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PRONAC 2410576IndeferidoMecenato

Festival de Cinema de Porto Alegre - Primeira Edição

F DOS REIS BARCELLOS
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-07
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto prevê a realização da primeira edição do Festival de Cinema de Porto Alegre. Com um enfoque na valorização do cinema nacional e regional, através de mostras e atividades diversas, o Festival tem por objetivo conectar realizadores do audiovisual de todo o país com o circuito exibidor e o comércio local da capital gaúcha, tão afetados pelas enchentes de maio de 2024. Em parceria com a Fábrica do Futuro, o festival também assume uma abordagem diferenciada ao realizar sessões voltadas à acessibilidade.

Sinopse

A primeira edição do Festival de Cinema de Porto Alegre. Com um enfoque na valorização do cinema nacional e regional, através de mostras e atividades diversas, o Festival tem por objetivo conectar realizadores do audiovisual de todo o país com o circuito exibidor e o comércio local da capital gaúcha, tão afetados pelas enchentes de maio de 2024. Em parceria com a Fábrica do Futuro, o festival também assume uma abordagem diferenciada ao realizar sessões voltadas à acessibilidade.

Objetivos

O objetivo geral do projeto é fomentar o setor audiovisual a nível regional e nacional, ao divulgar os filmes, promover encontros entre realizadores e disponibilizar sessões para o público geral, democratizando o acesso. Ao longo de 3 dias, o Festival se tornará meio de circulação de obras audiovisuais produzidas no estado, com intuito de valorizar os realizadores gaúchos e suas obras. Para isso, o festival organizará mostras gaúchas e a exibição de longas produzidos no Rio Grande do Sul, que muitas vezes não encontram espectadores por falta de condições de distribuição. O Festival de Cinema de Porto Alegre também tem como objetivo aquecer o setor cultural da cidade, ao trazer artistas e realizadores do Brasil inteiro para a região, divulgar seus trabalhos e lançar visibilidade à cena artística porto-alegrense de maneira nacional. Realizado em locais atingidos pela enchente, como o Quarto Distrito e o Centro Histórico, o projeto fomenta a circulação de pessoas nessas áreas, aquecendo o comércio local de regiões diretamente afetadas pelas enchentes, e fortalecendo o turismo nessas regiões. São objetivos específicos do projeto: 1- Realizar a primeira edição do Festival de Cinema de Porto Alegre. 2 - Mostra competitiva nacional: Promover a divulgação e a premiação dos curtas-metragens selecionados para o festival. A mostra também facilitará o acesso da população gaúcha às obras de audiovisual realizadas em território nacional no último ano. 4 - Mostra competitiva regional: Promover a divulgação e a premiação dos curtas-metragens regionais selecionados para o festival. A mostra também facilitará o acesso da população gaúcha às obras de audiovisual realizadas no Rio Grande do Sul no último ano. Com foco em produções regionais, incentivará os realizadores gaúchos e suas obras, trazendo reconhecimento e divulgação. 5 - Mostra de longas regionais: Ampliar o alcance de longas-metragens regionais realizados nos últimos 4 anos, pois existe uma lacuna para que alguns longas encontrem com o público, por falta de meios de distribuição. Com foco em produções regionais, incentivará os realizadores gaúchos e suas obras, trazendo reconhecimento e divulgação. Serão selecionadas obras lançadas nos últimos 4 anos, pois o acesso às mesmas foi dificultado também pela pandemia de COVID-19. 6 - Mostra Acessível: Realizar sessões com foco em acessibilidade. Estas sessões serão gratuitas, e contarão com intérprete de libras e intérprete de audiodescrição ao vivo. 7 - Facilitar o acesso: O projeto prevê, também de maneira gratuita, sessões para escolas públicas de Ensino Médio, realizando o deslocamento de 2 turmas para sessões juvenis no local do festival. 8 - Fomento às áreas atingidas pela enchente: O festival será realizado em locais de Porto Alegre atingidos pelas enchentes, tendo como foco o Quarto Distrito e o Centro Histórico. A Fábrica do Futuro, parceira do festival, está localizada na rua Câncio Gomes. O prédio foi duramente atingido pela cheia, bem como os comércios ao seu redor. A movimentação de público na região aquecerá o comércio local. O Centro Histórico também abriga importantes salas de cinema da capital; o festival conta com a realização de algumas sessões na Cinemateca Capitólio, aumentando a circulação de pessoas pela região. 9 - Estrutura diferenciada: O festival acontecerá majoritariamente na Fábrica do Futuro. O prédio conta com 4 mil metros quadrados, uma infraestrutura moderna e acessível para PCDs. 10 - Contratação de profissionais da área: O projeto prioriza a contratação dos serviços de profissionais da área audiovisual, fomentando este setor que foi duramente atingido tanto pela pandemia quanto pelas enchentes. Ambos os acontecimentos impediram ou adiaram produções que já estavam para acontecer.

Justificativa

O Festival de Cinema de Porto Alegre trará para a capital gaúcha um projeto que se propõe a acontecer anualmente, trazendo visibilidade para realizadores audiovisuais, valorizando nossa indústria cinematográfica e promovendo o acesso da população às obras realizadas no país. Importante ressaltar que, segundo a Ancine, a indústria audiovisual constitui a quinta maior força econômica do país, tendo movimentado R$ 30 bilhões entre 2014 e 2018. Todavia, o setor audiovisual brasileiro teve uma queda de 39% dos postos de trabalhos desde 2020 em função da pandemia, segundo o Painel de Dados do Observatório do Itaú Cultural. Em 2024 a área ainda sofre as consequências desta pandemia e das medidas tomadas para paralisar as leis de fomento durante o Governo Bolsonaro. Aqui no Rio Grande do Sul, os profissionais da área sofreram um novo abalo, pois em função das enchentes, em maio de 2024, muitas produções foram paralisadas, canceladas ou adiadas. Este cenário torna ainda mais relevante a realização de eventos que promovam visibilidade e reconhecimento de profissionais da área audiovisual. Além das promoções citadas, o Festival também estimula a contratação dos profissionais da área, gerando renda para os afetados. Quanto aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em especial em: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Art. 3º alcançados com a realização do projeto serão: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)

Estratégia de execução

Estabelecemos previamente contato com a Fábrica do Futuro e a Cinemateca Capitólio, contando com ambos como parceiros do projeto. A Fábrica do Futuro é onde acontece maior parte do Festival, dando suporte técnico em todas as áreas necessárias para que o projeto ocorra de maneira bem executada, como iluminação, projeções, som e palco. A Cinemateca Capitólio se disponibiliza para a exibição da Mostra Regional de Longas-Metrages, cedendo gratuitamente para o festival e para o público a sua sala de cinema.

Especificação técnica

Festival de Cinema, realizado em 3 dias.

Acessibilidade

A democratização do acesso passa pela acessibilidade. Para que o Festival de Cinema de Porto Alegre se tornar mais acessível, contaremos com as seguintes medidas: 1 - Infraestrutura adaptada: O prédio da Fábrica do Futuro, onde será realizado maior parte do evento, conta com rampas de acesso, elevador e banheiros adaptados para PCDs. Fator decisivo também para outros espaços que venham a fazer parte do projeto. 2 - Sessões adaptadas: Serão realizadas sessões de cinema com intérprete de libras e intérprete de audiodescrição ao vivo, de maneira gratuita. 3 - Transporte facilitado: o orçamento do projeto prevê o transporte (ida e volta) de duas (02) turmas de ensino médio de escolas públicas de Porto Alegre até a sede do Festival, onde serão recebidos para uma sessão juvenil.

Democratização do acesso

A democratização de acesso é um dos pilares deste projeto. O Festival de Cinema de Porto Alegre tem como objetivo facilitar o encontro do público com as obras audiovisuais realizadas nos últimos anos. Para isso serão tomadas as seguintes medidas: 1 - Ingresso gratuito: O festival não cobrará ingresso do público, facilitando o acesso da população às salas de cinema. 2 - Acesso às escolas: o orçamento do projeto prevê o transporte (ida e volta) de três (03) turmas de ensino médio de escolas públicas de Porto Alegre até a sede do Festival, onde ons alunos serão recebidos para uma sessão juvenil. 3 - Debates: Debates com os realizadores ocorrerão durante o período do Festival. A proposta dos debates é tornar acessível os bastidores das produções, promovendo o diálogo e criando novas pontes entre realizador e público. 4 - Sessões adaptadas: Serão realizadas sessões de cinema com intérprete de libras e intérprete de audiodescrição ao vivo, de maneira gratuita.

Ficha técnica

A empresa proponente, F DOS REIS BARCELLOS (Pardal Filmes) é a produtora deste evento. A sócia Fernanda dos Reis Barcellos é produtora executiva e diretora artística do projeto. Na produção executiva também estão Priscila Guerra, Gabriel Faccini e Eduardo mendonça. Produção executiva e direção artística: Fernanda Reis é diretora de audiovisual, sócia fundadora da Pardal Filmes (Proponente). No cinema, dirigiu e produziu alguns filmes de curta-metragem, como Tamagotchi, Dublê, Em Caso de Fogo Pegue o Elevador e Sabão Líquido. Com destaque especial para Tamagotchi" (2018) - que entrou para festivais nacionais e internacionais como o DIGO 2019 (Goiás), Out Here Now (Kansas), Reeling 2019 (Chicago) e Out Filme (Connecticut). Também o curta-metragem “Em Caso de Fogo Pegue o Elevador” (2021) - presente também em alguns 3festivais como DIGO 2021, 28º Festival de Cinema de Vitória e Festival de Cinema LGBTQIA+ do Rio 2021. Sua última obra é o curta Sabão Líquido, co-dirigido com Gabriel Faccini, filme que ganhou os prêmios de Melhor Direção da Mostra Regional do Festival de Cinema de Gramado, e os Kikito de Melhor Ator e Melhor Mixagem de Som no mesmo Festival. Produção executiva e direção artística: Priscila Guerra é produtora executiva, roteirista e advogada. É graduada em Direito pela PUCRS e especialista em Direitos Humanos pela UFRGS. Exerceu a advocacia por mais de 10 anos antes de voltar sua carreira ao audiovisual. Participou de cursos e oficinas de roteiro, como do Projeto Marieta, em 2023, além das oficinas de escrita criativa dos Professores Assis Brasil e Charles Kiefer. Tem mais de 15 anos de experiência em coordenação de projetos em diferentes áreas, incluindo a área jurídica, audiovisual e terceiro setor. É sócia da KF Studios, empresa especializada em pós-produção de som. Desde 2014 atua no mercado audiovisual, tendo produzido séries e filmes, com destaque para as obras abaixo. 2022 - Sobrevivente do Pampa - longa doc - produtora executiva. Vencedor do Kikito de Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Cinema de Gramado de 2023. 2022 - Céu Aberto (título anterior: Andriele) - longa doc - produtora executiva. Vencedor dos Kikitos de Melhor Desenho de Som e Melhor Trilha Sonora no Festival de Gramado de 2023. 2022 - Lua em Câncer - série de 13 episódios de 26 min - co-roteirista e produtora executiva 2019 - Além de Nós - longa de ficção - Assistente de produção executiva Produção executiva e direção artística: Gabriel Faccini é roteirista, diretor e produtor executivo. Sócio fundador da Verte Filmes, co-criou e dirigiu as séries “O Complexo” (2022, Cine Brasil TV) “Necrópolis” (2019, Prime Box Brazil/Netflix), e “Werner e os Mortos” (2017, Canal Brasil/Amazon Prime), além de roteirizar as séries “Horizonte B” (2016, TVE/Amazon Prime) e “Alce & Alice” (2018, Prime Box Brazil/Netflix). Co-roteirizou ainda o longa “Os Bravos Nunca se Calam”, que fez sua estreia no 52o Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro. Escreveu e dirigiu em 2012 “Rodrigo Andrade e o Preto”, produzido para a Fundação Iberê Camargo e selecionado para o festival Temps D’Image (Portugal) de 2013 e o média-metragem “Quatro Heranças”, selecionado para o Open City Docs (UK) de 2015. Com teatro, iniciou seu trabalho através da formação no TEPA (Teatro Escola de Porto Alegre), e foi colaborador e ator em montagens dos grupos Jogo, Santa Estação e Teatro Geográfico. Em 2021, Gabriel foi selecionado para a bolsa de estudos em desenvolvimento de roteiros do Catalyst Sorieroad Institute, em Duluth, EUA. É Bacharel em Realização Audiovisual pela Unisinos, com ênfase em roteiro e direção, e Mestre Comunicação Social pela PUCRS. Em 2023, ganhou o prêmio Assembleia Legilslativa de melhor direção pelo curta-metragem “Sabão Líquido” (2023) no 51o Festival de Cinema de Gramado. O filme também foi premiado com os Kikitos de Melhor Ator e Melhor Desenho de Som na mostra competitiva de curtas brasileiros do mesmo festival. Produção executiva: Edu Mendas é ator e comunicador. Formado pelo Teatro Escola de Porto Alegre, Edu começou no teatro em 2006. Ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator Coadjuvante de 2010, por Milkshakespeare, dirigido por Camilo de Lélis. Integra o elenco do clássico Bailei na Curva, de Júlio Conte, desde 2012. Nos palcos faz shows de stand up comedy e comédia de improviso desde 2008, sendo um dos pioneiros no estado. No audiovisual protagonizou dois longas: o filme "A Nuvem Rosa", de Iuli Gerbase, ao lado de Renata de Lélis, com estreia no aclamado festival de Sundance; e "Os Bravos Nunca Se Calam", de Márcio Schoenardie, ao lado de Duda Meneghetti. Edu é conhecido também por comédias de TV, como "Necrópolis" e "Alce e Alice", ambas da Verte Filmes, além da série "Gre-Nal é Gre-Nal", da RBS TV. Recentemente atuou e foi produtor executivo do curta "Sabão Líquido" (Pardal Filmes), de Fernanda Reis e Gabriel Faccini, filme que levou três prêmios no 51° Festival de Cinema de Gramado, sendo dois kikitos. Edu também atua em dois trabalhos ainda inéditos: a série Dr4g0n, original Globoplay, com direção de Tiago Rezende e Ana Luiza Azevedo (Casa de Cinema/Globoplay); e o longa-metragem Infinimundo (GM2 Filmes), dirigido por Bruno Martins e Diego Müller. Edu também é comunicador de rádio, tendo apresentado por 9 anos o clássico programa "Cafezinho", da Rádio Pop Rock. Nos anos mais recentes produziu diversos podcasts pelo seu selo "Papier Digital", incluindo o seu próprio, o "Projeto Mendas", com mais de 150 episódios no ar.

Providência

Recurso indeferido.