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PRONAC 2410546Projeto incluído em pauta para avaliação da CNICMecenato

Documentário Jaraguá 2026 - Sinfonia de uma cidade

G.A. MORETTI PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 777,8 mil
Aprovado
R$ 777,8 mil
Captado
R$ 290,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
60621141000153INDUSTRIA DE TINTAS E VERNIZES PAUMAR S/A1900-01-01R$ 226,0 mil
84431154000128Metalúrgica Erwino Menegotti Ltda1900-01-01R$ 30,0 mil
10953379000108WEG LOGISTICA LTDA1900-01-01R$ 24,0 mil
***167159**TANIA MARISA DA SILVA1900-01-01R$ 10,3 mil

Eficiência de captação

37.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Jaraguá do Sul
Início
2025-03-01
Término

Resumo

Produzir um documentário de 70 minutos sobre uma cidade de médio porte em Santa Catarina que se prepara para comemorar seu aniversario de 150 anos em 2026. Lançar o documentário em eventos presenciais na região Norte catarinense e publicar o filme em plataformas digitais. Jaraguá do Sul vem sendo reconhecida como a melhor cidade do Brasil em desenvolvimento socioeconômico e segurança pública. Mas será tudo isso? Quais os critérios e a consistência? O documentário aborda estas questões através de sua trajetória histórica, especialmente as últimas cinco décadas, retratando a realidade evolutiva das cidades médias e caminhos futuros.

Sinopse

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: livre. Abordagem: As comemorações dos cento e cinquenta anos da cidade em 2026 contrapõe com a realidade desta mesma cidade no presente ao utilizar imagens originais captadas integradas com imagens de arquivos e será o leitmotiv, atravessando toda a estrutura deste documentário. O tratamento do tempo passado, a Jaraguá dos anos 70, ganhará papel de relevância neste documentário, contrapondo com o tempo presente da produção deste documentário. Ao registrar o dia-a-dia de uma cidade em sua rotina, na sua maneira de ser, dentro de um período específico, os dias de hoje, com a preocupação no pouco usual, tentando fugir do convencional, torna-se uma oportunidade de a cidade olhar para dentro de si mesma, abrindo possibilidades para cada vez mais melhorarmos o entendimento de nossa vida contemporânea, sem perder o olhar poético do mundo a nossa volta. Para o documentarista francês Jean Rouch "fazer documentário é fazer poesia”, uma nova construção conjunta dos fragmentos de realidade de dois mundos imaginários que se cruzam em frente à câmera, Uma poesia que nasce na intimidade do diálogo daquele detrás da objetiva e o personagem diante dela. Uma poesia que permita um rearranjo com criatividade das realidades captadas pela câmera. Assim, este documentário buscará o tempo da escuta poética através dos silêncios da paisagem urbana por vezes barulhenta, do tempo de espera dos planos mais longos, atento às imprevisibilidades do ser e do momento, permitindo que aflore o universo particular de cada entrevistado, o imaginário que nasce da experiência individual, suas memórias verdadeiras em meio a sonhos, desejos e expectativas. Somando uma volta ao passado, resgatando a sua história, através de imagens de material de arquivo e de entrevistas com personagens que viveram na cidade e participaram ativamente de sua história, Mais, buscar vivências e pequenas histórias do cotidiano que se entrelaçam pelo viés do sonho imaginado de um futuro não tão distante. A trilha para chegar ao cotidiano não está pré-definida, pois ela irá nascer de depoimentos em espaços onde as pessoas passam boa parte de suas vidas, seja no trabalho das fábricas, nas ruas, etc. E a idéia é que, parte dos depoimentos sejam captados no meio das atividades diárias para se obter narrativas que surjam entremeadas com as ações vividas. No entanto é preciso estar atento a possíveis ambientações próprias a serem desenvolvidas para os personagens principais em seus depoimentos. A condução do assunto ocorre pela amostragem representativa dos personagens. Nas principais entrevistas se usará câmera fixa e estrutura de iluminação para o melhor resultado, em espaço neutro, onde se prevê a composição do plano. Se utilizará também o recurso da câmera na mão, presente na cena, com uma certa autonomia de movimentos em relação ao ambiente e aos personagens em questão, O conteúdo e a composição visual passam a ser resultados de situações que nascem no instante da filmagem. A qualidade deste registro irá depende muito da sensibilidade do operador de câmera e da sua interação com o ambiente que o cerca. Na montagem, se tentará buscar o ritmo próprio da narrativa, visando uma dinâmica própria, através de planos diferenciados, inserções pontuais, distanciando das produções televisivas voltadas mais ao jornalismo. Há de se cuidar a todo tempo de se permitir espaço para a complementação, para a utopia, para a imaginação, possibilitando quase adentrar ao mundo da ficção, onde a realidade se mistura. Enfim, buscar construir uma Sinfonia Urbana da cidade, onde a cidade é tanto o personagem principal quanto o centro esquivo do filme: um símbolo vívido, complexo e fragmentado da modernidade e das muitas promessas (e desafios) da vida urbana. Uma forma amplamente experimental que surgiu nos anos 1920 e 1930, a sinfonia urbana é frequentemente marcada por sua atitude ambivalente em relação à vida na cidade. Os ritmos e encontros espontâneos na rua podem, em um filme, oferecer novas potencialidades e emoções diversas e, em outro, representar o pior da vida na cidade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um documentário de até 70 minutos sobre Jaraguá do Sul, cidade catarinense que completa 150 anos de emancipação em 2026. As comemorações do centenário de Jaragua do Sul, em 1976, foram um divisor de aguas no seu desenvolvimento. A cidade se reconheceu nas exposições industrial e agropecuária, resgatou a sua história e materializou as possibilidades turísticas de seu entorno. Passadas cinco décadas, a cidade prepara as comemorações dos 150 anos em 2026. Com uma população de cerca de 190 mil pessoas tornou-se a quinta maior economia e o terceiro núcleo industrial do estado de Santa Catarina, sendo reconhecida nacionalmente pela sustentabilidade e níveis de segurança. O produto audiovisual vai fazer um resgate dos últimos 50 anos contrapondo com a realidade atual da cidade, buscando promover uma compreensão crítica sobre os aspectos estruturais como desenvolvimento e mobilidade urbana, segurança pública, resíduos sólidos e meio ambiente, saúde, cultura e educação, diversidade econômica. Junto com o resgate histórico, vamos organizar um banco de imagens com cenários e paisagens e registros de depoimentos de pessoas da cidade neste período. O material se constitui em preservação da memória coletiva, tão importante para entendermos o sentimento de pertencimento e as dinâmicas sociais de Jaraguá do Sul, mas também de cidades de médio porte do Estado de Santa Catarina e do Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Coletar imagens antigas em foto e vídeo, e coletar imagens atuais dos principais bairros e pontos geográficos de importância simbólica de Jaraguá do Sul, totalizando 10 diárias de captação; - Realizar entrevistas em formato de vídeo com ao menos 10 pessoas com reconhecida importância histórica e atuação em esferas coletivas de Jaraguá do Sul; - Realizar 4 eventos presenciais de lançamento na região norte catarinense; - Publicar o filme em plataforma digital, com acesso livre e gratuito, com medidas de acessibilidade.

Justificativa

O documentário proposto será uma produção audiovisual no Sul do Brasil, fomentando a descentralização cultural por se tratar de municípios do interior catarinense. A equipe de produção é composta por profissionais experientes, homens e mulheres, que trabalham na região e conhecem a realidade local. O presente projeto estimula que os profissionais permaneçam nas cidades do interior realizando seu trabalho, sem a necessidade de se transferirem para capitais ou eixo Rio-São Paulo. Pela divulgação nas redes sociais, o projeto conecta o viés histórico e cultural às tecnologias de acessibilidade de conteúdo e participação social no diálogo sobre as cidades. A ausência de limites geográficos possibilita um maior alcance de público, e a linguagem didática é bem aceita por pessoas de diferentes faixas etárias. No curto prazo, os materiais de produção do documentário, oportunizarão a manutenção de um registro audiovisual dos aspectos evolutivos da cidade e assim gerar análise e reflexão sobre as características urbanas, e por conseguinte fortalecer o exercício da cidadania. Um instrumento na busca de tornar o Cidadão Protagonista, causar mudanças de atitudes, despertando a Consciência Cidadã. No médio prazo, promover a valorização da memória audiovisual da cidade, incrementando assim o resgate e o debate sobre essa memória e estimulando o desenvolvimento da produção audiovisual nas cidades do Vale do Itapocú. No longo prazo, implementar um acervo audiovisual histórico e difundir as memórias audiovisuais coletivas. O projeto está de acordo com a Lei 8313, no seu Art. 1º, e se enquadra nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no que concerne ao Art. 3º, atende aos objetivos expressos nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de obras cinematográficas de filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O projeto será realizado na região do Vale do Itapocu, importante pólo industrial catarinense, ocupando a posição de quinta maior economia de SC e o terceiro núcleo industrial do estado, com uma população estimada em 271 mil habitantes. Por ter sido uma cidade com forte atrativo de mão de obra nas últimas cinco décadas, grande parte da sua população é oriunda de outros municípios e Estados, com sentimento de pertencimento muito heterogêneo e escasso conhecimento a respeito da história local. O documentário aborda esta trajetória, retratando o presente da cidade contrapondo com a cidade do início dos anos 70, ocasião das comemorações do seu centenário. O Escritório de Cinema, enquanto proponente deste projeto, reforça sua característica primordial e seu compromisso histórico de documentar a cidade e trazer a público as reflexões sobre pertencimento e identidade, memórias e aprendizados, expectativas e esperanças no futuro. Tendo vivenciado em profundidade as comemorações do centenário de Jaraguá do Sul, em 1975, acompanhado as discussões e o planejamento em projetos multi-institucionais na década de 1990, a produtora ainda hoje atua com foco em documentarismo, e promove discussões sobre a cidade. Em 2011, Gilmar A. Moretti, diretor deste documentário, realizou uma busca pessoal, tentando entender melhor a sua cidade, ao responder a sua insatisfação pessoal materializada nos seus versos inconclusos "... da minha cidade não gosto mais, me perdi na identidade dela!". Focado no questionamento do média metragem "Jaragua 2010. E Agora?", o diretor fez um resgate sobre os anos 1990 até 2010, dentro de uma visão critica da realidade das cidades de médio porte como Jaraguá do Sul. O projeto contemplado pelos recursos da lei Rouanet em 2011 foi realizado com sucesso, atingindo os objetivos propostos, com um alcance de 1 milhão de pessoas. O documentário atual traz visibilidade e reflexão a temas da atualidade junto à sociedade em geral, especialmente aos jovens estudantes. Serão consultados acervos públicos e pessoais para o resgate de imagens, ouvidas pessoas de notório saber para resgate de histórias da comunidade e órgão oficiais e de planejamento urbano. Este projeto busca suprir essa lacuna, municiando os moradores de informações sobre a história, o presente e os projetos futuros, incentivando assim a reflexão sobre a realidade local e o sentimento de pertencimento. O projeto contribui ainda para a criação e o fortalecimento da identidade das famílias que se instalaram na região e criaram raízes, ajudando a incorporação de novos elementos pela dinâmica natural das cidades.

Estratégia de execução

Estratégia de produção A pesquisa, o desenvolvimento e o plano de filmagem estarão apoiados em seis pilares, eixos verticais a serem pesquisadas, desenvolvidos e posteriormente filmados: Cultura - Registro e Preservação de Memória, Patrimônios Materiais e Imateriais.Economia - Evolução da matriz econômica, ecosistemas de Inovação, Economia Criativa, Turismo e Eventos.Infraestrutura - Vias de acesso.O trem e a cidade. Mobilidade Urbana. Habitação e ocupação territorial. Urbanicidade: Calçadas, postes, praças, parques.Ambiental - Rios como recurso e espaço vivo. A relação com o Lixo. Equilíbrio entre a cidade e natureza.Social - Saúde e bem estar. Educação. Segurança. Esporte e lazer. Voluntariado.Institucional - Políticas públicas. Protagonismo de Entidades e Instituições. O papel das Associações de Bairros. Inspirado em Eduardo Coutinho, "é preciso ouvir o material captado neste tipo de de documentário, onde o roteiro é feito na etapa de edição, na montagem. O material captado vai nos ensinar e vai fazer com que entendamos isso.” A organização pelos eixos temáticos acima orientarão a montagem do documentário. O ritmo da vida urbana claramente tem uma batida poderosa. E toda da cidade tem seu som e sua batida. Cada eixo trabalhado é uma musica com diferentes ritmos compondo a Sinfonia de Jaraguá do Sul . Uma Sinfonia que está nos corações e mentes dos que adotaram a cidade para morar!

Especificação técnica

Documentário será captado utilizando duas câmeras de cinema Sony FX3 4K, câmera de ação GoPro Hero 11 Black e drone DJI Mavic Air 2 para imagens aéreas, além de equipamentos de monitoração de imagem, estabilização de câmera, etc. A captação de som será com microfones lapela e microfone direcional para personagens principais, microfone direcional para sons ambientes, gravados em um gravador de campo. A iluminação será natural em diárias externas com apoio de rebatedores e 4 leds Aputure em diárias internas/estúdio. A montagem e a finalização trabalhará com softwares DaVinci Resolve Studio, Adobe After Effects, Logic Pro X e outros complementares.

Acessibilidade

PRODUTO AUDIOVISUAL II - no aspecto comunicacional de conteúdo, O produto final será publicado na internet, com acesso livre e gratuito, com legendagem em português, audiodescrição e janela com intérprete de LIBRAS. EVENTO DE LANÇAMENTO I - no aspecto arquitetônico; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo Nos 4 eventos presenciais de lançamento do documentário, serão contratados audiodescritores e intérpretes de LIBRAS para possibilitar a interação do público com o mediador do evento. O filme a ser exibido já terá as medidas de acessibilidade comunicacional. Os locais a sediarem os eventos de lançamento ainda serão escolhidos, porém é possível antecipar que um dos critérios para a escolha do espaço físico é o atendimento as medidas de acessibilidade física, tais como rampas e elevadores, e poltronas especiais e banheiros acessíveis. Desta forma, contribuímos para a quebra de barreira de comunicação para permitir e incentivar a fruição dos produtos e participação no debate da sociedade a pessoas portadoras de necessidades especiais, conforme prevê a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

Democratização do acesso

Os eventos de lançamento presencial do documentário serão realizados com entrada gratuita, sem a cobrança de ingressos, com medidas de acessibilidade física e de conteúdo. O produto final será publicado na internet, com acesso livre e gratuito, com medidas de acessibilidade. Haverá ampla divulgação junto à escolas, nas redes sociais e em mídia espontânea sobre o projeto, tanto para os eventos de lançamento quanto para o acesso ao conteúdo posteriormente. E ainda, o projeto atende às recomendações de democratização de acesso indicadas na IN 11/2024, no seu art. 30, incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Gilmar A. Moretti - diretor geral (proponente) Diretor de cinema e teatro, idealizou e dirigiu espetáculos de dança, música, teatro multimídia, e publicou dois livros de poesia e um livro de pesquisa sobre a matriz econômica da região do Vale do Itapocu. Dirigiu os documentários em longa-metragem “Padre Aloísio - A santidade cotidiana”, “Jaraguá 2010. E agora?” e “Idades da Moda”, em co-direção com Marcelo Machado. E também trabalhou com filmes institucionais para Hospital São José, Marisol e WEG. Coordenou o projeto de oficina e produção de baixo orçamento “Jaraguá em Curtas”, “Mostre a cara do seu Bairro 1 e 2”. É produtor executivo e apresentador da websérie documental “Jaraguá do Sul 2026”. Carlos Daniel Reichel - roteirista Roteirista e diretor de cinema, Carlos iniciou sua carreira como estagiário da produtora O2 Filmes. Co-escreveu e dirigiu os curtas metragens Quinta Coluna e Garoto VHS, ambos exibidos e premiados em festivais dentro e fora do Brasil. Foi vencedor da bolsa de roteiro cinematográfico CAPES / Fulbright e cursou mestrado em escrita dramática na New York University, onde desenvolveu projetos sob a supervisão de Annie Baker, Walter Bernstein e Spike Lee. Escreveu e dirigiu o documentário “Vale Tombado”, sobre o tombamento histórico dos bairros Rio da Luz e Testo Alto em Santa Catarina, além de assinar a adaptação cinematográfica do livro infantil “A Flauta Mágica” e os roteiros do projeto documental “Jaraguá do Sul 2026”, Carlos ministra cursos de roteiro em parceria com o SESC e prepara o seu primeiro longa de ficção, cujo projeto foi vencedor do Edital Catarinense de Cinema. Atualmente escreve a primeira e segunda temporada da sitcom infantil “Bugados” para o canal Gloob, além de ter co-roteirizado a experiência imersiva em VR (Realidade Virtual) “A Linha”, narrada por Rodrigo Santoro e selecionada para a prestigiada mostra competitiva do 76o Festival Internacional de Veneza. Débora Remor - pesquisa e produção executiva Jornalista com 10 anos de atividade na mídia impressa, atua como produtora cultural desde 2016, com MBA em Gestão de Projetos e Negócios Sociais (em andamento/2024). Na área audiovisual, atuou na produção de campo de projetos de websérie, vídeo institucional e projetos sócio-culturais, tais como “Jaraguá 2026”, “Museu WEG - apresentação e acessibilidade”, “Hospital São José”, e como assistente de produção executiva do longa-metragem “A Mãe do Ano”, vencedor do Prêmio Catarinense de Cinema 2022, com a Design Cinema e Literatura. De 2019 a 2022, integrou o setor de projetos da SCAR de Jaraguá do Sul - Sociedade Cultura Artística (SCAR), Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e Associação de Músicos da SCAR. Sandra Simioni - montagem e finalização Graduada em Educação Artística com habilitação em Desenho pela UDESC, trabalha com edição, montagem e finalização de vídeo desde 1997. Atuou com animação em 2D, 2.5D e montagem multimídia para peça teatral, como a "Valsa n.6", "O Cavalinho Azul" e "Rigobello - O Inspetor Geral". Ministrou cursos de edição e montagem para alunos do ensino médio em projetos culturais. Desenvolve trabalhos em montagem, finalização, restauração digital de fotografia, colorimetria, e tratamento de imagem, em documentários institucionais como Marisol e WEG, e em longa-metragens como "Idades da Moda", "Jaraguá 2010 E agora?", e "Padre Aloísio - a santidade cotidiana”, e as webséries “Jaraguá 2026” (2019 - segunda temporada) e “Vale dos Encantos” (2023). Vicente Adratt - direção de fotografia Trabalha com teatro e cinema desde 2013, foi operador de luz das peças teatrais “O Que Matou Profíria Reis?” e “Casa de Pólvora”. Som direto e editor de som do documentário “Vale Tombado” e a websérie “Vale dos Encantos” (2023). É diretor de fotografia para comerciais fashionfilm para marcas como Elian, Marisol, Charpey, entre outras da região catarinense. Propôs e dirigiu o curta-metragem “As Pétalas Púrpuras que Cuidei”, premiado no edital Lei Paulo Gustavo - Audiovisual 2023, da Prefeitura de Jaraguá do Sul (SC). Maycon Barbi - drone e ass. dir. fotografia Trabalha com audiovisual desde 2016, com experiência em curtas, médias e longas-metragens. Participou de produções como "Vale Tombado", “Vovô Emílio e o Caminho do Peabiru”, as webséries "Jaraguá 2026" e "Vale dos encantos". Trabalhou em festivais de música como “Psicodália" e ” WSF”. Com institucionais e manifestos para empresas como “WEG”, “Hospital São José”, “SocialDocs”, “Ambev”, “Fiasul”, “Hangar 33”, “Live!”,” CFL” e “Firmorama”. Taís Urquizar - direção de som Diretora, fotógrafa, filmmaker e editora de documentários e projetos audiovisuais. Trabalhou como diretora de fotografia nos documentários longa-metragens “Vale Tombado”, “Padre Aloísio - A santidade cotidiana”, “Hospital São José 80 anos”, “Jaraguá 2010. E Agora?”, e no filme educativo “Vovô Emílio e o caminho do Peabiru”. Participou dos espetáculos teatrais multimídia “O que matou Porfíria Reis” e “O Cavalinho azul”. Ministrou cursos e oficinas de fotografia, e atualmente é coordenadora do projeto educativo experimental 'Audiovisual na Aldeia Piraí', dentro da aldeia guarani Tekoa Piraí.

Providência

Análise técnica concluída

2026-11-30
Locais de realização (1)
Jaraguá do Sul Santa Catarina