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PRONAC 2410596Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Aqui se faz cinema

COLETIVO FRONTEIRA LTDA
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Santa Rosa
Início
2025-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Santa Rosa Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Aqui se Faz Cinema" visa realizar um circuito de exibições cinematográficas com foco em produções regionais da fronteira do Brasil com a Argentina, promovendo filmes que refletem a cultura, a história e o cotidiano dessa região. Voltado especialmente para comunidades interioranas, o circuito busca formar novas plateias para a sétima arte e ampliar o acesso à produção audiovisual local, proporcionando a circulação de obras produzidas por cineastas locais. O projetoinclui sessões gratuitas em espaços públicos, como escolas e centros culturais nos municípios, com uma programação voltada a temas regionais. Cada exibição será seguida por debates com os realizadores, incentivando o público local a explorar e se envolver com a criação audiovisual.

Sinopse

Aqui se Faz Cinema é um projeto cultural que promove a exibição de filmes regionais na fronteira Brasil-Argentina, com foco na valorização da cultura e identidade local. Através sessões gratuitas de cinema em escolas e espaços públicos, o projeto leva produções audiovisuais que refletem a história, as tradições e o cotidiano da região, incentivando o público, especialmente crianças, adolescentes e jovens, a se aproximar da sétima arte. Cada exibição será seguida por debates com os realizadores, proporcionando uma experiência interativa e educativa. O projeto busca apoiar a circulação de obras cinematográficas produzidas na região, ampliar o acesso ao cinema, democratizar a cultura e estimular a formação de plateias críticas e engajadas com a produção audiovisual local.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar o circuito Aqui se Faz Cinema, promovendo exibições de filmes que valorizam a cultura e a identidade da fronteira Brasil-Argentina, com o propósito de ampliar o acesso ao cinema em comunidades interioranas e incentivar o interesse pela produção audiovisual local. Objetivo Específico:Realizar 20 sessões gratuitas de cinema em espaços públicos de municípios da região, com uma programação focada em temas regionais e debates pós-exibição com os realizadores, visando à formação de plateia e ao engajamento do público local no processo de criação audiovisual.

Justificativa

O circuito Aqui se Faz Cinema se justifica pela necessidade de ampliar o acesso ao cinema em comunidades interioranas da fronteira Brasil-Argentina, onde o público local ainda enfrenta poucas oportunidades de contato com produções audiovisuais regionais. A região possui uma rica identidade cultural e histórica, que merece ser explorada e valorizada através do cinema. Além de promover a formação de plateia, o projeto incentiva o diálogo entre os realizadores e a comunidade, estimulando a identificação cultural e o interesse pelo cinema local. Ao democratizar o acesso ao audiovisual e destacar temas regionais, Aqui se Faz Cinema contribui para o fortalecimento da produção cultural e para o desenvolvimento de um senso de pertencimento entre os espectadores. De igaul forma, o projeto é uma oportunidade de circulação das obras cinemaográficas produzidas na região. O projeto se enquadra no inciso II do art. 1° da Lei 8.313/91. Transcreve-se: Art. 1° (...)II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". O projeto cultural gerará fomento à produção cultural e artística, mediante a (produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural), bem como a realização de exposições, nos termos do art. 3°, inciso II, alíneas "a" e "c". É destácavel ainda: 1- Democratização do acesso aos bens e serviços culturais;2- Promoção da diversidade cultural e regional brasileira;3- Estímulo à produção, difusão e circulação de obras artísticas e culturais;4- Preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro;5- Incentivo à formação de recursos humanos na área cultural.

Estratégia de execução

A produtora Coletivo Fronteira tem se notabilizado no cenário interiorano da Fronteira Noroeste, região do Rio Grande do Sul na área de fronteira com a Argentina. Após produzir o primeiro longamentragem de ficção totalmente gravado na região, Contrabando (2023), a Coletivo Fronteira passou a ser demandada para diversas produções em pequenos municípios que, principalmente através da Lei Paulo Gustavo, o que ocasionou numa produção de seis curtametragens de ficção e documentários em 2024. Toda essa produção, nesse projeto, terá oportunidade de circular em escolas, criando plateia para o cinema produzido na região.

Especificação técnica

O projeto Aqui se Faz Cinema consiste em um circuito de exibição de cinema regional, com foco em filmes que retratam a cultura, história e cotidiano da fronteira Brasil-Argentina. Abaixo, seguem as especificações técnicas detalhadas do produto cultural: Programação do Evento: Sessões de Cinema: Serão realizadas sessões gratuitas de cinema em diferentes municípios da região, com uma programação variada de filmes que abordam temas locais, como história, tradição, identidade cultural e o cotidiano da fronteira. A seleção de filmes incluirá curtas e longas-metragens produzidos por cineastas locais. Horário das Sessões: As exibições ocorrerão em horários acessíveis para o público-alvo, principalmente durante o período escolar (manhã e tarde), para atender a crianças, adolescentes e jovens, além de eventos em horários noturnos. Duração das Sessões: Cada sessão terá aproximadamente 90 minutos de exibição, entre abertura, exibição e debate com os realizadores.Infraestrutura e Acessibilidade: Locais de Exibição: As sessões acontecerão em escolas públicas, centros culturais e auditórios que garantam acessibilidade para todos os públicos, incluindo espaços com rampas, assentos para cadeirantes e áreas reservadas. Acessibilidade Sensorial: Todas as obras exibidas terão à disposição recursos de acessibilidade como audiodescrição para deficientes visuais, intérpretes de Libras para deficientes auditivos e legendas descritivas, quando necessário. Equipamentos Técnicos: Serão utilizados projetores de alta definição, sistemas de som adequados para garantir boa qualidade de áudio, e telas de projeção que atendam às especificações de cada espaço de exibição. Debates e Interação: Após cada sessão de cinema, haverá debates moderados por membros da equipe de produção, incluindo cineastas locais, produtores, atores, críticos e especialistas, que estimularão o público a refletir sobre os temas abordados nos filmes. Os debates serão conduzidos em formato acessível e interativo, permitindo o engajamento direto do público. Material de Apoio: Serão distribuídos materiais educativos com informações sobre os filmes exibidos, os cineastas e as temáticas abordadas, para incentivar discussões posteriores e aprofundar o conhecimento sobre a produção audiovisual regional.

Acessibilidade

Plano de Acessibilidade Para garantir que o circuito Aqui se Faz Cinema seja acessível e inclusivo, o projeto implementará uma série de ações voltadas à acessibilidade física, comunicacional e sensorial, assegurando que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam participar integralmente dos eventos de exibição de filmes. 1. Acessibilidade Física Locais de exibição: As exibições ocorrerão em espaços públicos e acessíveis, como centros culturais, escolas e auditórios que possuam rampas, elevadores ou entradas acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida;Acomodações específicas: Serão disponibilizadas áreas reservadas para cadeirantes e assentos preferenciais, para garantir conforto e visibilidade adequados para todos os espectadores.2. Acessibilidade Comunicacional Material de divulgação acessível: Todo material de divulgação digital incluirá recursos de acessibilidade;Linguagem Simples: O conteúdo informativo sobre o circuito será redigido em linguagem clara e direta, facilitando o entendimento por pessoas com diferentes níveis de letramento. 3. Acessibilidade Sensorial Audiodescrição: Os filmes exibidos contarão com audiodescrição em sessões específicas, garantindo que pessoas com deficiência visual possam compreender a narrativa.Libras (Língua Brasileira de Sinais): os filmes exibidos terão sessões com versões com Libras, conforme a necessidade identificada no público, promovendo a inclusão de pessoas surdas.Legenda Descritiva: Sempre que possível e necessário, os filmes exibidos terão legendas descritivas para atender pessoas com deficiência auditiva, proporcionando uma experiência mais completa e acessível. 4. Sensibilização e Capacitação da Equipe Treinamento da Equipe: A equipe de organização será capacitada para atender e orientar adequadamente pessoas com deficiência, promovendo uma experiência acolhedora e inclusiva durante os eventos. 5. Divulgação: As atividades e ações de divulgação serão planejadas de forma a respeitar as normas de acessibilidade de conteúdo estabelecidas pela NBR 15290.Se priorizará material de divulgação, incluindo site, redes sociais, cartazes e convites, com versões acessíveis para pessoas com deficiência visual, auditiva ou cognitiva. Serão priorizados legendas e libras em vídeos promocionais e materiais de divulgação. Todos os materiais de divulgação terão informações sobre disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas. 6. Os filmes: Os filmes terão disponíveis versões com tradução em Libras, legenda descritiva e audiodescrição; e versões com legendas em português, inglês e espanhol;O material de áudio e vídeo será produzido de forma a garantir a qualidade das legendas, seguindo as normas de acessibilidade.

Democratização do acesso

O projeto Aqui se Faz Cinema é fundamentado na democratização do acesso ao cinema, levando produções culturais de qualidade para comunidades interioranas e, especialmente, para crianças, adolescentes e jovens em ambiente escolar. Ao realizar sessões gratuitas em escolas e espaços públicos, o projeto visa aproximar a sétima arte de um público jovem, proporcionando-lhes contato direto com filmes que refletem a identidade cultural da fronteira Brasil-Argentina. Com uma programação que aborda temas regionais e promove debates com os realizadores, Aqui se Faz Cinema estimula o interesse pela cultura local, o senso crítico e o envolvimento com o audiovisual desde cedo. Ao tornar o cinema acessível nas escolas, o projeto não só incentiva a formação de novos espectadores, mas também valoriza a identidade cultural e o pertencimento dos jovens à sua região.A democratização de acesso será assegurada por meio de uma abordagem abrangente de distribuição, sendo adotadas as seguintes medidas: a. Promover sessões com acesso 100% gratuito, sem cobranças de ingressos, em salas de cinema, auditórios, escolas em municípios da região Fronteira Noroeste do Rio Grande do Sul. b. Estima-se atingir um público de no mínimo 4.000 pessoas nas exibições. c. Como estratégias de mobilização e disseminação do projeto e da temática que abora, se buscará parcerias com instituições educacionais e culturais, como escolas, universidades, bibliotecas e centros culturais. d. Nas redes sociais do proponente, estima-se atingir um público superior a 30 mil pessoas com materiais de divulgação e propoganda (aqui refere-se a expectativa de interação com o público com os materiais de divulgação, não tratando-se dos evetnos de exibição); Buscando atender o Art. 28, serão garantidas as seguintes ações: - disponibilizar, na Internet, nas platformas Facebook e Instagran do proponente, registros audiovisuais das exibições e das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; - permitir a captação de imagens das atividades de autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Função do Proponente no Projeto A empresa proponente Coletivo Fronteira Ltda fará a gestão do projeto, sendo a única responsável pelo processo decisório, desde a gestão administrativa até as atividades técnico-financeiras, inclusive captação de recursos. Além disso, a proponente atuará em funções de planejamento e curadoria no projeto. Ficha Técnica Planejamento e Curadoria: Caroline Schreiner e Luís Carlos RossatoProdução Executiva: Denise BocorniDireção de Comunicação e Análise de Cinema: João Pedro GottardoDireção de Produção: Caroline SchreinerDireção de Acessibilidade: Maria Caroline Schnorr MeinerzDireção Técnica de Exibição e Som: Emerson Gottardo Equipe Técnica: A equipe técnica, articulada pela Coletivo Fronteira, será composta por profissionais-chave descritos abaixo. Planejamento e Curadoria: O desenvolvimento do projeto será coordenado por Caroline Schreiner e Luís Carlos Rossato, da produtora Coletivo Fronteira, responsáveis pela articulação com as entidades locais e pela curadoria dos filmes a serem exibidos. Caroline Schreiner, produtora cultural, é Mestre em Desenvolvimento e Políticas Públicas pela UFFS. Luís Carlos Rossato, Mestre em Educação, é professor e pesquisador, atualmente Técnico em Educação na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em Cerro Largo/RS. Recentemente, atuou como produtor do longa-metragem Contrabando.Produção Executiva: Denise Bocorni, jovem empresária, dedica-se à gestão de projetos culturais. Direção de Comunicação e Análise de Cinema: João Pedro Gottardo, natural de Uruguaiana/RS, foi finalista do concurso cultural "O Mundo de Tim Burton" (2016), promovido pelo Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Em 2020, seu curta Alzira foi premiado no II Festival Cultura de Fronteira. João Pedro trabalha na finalização do longa-metragem Contrabando, um projeto apoiado pela Lei Aldir Blanc. Ele é um cineasta vinculado às temáticas costeiras e à representação das comunidades ribeirinhas, enfrentando desafios para realizar cinema fora dos grandes centros de produção. Direção Técnica de Exibição e Som: Emerson Gottardo, músico, ator e produtor musical, tem uma carreira de mais de 30 anos, dedicando-se à preservação da cultura missioneira. Como cantor e compositor, lançou três discos explorando a vida ribeirinha e a preservação ambiental. Seu projeto "Das Barrancas do Uruguai" busca resgatar contos locais. Como ator, participou da minissérie A Casa das Sete Mulheres e protagonizou Contrabando e Anita: A Guerreira de Dois Mundos. Emerson também conquistou vitórias em festivais de música nativista. Direção de Acessibilidade: Maria Caroline Schnorr Meinerz, intérprete de Libras com experiência em projetos culturais como coordenadora de acessibilidade, garantindo que o projeto seja inclusivo e acessível para pessoas com deficiências. .

Providência

PROJETO ARQUIVADO.