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A proposta visa a realização do ‘4º Muído: Festival de Cinema de Campina Grande’, durante 4 dias, para a exibição de curtas-metragens paraibanos e nordestinos, além de ser um espaço de troca de experiências e um meio de democratização da produção cinematográfica da região. Também serão realizados debates sobre o papel do cinemanordestino, distribuição de curtas-metragens, além de vivências entre realizadores de estados na região.
O Muído: Festival de Cinema de Campina Grande foi pensado para ser mais uma janela de exibição para curtas-metragens paraibanos e nordestinos, um espaço de troca de experiências entre realizadores do Estado da Paraíba e da região Nordeste e um meio de democratização da produção cinematográfica para os olhares da população de Campina Grande e região, de forma ampla, gratuita e plural. Oferecendo uma programação diversa e instigante, o Muído traz filmes que dialogam com o nordeste, seus fazeres, gargalos e potencialidades e debate seus temas e narrativas com os realizadores e o público. Para além do audiovisual, o festival aposta na relação com outras manifestações culturais de diferentes linguagens na programação e preconiza a relação entre cinema e educação, incluindo escolas públicas em suas ações paralelas.
Objetivo Geral: - Difundir produção de filmes de curta-metragem paraibanos e nordestinos; - Continuar formando público consumidor de cinema independente e fora de circuito com temáticas locais e regionais; - Promover encontros de público e fazedores de audiovisual através de oficinas e debates; - Promover troca de experiências e formação de rede de contatos entre realizadores, público e outros profisisonais da cultura audiovisual Objetivos específicos: 1. Item "Festival/Mostra - Audiovisual" - Realizar duas mostras competitivas de curtas-metragens, uma especificamente com filmes paraibanos e outra com filmes nordestinos, de forma geral: Serão realizadas duas mostras competitivas, a Mostra Facheiro Luzente (de filmes paraibanos) e a Mostra Mundaréu (de filmes nordestinos), ambas construídas a partir de curadoria prévia realizada por especialistas convidados/as, selecionando os melhores filmes inscritos no festival. Os filmes dessa mostra concorrem ao Troféu Faxexo. - Realizar uma mostra paralela de temática local; Será realizada uma Mostra Paralela intitulada "Mostra Machado Bittencourt - Memória e Cinema" com filmes do cinesta campinense Machado Bittencourt, que recentemente foram recuperados e digitalizados. Alguns desses filmes jamais foram vistos pelo público. - Realizar debates com as/os realizadores audiovisuais da Paraíba e do nordeste que tiveram seus filmes selecionados; Durante as tardes são realizados debates dos filmes da mostra competitiva, exibidos na noite anterior, com mediação de profissionais do audiovisual e presença dos realizadores e público. - Fomentar a relação com a educação básica, através da realização de sessões exclusivas para escolas; Durante a semana que precede a realização do Festival serão realizadas algumas sessões de filmes em escolas da rede pública de ensino, com presença da equipe do evento e conversa com alunos, atividades propostas e entrega de certificados. - Incentivar a relação com outras manifestações culturais, através de apresentações artísticas entre e após as exibições. O "Assustado do Muído" objetiva ampliar o escopo artístico-cultural do festival, promovendo uma atividade coletiva após a exibição. O "Assustado" (gíria antiga e regional para pequenos encontros sociais festivos) fortalece a dimensão do encontro - que consideramos fundamental na partilha do cinema -, tendo em vista que é um momento em que ocorrem as trocas e conversas mais livres sobre os filmes, além de trazer ao público atrações artísticas locais, especialmente oriundas da cultura popular. - Exibir filme de longa-metragem convidado No último dia do festival, precedendo a premiação, será exibido um longa-metragem que está se destacando no circuito de festivais em caráter de ‘filme convidado’. - Realizar premiação e congraçamento dos filmes e realizadores presentes. Cerimônia de fechamento do festival e de entrega dos troféus "Faxêxo" em diversas categorias das mostras competitivas, para amigos do festival e homenageados. O nome e design do troféu "faxêxo" nasceram inspirados pelos caminhos que levam à Campina Grande. O facheiro é uma planta típica dos climas semi-áridos, que nasce simples e vai tomando seus prumos, se espalhando, enfeitando imponente nossas veredas e os seixos do nosso chão, são as pedras típicas dos nossos territórios, pedras lavradas pelo sol e pelo tempo. Assim, FAXÊXO é a junção do facheiro com o seixo das nossas terras. O design é criação e produção artesanal do artista e forjador local William Nunes. 2. Item Oficina"/Workshop/Seminário Audiovisual - Ofertar três oficinas na área de cinema e audiovisual, de forma gratuita, para a população de Campina Grande e Região; Oficina de Distribuição de Filmes e produtos audiovisuais: Nesta oficina, os/as inscritos/as aprenderão como proceder com a divulgação e distribuição de seus filmes finalizados, isto é: para que festivais enviar, como entrar num circuito de distribuição e as possibilidades de comercialização para cinemas, canais, streamings e rodadas de negócios. Oficina de contrarregragem: Esta oficina abordará a função do contrarregra dentro de produções cinematográficas e suas aptidões necessários. A ideia é capacitar basicamente os inscritos na oficina, para que possam se inserir no mercado de trabalho audiovisual. Cinema e crítica: Esta oficina aborda a história e retrospecto da crítica de cinema e foca na escrita de filmes nordestinos. Será estimulado a escrita de críticas pelos participantes sobre os filmes vistos no festival. - Promover duas rodas de conversas sobre cinema e audiovisual, com o intuito de debater temas urgentes para a área e integrar profissionais paraibanos com convidados de outros estados; Novas imagens e imaginários do Nordeste: Esta mesa reunirá profissionais gabaritados para tratar das temáticas e narrativas sobre o nordeste contemporâneo, contraponto a ideia de Nordeste esteriotipado presente em produções vindas de outras regiões. Fora de circuito: o papel do festival de cinema: Discutirá o papel de festivais de cinema em democratizar a exibição de filmes fora de circuito comercial e em primeira mão para o público e sobre como esses espaços contribuem para a formação de público, oxigenação e estímulo da produção local. Coordenadores/as de festivais serão convidados/as a compartilharem as experiências de suas iniciativas e as relações com suas cidades.
O Muído - Festival de Cinema de Campina Grande situa-se na segunda maior cidade do estado da Paraíba, com uma população fixa de 400 mil habitantes e uma população flutuante que atinge 1 milhão de pessoas, devido a localização estratégica do município e seus fortes parques universitário/educacional, comercial, tecnológico e de serviços. Campina Grande é considerada uma das cidades mais importantes do interior do nordeste. No entanto, paradoxalmente à pujança de tantos campos de atuação da cidade, a cultura não tem um grande desenvolvimento a partir de políticas públicas - é inexistente um edital perene ou fundo de cultura - ou por meio de incentivos e patrocínios de empresas e entes privados. Há uma grande concentração de recursos públicos e privados somente na área de festejos juninos, devido à sua importância econômica. Em Campina Grande é realizado O Maior São João do Mundo, evento nacionalmente conhecido e focado na cultura de massas, que atrai anualmente mais de 3 milhões de turistas para o município. Dessa forma, são parcos os recursos e incentivos que iniciativas culturais de diversas áreas conseguem para realizar-se, pois as empresas preferem aplicar recursos nas festas típicas que apresentam maior retorno financeiro, o que acaba por centralizar todo o investimento em cultura da cidade. O Muído - Festival de Cinema de Campina Grande surge, então, como uma forma de valorizar outras expressões culturais do estado e da região, além de ampliar o acesso da população à programações mais diversificadas, com foco no cinema. Assim, amplifica os circuitos alternativos de exibição, contribui com o cenário regional e nacional de circulação audiovisual e fomenta um espaço de exibição não-comercial, gratuito e de qualidade. É importante ressaltar que esta proposta se enquadra em alguns incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, e são eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Por estes motivos é essencial para a plena realização desse projeto a captação de recursos via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. Justamente pelos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 serem um mecanismo democrático, horizontal e de características abrangentes no tocante às diferentes naturezas do fazer artístico, que permite que iniciativas como a proposta deste projeto sejam realizadas.
O Muído - Festival de cinema de Campina Grande teve sua primeira edição no ano de 2022, na cidade de Campina Grande - PB. O festival chegou para oxigenar e somar a outras iniciativas no Estado. A missão é principalmente valorizar o cinema e audiovisual da Paraíba e do Nordeste, focando em produções realizadas por jovens cineastas de cidades fora do eixo dos grandes centros. A primeira edição foi um grande sucesso, apesar de ter sido realizada sem recursos governamentais ou de iniciativa privada. Foram três dias de evento, contando com um público estimado de 1.000 pessoas entre exibições, oficinas, feira artesanal de empreendimentos locais (Feirinha do Muído) e confraternização pós-exibição (Assustado do Muído). Fato marcante foi a paridade de gênero e diversidade de filmes e diretores presentes no festival. Os filmes selecionados foram dirigidos 50% por homens e 50% por mulheres, com temáticas diversas e que formaram um interessante panorama das formas de produzir e de viver na região Nordeste. Com o mote “Nordeste - Mundo - Nordeste”, o festival abarcou as vivências, narrativas, pessoas e olhares que formam a diversidade de nossa região. A segunda edição repetiu o sucesso da primeira e abarcou um público de mais de 1500 pessoas em todas as suas atividades. Com o mote "O cinema sempre foi janela das amplidões", foram exibidos filmes que mostravam diversas realidades e alcances diferentes do que foi produzido na Paraíba e no Nordeste. O evento teve uma alta taxa de público fiel da primeira edição e ainda conseguiu atrais mais gente, Da mesma forma, realizado sem qualquer recursos público ou da iniciativa privada. Na terceira edião o festival consolidou-se de vez entre os eventos mais esperados no gênero na cidade, estado e região nordeste. Atingiuse os número de mais de 50 empregos gerados diretamente, um público de mais de 3000 pessoas e filmes e convidados de quase todos os estados na região. Com feedback positivo de público, autoridades e realizadores, criou-se a expectativa e o caminhop para que o Muído cresça em importância a cada edição.
Mostras Competitivas: Serão realizadas duas mostras competitivas, a Mostra Facheiro Luzente (de filmes paraibanos) e a Mostra Mundaréu (de filmes nordestinos), ambas construídas a partir de curadoria prévia realizada por especialistas convidados/as, selecionando os melhores filmes inscritos no festival. Os filmes dessa mostra concorrem ao Troféu Faxexo. Sessões Especiais: Serão realizadas sessões especiais com estudantes de escolas públicas. Para estas sessões serão escolhidos, dentre os filmes inscritos para o festival e/ou produções de realizadores locais, obras que dialoguem com o ambiente escolar e com o universo de pré-adolescentes. As sessões ocorrerão em duas escolas parceiras e no Cine-Teatro São José, local onde ocorre o festival. Uma destas sessões será dedicada ao ?Cine Enem?, iniciativa local que fomenta a exibição de curtas-metragens seguida por debate conduzido por um/a professor/a do Ensino Médio, relacionando o filme exibido com os conteúdos do ENEM. Debates: Durante as tardes são realizados debates dos filmes da mostra competitiva, exibidos na noite anterior, com mediação de profissionais do audiovisual e presença dos realizadores e público. Atividades formativas: Serão oferecidas três oficinas na área de cinema e audiovisual. Oficina de Distribuição de Filmes e produtos audiovisuais: Nesta oficina, os/as inscritos/as aprenderão como proceder com a divulgação e distribuição de seus filmes finalizados, isto é: para que festivais enviar, como entrar num circuito de distribuição e as possibilidades de comercialização para cinemas, canais, streamings e rodadas de negócios. Oficina de contrarregragem: Esta oficina abordará a função do contrarregra dentro de produções cinematográficas e suas aptidões necessários. A ideia é capacitar basicamente os inscritos na oficina, para que possam se inserir no mercado de trabalho audiovisual. Cinema e crítica: Esta oficina aborda a história e retrospecto da crítica de cinema e foca na escrita de filmes nordestinos. Será estimulado a escrita de críticas pelos participantes sobre os filmes vistos no festival. Rodas de Conversa: Serão realizadas duas rodas de conversa com profissionais do audiovisual, tanto do âmbito local quanto nacional, a fim de discutir o cinema, seu mercado e o universo que envolve essa área. Para esta edição, serão realizadas as seguintes rodas: Novas imagens e imaginários do Nordeste: Esta mesa reunirá profissionais gabaritados para tratar das temáticas e narrativas sobre o nordeste contemporâneo, contraponto a ideia de Nordeste esteriotipado presente em produções vindas de outras regiões. Fora de circuito: o papel do festival de cinema: Discutirá o papel de festivais de cinema em democratizar a exibição de filmes fora de circuito comercial e em primeira mão para o público e sobre como esses espaços contribuem para a formação de público, oxigenação e estímulo da produção local. Coordenadores/as de festivais serão convidados/as a compartilharem as experiências de suas iniciativas e as relações com suas cidades. Assustado do Muído: O Assustado do Muído objetiva ampliar o escopo artístico-cultural do festival, promovendo uma atividade coletiva após a exibição, com shows e exposições num ambiente menos formal. O ?Assustado? (gíria antiga e regional para pequenos encontros sociais festivos) fortalece a dimensão do encontro - que consideramos fundamental na partilha do cinema -, tendo em vista que é um momento em que ocorrem as trocas e conversas mais livres sobre os filmes, além de trazer ao público atrações artísticas locais, especialmente oriundas da cultura popular. Filme Convidado: No último dia do festival, precedendo a premiação, será exibido um longa-metragem que está se destacando no circuito de festivais em caráter de ?filme convidado’. Premiação: Cerimônia de fechamento do festival e de entrega dos troféus ?Faxêxo? em diversas categorias das mostras competitivas, para amigos do festival e homenageados. O nome e design do troféu ?faxêxo? nasceram inspirados pelos caminhos que levam à Campina Grande. O facheiro é uma planta típica dos climas semi-áridos, que nasce simples e vai tomando seus prumos, se espalhando, enfeitando imponente nossas veredas e os seixos do nosso chão, são as pedras típicas dos nossos territórios, pedras lavradas pelo sol e pelo tempo. Assim, FAXÊXO é a junção do facheiro com o seixo das nossas terras. O design é criação e produção artesanal do artista e forjador local William Nunes.
O projeto ocorrerá majoritariamente no Cine-teatro São José, em Campina Grande - PB. Local dotado de entradas apropriadas para cadeirantes e rampas em todos os seus acessos, bem como, banheiros adaptados e corrimões nas áreas de público. Haverá também assentos preferenciais para idosos, lactantes e espaços destinados já na planta do local para acomodação de cadeirantes. No tocante a conteúdo, o festival contará com intérprete de Libras para todo o cerimonial de palco; janela de libras para vídeos de apresentação, patrocínios, apoios e promoção do projeto. No regulamento, constará que todos os filmes a serem exibidos durante o festival deverão obrigatoriamente conter Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE) ou Janela de Libras. Para as oficinas e mesas haverá monitores aptos na linguagem de sinais (libras). Dentro da programação do festival haverá uma "sessão acessibilidade" com filmes com audiodescrição, pensando na inclusão de pessoas cegas e/ou com baixa visão.
Todas as ações desse projeto serão gratuitas. A proposta é democratizar o acesso a filmes paraibanos e nordestinos, oficinas formativas, mesas redondas, exibições paralelas e debates. Da mesma forma, sem custos, haverá sessões pré-festival realizadas junto às escolas da rede pública, tudo de forma não onerosa para o público. Como explicitado anteriormente, o festival compromete-se a fomentar um espaço de exibição não-comercial, gratuito e de qualidade, para todos os públicos. Não haverá comercialização de qualquer tipo de ingresso. As atividades acontecerão na cidade de Campina Grande - PB, no Cine-Teatro São José (mostras competitivas, sessões especiais, oficinas e debates); em escolas da rede pública em áreas periféricas (mostras infanto-juvenis) e há prevista uma ação com uma sessão especial na Vila do Artesão, estimulando a visita a um local público com intuito de gerar entretenimento e também renda para artesãos locais. Estima-se no geral abarcar um público de aproximadamente 1300 pessoas nas exibições no Cine São José, nas mostras competitivas e sessões especiais, 400 alunos em escolas da rede municipal, 150 pessoas em exibições na Vila do Artesão, 100 pessoas nos debates, 100 pessoas nas mesas redondas, 90 pessoas nas oficinas. totalizando em torno de 2000 pessoas. Não estão previstas atividades online. De acordo com os inciso(s)/medida(s) do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será(ão) adotada(s) no projeto: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
O proponete realizará no projeto a função de Coordenador Geral. Fica a cargo da formação de equipe, reuniões com diversos setores, articulações com parceiros e apoiadores e também direcionamento das atividades pensadas para a edição do corrente ano. Define os conceitos e demandas com a equipe curatorial e com o júri oficial. Junto com a produção executiva resolve pendências administrativas de sua alçada e supervisiona os planos de ação de setores diversos. Também fica a cargo de abrir e fechar o festival com uma fala para o público e responde a entrevistas de diverss meios de comunicação que cobrem o festival. Currículos: Jaime Guimarães (Coordenador Geral): Jaime Guimarães é um realizador audiovisual e montador de Campina Grande - PB. É formado em Jornalismo pela UEPB e Especialista em Cinema e Audiovisual pela UNICORP. Desde 2010 trabalha com audiovisual, onde se especializou em direção e montagem. Dirigiu os curtas Concreto (2011), A Alma das Ruas (2013), Pranto (2019), Abrição de Portas (2022). Atualmente distribui seu primeiro longa-metragem Cordelina (2022). Também é o coordenador do Muído - Festival de Cinema de Campina Grande. Clarissa Santos (Produtora Executiva): Clarissa Santos é professora assistente da UFSB, membra das equipes realizadoras do F.EST.A - Festival Estudantil de Audiovisual e do MUÍDO - Festival de Cinema de Campina Grande, atuou como Produção Executiva e Direção de Produção nos filmes Abrição de Portas (2022), Cordelina (2022) e Debaixo do Arvoredo (2021) e na Produção de set do filme Não existe pôr do sol (2021). Clara Farias (Equipe de Arte): Artista visual, roteirista e diretora de arte cinematográfica, formada em Produção de Moda (SENAI) e graduada em bacharelado em Arte e Mídia (UFCG), com formações em cinema, é aquarelista e poetisa. Integrante da APAN e Produtora da CUCO Filmes, dirigiu a instalação ?O que é que tem no seu balaio?? (SESC-PB 2017), coordenou a produção do FestCine Borborema (2018), coordenou a mostra A Arte e a Mídia Delas (2021), coordenou a produção do 1º FestCine Taperoá (2022) Produtora do Muído Festival (2022). Rafael Buarque Montenegro (Apresentador): Rafael Buarque é contador de histórias. Formado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba, publicou 3 livros de maneira independente, sendo o mais destacado deles o romance de fantasia As Crônicas de Pindorama, lançado em 2015 e selecionado no prêmio Hermano José na lei Aldir Blanc de 2021. Apaixonado por cinema, é produtor audiovisual e produziu e dirigiu os curtas mago (2017) e Juntos Somos Fortes (2017), e também atua como fotógrafo e editor de vídeo. Ellen Morais (Produtora): Ellen Morais é engenheira e cozinheira autônoma no Paprika Menu Veg e membra da equipe realizadora do MUÌDO - Festival de Cinema de Campina Grande. Atuou como assistente de arte no curta metragem Inominável (2014), direção de arte no curta metragem interativo Alux (2014), assistência de produção e catering no longa-metragem Cordelina (2022), catering nos curtas metragem Debaixo do Arvoredo (2021) e Não Existe Pôr do Sol (2021), catering no Festival Chama Violeta (2021). Lunara Vasconcelos (coordenadora de Mesas e Oficinas): Carolina Brito (Produtora): Carolina Brito é produtora cultural, mobilizadora social, empreendedora e comunicadora paraibana, natural de Campina Grande e Bacharela em Arte e Mídia. É brincante da cultura popular, e apaixonada por produção para festivais de artes integradas, audiovisual em geral, atividades de cultura popular e impacto social. Defensora dos Direitos Humanos é também fundadora da Enegrecida, espaço em que une pesquisa e ação em prol, principalmente, do protagonismo das mulheridades negras e da periferia. Circulando, também, como palestrante e arte-educadora, facilitando atividades junto a crianças, jovens e adultos. Milene Migliano (jurada): é professora, pesquisadora e produtora. Integra a Associação Filmes de Quintal que realiza o forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Desde 2003 participa de diversas iniciativas de festivais de cinema que articulam contextos singulares de universidadespúblicas, como o forumdoc.bh e a UFMG, o FIDÉ e a Paris VIII, o Cachoeira.doc e a UFRB, oFestival Mimoso de Cinema, com a UFRB e a UFOB, o F.EST.A e a UFSB, o Cinema Urbana e a UnB, entre outros. É investigadora do Grupo de Pesquisa Juvenália: questões estéticas, geracionais, raciais e de gênero em comunicação e consumo, no PPGCOM ESPM-SP, do Grupo de Estudos em Experiência Estética: Comunicação e Arte, GEEECA da UFRB, onde foi professora no curso de Cinema e Audiovisual (2021 a 2023). É pesquisadora associada do GT Infâncias e Juventudes da CLACSO, Conselho Latino Americano em Ciências Sociais. Vive em Salvador, Bahia. André Dib (Oficineiro): Graduado em Comunicação Social pela UFPE, concentra atividades de jornalista, pesquisador e critico de cinema. Sua experiência inclui cobertura de festivais no Brasil e no exterior. Seus textos já foram publicados nos jornais Diário de Pernambuco, Gazeta de Alagoas, Folha de Pernambuco e O Diário do Norte do Paraná e nas revistas Graciliano (Alagoas), Continente (Pernambuco) e no site do Instituto Goethe. Atualmente Programador do Cinema São Luiz em Recife. Marcelo Paes de Carvalho (Coordenador de Rodada de Negócios*): Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Candido Mendes(2011). Atualmente é Diretor Executivo da InCartaz Filmes e Eventos, Presidente do Instituto InCartaz de Cultura, Educação e Inclusão Social, Membro de corpo editorial da FilmInBrasil, Diretor de Projetos da NAASP - Núcleo de Arte do Alto Sertão Paraibano e da Universidade Federal de Campina Grande. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema.
PROJETO ARQUIVADO.