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PRONAC 2410578IndeferidoMecenato

Diversidade em Foco

SOMOS - COMUNICACAO, SAUDE E SEXUALIDADE
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-02
Término
2025-11-28
Locais de realização (5)
Alvorada Rio Grande do SulCanoas Rio Grande do SulNovo Hamburgo Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSão Leopoldo Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Diversidade em Foco" tem como objetivo promover espaços mais inclusivos e conscientizar sobre as diferenças, além de fomentar o letramento em direitos humanos. Para isso, utiliza o audiovisual como ferramenta educativa e transformadora, oferecendo oficinas para jovens de 14 a 18 anos, e palestras de capacitação em direitos humanos, para profissionais da educação pública em municípios gaúchos afetados pelas inundações.

Sinopse

O projeto consiste em formação audiovisual para jovens entre 14 e 18 anos de idade e formação para profissionais da educação pública e de instituições sociais sobre inclusão, diversidade e direitos humanos. Além disso, prevê uma mostra dos filmes produzidos nas oficinas em espaços de exibição de Porto Alegre e das cidades em que o projeto será realizado.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto "Diversidade em Foco" tem como objetivo promover espaços mais inclusivos, a conscientização sobre as diferenças e o letramento em direitos humanos. Para isso, utiliza o audiovisual como ferramenta educativa e transformadora, oferecendo oficinas de capacitação profissional no audiovisual para jovens de 14 a 18 anos e treinamento especializado para profissionais da educação pública. O treinamento dos professores aborda temas como direitos humanos e cultura de paz, com o intuito de tornar a escola um ambiente mais seguro e acolhedor. Além disso, busca-se que a escola se torne um espaço multiplicador de acesso à cultura, especialmente relevante no contexto da retomada cultural no Rio Grande do Sul após as enchentes. O aprendizado do audiovisual pelos jovens tem como objetivo capacitá-los para se tornarem multiplicadores culturais em suas comunidades, retratando as realidades de seus territórios por meio da produção audiovisual. Objetivos Específicos Realizar 8 oficinas de formação audiovisual para jovens entre de 14 a 18 anos, que frequentem centros sociais, serviços de convivência e fortalecimento de vínculos e/ou escolas públicas. Serão oferecidas 30 vagas por oficina, totalizando 240 vagas em 5 cidades atingidas pelas inundações no Rio Grande do Sul. A oficina propõe oferecer conhecimentos teóricos e práticos sobre roteiro, direção, produção, edição, distribuição e difusão de filmes. Realizar 8 palestras de formação para profissionais da educação pública e de instituições sociais sobre inclusão, diversidade e direitos humanos. Serão oferecidas 25 vagas por turma, totalizando 200 vagas. Divulgar as produções audiovisuais produzidas nas oficinas em espaços de exibição e na internet, visando ampliar o acesso e a acessibilidade. Estima-se público de 500 pessoas durante as exibições presenciais e 250 visualizações. Disponibilizar na internet a oficina de formação audiovisual como medida de ampliação de acesso e acessibilidade. Estima-se 250 visualizações. Disponibilizar na internet palestra para profissionais da educação pública e educadores sociais sobre inclusão, diversidade e direitos humanos. Estima-se 250 visualizações. Promover uma oficina de formação audiovisual para a população LGBTI+ de baixa renda. A oficina é uma ação de ampliação de acesso, que visa oferecer conhecimentos teóricos e práticos sobre roteiro, direção, produção, edição e distribuição de filmes. Serão oferecidas 30 vagas.

Justificativa

Entre os diversos prejuízos causados pelas inundações no Rio Grande do Sul, a cadeia produtiva da cultura foi significativamente afetada, com danos a patrimônios culturais, instituições artísticas e outros fazedores de cultura. Além das perdas sofridas por instituições como museus e centros culturais, a escola - como espaço de transmissão da cultura - é diretamente afetada neste contexto. A escola é um espaço de intercâmbio cultural, aprendizado comunitário, e um lugar de propagação e interação da cultura e do conhecimento. Em um cenário de enfraquecimento do acesso à cultura, o fortalecimento da escola enquanto espaço de ampliação desse acesso poderá ser uma importante ferramenta de estímulo à retomada cultural. Dessa forma, espera-se que o projeto Diversidade em Foco não apenas capacite os participantes na área do audiovisual através das oficinas disponibilizadas, mas também promova uma reflexão crítica sobre a diversidade e os direitos humanos, incentivando a criação de conteúdos audiovisuais que ampliem a representatividade e a inclusão na sociedade. Ao fim do projeto, espera-se que os participantes tenham adquirido habilidades técnicas em produção audiovisual, ampliado seu conhecimento sobre diversidade e direitos humanos, e estejam preparados para usar o audiovisual como meio de expressão e transformação social em seus territórios. Quanto ao enquadramento na Lei de Incentivo à Cultura, o projeto se enquadra nos seguintes artigos: Artigo 1º: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. E, quanto às finalidades descritas no Artigo 3º da referida lei, se enquadrando nos incisos I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.

Especificação técnica

a) OFICINA DE FORMAÇÃO AUDIOVISUAL PARA JOVENS Público-alvo: A oficina será oferecida para jovens entre 14 e 18 anos de idade de instituições de ensino público e sociais, bem como para pessoas da comunidade LGBTI+ atendidas pela ONG Somos. Estima-se atender 270 pessoas (240 jovens de escolas públicas e 30 jovens da comunidade LGBTQIA+) Módulo 1: Direitos Humanos e DiversidadeMetodologia: Palestra expositiva e atividades em grupo para fomentar a discussão acerca das diferenças e da diversidade, promovendo o debate sobre direitos humanos na escola. Conteúdo programático: - Introdução aos conceitos de inclusão e diversidade. - Aspectos teórico-críticos da diversidade racial, de gênero e sexual. - Bullying Escolar: Identificação, Prevenção e Combate. Carga-horária: 2 horas Ministrante: ONG SOMOS Módulo 2: Formação Audiovisual Metodologia: O segundo módulo está dividido em 9 momentos, sendo 3 aulas teórico-práticas, seguidas de consultorias individual e de grupo antes das filmagens, durante a filmagem e durante a edição.O oficineiro fará um acompanhamento personalizado para a finalização dos filmes com legendas e informações completas. Os alunos realizarão produções audiovisuais individualmente ou em pequenos grupos, a partir de seus dispositivos móveis. Conteúdo programático:Aula 1 (4h): O audiovisual no século XXI. Filmes referência. Apps de filmagem, Edição e Efeitos. Grupos.Aula 2 (4h): Grupos apresentam ideias. O audiovisual em dispositivos móveis: Roteiro, Direção, Imagem, Som, Cenários, Equipamentos e Gambiarras.Aula 3 (4h) : Grupos apresentam roteiros. Utilizando o Youtube; Aprendendo a editar e finalizar no PowerDirector ou CapCut; Festivais Audiovisuais.Consultorias 1 – Pré: Consultorias por grupo/pessoa (30min) para analisar projetos individualmente.Filmagem dos curtas: Alunas/os filmam por seus meios ou com acompanhamento dos professores. Edição 1º corte: Alunas/os iniciam edição dos curtas para apresentar 1º corte na consultoria.Consultorias 2 – Individuais/Grupos a partir do 1º corte (30min): Alunas/os apresentam andamento da edição e dúvidas. Professores comentam e sugerem alterações para 2º corte.Acompanhamento da finalização dos filmes: em conversas por redes sociais/whatsapp com os grupos/pessoas, preparamos a entrega final do filmes, incluindo link do youtube, legendas em português (acessibilidade) e descrição completa com sinopse, links e hashtags dos envolvidos. Cortes Finais: Alunas/os finalizam os curtas e enviam link do youtube para exibir na sessão final. Carga-horária: 20 horas Ministrante: Gustavo Spolidoro Módulo 3: Distribuição e difusão Metodologia: Este módulo abordará a importância da difusão e distribuição das obras audiovisuais, valorizando a vida útil desses produtos. Os alunos terão a oportunidade de conhecer as janelas de exibição de suas criações e os canais necessários para promovê-las. Objetivo geral: qualificar o entendimento e apreciação da distribuição e comunicação das produções audiovisuais. Objetivo específico: proporcionar informações e metodologias práticas que ajudem as alunas/os a imaginar e projetar as suas estratégias de distribuição e promoção das obras criadas. Conteúdo programático: Conhecendo as etapas de distribuição e difusão.Vida útil das obras audiovisuais: circuitos de festivais, mostras e plataformas de streaming.Festivais temáticos sobre direitos humanos no Brasil e no mundo.Aspectos-chave para inscrição em festivais de cinema.Canais de difusão e estratégias de comunicação. Carga-horária: 2 horas Ministrante: Sebastián Inostroza b) AMPLIAÇÃO DE ACESSO: PALESTRA PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO A palestra para profissionais da educação possui carga-horária total de 4 horas e será realizada no formato presencial nas instituições beneficiárias. Além disso, o conteúdo será gravado e disponibilizado gratuitamente na internet contendo libras e audiodescrição. Público-alvo: profissionais da educação, em especial professoras, diretoras e orientadoras, da rede pública de ensino. Modalidade: presencial Objetivo geral: qualificar a compreensão de temas relacionados à diversidade no ambiente escolar, inclusão e direitos humanos. Objetivos específicos:- Proporcionar elementos teórico-críticos para a discussão de temas relacionados à inclusão; combate ao bullying escolar; diversidade racial de gênero e sexual; e direitos humanos;- Produzir a resolução de conflitos nesse tema a partir de discussões humanizadas e baseadas em evidências.- Instrumentalizar os profissionais da educação a partir de discussões atuais sobre o tema, bem como normas técnicas, diretrizes locais, jurisprudência e legislação aplicável ao contexto escolar. Ementa:Pretende-se abordar conceitos gerais sobre a diversidade a fim de instrumentalizar os participantes para a compreensão das diferenças e das demandas específicas de grupos vulneráveis e identidades diversas. Através do estudo de casos concretos e atualidades, aliado à apresentação conceitual, se buscará provocar nos participantes a discussão de forma objetiva e simplificada, porém com profundidade conceitual. Conteúdo programático:Fundamentos da Inclusão e Diversidade no Contexto Escolar: - Introdução aos conceitos de inclusão e diversidade - Aspectos teórico-críticos da diversidade racial, de gênero e sexual - A importância dos direitos humanos na educação Bullying Escolar: Identificação, Prevenção e Combate: - Definição e características do bullying - Impactos do bullying em estudantes LGBT e minorias raciais - Estratégias de prevenção e intervenção Diversidade Racial, de Gênero e Sexual no Ambiente Escolar: - Interseccionalidade e suas implicações no ambiente educacional - Políticas públicas e práticas inclusivas nas escolas - Desconstrução de preconceitos e promoção da equidade Direitos Humanos e Educação Inclusiva: - A legislação brasileira e internacional sobre inclusão e diversidade - Direitos humanos aplicados ao contexto escolar - Princípios de justiça social e sua relação com a educação Resolução de Conflitos e Mediação Humanizada: - Técnicas de resolução de conflitos no ambiente escolar - Discussões baseadas em evidências e abordagens humanizadas - Ferramentas para construir espaços de diálogo inclusivos Capacitação de Profissionais da Educação: - Normas técnicas e diretrizes locais sobre diversidade - Jurisprudência e legislação aplicável ao contexto escolar - Desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas Estudos de Caso e Práticas Exitosas: - Análise de casos de sucesso na inclusão de diversidade nas escolas - Reflexões sobre desafios e soluções para a educação inclusiva

Acessibilidade

Conforme o Art. 27 da Instrução Normativa Minc nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto incorpora as seguintes ações para assegurar a acessibilidade, abordando tanto o aspecto arquitetônico (acessibilidade física) quanto o comunicacional (acessibilidade de conteúdo). ACESSIBILIDADE FÍSICA: Estima-se realizar as oficinas, palestras e exibição de filmes em ambientes inclusivos que ofereçam acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo segurança e autonomia para todos os participantes. A seleção das instituições beneficiadas, bem como dos espaços para exibição dos filmes será feita de acordo com os critérios estabelecidos pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Não há custos previstos para essa seleção. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: Como medidas de acessibilidades para pessoas com deficiência visual estão previstas as seguintes ações: a) auto audiodescrição do palestrante e oficineiros; b) audiodescrição dos equipamentos; c) a oficina de audiovisual e a palestra serão gravadas e disponibilizada na internet as quais contarão com audiodescrição. Itens da planilha orçamentária: palestrante, oficineiro, registro videográfico e audiodescrição. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva: Será previamente combinado com as instituições beneficiárias acerca de intérprete de Libras, a fim de contemplar pessoas da comunidade surda. Além disso, serão gravadas palestra e oficina as quais contarão com tradução em Libras e legenda. Esta oficina será disponibilizada gratuitamente na internet. Além disso, os jovens aprenderão a inserir a janela para Libras na produção de seus vídeos. Itens da planilha orçamentária: Intérprete de Libras, palestrante, oficineiro, tradução em Libras e registro videográfico. Acessibilidade para Pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, utilizaremos uma linguagem simples e clara, com vocabulário acessível para facilitar a compreensão dos conteúdos. A modulação sonora da voz será ajustada para evitar desconforto e angústia nos participantes. Serão adotadas adaptações metodológicas para jovens com autismo e outras neurodivergências, respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem. Item da planilha orçamentária: palestrante e oficineiro.

Democratização do acesso

Serão realizadas ações para democratizar e ampliar o acesso, conforme previsto nos Art. 29, 30 e 31 da Instrução Normativa Minc nº 11, de 30 de janeiro de 2024. - Oferecer gratuitamente oficina de audiovisual para jovens entre 14 e 18 anos de idade. Formação de jovens na área do audiovisual que se dedica ao olhar integral às causas de direitos humanos, proporcionando acesso à formação, cultura e diversidade, articulando oportunidades de ensino e produção artística. (Art. 29, inciso II, “mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”); - Oferecer gratuitamente palestra para profissionais de educação e de instituições sociais sobre inclusão, diversidade e direitos humanos. (Art. 29, inciso II, “mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”); - Divulgar gratuitamente por meio de mostra as produções audiovisuais produzidas nas oficinas em espaços de exibição e na internet, visando ampliar o acesso e a acessibilidade. (Art. 30, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas); - Disponibilizar gratuitamente na internet a oficina de formação audiovisual como medida de ampliação de acesso e acessibilidade. (Art. 30, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição); - Disponibilizar gratuitamente na internet palestra para profissionais da educação pública e educadores sociais sobre inclusão,diversidade e direitos humanos. (Art. 30, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição); - Promover uma oficina de formação audiovisual para a população LGBTI+ de baixa renda. (Art. 30, V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas). Por fim, salientamos que as medidas de democratização de acesso apresentadas neste projeto estão em conformidade com o Art. 31. que considera: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico.

Ficha técnica

SOMOS - COMUNICAÇÃO, SAÚDE E SEXUALIDADEFunção: PalestranteCurrículo: A ONG Somos é uma organização da sociedade civil sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em atividade desde 2001. Realizamos ações transdisciplinares em direitos humanos com ênfase em direitos sexuais e direitos reprodutivos, tendo como público-alvo pessoas LGBTQIAPN+ e vivendo com HIV/Aids. Atuamos nas áreas de acesso à justiça e direitos humanos, educação, saúde, cultura e comunicação. O núcleo de cultura da Somos tem como uma de suas principais áreas de atuação a promoção da Cultura LGBTI+, através do incentivo, produção e difusão de expressões artísticas e culturais representativas para a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Desde 2005, através da criação do “Ponto de Cultura LGBT do RS”, o grupo realiza efetivamente atividades que visam a mudança de paradigmas sociais ligados à sexualidade e à promoção da diversidade sexual e de gênero, tendo a cultura e a arte como meio. Os profissionais que ministrarão as palestras são: Prof. Dr. Guilherme Ferreira (assistente social), Profa. Esp. Karla Freitas (assistente social), Prof. Me. Vinícius Pasqualin (psicólogo) e Prof. Dr. Caio Klein (advogado). CAIO KLEINFunção: Coordenação geralCurrículo: Advogado e diretor-executivo da Somos - Comunicação, Saúde e Sexualidade. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (2013) e Mestre em Ciências Criminais (2016) pela PUCRS, Doutor em Saúde Coletiva (2023) pela Unisinos. Presidente do Conselho Estadual de Promoção dos Direitos LGBT do Rio Grande do Sul, da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. Atua desde 2012 em atividades de educação em direitos humanos, com ênfase em diversidade sexual e de gênero, e tem experiência na abordagem do tema com diferentes públicos, como profissionais de saúde e educação, segurança pública e sistema prisional, membros do Poder Judiciário e sistema de justiça, além de empresas e outras organizações sociais. Na área da cultura, atuou junto à Somos nos projetos Transviados (SES/RS), Qual é a sua? (Schörer Fundation), Close - Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual (MinC); e coordenou o projeto Plural Lab+ (Fundação Marcopolo - Lei Aldir Blanc). SEBASTIÁN INOSTROZAFunção: Coordenador do projeto e oficineiroCurrículo: Comunicador audiovisual, formado pelo DUOC UC de Chile, diplomado em Gestão Cultural da PUC Chile e Criativo Publicitário da Underground Escola de Criativos, da Argentina. Residente em Porto Alegre, há 4 anos. Trabalhou como assistente da direção de produção do Santiago Festival Internacional de Cinema de Santiago, SANFIC e mais tarde na difusão e comunicação de vários filmes da distribuidora de cinema independente, Storyboard Media. Em 2015 fundou o AMOR Festival Internacional de Cinema LGBT+, onde atualmente permanece como diretor artístico e curador. Atualmente também trabalha no desenvolvimento de projetos e eventos audiovisuais para a cidade de Porto Alegre. ROSANGELA MEYER NEIBERTFunção: Produção executivaCurrículo: Atua na área cultural desde 2001, quando iniciou suas atividades na Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul. Trabalhou com diversos artistas na assessoria de projetos culturais. Além da prestação de serviços para artistas, coordenou projetos por 7 anos na ONG Doutorzinhos. Possui vasta experiência em projetos socioculturais e socioeducativos. Trabalhou na área em instituições como a Bonella Produções, Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, VR Projetos e Doutorzinhos. Na Bonella Produções, elaborou e produziu projetos na área da música com caráter artístico e socioeducativo. Na Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, coordenou projetos de patrimônio histórico cultural, literário e musical. Na VR Projetos, presta serviços desde 2013 na elaboração de projetos e prestação de contas, no segmento literário e artes cênicas. Na ONG Doutorzinhos, atuou como coordenadora pedagógica, coordenadora de projetos e produção executiva entre os anos de 2015 e 2021. Desde 2015, proprietária da RO MEYER PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS, atua como gestora de projetos culturais, produção cultural, elaboração de projetos e prestação de contas para diversos projetos. GUSTAVO SPOLIDOROFunção: OficineiroCurrículo: Mestre em Comunicação Social pela PUC/RS. Professor do curso de Cinema Escola Famecos/PUCRS desde 2006. Diretor com 21 curtas, 5 longas, 3 séries e mais de 70 prêmios. Participou com seus filmes de festivais como Berlim, Sundance e Rotterdam. É sócio e curador do Cine Esquema Novo, desde 2003. Gustavo Spolidoro é também o idealizador do Camera Causa, um projeto de empoderamento audiovisual que surgiu em 2018 voltado para grupos em vulnerabilidade social, escolas públicas, coletivos e demais projetos sociais que queiram dar mais visibilidade às suas causas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.