídias além da narrativa do filme, permite que o projeto VIVA CIDADE articule a produção destes diversos conteúdos complementares. Será realizado também um podcast que vai se aprofundar nos temas que fazem parte da discussão do filme. Os episódios vão ser disponibilizados, gratuitamente, em plataformas especializadas do formato. Por meio de conversas, os convidados vão trazer histórias para discutir o impacto e a influência que projetos como aqueles retratados no filme podem ter para um futuro promissor das cidades. Nas redes sociais do projeto e no sítio virtual da produtora proponente, estará disponível também o download de uma cartilha para uso educacional, voltada a escolas, professores e gestores de órgãos públicos interessados em incluir os temas do documentário em aulas, disciplinas e atividades extracurriculares. Classificação indicativa de todos os produtos do projeto: livre para todas as idades.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir filme de média-metragem com 70 minutos de duração, sendo um documentário de impacto com caráter reflexivo que busca gerar uma reflexão sobre a importância do desenvolvimento de projetos que transformem as cidades em espaços sustentáveis e mais acolhedores. Objetivos Específicos A. FILME DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM (70 minutos): - Produzir e finalizar o filme documentário de média-metragem 4k digital, com aproximadamente 70 minutos, intitulado VIVA CIDADE; - Disponibilizar o filme na íntegra e gratuitamente na plataforma digital DOC STATION PLAY; - Alcançar cerca de 3.400 espectadores por meio de exibições virtuais. B. OBRA EXIBIDA: - Realizar sessões de exibição do filme em organizações de ensino públicas (escolas e universidades) e em organizações sociais ligadas aos temas do documentário; - Alcançar cerca de 1.200 espectadores por meio de exibições presenciais. C. PODCAST: - Produzir um podcast a fim de apresentar a perspectiva de indivíduos envolvidos com o desenvolvimento de cidades sustentáveis; - Alcançar 500 pessoas por meio do podcast. D. CARTILHA DIGITAL: - Criar uma cartilha digital, escrita como um material educativo de apoio para facilitar e propor formas de introduzir o tema em salas de aula; - Alcançar 100 pessoas por meio da cartilha digital. [1375]

Justificativa

Cidades Sustentáveis e Infraestrutura Inteligente: Caminhos para o Futuro Urbano Com o rápido crescimento das cidades, questões relacionadas à sustentabilidade e infraestrutura inteligente se tornaram cruciais para o futuro da vida urbana. A urbanização acelerada traz desafios imensos, incluindo a pressão sobre recursos naturais, emissões de carbono, desperdício e desigualdade social, além da falta de acesso a serviços básicos de saúde e bem-estar. Segundo o Relatório Mundial das Cidades 2022, realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de 68% da população mundial viverá em áreas urbanas até 2050. Este dado reforça a necessidade de encontrar soluções inovadoras para construir cidades mais resilientes, inclusivas e ambientalmente sustentáveis. No Brasil, dados do Censo de 2022 apontam que as concentrações urbanas representam 61% no Brasil, um total de 124,1 milhões de pessoas, o que torna essa pauta ainda mais urgente. As cidades brasileiras enfrentam desafios ao mesmo tempo em que precisam crescer de maneira equilibrada, promovendo desenvolvimento econômico sem comprometer o meio ambiente. A combinação de iniciativas públicas, privadas e da sociedade civil tem desempenhado um papel crucial na implementação de soluções que podem servir como modelo global. Um exemplo concreto desse tipo de colaboração é o Parque Sitiê, no Rio de Janeiro, onde uma área de um lixão na favela do Vidigal foi transformada em um parque ecológico. A iniciativa envolveu moradores locais, organizações sociais e urbanistas, resultando na recuperação do solo, plantio de árvores e criação de áreas de convivência para a comunidade. O parque não só devolveu o verde à região, como também se tornou um espaço de educação ambiental e integração social. Projetos como esse mostram que é possível reverter o impacto negativo da urbanização descontrolada, criando áreas verdes que melhoram a qualidade de vida e promovem um senso de pertencimento. Outro projeto de destaque é o BRT de Curitiba, um dos primeiros sistemas de transporte rápido por ônibus do mundo, que se tornou um ícone global em mobilidade urbana sustentável. Desenvolvido em conjunto com organizações urbanísticas e a sociedade local, o sistema prioriza o transporte público como uma solução para o congestionamento e as emissões de carbono. Com vias exclusivas para ônibus e estações modernas, o BRT de Curitiba oferece uma alternativa eficiente e ecológica para a mobilidade urbana. O sucesso desse modelo inspirou cidades em todo o mundo a adotar soluções semelhantes, reduzindo o impacto ambiental do transporte urbano. No Recife, o projeto Porto Digital integra tecnologia e inovação com sustentabilidade. Localizado no centro histórico da cidade, o Porto Digital transformou áreas degradadas em um polo de desenvolvimento tecnológico, atraindo startups e empresas voltadas para soluções urbanas e ambientais. Além disso, a cidade também enfrenta desafios relacionados ao aumento do nível do mar, o que faz dela um exemplo importante de resiliência urbana. Dados recentes sugerem que cidades que investem em infraestrutura verde e soluções inteligentes podem desempenhar um papel crucial na redução das emissões de CO2. O Sexto Relatório de Avaliação do IPCC destaca que as áreas urbanas, que são responsáveis por cerca de 70% das emissões globais, podem implementar estratégias como o aumento da eficiência energética, transporte sustentável e infraestrutura verde para mitigar as emissões. Por exemplo, a adoção de transporte público eficiente e a criação de espaços verdes podem não apenas melhorar a qualidade do ar, mas também contribuir significativamente para o cumprimento das metas climáticas globais, reduzindo as emissões de carbono de maneira eficaz. O futuro das cidades brasileiras está intrinsicamente ligado à capacidade de inovar e adaptar suas infraestruturas às demandas ambientais e sociais. Iniciativas como o Parque Sitiê, o BRT de Curitiba e o Porto Digital são exemplos de como a transformação urbana pode ser feita de maneira colaborativa, envolvendo poder público, sociedade civil e iniciativas privadas. Esses projetos não só melhoram a vida urbana, mas também mostram que, por meio da colaboração e do planejamento, podemos criar cidades que sejam ao mesmo tempo funcionais e sustentáveis. À medida que mais cidades comecem a adotar tais práticas, o conceito de "infraestrutura inteligente" continuará a evoluir, o que vai promover uma urbanização com mais respeito ao meio ambiente e que possa responder, principalmente, às necessidades da população em constante crescimento. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; [...]" E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91: "[...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. [...]" A partir do exposto, entende-se que o projeto se encaixa na referida lei, pois objetiva a produção de obra cinematográfica de média-metragem, utilizando da pesquisa e criação artística sobre a complexa relação entre os seres humanos e as cidades em que eles habitam. Nesse sentido, o documentário funcionará como um informativo sobre a situação atual do país, no que tange a sustentabilidade e o desenvolvimento de cidades mais acolhedoras.

Estratégia de execução

Profissionais que irão realizar viagens e suas respectivas funções no projeto: - Diretor: Vinícius Bopprê;- Roteirista: Sérgio Rizzo- Pesquisadora: Júlia Brito Maciel - Diretor de arte: Bruna Zanichelli; - Operador de som direto: Thiago Ferraz; - Operador de câmera: a definir*; - Logger: a definir*. *Por não se enquadrarem às principais funções da ficha técnica e por se tratar de prestadores de serviços específicos, a definição desses profissionais será realizada posteriormente, junto à fase de pré-produção do projeto.

Especificação técnica

DETALHAMENTO TÉCNICO: Cada diária de filmagem será realizada com 3 (três) câmeras SONY do tipo DSLR ou mirrorless digitais, com lentes série L da Canon compatíveis com a câmeras, sendo uma grande angular 16-35mm f 2.8, uma Zoom 24-70mm f 2.8 e outra teleobjetiva 70-200 f 2.8, tripés Manfrotto e 3 (três) pontos de luz Amaran com tripés voltados para a iluminação do set. Além disso, será utilizado equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento. Para a parte de áudio será utilizado microfones lapela g3 da Sennheiser, microfone boom Shure, gravador com 4 (quatro) canais Tascam, além de monitores Sennheiser e Tascam. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate. Os sets de filmagem serão organizados em três etapas: a primeira para montagem do set e setup do equipamento; a segunda para a realização de entrevista; e a última dedicada à ação, quando os personagens realizam suas tarefas cotidianas e revelam seu habitat, ética e envolvimento com os temas e assuntos concernentes ao filme. PÚBLICO-ALVO: VIVA CIDADE é um filme que dialoga com criadores e consumidores do cinema de não-ficção, fotografia, como também para estudantes e docentes destas respectivas áreas. Por se tratar de um tema de interesse social, é voltado também para estudantes dos ensinos fundamental e médio, estudantes universitários e docentes de todos os níveis. O filme pretende alcançar um público cada vez mais amplo, com classificação etária livre. Em seguida, consideramos formadores de opinião, jornalistas, influenciadores e técnicos ligados ao desenvolvimento e gestão das cidades. ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO: O filme é o ponto de partida para uma série de ações (reportagens, podcasts, minidocs e sessões de debate pós-exibição) que visam pautar e ampliar a discussão do desenvolvimento de cidades mais sustentáveis e humanas. A estratégia de divulgação passa pela criação de um podcast que vai discute profundamente conteúdos do filme para apoiar essa discussão com a sociedade. Por ser um documentário que trata de um tema relevante para toda a sociedade, a estratégia vai privilegiar a distribuição social, exibições gratuitas do filme em instituições de ensino e cultura em todo o Brasil, presença física ou virtual do diretor em algumas delas. Estima-se atingir mais de 5.000 pessoas com o produto principal e os secundários. Duração do filme: 70 minutos.

Acessibilidade

O projeto VIVA CIDADE contará com diversas ações de acessibilidade de acordo com os princípios do Desenho Universal, com os dispositivos previstos na Lei Federal 13.146/15 e no Decreto 9.494/18, em conformidade com o Art. 27 da IN 11/2024. Apresentamos abaixo todas as propostas de acessibilidade pensadas para o projeto, além das estratégias a serem adotadas a título de divulgação/comunicação: A. MÉDIA-METRAGEM: Acessibilidade FÍSICA: não se aplica ao média-metragem por se tratar de um projeto audiovisual com distribuição virtual. B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade FÍSICA: Ao selecionar escolas e instituições para exibição do filme, serão consideradas as formas de acessibilidade física ao espaço: rampas para cadeiras de rodas; banheiros adaptados; portas com a largura adequada para a passagem de cadeira de rodas; áreas de passagem sem obstáculos para a circulação; piso tátil para auxílio na locomoção de deficientes visuais. A. MÉDIA-METRAGEM / B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade de CONTEÚDO: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição e às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e LIBRAS. Além disso, o filme contará com legendagem em inglês e espanhol. PRODUTOS COMPLEMENTARES - Podcast e cartilha digital: Acessibilidade FÍSICA: o plano de difusão dos materiais complementares - cartilha digital e podcast - é totalmente virtual, não sendo necessário prever medidas de acessibilidade física. Acessibilidade de CONTEÚDO: C. PODCAST: legenda descritiva. D. CARTILHA DIGITAL: arquivo de texto compatível com leitura automática, transposição para audiobook.

Democratização do acesso

A. MÉDIA-METRAGEM: A distribuição do filme digitalmente será realizada a partir da plataforma DOC STATION PLAY, que permite o agendamento e licenciamento gratuito da obra para finalidades culturais e educativas. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 3.400 pessoas virtualmente. B. OBRA EXIBIDA: A distribuição presencial do documentário VIVA CIDADE será em sessões de exibição para instituições de ensino públicas e privadas, assim como organizações sociais e comunitárias ligadas ao tema. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 1.200 pessoas presencialmente. C. PODCAST: Será produzido um podcast com 5 episódios de 40 minutos cada. Nos episódios, os convidados irão explorar algumas das questões-chave abordadas no filme. Em cada episódio, especialistas e ativistas vão apresentar os desafios, mas principalmente as soluções que estão sendo desenvolvidas para o desenvolvimento de cidades mais humanas, sustentáveis e acolhedoras. Será disponibilizado em plataformas especializadas nesse formato, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas. D. CARTILHA DIGITAL: Será criado um material educativo no formato de uma cartilha digital, que servirá como material de apoio para introduzir o tema do documentário em salas de aula. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 100 pessoas. O plano de distribuição da proposta está de acordo com o Artigo 29 da Instrução Normativa publicada em 30 de janeiro de 2024, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos resultantes do projeto, observando o seguinte: “I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores [...]; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto [...]” Além disso, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, de acordo com o art. 30 da IN 11/2024: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). [...] III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição”.

Ficha técnica

TUKURA FILMES (Proponente e responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto) A Tukura Filmes é uma produtora audiovisual independente voltada para o desenvolvimento e a produção de documentários e podcasts. Além de produzir curtas, médias e webséries, como “Entre Céu e Mar” (2017), "Rua Comprida" (2017), a empresa teve participação em produções com impacto social e cultural, como “Descarte” (2021) e “Cibernéticas” (2023), ambos da Deusdará Filmes, com a realização de conteúdos expandidos, podcasts, relacionados aos documentários. Atuamos na produção executiva, direção de fotografia e pós-produção em outros projetos colaborativos de sucesso, entre eles: “Doar” (2024), “Idade Mídia” (2019-2023) e “Sociedade Regenerativa” (2023). Interessada por ouvir a história íntima das pessoas, a Tukura Filmes acredita que toda história, de todo indivíduo, é uma história de cinema. A seguir, conheça mais algumas das produções de nosso portfólio: - “A arte total de John Graz” (2024)Direção, montagem e finalização de média-metragem sobre a obra do artista John Graz, artista suíço que contribuiu com a arquitetura e pintura brasileiras a partir de 1920. - “A história do Forte de São João” (2022)Produção do curta-metragem documental que conta a história do Forte de São João, realizado para a SESC TV. Direção, roteiro, produção e montagem executadas pela Tukura Filmes. - “Sociedade Regenerativa” (2022)Documentário com Ailton Krenak e Mia Couto sobre a capacidade de auto regeneração da humanidade. Montagem, pós-produção e finalização executadas pela Tukura Filmes. - “Idade Mídia” (2022-2023)Programa de televisão sobre educação midiática realizada para o Canal Futura. Direção de fotografia e pós-produção de áudio realizadas pela Tukura Filmes. - “Doar” (2024)Documentário sobre a cultura de doação. Produção executiva e direção de fotografia executadas pela Tukura Filmes. - “Descarte” (2022)Realização do podcast do documentário que trata do uso inteligente e sustentável dos resíduos sólidos. Direção, montagem, produção e pós-produção do podcast realizadas pela Tukura Filmes. - “Cibernéticas” (2023)Produção executiva do documentário, além de direção, produção, roteiro, montagem e finalização do podcast. - “Casas Flutuantes” (Em Produção)Série que segue a investigação de Amyr Klink a respeito de casas flutuantes em diferentes partes do Brasil. Criada e dirigida por Vinícius Bopprê. VINÍCIUS BOPPRÊ (Direção Artística & Produção Executiva) Jornalista, documentarista, escritor e diretor associado na Deusdará Filmes. É diretor e criador da série "CASAS FLUTUANTES", com Amyr Klink, realizado para a GloboPlay e com previsão de lançamento para 2025. Dirigiu e foi roteirista do podcast "DESCARTE" (2021), parte do documentário de longa-metragem homônimo. Dirigiu e produziu a websérie "Entre Céu e Mar" (2016), sobre o navegador Amyr Klink. Foi diretor, roteirista e produtor da série independente de documentários "Rua Comprida" (2017-2018), que conta a história de moradores da zona norte de São Paulo, além de ter dirigido as imagens da instalação "Por nós", organizada e idealizada pelo coletivo "Nós, mulheres da Periferia", contemplado com o programa VAI de incentivo. Foi diretor e roteirista da websérie "Perfezionisti” (2018), com arquitetos brasileiros. Em 2018, publicou "Pela primeira vez em muito tempo", romance finalista do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Atuou por 6 anos como diretor de conteúdo e audiovisual em uma agência de São Paulo, onde dirigiu trabalhos diversos ligados à arquitetura e à criatividade. Trabalhou como repórter de educação do Portal Porvir. SÉRGIO RIZZO(Roteiro) Sérgio Rizzo é jornalista, com 41 anos de experiência em veículos impressos, doutor em Audiovisual pela ECA-USP. Dirigiu e escreveu o documentário de curta-metragem "Passo" (2018) e o segmento brasileiro do longa-metragem colaborativo "A Living Tree, Means a Living Planet" (2019), e foi roteirista do documentário de média-metragem "Descarte" (2021). É codiretor e roteirista do programa "Idade Mídia" (Canal Futura/Fundação Roberto Marinho, 2022/2023) e produtor executivo do documentário "Cibernéticas" (2023). É diretor associado da produtora Deusdará Filmes, especializada em documentários de impacto. Autor de 3 livros, além de participar em diversas coletâneas e em catálogos de mostras e retrospectivas dedicadas a cineastas como Ingmar Bergman, Woody Allen, Stanley Kubrick, Quentin Tarantino, Luchino Visconti e irmãos Dardenne. LUCAS MELO (Montagem) Formado em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac, é documentarista com atuação em projetos audiovisuais de temáticas que variam entre meio ambiente, educação midiática, tecnologia e diversidade. Assinou como assistente de direção, corroteirista e montador do filme “DESCARTE” (2021), premiado como melhor documentário no Forum Film Festival, em Barcelona, além de ter sido selecionado por diversos festivais nacionais e internacionalmente. É atualmente o montador da série "IDADE MÍDIA” (2020-2023), que já está em sua 4ª temporada no Canal Futura. Atuou como montador do média-metragem "CIBERNÉTICAS" (2023), disponível no catálogo da Globoplay, e do documentário curta-metragem "CIDADE DE QUEM CORRE" (2019), selecionado para a mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. THIAGO FERRAZ (Som Direto) Estudou Bacharelado em Audiovisual e Cinema pelo Centro Universitário Senac em 2009, aprimorou seus conhecimentos na área de Captação de Som Direto, e em mais de 10 anos de profissão, participou de diversos trabalhos de curta–metragem e longa-metragem independentes. Entre os últimos trabalhos pode se destacar os documentários Carbon Free com Matthew Shirts para a Produtora Brasileira, Canal da Quebrada exibido TV Brasil e Passo a Passo a História do Ballet Paraisopolis, Mar Brasileiro o documentário exibido na plataforma Globoplay, ESG Visão de Futuro e ODS 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, Verde o futuro do agronegócio. BRUNA ZANICHELLI (Diretora de Arte) Designer Gráfico e Artista Visual foi diretora de comunicação visual do documentário de longa-metragem "DESCARTE (2021)". É diretora de arte dos projetos de documentário de longa-metragem NOSSA MENTE (2022), e "COMIDA (2022)", e do CABRA, plataforma dedicada ao documentário brasileiro. Idealizou e desenvolveu o projeto "Estatísticas", que promovia a criação e circulação de lambes informativos na cidade de São Paulo. Desenvolveu o projeto "Monumentos?" (2018), para mapear e informar a população sobre monumentos e estátuas espalhadas pela cidade de São Paulo. Em 2021 deu início ao projeto "Grandes mulheres brasileiras", que usa a colagem como forma de informar sobre grandes realizações feitas por mulheres. JULIA BRITO MACIEL (Pesquisa) Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Já passou pelas redações da BandNews FM, Revista Globo Rural e Estadão. Também trabalhou como produtora de conteúdo na Agência WP/N e assistente de roteiro na série documental CASAS FLUTUANTES, da Deusdará Filmes. Possui afinidade pela cobertura de questões ambientais, climáticas e sociais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.