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O Projeto Carnaval Coletivo Jogo de Ifá 2025 articula realizará 04 dias de desfile, no Circuito Osmar, articulando 4 Associações Afros, atuantes em diferentes bairros da cidade, consolidando uma estratégia de resistência diante dos crescentes desafios da festa em questão.Serão três dias com blocos afros e um dia com um bloco de samba, exaltando a resistência e beleza do povo negro, no circuito Osmar, o mais tradicional da cidade de Salvador.O modelo proposto amplia a população e o território de impacto da atividade econômica e educacional relacionados aos preparativos da festa momesca.
O Bloco Afro Arca do Axé participará do Carnaval de Salvador 2025 com 04 dias de desfile, envolvendo os Blocos, Arca do Axé, Jogo de Ifá, Mutantes e Araiyê, no circuito Osmar, o mais tradicional da cidade de Salvador. Será realizada a produção, edição e distribução um Mine-Doc, de 15 minutos contando a experiência do carnaval coletivo Jogo de Ifá 2025.
Objetivo Geral Realizar 4 dias de desfile de blocos afros, durante o Carnaval de Salvador 2025, apresentado diferentes manifestações da cultura afro. Objetivo Específicos 1- Realizar desfile de 4 blocos distintos, em trios equipados com LED, com 4 bandas no Circuito Osmar do Carnaval de Salvador; 2- Contratar 400 pessoas para compor as diferentes alas de dança para 4 os dias de desfile; 3- Incluir 10% de pessoas com necessidades especiais em todas as atividades culturais do projeto; 4- Confeccionar 7.500 Abadás para a festa; 5- Contratar serviço de 350 pessoas para apoio técnico (cordeiros, seguranças, bombeiros civis, técnicos e orientadores) 6- Construir um plano de comunicação (uma produção audiovisual, peças publicitárias, portfólio online, impressão de big hand); 7- Arrecadar 7 toneladas de alimentos pra doação, através da troca por abadás (1 abadá por 2 kg de alimento).
Justificativa A injeção de incentivos fiscais nos blocos afros em Salvador são uma maneira de proteger expressões culturais que, apesar da sua força e beleza não são objeto do interesse da indústria cultural. É comum a veiculação de matérias jornalísticas denunciando a falta de apoio que os blocos afros e afoxés sofrem ano após ano. A forma como estas organizações mobilizam e produzem seus eventos, não lhes é atrativa. Poderíamos dizer que apesar de serem grandes espetáculos a céu aberto, os desfiles são secundarizados quando o assunto é o interesse dos meios de comunicação e o mercado publicitário, sendo relegados a horários e espaços de baixo interesse comercial. Apesar disso, o carnaval ainda é o grande palco das produções dos povos tradicionais, sendo assim, uma maneira privilegiada de ensinar aos mais jovens as tecnologias populares de mobilização, educação e produção cultural. Por mais que os blocos afros, com todos os desafios já narrados, continuem resistindo neste cenário desfavorável, os incentivos fiscais garantem a profissionalização dos seus criadores, bem como o apoio, difusão e valorização dessa expressão cultural. Apesar de todas dificuldades, os blocos afros representam o coração da festa, mesmo com todo o apelo comercial e midiático dos artistas mais famosos, não poderia existir carnaval sem as alegorias que representam a identidade e a história da cidade, representados pela estética ancestral e a musicalidade afro baiana. Assim, faz-se necessário que o apoio permitido pela Lei 8313/1991, especialmente no diz o "Art. 1°: Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País (...). O Art. 3°: Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos(...), III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos (...) d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; (...) IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (...). Todavia, o desfile do Projeto Bloco Afro Jogo de Ifá é a culminância de um trabalho muito maior de educação e inclusão social de jovens dos bairros de Engomadeira, Cabula, Beiru e Cosme de Farias. No semestre que antecede a festa, as oficinas de música, artes plásticas e dança, que preparam e selecionam os jovens que irão compor as alas de baianas, bailarinos e capoeiristas, além dos artistas plásticos que produzem as alegorias que adornam os desfiles. Portanto, contribuir para o projeto Bloco Afro Jogo de Ifá desfilar no carnaval de Salvador é muito mais que proporcionar uma festa, um desfile de carnaval, é fortalecer laços de solidariedade, ofertar aos menos favorecidos justiça social e a oportunidade de ser um importante ator e atriz para disseminar e valorizar a cultura e a imagem do povo brasileiro e sua diversidade cultural. É a oportunidade de contribuir para um mundo mais alegre justo, solidário e consciente de sua identidade étnica, nacional e cultural.
Por se tratar de uma Festa ao ar livre, contaremos com a acessibilidade física já disponível nas ruas de Salvador, a exemplo dos pisos táteis, ônibus com acesso para cadeirantes. Também está prevista a contratação de 3 intérpretes de LIBRAS por dia de desfile para que pessoas surdas também participem da apresentação, assim como a contratação de uma equipe de apoio especializada no suporte de Pessoas com Deficiência.
50% dos abadás (3750 fantasias) serão trocados por 2 quilos de alimentos não perecíveis cada, que serão destinados ao Programa Bahia sem Fome, promovido pelo Governo do Estado.
A Coordenação dos serviços administrativos, a saber, gestão de recurso, prestação de contas, cadastro de colaboradores, gestão de contratos, ficará sob a responsabilidada da proponente. A coordenação de mobilização e comunicação se encarregará da artilução e engajemento de artistas, insituições parceiras, do registro e divulgação do evento. A coordenação artística, será responsável pela elaboração e execução de tpdos os produtos artíticos a serem apresentados durante o evento. Por fim, a coordenação operacional e de logística, atuará na supervisão das equipes em campo, assim como irá monitorar a segurança dos equipamentos, transporte das equipes e materiais, incluindo o fornecimento de alimentação e água. Experiência dos Colboradores Washington Luis Santos Cruz, Mobilizador Cultural, bailarino corógrafo, percussionista, Coordenador da Associação Bloco Afro Jogo de Ifá. Presidente do Bloco ARAIYÊ, Coordenador da Banda e Dança.Atuação:No Bairro de Cosme de Farias desde 2017, realizando aulas de dança na Escola Municipal Lelís Piedade e Escola Municipal Olga Figueiredo. Aula de Percussão para Jovens no bairro do Uruguai, na Associação Santa Luzia, de 2019 a 2020. Projeto no Bloco Afro Okanbi, no Engenho Velho de Brotas, como Instrutor Percussivo, na Escola Municipal Rui de Lima e Escola Municipal Martagão Gesteira, no ano de 2016 e 2017. Coordenador de Ala de Dança no Bloco de Índio Commanche do Pelô, no ano de 2016 á 2018. Atualmente, Presidente do Bloco ARAIYE, Coordenador da Banda e Dança. Wellington Luiz Santos Cruz, culturais na área de Dança e Coordenação. Professor de Dança Afro e Moderna em diversas Associações de bairro. Dançarino e Coreógrafo dos blocos, OKANBI, Commanche do Pelô, Bloco Afro Alafim, Bloco Kaiala da Bahia, Bloco Abi si Aie. Presidente do Bloco Afro Arca do Axé. Antônio Fagundes da Silva, Percussionista, Diretor da Banda do Bloco Afro Arca do Axé. Em 2016, integrou o Bloco Afro Amigos do Baba, como Percussionista. Em 2017, fez Oficina de Percussão para jovens no Bloco Afro Alafim. Clóves Carneiro Ramos, Liderança comunitária do centro histórico de Salvador.
PROJETO ARQUIVADO.