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PRONAC 2410549Apresentou prestação de contasMecenato

Festival Toca - 5ª edição

INSTITUTO ATO TODA ARTE
Solicitado
R$ 4,40 mi
Aprovado
R$ 4,40 mi
Captado
R$ 1,92 mi
Outras fontes
R$ 145,2 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02709449000159Petrobrás Transporte S. A1900-01-01R$ 1,92 mi

Eficiência de captação

43.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-11-25
Término

Resumo

Festival Toca 5ª edição _ o evento inclui prêmios, mesas de debate, filmes, intervenções artísticas e shows em vários palcos, destacando-se pela experiência única que oferece ao público com programação gratuita.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo geral - Fomentar o calendário cultural da cidade, oferecendo prêmios, mesas de debate, mostras de filmes, intervenções artísticas e shows em diversos palcos. O evento promove novos artistas, movimenta a cadeia produtiva da cultura e celebra a arte nacional, visando promover, divulgar e preservar a cultura e arte brasileiras, com foco em música e memória. Além disso, o festival enfoca no cancioneiro brasileiro, realizando um trabalho de resgate, valorização e difusão das matrizes tombadas como patrimônio imaterial - como o samba, o chorinho, forró, frevo e a música regional. Objetivos específicos: - Criação e manutenção do sítio de internet do projeto: plataforma online dedicada à divulgação geral do projeto, sua programação, homenageados e ações, bem como à execução do Prêmio TOCA, incluindo a publicação do regulamento, recebimento de inscrições, divulgação das demais etapas e dos vencedores. - Realização do Prêmio TOCA: Seleção de abrangência nacional de obras inéditas. Foco em composições inéditas de artistas residentes no Brasil. As inscrições serão gratuitas e abertas de forma online. Premiação de 10 composições inéditas de artistas brasileiros. - Realização do Toca de Ideias: 08 atividades presenciais, com palestras e rodas de conversa sobre economia criativa, equidade, políticas públicas e carreira na música. - Realização do Cinema TOCA: Mostra com 06 filmes sobre a diversidade da música brasileira. - Realização de Intervenções artísticas: 06 performances artísticas nos intervalos da programação. - Realização de 07 shows com apresentações musicais.

Justificativa

A programação do Festival Toca promove a ideia de um país diverso e imerso no cancioneiro brasileiro e na música regional, o Festival se justifica ao cumprir um papel fundamental de valorização e difusão da cultura brasileira no segmento da canção. Portanto, o samba, o choro, o forró, a música popular brasileira, a guitarra baiana, a guitarrada paraense, os ritmos tradicionais, entre outros, são exemplos de sonoridades abarcadas na programação que conjuga aspectos da tradição e contemporaneidade. Das prerrogativas da curadoria, reunir artistas com carreiras consolidadas e representantes da nova geração de talentos da música dentro de uma programação que amplia referências e estimula criticidade, é um dos expoentes de um planejamento que dura meses e rende um mapeamento de significativa relevância para o setor, tendo em vista que a curadoria contempla a execução dos shows e o PrêmioTOCA, um concurso que é aberto para compositores de todo o Brasil. Em 2023, quando o Festival escolheu homenagear Dona Ivone Lara, também escolheu-se trabalhar o legado dessa grande artista, matriarca do samba e grande símbolo cultural da cidade do Rio de Janeiro. Junto disso, o Festival explorou a música feita por mulheres pretas em toda a sua programação, trabalhando pelo resgate histórico da cultura preta e feminina, na nossa música, mas também em toda a nossa sociedade. Agora, em 2025, o festival terá foco nos artistas amazônidas e seus ecos. A ideia de celebrar nomes amazônidas é trazer à luz a cultura e a música dessa região, pouco conhecida pelo restante do Brasil. O projeto se enquadra e alinha nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Como finalidade, o projeto possui dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I _ Incentivo à formação artística e cultura, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas e congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

O projeto foi elaborado e aprovado para captação ainda sob a vigência da Instrução Normativa anterior (INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11/2024), quando não havia a exigência de alocação integral dos custos de acessibilidade na categoria de custos vinculados. No entanto, é importante considerar que a captação realizada até o momento corresponde a menos de 50% do valor total aprovado. Ao revisar o orçamento para adequá-lo às novas orientações e considerar, dentro dos custos vinculados, os gastos com comunicação, divulgação e acessibilidade, identificamos a necessidade de adaptar parte das medidas de acessibilidade inicialmente previstas na inscrição do projeto.Diante desse cenário, estamos propondo uma diversificação das estratégias de acessibilidade, de forma a contemplar, na medida do possível, diferentes perfis de público com deficiência. Essa adequação é necessária para que os custos de divulgação ? que, por exigência do edital da Transpetro, devem representar no mínimo 13% do valor do patrocínio ? somados às ações de acessibilidade, possam ser integralmente acomodados dentro do limite de 20% destinado aos custos vinculados. Diante da limitação orçamentária imposta por esse teto percentual, não há margem financeira para absorver a totalidade das medidas previstas originalmente, sendo necessário priorizar aquelas compatíveis com os recursos disponíveis.Ainda que as medidas de acessibilidade tenham sido parcialmente ajustadas em função das restrições orçamentárias, o projeto reafirma seu compromisso com a promoção da inclusão e da participação plena de pessoas com deficiência. A seleção das ações priorizadas foi orientada pelo impacto potencial e pela diversidade de públicos atendidos, buscando garantir, dentro das possibilidades financeiras, condições adequadas de acesso aos conteúdos e atividades previstas.Ciclo Formativo em Acessibilidade – realização de uma ação educativa para a equipe do projeto, ministrada por consultores especializados em acessibilidade cultural, capacitando os profissionais para atender adequadamente o público PCD (pessoas com deficiência).Produto: Sítio de internet – AudiovisualAcessibilidade física – Produto inteiramente online, não se aplica acessibilidade física.Acessibilidade de conteúdo - O site será acessível, com recursos como fontes adequadas e contraste de cor, desenvolvidos pelos programadores contratados.Produto: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra / VernissageAcessibilidade física: O espaço escolhido para as atividades já possuirá instalações adequadas para pessoas com mobilidade reduzida ou diversidade funcional física.Acessibilidade de conteúdo – Teremos intérprete de libras, monitores para apoio de pessoas com deficiências intelectuais e audiodescrição em 01 mesa de debate do Toca de Ideias.Produto: Festival/Mostra – AudiovisualAcessibilidade física: O espaço escolhido para as atividades já possuirá instalações adequadas para pessoas com mobilidade reduzida ou diversidade funcional física.Acessibilidade de conteúdo: Para tornar o produto acessível, os filmes escolhidos para a mostra de filmes deverão possuir legenda para atender aos portadores de deficiência auditiva e teremos abafadores de ruído, para portadores de deficiência intelectual, em todas as sessões.Produtos: Festival ou Festa Popular e Apresentações MusicaisAcessibilidade física: O espaço escolhido para as atividades já possuirá instalações adequadas para pessoas com mobilidade reduzida ou diversidade funcional física.Acessibilidade de conteúdo: Teremos intérprete de libras, monitores para apoio de pessoas com deficiências intelectuais e audiodescrição nos shows que acontecerão no Palco Aberto na Praça dos Arcos, na Lapa/RJ e em um show no palco do MAR – Museu de Artes do Rio. O palco aberto na Praça dos Arcos também contará com área e banheiro exclusivos para PCD. Além de abafadores de ruido em todos os shows do Festival.

Democratização do acesso

O ingresso a todas as ações do projeto será gratuito. O projeto respeitará o Art. 46º da IN nº 23/2025, contendo em seu plano de distribuição as seguintes ações: - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Em complemento, de acordo com o o Art. 47º da IN nº 23/2025, o projeto adotará a seguinte medida de democratização do acesso: - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Serão contratados 03 estagiários para trabalhar por 15 dias na execução do projeto. Serão estudantes de produção cultural de universidades públicas.

Ficha técnica

Aíla Curadora AÍLA é uma das principais vozes da música contemporânea da Amazônia. Nascida na Terra Firme, periferia de Belém, a artista traz diversidade e inovação na sua trajetória, é cantora, compositora, cineasta, diretora artística e musical, além de criadora de festivais pioneiros na Região Norte do país, como o MANA, que destaca o protagonismo das mulheres amazônidas no mercado da música. Atuando em várias frentes, em 2022, foi também diretora musical da NAVE no Rock in Rio, que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Em 2023, assinou a direção musical, juntamente com Russo Passapusso, do espetáculo POROROCA, um ato em defesa da Amazônia, que aconteceu em Nova Iorque (EUA), com transmissão pelo canal Multishow. Ainda no mesmo ano, juntamente com a artista visual Roberta Carvalho, criou e assinou a direção artística-musical da intervenção Amazônia: uma experiência imersiva, que aconteceu em Belém, na Cúpula da Amazônia, para presidentes de vários países da amazônia internacional, e posteriormente em uma re-apresentação na COP 28, em Dubai, para chefes de estado do mundo todo. Seu mais recente feito é a direção do filme MESTRAS (2024), o primeiro longa documentário do Pará a entrar no maior festival de cinema do Brasil, o Festival de Gramado. MESTRAS é um mergulho poético na riqueza cultural e na força de mulheres que têm papel fundamental na manutenção das tradições musicais da Amazônia. Uma viagem pelas vertentes sonoras da região, desde o samba de cacete ao carimbó, através de Mestras como Iolanda do Pilão, Miloca, Bigica e Dona Onete. O filme também entrelaça a história de vida da narradora, com um drama pessoal da perda de sua avó que partiu nas águas do mar de uma Amazônia Atlântica que poucos conhecem, convidando-nos a refletir sobre novos destinos, sonhos herdados e resiliência das mulheres. Alfredo Del-Penho Direção Musical, Arranjos e Pesquisa Alfredo Del-Penho é um dos mais incensados cantores de samba da nova geração. Se apaixonou pelo gênero nas rodas e tocatas de Niterói, onde viveu por mais de 20 anos e se tornou pesquisador, músico e compositor. Um dos nomes da tão decantada geração da Lapa, Del-Penho foi o primeiro a receber o Prêmio da Música Brasileira, o mais importante do Brasil, como melhor cantor de samba. Tem em sua discografia mais de 10 discos como cantor, integrante de grupos ou produtor musical, a maioria com indicações a prêmios e críticas elogiosas. Alfredo também é ator e há 10 anos faz parte da Cia. Barca dos Corações Partidos, na qual também é diretor musical. Em 2016, participou de Auê, escolhido como melhor espetáculo do ano pelos prêmios Cesgranrio, Bibi Ferreira, APTR, Reverência e Botequim Cultural. Ganhou, ao lado de Beto Lemos, os Prêmios Cesgranrio e APTR de Melhor Música, pela direção musical do espetáculo. É diretor musical, ator e músico na peça “Suassuna – O Auto do Reino do Sol”, que homenageia o universo de Ariano Suassuna e recebeu mais de 40 prêmios. Alfredo foi indicado para o Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode por “Desengaiola”, lançado ao lado de João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda. André Brasileiro Curador Graduado em Comunicação Social pela Universidade Maurício de Nassau, André é diretor, ator e produtor cultural. Iniciou sua carreira em produção no ano de 1990, como assistente de produção do espetáculo “Mistérios do Sexo”. Em 2000 assinou a produção executiva do espetáculo Querido Mundo, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa. Em 2002 e 2003 assinou a Direção de produção dos projetos “Tintas Frescas”, em parceria com o Consulado da França e Aliança Francesa, e “Conversa com Pina Baush”, com a presença da mesma. Foi assessor especial da Secretaria de Cultura do Recife entre os anos de 2004 e 2012, Coordenador Executivo do Carnaval Multicultural do Recife entre os anos de 2005 e 2012, Coordenador de Produção do Festival Internacional de Dança do Recife e do Festival Recife do Teatro Nacional entre 2003 e 2007. Em 2012 exerceu o cargo de Presidente da Fundação de Cultura da Cidade do Recife. Dirigiu o show Cordas, Gonzaga e Afins – Que comemorou os 35 anos da cantora Elba Ramalho e O Grande Encontro 20 anos – Show com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. Realizou a produção executiva do projeto POR ACASO NO RIVAL, realizado no ano de 2018. Participou, como comissão, de seleções/editais/curadoria como Natura Musical, Secretaria de Cultura da Bahia, OI Futuro, RIO2C, Ibermúsicas (Funarte), CASABLOCO, entre outros. ANDREA ALVES Diretora Geral A carioca Andréa Alves fundou a Sarau quando concluía seus estudos em jornalismo, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e em produção cultural na Universidade Cândido Mendes. É autora de dois livros sobre ícones da música brasileira: “Tempos de Outrora - Vida e Obra de Babaú da Mangueira” e “O Samba é meu Dom” (entrevistas com D. Ivone Lara, Luiz Carlos da Vila, Monarco, Nelson Sargento, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, e Xangô da Mangueira). O prazer pela música encostou no apreço pela escrita e pela história da cultura nacional. Junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão, construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos, tais como “Gota D´água [a Seco]”, da obra de Chico Buarque e Paulo Pontes, com direção de Rafael Gomes; “Elza”, de Vinícius Calderoni, com direção de Duda Maia, e todos os espetáculos da Cia. Barca dos Corações Partidos, “Gonzagão - A Lenda”, “Ópera do Malandro”, “Auê”, “Suassuna - O Auto do Reino do Sol” e o mais recente, “ Jacksons do Pandeiro”. Foi fundadora da Escola Portátil de Música, tendo sido diretora de produção e de planejamento. Atua como produtora fonográfica e mantém o Selo Sarau. A Sarau realizou mais de 160 projetos, dentre eles 53 de teatro, 46 de música, 21 CDs, além de projetos de acervo, festivais, publicações de livros e exposições. São mais de 100 prêmios recebidos até hoje. Vivi Borges Coordenadora de Produção Vivi Borges, paulista, moradora do Rio de Janeiro, é diretora de produção, curadora e gestora há 35 anos. Iniciou sua trajetória dedicando-se ao setor do audiovisual, trabalhando em filmagens de longa metragens em sua fase paulista. Radicou-se na cidade do Rio de Janeiro, onde passou a se envolver e trabalhar em projetos de música e educação, como os “Flautistas da Pro Arte” e a “MIMO – Mostra Internacional de Olinda”. Além de atuar como produtora no mercado fonográfico de artistas independentes, atua na produção no segmento da música popular e erudita. Produziu turnês nacionais e internacionais, com orquestras e em formações diversificadas. Nomes como Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal e Mônica Salmaso são alguns dos que passaram por suas programações. De 2011 até 2020, Borges foi diretora de produção da Sarau Cultura Brasileira, do Festival Villa Lobos e do TOCA, além de ter sido curadora do Festival FIBRA. Atualmente Vivi vem abrindo seu leque, atuando em diversos projetos como: Festival TIM Music, Vibra Open Nair, Casa Bloco, entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro