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O projeto prevê a realização um curta-metragem de ficção produzido em áreas diretamente afetadas pelo estado de calamidade pública na cidade de Porto Alegre, promovendo assim uma oportunidade de retomada das atividades de profissionais do audiovisual gaúcho, bem como a valorização de regiões vulnerabilizadas pelas enchentes de maio de 2024. Com 15 minutos de duração, a ser finalizado em Full HD, o curta-metragem Expediente Externo é um drama urbano, que investiga a precarização do trabalho, o acúmulo de horas e a humanidade que se espreme nos intervalos dessas jornadas exaustivas. No centro de uma grande capital, muitas histórias se colidem. O filme é um mosaico de pequenos retratos de trabalhadores do Centro de Porto Alegre. Além da produção do curta-metragem e a consequente ativação do setor audiovisual que esta implica, serão realizadas 05 exibições gratuitas comentadas voltadas para alunos de escola pública.
O longo dia de dois trabalhadores precarizados pelas ruas de Porto Alegre, enquanto tentam conciliar o expediente com suas próprias questões pessoais. HELDER é um motorista de aplicativo que roda a cidade e enfileira um passageiro após o outro, como uma forma desesperada de adiar suas próprias questões. ELISA é uma cuidadora de idosos, que também acumula trabalhos em excesso, numa tentativa de juntar dinheiro para se mudar para Salvador, onde acaba de ser selecionada no vestibular da UFBA. Helder expressa suas angústias aos poucos, a cada interação com um novo passageiro. No decorrer do dia, mesmo se mostrando desenvolto e comunicativo, a fragilidade de sua saúde mental vai ficando evidente. Helder se nega a parar de trabalhar e a devolver o carro alugado que utiliza no serviço. Ele não para sequer para abastecer o carro, que logo entra na reserva. Elisa tem um trabalho mais reservado, mas igualmente desgastante. Ela atende a domicílio três idosos e silenciosamente os ajuda a tomar banho, administrar medicação, trocar sondas e etc. Ao fim do seu terceiro atendimento, Elisa ainda assume o terceiro turno de trabalho como garçonete em um movimentado bar no centro da cidade. Apesar do comportamento estóico, há uma angústia crescente no decorrer de seu expediente. Na medida em que o dia vai se desenrolando para os nossos protagonistas, vemos breves retratos de outros personagens do centro da cidade. São como pequenos haicais visuais que compõem o tecido social do proletariado de uma capital. A noite cai, depois de transportar um ex-vizinho e se deparar com o contraste de suas trajetórias, a ansiedade de Helder se transforma em um princípio de crise. No entanto, ele não consegue parar. Elisa se vê obrigada a servir a mesa de sua companheira, GISELA, com quem não conseguiu se comunicar ao longo de todo o dia. Estranhando a distância, Elisa a confronta. Em um diálogo emotivo, Gisela confessa ter se afastado por não conseguir comunicar que mudou de ideia e não vai mais se mudar para Salvador. Com um relacionamento recém terminado e parte de seu sonho estraçalhado, Elisa ainda precisa terminar seu turno no bar. Já tarde da noite, Helder retorna de uma viagem da zona sul, enquanto Elisa segura seu sono no ônibus de volta pra casa. Ambos exaustos, os dois se cruzam uma única vez ao pararem no sinal, em sentidos opostos. Finalmente sozinho no carro, entregue ao burnout, Helder retorna para o centro de Porto Alegre. O carro fica sem gasolina e Helder, enfim, para. Elisa dorme no ônibus e perde sua parada. Ela acorda no ponto final, sozinha no terminal, de madrugada e sem bateria no celular. Exausta e sem ter como retornar pra casa, Elisa desaba e chora pela o acúmulo de todas as tristezas e violências que passou. Ela caminha, chorando, sem rumo, até chegar na praia de Itapuã, às margens do rio Guaíba. Com o sol despontando no horizonte, Elisa entra na água e seu choro de desespero vai se transformando em outra coisa. Com o rosa-alaranjado tomando conta do céu, ela finalmente consegue enxergar o horizonte. Elisa mergulha. Além da produção do curta-metragem, o projeto prevê 05 exibições com classificação indicativa 12 anos.
Objetivo Geral O objetivo principal do projeto consiste na realização do curta-metragem de ficção Expediente Externo, com aproximadamente 15 minutos de duração. A abordagem é dirigida para público amplo, principalmente para jovens e adultos das classes C e D. O projeto será executado ao longo de 18 meses em Porto Alegre/RS, sendo que todas as suas etapas serão realizadas em locais atingidos pelas enchentes de maio de 2024, beneficiando uma ampla rede local de fornecedores, estimulando a retomada do setor cultural e a economia local. Objetivos Específicos 1- Realizar e lançar o curta-metragem ficcional Expediente Externo, com aproximadamente 15 minutos de duração; 2- Promover o interesse e a reflexão sobre os temas abordados no curta-metragem, por meio da realização de 05 exibições gratuitas e comentadas do filme para alunos de ensino médio de escolas públicas da capital; 3 - Ampliar o alcance do filme através da participação em reconhecidos festivais nacionais e internacionais, como, por exemplo, o Festival de Cinema de Gramado, onde Sabão Líquido, curta-metragem produzido pela proponente, venceu os prêmio Assembleia Legislativa de Melhor Direção, e os Kikitos de Melhor Desenho de Som de Som e Melhor Ator.
Expediente Externo é um drama urbano que investiga a precarização do trabalho, o acúmulo de horas e a humanidade que se expreme nos intervalos dessas jornadas exaustivas. No centro de uma grande capital, muitas histórias se colidem. O filme é um mosaico de pequenos retratos de trabalhadores do Centro de Porto Alegre. Cenas curtas destes trabalhadores costuram a trama dos dois protagonistas, Elisa e Helder, dois trabalhadores informais. No ano de 2023, segundo dados do IBGE, o Brasil registra cerca de 38,8 milhões de pessoas trabalhando de maneira informal. É um recorde. O trabalho informal é uma parte essencial da economia brasileira, empregando uma grande parcela da população que não tem acesso ao mercado de trabalho formal. Expediente Externo se propõe a lançar luz para esta condição contemporânea e, ao mesmo tempo, oferecer um retrato destes trabalhadores de uma perspectiva intimista. Trata-se de um estudo de personagem e, na medida em que acompanhamos as trajetórias solitárias de Elisa e Helder, temos a oportunidade de explorar a subjetividade de dois indivíduos que exemplificam este alarmante número de trabalhadores precarizados brasileiros. Todos conseguimos nos identificar com essas experiências em alguma medida, como parte da grande engrenagem por trás do regime de trabalho do país. Essa identificação é o que permite com que uma história conduzida pelo trabalho seja, sobretudo, sobre a humanidade de quem procura sobreviver numa metrópole, sobre a solidão de quem está constantemente rodeado por uma multidão, em busca de alguma forma de conexão. Expediente Externo procura tensionar a rigidez imposta pelo realismo capitalista e revelar a poesia que existe no cotidiano das coisas. Trata-se de um filme sobre Porto Alegre, sim, mas que se propõe a mobilizar anseios universais. Quanto aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em especial em: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Art. 3º alcançados com a realização do projeto serão: Inc. II, a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Apresentação da Fábrica do Futuro: Como parceiro fundamental para a operacionalização das exibições e a garantia de entrega comercial para as marcas apoiadoras do projeto, a Fábrica do Futuro abriga no seu complexo diferentes empresas na área de produção musical, audiovisual, conteúdos, publicidade, marketing e entretenimento. Toda a força criativa de iniciativas locadas num mesmo prédio, que por si só funciona também como uma grande ferramenta de produção, ativação e criação, faz do local um ponto de referência para soluções únicas que colaboram com o crescimento e sucesso de projetos e ideias. São oferecidos espaços, ferramentas e equipe especializada para produção de conteúdos, eventos e experiências, unindo força técnica e humana para realizar ideias de pessoas, empresas, entidades e marcas. O planejamento e entrega qualificada, com total atenção aos detalhes e domínio de tecnologias integradas, garante possibilidades infinitas de ativações e formatos, gerando resultados positivos e satisfação para todos envolvidos. A Fábrica do Futuro promove o encontro da arte e da tecnologia para gerar impacto, conteúdos e experiências. fabricadofuturo.com
Especificações técnicas do curta-metragem: Expediente Externo Duração: 15 minutos Formato: Full HD - 1080p - 16x9 - colorido Câmera: RED Dragão-X, 5K, S35, DSMC2 Especificações técnicas das exibições: 05 exibições Projetor Epson Fh52+ 4000 Lumens Equipamento de som Soundbar Samsung HW-Q990D
O objetivo primordial da obra audiovisual é o encontro com seu público. As barreiras de acessibilidade constituem importante entrave a esse encontro, restringindo o acesso de uma parcela significativa da população brasileira, que, estima-se, chegue a 18,6 milhões de pessoas (Dados IBGE e MDHC/2023).Com o objetivo de romper essas barreiras, e promover o pleno acesso de pessoas com deficiência à obra audiovisual, o projeto prevê a implantação de medidas de acessibilidade, especialmente janela de libras, audiodescrição e legenda descritiva. Contudo, sabemos que nem sempre essas medidas são suficientes, tendo em vista que nem todas as salas estão equipadas para exibir os recursos de acessibilidade e que, por vezes, ainda que disponíveis, os recursos não são utilizados. Para que também essas barreiras sejam rompidas, será essencial o trabalho da produção executiva, seja promovendo a exibição de sessões inclusivas, com divulgação especialmente direcionada para o público PCD, quanto atuando junto aos exibidores de todas as sessões para garantir que os recursos de acessibilidade estejam disponíveis. A acessibilidade arquitetônica igualmente será garantida através da escolha dos locais de exibição.Por fim, na execução do projeto serão realizadas pesquisas com o objetivo de identificar quais outras ações podem ser adotadas para o rompimento das barreiras, dando origem, por exemplo, a sessões especiais adequadas a determinados públicos, como sessões com som e luminosidade adequados para pessoas no espectro autista.
A realização de um curta-metragem prevê, em sua trajetória tradicional de distribuição, a participação em festivais nacionais e internacionais e posteriormente a comercialização para canais de televisão (abertos e fechados) e plataformas de streaming. No caso do presente projeto, além destes caminhos já conhecidos, propõe-se também 05 exibições voltadas para as comunidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024 e representadas pelo filme. Para viabilizar tecnicamente estas exibições, contamos com a parceria da Fábrica do Futuro, hub de tecnologia e referência na projeção e exibição de conteúdos audiovisuais no RS. 04 destas exibições serão realizadas em escolas públicas das regiões metropolitanas mais diretamente afetadas pela catástrofe climática, contando com a estrutura técnica da Fábrica do Futuro (projetor, caixas de som, tela exibidora, projecionista e etc.), promovendo à comunidade escolar acesso à produção audiovisual local e debates com os realizadores, com o intuito de aproximar o fazer cinematográfico dos estudantes da rede pública. 01 exibição será realizada nas dependências da própria Fábrica do Futuro, no Quarto Distrito, região também diretamente afetada, aberta à comunidade audiovisual do RS e apoiadores do projeto, de modo a valorizar o espaço parceiro e as marcas vinculadas ao projeto. Desta forma, pretende-se com as exibições que compõem o projeto, valorizar e incentivar todas as pontas deste ecossistema criativo: realizadores, parceiros, público e apoiadores.
Equipe de Produção Verte Filmes - Produtora Proponente A Verte Filmes é uma produtora audiovisual sediada em Porto Alegre e focada na realização de conteúdos autorais. Em atividade desde 2011, se consolidou como uma das proeminentes produtoras jovens do país. É importante salientar que as equipes montadas nos projetos da produtora, assim como em Expediente Externo, são formadas levando em consideração o perfil criativo dos profissionais, afinidades, talentos e capacidade de colaboração e adaptação. Dito isso, reforçamos o comprometimento da Verte Filmes em construir equipes diversas e plurais. Este é um princípio que acompanha as escolhas da produtora há algum tempo. Acreditamos que uma produção cultural relevante e que se propõe a discutir as questões da contemporaneidade de maneira complexa e comprometida não é possível sem que o trabalho autoral seja colaborativo, entre vozes de diferentes vivências e identidades. Para isso, levando em consideração experiências com a formação de equipes anteriores, entendemos a necessidade de compreender a questão da representatividade mais profundamente. É preciso que a produção acolha as diferenças, incômodos e eventuais tensionamentos, inevitáveis em uma equipe diversa numa empreitada como a realização de um curta-metragem. No presente projeto, a Verte Filmes será responsável por toda a administração dos recursos e da formulação dos planos de filmagem, execução e prestação de contas. Utilizando de sua expertise de quase 15 anos no mercado audiovisual, em especial com projetos produzidos com recursos públicos, a proponente garante uma realização profissional e responsável do projeto e suas contrapartidas. Nesta última década, a Verte Filmes produziu cinco séries para televisão, todas licenciadas nas principais plataformas de streaming; um longa-metragem, com estreia em importante festival nacional; um média e quatro curtas. Abaixo, destaque para por principais conteúdos realizados pela produtora nos últimos cinco anos: Sabão Líquido (2023) - curta-metragem / 20’ - Prêmio Assembléia Legislativa de Melhor Direção no 51o Festival de Cinema de Gramado - Kikito de Melhor Ator no 51o Festival de Cinema de Gramado - Kikito de Melhor Desenho de Som no 51o Festival de Cinema de Gramado O Complexo (2022) - série policial de 08 episódios / 50 min. - Projeto contemplado pelo Prodav 02/2016 - Ancine/FSA - Uma co-produção com a Casa de Cinema de Porto Alegre Os Bravos Nunca se Calam (2019) - longa-metragem dramédia / 84 min. - Projeto contemplado pelo edital de Arranjos Regionais 2016 - FSA / Procultura - Projeto contemplado pelo edital Comercialização Cinema 2018 - Ancine / FSA - Estreia nacional no 52o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro Gabriel Faccini - Diretor e roteirista Gabriel Faccini é roteirista, diretor e produtor executivo. Sócio fundador da Verte Filmes, co-criou e dirigiu as séries O Complexo (2022, Cine Brasil TV) Necrópolis (2019, Prime Box Brazil/Netflix), e Werner e os Mortos (2017, Canal Brasil/Amazon Prime), além de roteirizar as séries Horizonte B (2016, TVE/Amazon Prime) e Alce & Alice (2018, Prime Box Brazil/Netflix). Co-roteirizou ainda o longa Os Bravos Nunca se Calam, que fez sua estreia no 52o Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro. Escreveu e dirigiu em 2012 Rodrigo Andrade e o Preto, produzido para a Fundação Iberê Camargo e selecionado para o festival Temps D’Image (Portugal) de 2013 e o média-metragem Quatro Heranças, selecionado para o Open City Docs (UK) de 2015. Em 2021, Gabriel foi selecionado para a bolsa de estudos em desenvolvimento de roteiros do Catalyst Sorieroad Institute, em Duluth, EUA. É Bacharel em Realização Audiovisual pela Unisinos, com ênfase em roteiro e direção, e Mestre Comunicação Social pela PUCRS. Em 2023, ganhou o prêmio Assembleia Legilslativa de melhor direção pelo curta-metragem Sabão Líquido no Festival de Cinema de Gramado. O filme também foi premiado com os Kikitos de Melhor Ator e Melhor Desenho de Som na mostra competitiva de curtas brasileiros do mesmo festival. Fernanda Reis -Diretora Fernanda Reis é diretora de audiovisual, formada pela FEEVALE e pela AIC (Academia Internacional de Cinema). Sócia e criadora da Pardal Filmes, produtora de cinema sediada em Porto Alegre. Dentre suas obras, está o curta-metragem “Tamagotchi" (2018) - que entrou para festivais nacionais e internacionais como o DIGO 2019 (Goiás), Out Here Now (Kansas), Reeling 2019 (Chicago) e Out Filme (Connecticut). Também o curta-metragem “Em Caso de Fogo Pegue o Elevador” (2021) - presente também em alguns festivais como DIGO 2021, 28o Festival de Cinema de Vitória e Festival de Cinema LGBTQIA+ do Rio 2021. Outros curtas de sua direção, “Dublê” (2019) e “Até que a Terra Caia” (2019). Em 2023, junto com Gabriel Faccini, ganhou o prêmio Assembleia Legislativa de melhor direção pelo curta-metragem "Sabão Líquido" no 51o Festival de Cinema de Gramado. O filme também foi premiado com os Kikitos de Melhor Ator e Melhor Desenho de Som na mostra competitiva de curtas brasileiros do mesmo festival. Luiz Santana - Roteirista Luiz Santana é formado em Psicologia pela Famath. É cofundador dos coletivos de cinema Incurto Filmes e Macumba Lab. Selecionado para laboratórios nacionais e internacionais com projetos de coautoria como o Miradas Doc (2021) e Diáspora Lab (2020). Integrante da curadoria de importantes festivais de roteiro audiovisual, como o FRAPA (2018 - 2023). Foi selecionado para o Segundo Ato: Programa Netflix de Aceleração de Roteiristas Negros e Indígenas (2022). É co-roteirista do projeto de longa-metragem documental em desenvolvimento “Liberdade é Não Ter Medo” (Paideia Filmes, 2022). É co-criador e roteirista-chefe do projeto de série de ficção “Do Bairro” (Sala Filmes), contemplado pelo edital Filma RS (2022) para desenvolvimento. Foi co-roteirista da série documental “O Enigma da Energia Escura” (GNT/Globoplay, 2021). Co-roteirista do curta-metragem documental “Odilon – Essência, Semente e Luz” (Reina Filmes, 2021) e roteirista do curta-metragem “A Terra que Nos Habita” (2020). É co-roteirista do projeto de longa-metragem documental em desenvolvimento “A Cor da Margem”, contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural(2021) e no edital RioFilme (2022). Foi colaborador de roteiro da série de ficção “O Complexo” (CineBrasil TV, 2018). Priscila Guerra - Produtora Executiva Priscila Guerra é produtora executiva, roteirista e advogada. É graduada em Direito pela PUCRS e especialista em Direitos Humanos pela UFRGS. Exerceu a advocacia por mais de 10 anos antes de voltar sua carreira ao audiovisual. Participou de cursos e oficinas de roteiro, como do Projeto Marieta, em 2023, além das oficinas de escrita criativa dos Professores Assis Brasil e Charles Kiefer. Tem mais de 15 anos de experiência em coordenação de projetos em diferentes áreas, incluindo a área jurídica, audiovisual e terceiro setor. É sócia da KF Studios, empresa especializada em pós-produção de som. Desde 2014 atua no mercado audiovisual, tendo produzido séries e filmes, com destaque para as obras abaixo. 2022 - Sobrevivente do Pampa - longa doc - produtora executiva. Vencedor do Kikito de Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Cinema de Gramado de 2023. 2022 - Céu Aberto (título anterior: Andriele) - longa doc - produtora executiva. Vencedor dos Kikitos de Melhor Desenho de Som e Melhor Trilha Sonora no Festival de Gramado de 2023. 2022 - Lua em Câncer - série de 13 episódios de 26 min - co-roteirista e produtora executiva 2019 - Além de Nós - longa de ficção - Assistente de produção executiva
PROJETO ARQUIVADO.