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Produção e exibição de média-metragem documental sobre a vida de Martin Pereira dos Santos, que nasceu em 1846, no Ceara´. Tinha menos de 20 anos quando foi recrutado para lutar na Guerra do Paraguai. No final da guerra, apareceu com outros ex-combatentesem Três Forquilhas, RS, aos pés da Serra Geral. Trabalhavacomatividades campeiras, era solicitado em toda a região. Depois subiu a Serra e se estabeleceu em Cambará do Sul. Conhecido como Baiano Candinho, ficou famoso pela valentia e foi chamado pelos maragatos para a revoluça~o federalista, onde recebeu o posto de major. Depois da guerra, quando tentava reconstruir sua vida, foi morto à traiça~o na Noite de Reis por um grupo dechimangos. Sua fama na regia~o dos Campos de Cima da Serra atravessou os anos _ tornou-se um mito polêmico. Bandido? Injustiçado? Robin Hood? Este filme tentara´ desvendar o miste´rio do Baiano Candinho, e as razo~es pelas quais, passados mais de 100 anos, seu nome ainda desperta paixo~es contradito´rias.
Média-metragem O MISTERIOSO BAIANO CANDINHO Bandido? Injustiçado? Robin Hood? Martin Pereira dos Santos nasceu em 1846, no Ceará. Tinha menos de 20 anos quando foi recrutado para a Guerra do Paraguai, onde lutou bravamente. No final da guerra apareceu com seu irmão e outros ex-combatentes na região de Três Forquilhas onde tentou se estabelecer. Os relatos sobre o personagem se tornam contraditórios. Segundo uns, tornou-se um trabalhador rural honesto e competente, segundo outros, organizou um bando e começou a roubar gado e fazendas da região. Casou e teve filhos. Trabalhava em todas as atividades campeiras, inclusive fazendo taipas. Conhecido como Baiano Candinho, ficou famoso pela valentia e foi chamado pelos maragatos quando começou a Revolução Federalista. Recebeu o posto de major e participou de ações violentas e cruéis, características daquele conflito, também conhecido como Guerra das Degolas. Depois da revolução, quando mais uma vez tentava reconstruir sua vida, foi morto a traição na Noite de Reis por um grupo de chimangos vingativos. Sua fama na região atravessou os anos – tornou-se um mito. Mas um mito polêmico. Este documentário tentará desvendar o mistério do Baiano Candinho, e as razões por que, 100 anos depois, seu nome ainda desperta paixões contraditórias.
Objetivo geral O projeto visa a produção de um documentário em média-metragem, com 40 minutos de duração. Objetivos específicos - Realizar produção cultural em cidades atingidas pela enchente de maio de 2024 do RS - realizar exibições públicas gratuitas do filme em Porto Alegre e nas cidades onde foi rodado - valorização da identidade local e regional - contar uma passagem de valor histórico - resgatar o personagem sob as diversas facetas - utilizar o video como suporte para estimular o turismo, atrair investimentos e elevar a autoestima dos habitantes da região - apresentar aspectos da cultura, flora e fauna
A utilização do mecanismo de incentivo a projetos culturais, LEI DE INCENTIVO A CULTURA 8813/91, através do Programa Rouanet Emergencial RS vem proporcionar a realização deste projeto. No âmbito nacional, um grande esforço de cooperação tem sido feito para que as cidades gaúchas voltem a produzir cultura, e este projeto se insere nesta perspectiva, ao percorrer uma grande faixa geográfica, que vai do litoral norte aos Campos de Cima da Serra, passando por pelo menos 5 cidades, o trajeto percorrido em vida pelo Baiano Candinho. Destaque para Porto Alegre e Maquiné, que foram classificadas como Calamidade Pública; e Itati e Três Forquilhas, como em Situação de Emergência. Desta forma, o projeto se enquadra nos seguintes itens do Artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; É importante ressaltar a inclusão do Projeto no Artigo 3º da referida Lei, se enquandrando nos incisos abaixo:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais,preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural
Contexto Histórico DA REVOLUÇÃO FEDERALISTA (1893-1895) À REVOLUÇÃO DE 1930 NO RIO GRANDE DO SUL A República, instalada no Brasil em 15 de novembro de 1889, teve ampla repercussão no RS, acirrando a polarização político-partidária: de um lado os seguidores de Júlio de Castilhos (castilhismo), o principal líder do partido Republicano-Riograndense (PRR), e de outro os seguidores de Gaspar Silveira Martins, liderança maior do Partido Federalista (PF). A Constituição de 1891, escrita por Castilhos, de caráter positivista, permitia a sucessiva reeleição de Presidente de Estado. Com a forte reação dos federalistas, eclodiu uma rebelião em 1893, conhecida como a revolta da degola e que durou 31 meses. A incompatibilidade se expressava pela divisão entre presidencialistas (PRR) e parlamentaristas (PF). O clima de oposição seguiu, culminando em outra revolta em 1923. Lutaram então os borgistas ou chimangos (partidários de Borges de Medeiros, sucessor de Júlio de Castilhos), contra os aliados de Joaquim Francisco de Assis Brasil (assisistas ou maragatos). Ao final deste ano, o Tratado de Paz de Pedras Altas revisou a Constituição, não permitindo mais a reeleição. Em 1928, assume Getúlio Vargas como Presidente do Estado gaúcho, também partidário do PRR. Getúlio adotou uma postura conciliadora, unindo as forças políticas do RS para alcançar a presidência do Brasil, na chamada Revolução de 1930. Encerrava assim, uma trajetória de tensões políticas e de confrontos bélicos que movimentaram a história política do RS. Com informações da Professora Dra. Vera Lucia Maciel Barroso
Média-metragem com 40 minutos, filmado em HD, 4K de definição, com câmeras profissionais e equipe de cinema. Edição em software Premiere e finalização com Da Vinci.
O documentário vai contar com os recursos de acessibilidade previstos em lei, quer sejam: Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição, item 31 do orçamentoAcessibilidade para deficientes auditivos: gravação em libras e legendas descritivas, itens 30 e 33 do orçamentoAcessibilidade física: os locais onde será apresentado o filme em pré-estreia contarão com rampas e banheiros acessíveis
O documentário O MISTERIOSO BAIANO CANDINHO visa valorizar, divulgar, difundir e ampliar o a cultura da região do Litoral Norte e dos Campos de Cima da Serra, no RS. As cidades de Itati, Três Forquilhas, Terra de Areia, Cambará do Sul e Maquiné já estão previstas no roteiro incial, que terá sua realização a partir de Porto Alegre. Lembramos que Maquiné e Porto Alegre tiveram Decreto de Calamidade Pública decretado e as demais da região Estado de Emergência. O documentário entrevistará estudiosos, historiadores, população e buscará iconografias de época, visando desvendar a controversa personalidade do personagem. Todas as exibições do filme ocorrerão de forma gratuita, e serão levadas a Porto Alegre e a todas as cidades onde será gravado. Nas sessões, abertas a comunidade em local público, haverá distribuição de pipocas e refrigerantes, por conta da empresa produtora.
A Walper Ruas Produções, dirigida Ligia Walper e Tabajara Ruas, será a empresa produtora responsável por O MISTERIOSO BAIANO CANDINHO e executará a coordenação de produção, a coordenação geral e promoverá as exibições gratuitas nas cidades participantes. A empresa tem no currículo 5 longas-metragens premiados: NETTO PERDE SUA ALMA; BRIZOLA TEMPOS DE LUTA; NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS; OS SENHORES DA GUERRA e A CABEÇA DE GUMERCINDO SARAIVA, que conta com deslumbrantes filmagens nos Campos de Cima. Dois outros longas-metragens estão em fase de finalização: PERSEGUIÇÃO E CERCO A JUVÊNCIO GUTIERREZ e EDIFICIO BONFIM. Tem atualmente mais dois curtas em produção e 3 séries sobre o universo do Sul, filmadas nos 5 continentes, todos em etapa de pós-produção. A direção será de Ligia Walper. Ligia Walper jornalista, produtora executiva, montadora, roteirista e diretora. Na RBS TV esteve na direção dos programas JORNAL DO ALMOÇO, FANTÁSTICO, GALPÃO CRIOULO e PROGRAMAS ESPECIAIS. Em cinema, produziu SONHO SEM FIM e NOITE. Recebeu os prêmios de melhor montagem no Festival de Recife por BRIZOLA - TEMPOS DE LUTA; melhor montagem no Festival de Gramado e melhor roteiro no Festival de Recife por NETTO PERDE SUA ALMA. Prêmio especial à produção por OS SENHORES DA GUERRA, no Festival de Gramado e em NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS, no Festival de Filmes de Época da Lapa/PR. É produtora executiva e montadora em A CABEÇA DE GUMERCINDO SARAIVA e em PERSEGUIÇÃO E CERCO A JUVÊNCIO GUTIERREZ. Dirigiu EDIFÍCIO BONFIM, longa em fase de finalização. Responsável pelos projetos da Walper Ruas Produções, dirigiu também o curta DIA DE JOGO, premiado na 10ª Edição do Concurso do IECINE. Também produz e dirige comerciais, vídeos institucionais e audiovisuais. O roteiro final e supervisão geral são de Tabajara Ruas. Tabajara Ruas é escritor e cineasta. Dirigiu, roteirizou e produziu 6 longas-metragens: Netto Perde Sua Alma, Brizola Tempos de Luta, Netto e o Domador de Cavalos, Os Senhores da Guerra, A Cabeça de Gumercindo Saraiva e Perseguição e Cerco a Juvêncio Gutierrez. Roteirizou outros 12 longas, vários curtas. Adaptou o clássico O Tempo e o Vento, para filme e minissérie de Jayme Monjardim e foiconsultor da Rede Globo para a série A CASA DAS SETE MULHERES. Pesquisa realizada pela Editora da UFRGS com 40 críticos e intelectuais escolheu Tabajara Ruas como um dos dez maiores romancistas do RS. Seus 10 romances estão publicados no Brasil e traduzidos em 11 países: A região Submersa; Os varões Assinalados; O amor de Pedro por João; Netto perde sua alma; Perseguição e cerco a Juvêncio Gutierrez; O detetive sentimental; A cabeça de Gumercindo Saraiva; O fascínio; Minuano; Gumercindo. Escreveu também ensaios, contos, crônicas e livros juvenis. Tabajara foi finalista do Prêmio Jabuti, recebeu três vezes o Prêmio Açorianos de Literatura; e entre outros, recebeu o Prêmio Erico Verissimo, a Medalha do Mérito Farroupilha, o título de cidadão de Porto Alegre, a Medalha da Vitória do Ministério da Defesa e foi condecorado com a ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, no grau de Comendador.
PROJETO ARQUIVADO.