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O projeto inclui a realização de um curta-metragem ficcional com roteiro e direção de Daniel Candido de Bem e Tomaz Borges. Além do filme, será extraída uma videoarte do material bruto e criada uma série fotográfica baseada na mesma narrativa. "Febre" conta a história de Júlio, que, após um acidente de carro na juventude, desenvolveu a síndrome de Capgras (transtorno raro em que a pessoa acredita que pessoas próximas foram substituídas por impostores idênticos). Ele é entrevistado sobre sua condição por uma pequena equipe de filmagem, em uma narrativa que se desenrola no Parque da Redenção, icônico espaço histórico de Porto Alegre.
1. Produção do Curta-MetragemO curta-metragem "Febre" será produzido pela Vento Leste Filmes, sob a direção de Daniel Candido de Bem e Tomaz Borges. O processo incluirá: Pré-Produção: A fase inicial envolverá reuniões entre direção e produção para definir o conceito visual, a narrativa e o cronograma do projeto. Será realizada a contratação da equipe principal, incluindo direção de fotografia, design de som, produção de arte e elenco. Ensaios com o elenco serão agendados para explorar a dinâmica dos personagens e refinar as performances. Visitas técnicas ao Parque da Redenção, em Porto Alegre, serão realizadas para planejamento de filmagem, seleção de ângulos e composição visual.Produção: A filmagem ocorrerá em três diárias no Parque da Redenção, com uma equipe reduzida para capturar a intimidade e naturalidade da entrevista fictícia. Durante a filmagem, será utilizado equipamento de alta qualidade para assegurar que a estética visual transmita a atmosfera desejada. A narrativa será construída através de diálogos cuidadosamente roteirizados e momentos de improvisação, dando espaço para que o personagem principal, Júlio, revele suas percepções de forma autêntica.Pós-Produção: O material filmado será sincronizado, editado e colorizado para criar um corte final coeso. Durante a pós-produção, será feita a mixagem de som, incluindo a gravação e edição de Foley e trilha sonora, para realçar a atmosfera do curta. Projeções-teste serão organizadas para avaliar o impacto do filme e fazer ajustes finais antes do lançamento. 2. Criação da VideoarteApós a produção do curta-metragem, uma videoarte será extraída do material bruto filmado. Este processo incluirá: Seleção de Material: O conteúdo visual será revisado para identificar momentos-chave que possam ser extraídos e adaptados para um formato experimental de videoarte. A equipe criativa explorará aspectos abstratos e simbólicos da narrativa para criar uma peça que ressoe além da história linear do filme.Edição Criativa: Utilizando técnicas de montagem não-linear, a videoarte será editada para destacar temas de percepção, memória e identidade. Efeitos visuais e sonoros serão aplicados para intensificar a sensação de desorientação que acompanha a síndrome de Capgras, criando uma experiência visual e auditiva única.3. Desenvolvimento de Série FotográficaA produção de uma série fotográfica será baseada na estética e na narrativa do curta-metragem, capturando a essência dos personagens e do ambiente. Esta etapa incluirá: Sessões Fotográficas: Durante e após as filmagens, sessões de fotos serão realizadas no Parque da Redenção, com o elenco e elementos visuais que reforcem a atmosfera do filme. A direção de fotografia se concentrará em capturar momentos espontâneos e poses que expressem a complexidade emocional de Júlio.Curadoria e Edição: As fotografias serão selecionadas e tratadas para criar uma série coesa que reflita a narrativa do filme. A série será formatada para exposição em galerias e para uso em materiais promocionais e de divulgação, conectando visualmente o curta-metragem à videoarte e promovendo o projeto como um todo.
objetivo geral - Realizar um projeto multimídia que permita a reflexão em torno da finitude humana e o quanto isso influencia na interpretação dos signos da sociedade, principalmente para um ser humano que vive no sul global. objetivos específicos - realizar um curta-metragem com equipe reduzida a ser filmado no parque da Redenção, na cidade de Porto Alegre, Capital do Rio grande do Sul que foi gravemente atingido pela enchente:- Realizar uma série fotográfica sobre o mesmo tema utilizando os mesmos espaços como cenários;- Realizar uma videoarte extraída do conjunto objetivo tanto no material bruto do filme quanto no material fotográfico.
Febre trata de um tema importante para a saúde e a pesquisa científica, raro na produção de cinema: as sequelas neurológicas de um acidente e as reflexões do homem que vive com uma peculiar condição mental. Mistura de ficção e filme-ensaio documental, sua narrativa se passa nos bastidores das filmagens de um documentário, na Redenção. Febre traz um cinema que busca na técnica da própria criação um espaço cênico, de gestos técnicos quase coreografados, botões, luzes, lentes e microfones. O cenário é o Parque Farroupilha, em Porto Alegre, cidade gravemente atingida pelas enchentes de maio de 2024, um importante ponto histórico da cidade. Aqui, em especial, ele é um espaço ativo, múltiplo, um lugar de mil lugares, sendo assim um importante personagem no filme. Suas cores, suas árvores, animais e movimentação de pessoas emolduram e interagem com a movimentação dos personagens. Febre conta uma história intrincada em camadas que se desdobram em reflexões acerca das relações humanas e dos meios de expressão artísticos, tendo a ciência como seu assunto central em um momento relevante para tal discussão. De acordo com Art. 1° indicamos que se aplica plenamente o inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e de acordo com o Art. 3º indicamos que também se adequa ao inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Contrapartidas: Serão propostas atividades que consistem em exibir o filme produzido em uma sessão conjunta com demais curtas-metragens em que se discutam os temas abordados nos filmes e suas interseções com os meios onde as atividades ocorrerão. Nas sessões em escolas e universidades públicas, alunos e professores serão instigados a falar sobre os filmes e traçar um paralelo entre as histórias de ficção e seus pontos de vista, levando em consideração também sua faixa etária. Já nas associações e coletivos culturais, o público deve ser mais diverso e as sessões terão um cunho social.
1. Filme (Curta-Metragem)Formato: Digital 4K, cor.Duração: Aproximadamente 15 minutos.Aspect Ratio: 2.35:1 (widescreen).Áudio: Stereo, mixagem final em formato Dolby Digital.Câmeras: Câmeras de cinema digital com lentes anamórficas para capturar uma estética cinematográfica com profundidade de campo reduzida e foco seletivo.Edição: Edição linear, com sincronização precisa de áudio e vídeo, colorização e aplicação de efeitos visuais sutis para criar a atmosfera intimista desejada. 2. Fotografias Formato: Fotografias digitais em alta resolução (mínimo de 300 DPI para impressão).Dimensões: Variadas (20x30 cm, 30x45 cm e formatos maiores para exposições).Cor: Fotografias em cor e P&B, ajustadas conforme a estética do filme.Edição: Tratamento de imagem para melhorar contrastes, cores e texturas, mantendo a integridade artística do conteúdo. 3.Videoarte Formato: Digital HD/4K, cor.Duração: Aproximadamente 5 minutos.Aspect Ratio: 16:9, com possibilidade de adaptações para exibições específicas.Áudio: Design sonoro experimental, com mixagem stereo que complementa a estética visual.Edição: Montagem não-linear com uso de efeitos visuais, manipulação de velocidade e sobreposição de camadas para criar uma experiência sensorial e abstrata.
Será contratada uma empresa especializada em produção de acessibilidade padrão ANCINE para o filme, a fim de realizar as cópias com legenda descritiva, audiodescrição e janela de libras. Também priorizaremos a exibição em espaços que atendam aos critérios técnicos de acessibilidade universal dispostos na Norma ABNT NBR9050/2020.
Serão propostas atividades que consistem em exibir o filme produzido em uma sessão conjunta com demais curtas-metragens em que se discutam os temas abordados nos filmes e suas interseções com os meios onde as atividades ocorrerão. Nas sessões em escolas e universidades públicas, alunos e professores serão instigados a falar sobre os filmes e traçar um paralelo entre as histórias de ficção e seus pontos de vista, levando em consideração também sua faixa etária. Já nas associações e coletivos culturais, o público deve ser mais diverso e as sessões terão um cunho social
O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento dele, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. A Vento Leste Produções Cinematográficas é formada por dois sócios: O primeiro é Tomaz Borges, graduado em Cinema e Vídeo pela PUCRS em 2009, e que trabalha como Técnico de Som Direto desde 2011 e já realizou mais de 50 filmes, séries e curta-metragens. Dentre eles o filme Beira-Mar (65a Berlinale) e a série A Bênção. Trabalhou em filmes e séries que rodaram importantes festivais internacionais, como os realizados em Berlim, Locarno, Hong Kong e Taipei. No Brasil, seus trabalhos circularam nos festivais de cinema do Rio de Janeiro, de Brasília, Tiradentes, Gramado e Mostra de São Paulo. Compôs a equipe do filme Democracia em Vertigem, que concorreu ao Oscar em 2020 e da série Doce de mãe, que venceu na categoria Melhor Comédia na 43a edição do Emmy Internacional. O segundo sócio é Richard Tavares, Mestre em Comunicação Social pelo PPGCOM da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, formou-se em Cinema no curso de Produção Audiovisual -Cinema e Vídeo na mesma universidade, em 2009. É realizador, roteirista e diretor de arte. . Recentemente a Vento Leste produziu seus primeiros dois Curtas Metragens: As Ondas, com direção de Richard Tavares e Leandro Engelke e 12 minutos de crepúsculo para orientar a navegação, com direção de Amanda Copstein. Projetos de destaque: Memória fotográfica (projeto de série documental dirigido por Tuane Eggers e vencedor do Prêmio Tecna - Projeto inovador no Sul Audiovisual Market). As Ondas (curta-metragem exibido na Mostra Gaúcha do Festival de Cinema de Gramado - 2023). 12 minutos de crepúsculo para orientar a navegação (curta-metragem de Amanda Copstein exibido no Goiânia Mostra Curtas 2023). Daniel de Bem Nascido em 1988, formado em Realização Audiovisual pela UNISINOS. Vem experimentando em sua carreira misturar referências de gêneros cinematográficos a um cinema onírico e imaginativo e ao mesmo tempo calcado na realidade social da região metropolitana de POA, onde nasceu e vive até hoje. Neste sentido já explorou a criação de memórias afetivas atrelada a imagens de arquivo no curta “Ver a Vista” (2020), vencedor de edital do Itaú Cultural e menção honrosa no Diálogo de Cinema, a tensão política polarizada do Brasil contemporâneo em “Pele de Concreto” (2015), premiado no festival de Gramado, e selecionado para Mostra Tiradentes e Curta Cinema do Rio de Janeiro, a fantasmagoria das relações geracionais em “Fantasmas da Cidade”, selecionado para o FRAPA e premiado no Diálogo de Cinema, e as fronteiras e dinâmicas entre relações pessoais e de trabalho durante processos artísticos no longa-metragem “Eles vieram e roubaram sua alma” (2016), duplamente premiado na suaestréia no Olhar de Cinema e selecionado para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Daniel é um diretor que valoriza a criação coletiva audiovisual e aberto a interferências e adaptações que o acaso dos processos artísticos reservam, tendo conhecimento e experiência de trabalho de todo o processo, já tendo atuado como Fotógrafo Still, Diretor de Fotografia, Microfonista, Gravador de Foley, Produtor e Montador. Tomaz Borges Graduado em Cinema e Vídeo pela PUCRS em 2009, Tomaz Borges atua nos campos de cinema, série, vídeo, programa de TV, conteúdo para internet e artes visuais. Trabalha como Técnico de Som Direto desde 2011 e já realizou mais de 50 filmes, séries e curta-metragens. Dentre eles o filme Beira-Mar (65a Berlinale) e a série A Bênção (Canal Brasil e Globoplay). Trabalhou em filmes e séries que rodaram importantes festivais internacionais, como os realizados em Berlim, Locarno, Hong Kong e Taipei. No Brasil, seus trabalhos circularam nos festivais de cinema do Rio de Janeiro, de Brasília, Tiradentes, Gramado e Mostra de São Paulo. Compôs a equipe do filme Democracia em Vertigem, que concorreu ao Oscar em 2020 e da série Doce de mãe, que venceu na categoria Melhor Comédia na 43a edição do Emmy Internacional. Se dedicou aos estudos de direção de atores com preparadores de elenco – dentre eles, Christian Duurvoort – e em 2011 idealizou e ministrou o curso Oficina de Cinema para Atores, juntamente com Vicente Schereder e Joana Izabel, no Teatro Escola de Porto Alegre (TEPA). Lívia Pasqual Diretora de fotografia e artista visual (Unisinos, RS 2009), especialista em Fotografia de Criação e Gestão de Projetos (EFTI, Espanha, 2011). Entre seus trabalhos estão o curta-metragem “Eu não sou um robô” (2020) que recebeu diversos prêmios de direção de fotografia, "Um Corpo Feminino" (2018), finalista do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro (2019), a minissérie "Necrópolis" (2017), disponível no Netflix Brasil e o longa-metragem Despedida (em pós-produção). Coordena o grupo livre de estudos em direção de fotografia para mulheres (Porto Alegre) e é membra do coletivo das diretoras de fotografia do Brasil - DAFB. Dirigiu, em 2015, o curta-metragem A saga do herói. Selecionada para a edição de 2020 do programa Talents Buenos Aires. Bruno Carboni Montador Bruno Carboni (Porto Alegre, 1988) graduou-se em Produção Audiovisual em 2009 pela PUCRS e desempenha funções nas áreasda edição, roteiro e direção. Foi montador de mais de 20 curtas-metragens, como Damiana, de Andrés Ramírez Paludo (seleção oficial 70o Festival de Cannes) e 10 longa-metragens, entre eles, Morro do céu de Gustavo Spolidoro (13a Mostra de Cinema de Tiradentes), Castanha de Davi Pretto (64o Festival de Berlim - seção Forum), Beira-mar de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (65o Festival de Berlim - seção Forum), e Rifle, de Davi Pretto (49o Festival de Brasília de Cinema e 67o Festival de Berlim - seção Forum). Nos trabalhoscomo diretor, realizou o curta-metragem Quarto de espera, em co-direção com Davi Pretto, que foi selecionado em mais de 25 festivais, e o curta-metragem O teto sobre nós, que estreou na competição Leopards of Tomorrow do 68o Festival de Locarno. Participou de eventos internacionais como Locarno Filmmakers Academy 2015, Berlinale Talents/Editing Studio 2016 e o IDFA Summer Academy e seu primeiro longa-metragem, O Acidente, foi selecionado para o Torino Film Lab Scriptlab 2018. Em 2020, tornou-se mestre em Comunicação Social pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUCRS, onde desenvolveu uma pesquisa a respeito de cinema e alteridade. Bruna Giuliatti Diretora de arte Roteirista, Diretora, produtora de objetos e assistente de direção de arte, dirigiu o longa-metragem documental "Campo grande é o céu", que estreou no 50° Festival de Cinema de Gramado e recebeu o prêmio de melhor direção no XIII Festival Internacional de Cinema da Fronteira. Trabalhou na produção de objetos em diversas oportunidades em projetos da Casa de cinema de Porto Alegre como em Aos olhos de Ernesto e na série Dr4gon. É formada em cinema pela PUCRS e é sócia da produtora Meio do mundo filmes.
PROJETO ARQUIVADO.