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PRONAC 2410581ArquivadoMecenato

7º Festival Diálogo de Cinema

SOFA VERDE FILMES LTDA
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 193,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-02
Término
2025-12-02
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Realização do 7º Festival Diálogo de Cinema com foco na exibição de curtas e médias-metragens realizados em todo o país. O Festival é composto por três mostras, além da exibição de dois longas, um na abertura e outro no encerramento do Festival. Mostra Cercanias (competitiva voltada apenas filmes gaúchos), Mostra Diálogo (competitiva de filmes de todos os estados do Brasil) e Mostra Reflexos (não competitiva que apresenta filmes de diferentes épocas). O festival também conta com a Sessão Trampolim (2 sessões de formação de público; com curtas-metragens e debate após as sessões, paraalunos de escolas públicas de Porto Alegre). Ao todo serão exibidos cerca de 40 filmes durante o festival.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - Realizar a 7ª edição do Festival Diálogo de Cinema, durante 6 dias em Porto Alegre, com previsão de exibição de cerca 40 filmes entre curtas e médias-metragens, sem restrição temática ou de formato, além de painel e debates após as sessões, exibindo assim, um cinema prolífico, que aproxime a comunidade do que está sendo produzido em audiovisual no país, inspirando reflexões e ações para um futuro mais inclusivo e responsável. OBEJTIVOS ESPECÍFICOS: - Difundir curtas e longas-metragens inéditos em Porto Alegre, abrindo uma nova janela de exibição. - Promover a troca de experiências e o debate cinematográfico, ampliando a visão geral de público e crítica. - Investir na formação de público, trazendo material sem restrições de conteúdo ou linguagem, com entrada franca e focando em discussões pós sessão, além de uma sessão específica voltada para a formação de público. - Incentivar parcerias entre realizadores do estado e de outras partes do país, através do convívio e do diálogo cinematográfico.

Justificativa

Histórico e Objetivos do Projeto O Diálogo de Cinema iniciou sua trajetória em 2013 como um evento independente, movido pela dedicação da equipe realizadora. Ao longo dos anos, o festival se consolidou como um espaço de pluralidade e diversidade, exibindo filmes de todas as regiões do Brasil, incluindo obras do Rio Grande do Sul. Com a crescente demanda e a expansão do festival, buscamos agora recursos consistentes para garantir a continuidade e a ampliação deste evento cultural, com a qualidade e a abrangência que o público e os realizadores esperam. Proposta Curatorial A curadoria do Diálogo de Cinema é orientada pela pluralidade da produção cinematográfica brasileira. Em sua 7ª edição, o festival será composto por três mostras principais: - Mostra Diálogo: Seleção de curtas-metragens nacionais realizados a partir de 2023. - Mostra Cercanias: Filmes produzidos no Rio Grande do Sul, a partir de 2023, destacando a produção regional. - Mostra Reflexos: Curtas-metragens atemporais de diversos estados do Brasil, com enfoque em uma linguagem diversificada e prolífica. - Sessão Trampolim: curtas-metragens com classificação indicativa para jovens alunos de escolas públicas de Porto Alegre, privilegiando o debate dos temas e dos formatos. Todas as mostras terão como critério curatorial a escolha de filmes que abordam temas contemporâneos, refletindo a diversidade social e cultural do país. Além das mostras de curtas, o festival contará com duas sessões especiais de longas-metragens, na abertura e no encerramento, que servirão para criar um diálogo entre os diferentes formatos e proporcionar o encontro entre cineastas de diversas experiências. Relevância e Impacto Cultural O Diálogo de Cinema busca ser um festival acolhedor, inclusivo, democrático e relevante para a comunidade local e nacional. O evento oferece sessões gratuitas seguidas de debates, promovendo o acesso à cultura e estimulando a reflexão sobre temas atuais através do cinema. Com essa proposta, o festival valoriza a cultura nacional e impulsiona a produção local, posicionando-a no centro da discussão cinematográfica contemporânea. A inclusão de conversas com o público após as sessões visa enriquecer a experiência cultural, fomentando a troca de ideias e o fortalecimento do cenário cinematográfico. Ao trazer para Porto Alegre o cinema de jovens cineastas e conectá-los com o público e profissionais do Rio Grande do Sul, o festival tem impulsionado diversas parcerias ao longo dos anos. O Diálogo exibiu curtas de cineastas como Gabriel Martins ("Marte Um"), Nara Normande ("Sem Coração"), Nathália Tereza ("Solange") e André Novais Oliveira ("Temporada"). Essas conexões geraram colaborações duradouras com profissionais gaúchos, resultando em postos de trabalho para produções renomadas e integrando talentos locais a equipes de filmes exibidos em importantes festivais internacionais, como Berlim, San Sebastián, Cannes e Veneza, impulsionando a economia e a visibilidade do setor audiovisual do estado. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91): c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Com a aprovação desta proposta, será possível ampliar o alcance e a qualidade do festival, fortalecendo o setor cultural e proporcionando mais visibilidade para a produção audiovisual nacional e regional.

Estratégia de execução

O festival contará com dois júris distintos para as mostras competitivas. Um júri convidado especialista na área cinematográfica e outro júri popular, onde as pessoas que frequentarem as sessões poderão indicar seus filmes favoritos. O Diálogo de Cinema está pronto para ganhar ainda mais visibilidade! Com uma assessoria de imprensa ativa desde o início, o festival será amplamente divulgado em mídias impressas, digitais e redes sociais, incluindo o apoio de parceiros estratégicos. E mesmo com um orçamento enxuto, já conquistamos destaque nas capas dos principais jornais, na TV e em blogs especializados. Nesta edição, vamos elevar o alcance digital e físico, fortalecendo nossa conexão com universidades de cinema e promovendo o encontro de gerações no audiovisual. Cineastas selecionados e uma divulgação intensa nas redes garantirão que o Diálogo de Cinema continue em evidência, celebrando e ampliando o impacto do festival!

Especificação técnica

Festival de Cinema com duração de 6 dias, com 4 mostras, 14 sessões e aproximadamente 40 filmes, sendo 2 longas-metragens.

Acessibilidade

O evento será realizado na Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, que oferece infraestrutura completa de acessibilidade para atender um público diverso. O espaço conta com equipamentos de audiodescrição e legendas descritivas, por meio do sistema CineAssista, que utiliza três dispositivos (smartphones) permitindo que os espectadores com deficiência visual ou auditiva desfrutem dos filmes junto aos demais, através de recursos como LIBRAS, legendas descritivas e audiodescrição, em um sistema fechado. Além disso, a Cinemateca dispõe de rotas acessíveis, com áreas de manobra para cadeiras de rodas, piso tátil, rampas, elevadores adaptados, corrimãos, guarda-corpos, banheiros femininos e masculinos adaptados para PCDs, e assentos específicos para pessoas obesas, garantindo conforto e segurança a todos os visitantes. Por fim, como os debates são ponto fundamental deste projeto, teremos um intérprete de LIBRAS para acompanhar as conversas posteriores às exibições dos filmes.

Democratização do acesso

A gratuidade das sessões permite que pessoas de diferentes contextos socioeconômicos se conectem com o cinema nacional, ampliando seu acesso a narrativas que representam a pluralidade do Brasil. Além disso, a curadoria deve refletir a diversidade social e cultural, não apenas do ponto de vista geográfico, mas também abordando temas e histórias que representam diferentes grupos sociais, incluindo narrativas de povos indígenas, comunidades quilombolas, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outras minorias. Isso garante que o público se veja representado na tela, aumentando o engajamento e o sentimento de pertencimento. O festival conta com sessões gratuitas nos mais distintos horários, permitindo que pessoas de diferentes ocupações tenham a possibilidade de frequentar a sala de cinema. Os debates entre diretores e público após as sessões são uma das práticas mais enriquecedoras do festival, e têm um papel fundamental na democratização do acesso à cultura. Esses momentos de troca oferecem aos espectadores a oportunidade única de interagir diretamente com os realizadores, entendendo melhor o processo criativo, as inspirações e as mensagens por trás das obras. Isso não só aproxima o público do filme, mas também desmistifica o processo de produção cinematográfica, tornando-o mais acessível e compreensível. Essas sessões ajudam a romper barreiras culturais e sociais, ampliando o acesso à informação e promovendo a inclusão ao dar espaço para todos os tipos de questionamentos e interpretações. Com isso, os debates se tornam uma ferramenta poderosa para a democratização do acesso à cultura, incentivando a formação de novos públicos e permitindo que diferentes realidades e histórias sejam contadas, ouvidas e discutidas em pé de igualdade. Além disso, o Festival conta com a Sessão Trampolim: exibições especiais de formação para alunos da rede pública de Porto Alegre, ampliando ainda mais o horizonte do Diálogo.

Ficha técnica

O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento dele, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Lucas Cassales - Coordenação de ProgramaçãoFormado em Produção Audiovisual na PUC-RS (2010) e Mestre em Comunicação Social (2015) com a dissertação “A representação do mal-estar líquido no cinema de Michael Haneke” pela mesma instituição. Como roteirista e diretor, atuou nos curtas “Sebo” (2009), “Sofá Verde” (2010), “Abismo” (2013) e “O Corpo” (2015). Também roteirizou e dirigiu seu primeiro longa, “Disforia” (2019). Como roteirista, trabalhou no desenvolvimento das séries “The Walkers” (animação) e “Santo Inácio (ficção)”, ambas vencedoras de editais de desenvolvimento pelo PRODAV-FSA. Como produtor, atuou nos longas “Eles Vieram e Roubaram sua Alma” (2016), “Meio que tudo é um” (2025) e “Para a Mulher Fantasma”(2026), e nos curtas “Água Turva Deixada Quieta” (2023), “Trique-trique” (2013), “Pele de Concreto” (2014), “Só isso” (2012), “Lobos” (2012), Tomou café e esperou” (2013), e na mini-série “Via Pública” (2021). Também foi um dos produtores do “Festival Escolar de Cinema” (2021) e do “Mais Cinema” (2021), eventos organizados pelo Programa de Alfabetização Audiovisual de Porto Alegre. É um dos fundadores e curadores do Festival Diálogo de Cinema, de 6 edições realizadas e curador de curtas-metragens e roteiros de longa-metragem do FRAPA - Festival do Roteiro Audiovisual, integrante do comitê de seleção de curtas-metragens da Mostra Gaúcha do Festival de Gramado 2020. Richard Tavares - Direção Artística Graduado em produção audiovisual pela PUCRS e Mestre em comunicação social pela mesma instituição. Fundador do Festival Diálogo de Cinema, esteve envolvido nas suas 6 edições. Trabalhou também como coordenador de conteúdo do EFIC 1º Encontro dos Festivais Ibero-americanos de Cinema, realizado na Cinemateca Capitólio em 2023. Com o curta-metragem Gaveta (2010) recebeu o prêmio de melhor diretor estreante no 21o Festival internacional de curtas-metragens de São Paulo. Com o filme Rifle, do qual é co-roteirista e diretor de arte, recebeu o prêmio de melhor roteiro no 49o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro na sua estreia nacional. Após estrear internacionalmente na Berlinale - Mostra Forum, o filme seguiu por diversos festivais, obtendo o prêmio máximo em Jeonju (Coréia do sul) e no Panorama de Cinema Coisa de Cinema de Salvador. Em 2020 recebeu o prêmio Assembleia legislativa de melhor roteiro pelo curta-metragem Desencanto, exibido na Mostra gaúcha do Festival de Cinema de Gramado. Como diretor de arte seu primeiro trabalho na área foi Quarto de espera (2009), vencedor do prêmio de melhor direção arte na sua estreia no 13o Festival Audiovisual Mercosul. Trabalhou em outros curtas-metragens que foram exibidos em festivais como IFF Rotterdam, 68o Festival del Film Locarno – Leopards of Tomorow e Festival internacional de curtas de São Paulo. Sua primeira direção de arte em longa-metragem, Castanha (2014) teve sua estreia mundial na 64a Berlinale (Berlin IFF – Mostra Forum). Assinou também a arte dos Longas-metragens Disforia (disponível no Amazon Prime), da série Alce & Alice (disponível na Netflix),e da série Compro Likes (Star+), e do longa-metragem O Acidente, que recebeu o kikito de melhor direção de arte na mostra gaúcha de longas-metragens do Festival de Cinema de Gramado. Henrique Schaefer - Produção Formado em Produção Audiovisual pela PUCRS em 2010, dirigiu três videoclipes: “Dinossauros / ao vivo no Theatro São Pedro” (2018) da banda Dingo Bells, "Despirocar" (2013) da banda Apanhador Só, um dos três clipes selecionados pela 20ª edição do Prêmio Multishow, na categoria de melhor clipe, e do clipe "Um Rei e o Zé" (2010), também da Apanhador Só, que foi vencedor na categoria de melhor clipe no 3º Festival Manuel Padeiro – Pelotas/RS. Trabalhou na produção do festival Diálogo de Cinema em todas as suas edições e na equipe de produção do longa “Não Vai dar Nada” (Jorge Furtado, 2021). Como assistente de direção trabalhou em dezenas de curtas; nos longas-metragem "Continente" (Davi Pretto, 2024), “Disforia” (Lucas Cassales, 2019), “O Acidente” (Bruno Carboni), na Série “Via Pública” (Gabriel Motta) e no longa em pós-produção “Perseguição e Cervo Juvêncio Gutierrez” (Tabajara Ruas, 2022). É diretor do documentário “Meio que Tudo é Um” com estreia prevista para 2025. Teresa Assis Brasil - Produção da Sessão Trampolim Bacharela em Realização Audiovisual pela UNISINOS e Licenciada em Cinema e Audiovisual pela UFF, Atua profissionalmente nas áreas de produção, continuidade e educação audiovisual. Dirigiu o curta-metragem “Liga-Pontos” (2015), foi assistente de direção dos curtas-metragens “Ceraunofobia” (2014, dir. Bruno Gularte Barreto) e “A que chamamos aurora” (2014, dir. Gabriela Burck); Foi continuísta na série Fora de Quadro (2015, dir. Janaína Fischer e Marcio Schoenardie) e do longa-metragem Aos Olhos de Ernesto (2018, dir. Ana Luiza Azevedo); Foi diretora de produção do curta-metragem Domésticas (2016, dir. Felipe Diniz). Atualmente é assistente de produção executiva na Casa de Cinema de Porto Alegre. Desde 2013 é parceira do Programa de Alfabetização Audiovisual, onde produziu os projetos Mais Cinema (2016 e 2019) e Kino Clube (2019), foi assistente e realizou oficinas para estudantes e professores (2013, 2019 e 2020). Ministrou oficinas de cinema e animação (2014 e 16). Foi bolsista do Laboratório Kumã-UFF, que realizou o projeto Inventar com a diferença - cinema, educação e direitos humanos (2017-18), onde sendo integrante, coordenando grupos de cinema com professoras e professores da educação básica do Brasil inteiro. Integrou as comissões de seleção de longa-metragem internacional do FICI - Festival Internacional de Cinema Infantil (2017 e 18) e da Mostra Educação da CineOP - Mostra de cinema de Ouro Preto (2019, 20 e 21). Bruna Giuliatti - Assistente de Produção Bruna Giuliatti é produtora audiovisual formada pela PUCRS. Produziu e dirigiu o longa-metragem "Campo grande é o céu" (2022), filmado nas comunidades quilombolas de Mostardas, RS, que teve sua estreia no 50ª Festival de Cinema de Gramado, levando o prêmio de Menção Honrosa, e premiado como melhor direção no XIII Festival Internacional de Cinema da Fronteira. Roteirizou e produziu o longa-metragem documental Mãos à Terra (2025), retratando a história da Feira dos Agricultores Ecologistas de Porto Alegre. Atuou como produtora local para a Vitrine Filmes em diversas estreias de longas nacionais em Porto Alegre, e trabalhou como assistente de produção executiva na Super8Prod. Jeferson Silva - Assistente de Produção Produtor e distribuidor audiovisual. Graduado em Produção Audiovisual pela PUCRS e em Relações Internacionais pela UFRGS. Desde 2018, realiza a Mostra Universitária no Festival de Cinema de Gramado. Foi diretor de programação no Fade to Black Festival, evento internacional que reconhece e premia as narrativas audiovisuais criadas por indivíduos negros. Atuou como produtor artístico no projeto Cinema Negro na Escola, desenvolvido pelo PAA (Projeto de Alfabetização Audiovisual). É produtor da Mostra de Longas e da Mostra de Curtas do FRAPA (Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre), maior evento do gênero na América Latina. Além disso, tem um histórico de participação na produção de diversas outras mostras e festivais, incluindo o Berlinale Student Film Festival, MOUC (Mostra Universitária de Curtas) e Cine Esquema Novo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.