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Projeto de educação musical, com foco em teclado e ukulele, voltado a crianças e adolescentes regularmente matriculados na rede pública de ensino. Os alunos atendidos serão protagonistas de apresentações musicais ao final do projeto, abertas à comunidade.
As apresesentações de encerramento dos núcleos terão seus temas e músicas definidas pelos alunos e professores. Em conjunto, eles definirão as escolhas de acordo com as preferências dos jovens e seu npivel de desenvovimento técnico.
Objetivo Geral Oferecer aulas de música, dos instrumentos teclado e ukulele, no contraturno escolar, para 1440 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e/ou econômica regularmente matriculados na rede pública de ensino e, assim, conforme do artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural. Objetivos específicos - Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar, durante 11 meses, 10 oficinas de teclado, cada uma atendendo 72 alunos, com duas aulas de 1h por semana; - Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar, durante 11 meses, 10 oficinas de ukulele, cada uma atendendo 72 alunos, com duas aulas de 1h por semana; - Produto ESPETÁCULO MUSICAL: realizar 10 apresentações musicais protagonizadas pelos alunos beneficiados pelo projeto com entrada franca.
Justifica-se a utilização da Lei de Incentivo à Cultura e do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que o Art. 1° da Lei 8313/91 define que o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor cultural, ao qual este projeto pertence, de modo a contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I). O "Bom de Nota, Bom de Tom - Plano Anual 2025" é um projeto inteiramente gratuito, aberto à comunidade e destinado ao público infanto-juvenil, contribuindo de maneira significativa para a democratização de acesso à cultura em diversos municípios brasileiros. Vale destacar, ainda, que a proposta está enquadrada na finalidade do Programa, uma vez que seu método pedagógico abordará, majoritariamente, referências musicais nacionais, conforme preconiza o Inciso IX do Art. 1° da Lei 8313/91: priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o Art. 3° da referida lei determina que para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão os seguintes objetivos abordados por este projeto: - incentivo à formação artística e cultural, mediante: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
PROJETO PEDAGÓGICO Carga horária 11 meses de oficinas de música, com aulas 2x por semana, totalizando 88 aulas de 1h00 durante a execução do projeto. Método de ensino Haverá um coordenador pedagógico contratado, trabalhando junto com os professores na elaboração do conteúdo programático, nos planos de aulas e no acompanhamento das atividades. Os professores serão instruídos a utilizar o método dos 03 Tempos de aula para planejar sua atuação. Essa proposta metodológica sugere que no primeiro tempo de aula o educador deve discutir com os alunos o que será trabalhado naquele dia. É importante estimular que os alunos tenham espaço para propor atividades e criar regras, pois isso faz com que o processo de ensino-aprendizagem se torne mais interessante para as crianças, além de desenvolver autonomia, criatividade, participação ativa e democrática entre os educandos. O segundo e mais extenso tempo de aula é o momento em que o processo de ensino-aprendizagem se concretiza. É quando o educador desenvolve as atividades didáticas e pedagógicas com os alunos, visando o ensino da prática de instrumentos musicais e de valores cruciais para a vida dos educandos que podem ser passados por meio da música. Já no terceiro tempo, há proposição de diálogo para que os alunos tragam feedbacks em relação ao conteúdo trabalhado em aula. A ideia é que o educador perceba se de fato houve absorção dos ensinamentos e, ainda, se os métodos desempenhados realmente surtiram bons resultados pedagógicos. Os alunos também têm espaço, nesse momento, para apontar eventuais descumprimentos de acordos definidos no primeiro tempo de aula. O educador atua como um mediador. No que diz respeito à estrutura anual do curso, vale destacar que os primeiros meses serão voltados para atividades de musicalização de forma ampla. O intuito desse módulo inicial é despertar nos alunos o interesse pela música e apresentar a eles os diversos instrumentos musicais existentes em cada classe. O módulo seguinte servirá para aprendizado mais aprofundado de cada instrumento vivenciado no projeto. Método de acompanhamento Haverá contratação de um assistente de coordenação educativa em cada polo de gestão. Esses profissionais serão responsáveis pela assistência de coordenação junto às escolas, alunos e pais. Cadastramento e acompanhamento de alunos, geração de listas de chamada. A aplicação de um boletim de avaliação que tem como principal objetivo manter uma atenção constante e ampla ao desempenho dos alunos inscritos no projeto, voltando-se o olhar também ao ambiente escolar e familiar. Para isso, este dispositivo contém alguns indicadores diversos com caráter auto avaliativo do aluno nas seguintes esferas: escola, projeto e casa. Além desses indicadores, o boletim comporta uma ferramenta de mapeamento da rede de apoio do aluno, também nestes três planos. O dispositivo visa estimular uma reflexão do seu cotidiano e, assim, pretende que este aluno se perceba cada vez mais consciente e responsável pelo seu desenvolvimento. O aluno terá adesivos que variam entre -1, 0 e +1 para colar no seu boletim, de acordo com a autoavaliação nas três esferas. No campo “escola”, ele atribuirá pontos a sua frequência, utilizando os dados que a escola passará. Ou seja, de acordo com sua assiduidade nas aulas ele ganhará entre -1, 0 e +1. Ainda no campo “escola”, ele se avalia tendo como base a nota emitida pela escola. Isto é, a partir da nota obtida nas matérias escolares (português e matemática) ele irá refletir, com o auxílio do professor do projeto, e escolherá o adesivo que mais representa sua nota, +1, 0 ou -1. Por último, no campo "escola'', ele se autoavaliará utilizando os critérios Solidariedade, Cooperação e Respeito. Assim, ele atribuirá a si mesmo um adesivo +1, 0 ou -1 de acordo como ele pensa estar sendo seu comportamento na escola com base nestes 3 valores. Já no campo "projeto'', o aluno terá que completar 2 espaços, um reservado a sua frequência no projeto, outro ao seu comportamento. Um terceiro espaço será reservado para a avaliação do professor. Dessa forma, no primeiro espaço ele atribuirá pontos -1, 0 e +1 de acordo com sua assiduidade no projeto. No segundo espaço, é o aluno quem refletirá a respeito do seu comportamento no projeto e se autoavaliará, com base nos mesmos valores (Solidariedade, Cooperação e Respeito). É interessante, neste espaço, que o aluno seja estimulado a refletir sobre suas condutas, sobre o que fez e sobre o que se comprometerá a fazer para os próximos trimestres. O terceiro momento da avaliação no projeto fica a cargo do professor que, em um diálogo com este aluno, mostrará os seus motivos para a escolha de determinado adesivo (-1, 0 ou +1), sempre utilizando como critérios os valores Solidariedade, Cooperação e Respeito para avaliar comportamento. No último campo, “casa”, o aluno atribuirá uma nota, levando em conta os mesmos critérios citados (Solidariedade, Cooperação e Respeito) e escolherá um adesivo (+1, 0 ou -1) que melhor represente sua avaliação. É papel do professor ficar atento neste campo, estimular e se interessar pela forma como esse aluno está realizando esta avaliação. Se preciso, este profissional poderá entrar em contato com a equipe gestora do projeto para um olhar mais profundo e cuidadoso para esta criança. Este boletim de avaliação traz ainda uma outra ferramenta. A busca de um mapeamento das redes de apoio que esta criança tem nos 3 campos abordados. Assim, a criança preenche um pequeno universo, no qual ela é o centro e, em espaços vazios nas 4 órbitas, ela deverá completar com as pessoas que mais a apoiam. Portanto, a figura será preenchida a partir da pergunta: Quem mais ajuda você em casa? E no projeto? E na escola? A importância desse mapeamento se dá, principalmente, quando há ocorrências que demandam uma intervenção e/ou atendimento psicossocial individualizado. Caso o educador perceba que a criança possa estar vivenciando algum tipo de agressão, assédio ou falta, cabe atuação dos assistentes sociais do projeto, considerando quem a própria criança identifica como sua rede de apoio mais próxima. Vale destacar, ainda, que o diálogo entre professor e aluno buscará garantir que a mensuração dos pontos não será o maior objetivo deste boletim. Pelo contrário. Os pontos são importantes, mas compreender e estimular a apropriação deste aluno para com seu desenvolvimento nestes três planos citados é o objetivo deste dispositivo. Por fim, o instrumento traz outro mecanismo que pretende trabalhar a coesão grupal, trabalhando temas transversais e estimulando a inserção e intervenção do grupo na comunidade em que ocorre o projeto. O intuito é o desenvolvimento de ações autônomas que motivem um engajamento em grupo para cumprir missões. Para isto, a cada trimestre os alunos têm uma missão que deverá ser executada em grupo. Portanto, em grupos de 5 (dependendo do grupo total este número poderá variar), eles deverão executar uma tarefa relativa a um tema transversal abordado pelo projeto. Os grupos serão avaliados nesta missão preenchendo individualmente um quadro que contém a seguinte questão: Cumpriu a missão? Como resposta, eles podem escolher entre sim, não ou em partes. Em seguida, este mecanismo pretende explorar o caráter auto avaliativo dos alunos. Utiliza-se então, uma linguagem moderna e acessível para que o aluno assinale entre duas opções: curtir ou não curtir. É importante lembrar que o professor do projeto também conduzirá essa avaliação e neste momento ele informará às crianças que elas deverão levar em conta os valores cooperação, solidariedade e respeito para avaliar seu trabalho no grupo. Assim, este profissional deverá estimular o posicionamento, discussões e reflexões acerca do trabalho executado pelo grupo, lembrando que serão atribuídos pontos para estas atividades em grupo. Estes pontos serão contabilizados também com o desempenho individual, cada um com sua proporção. Os temas das missões serão, no primeiro trimestre: reconhecimento e mapeamento da comunidade, uma tarefa conjunta entre aluno, família e projeto em torno do local onde o projeto acontece e o bairro que reside o aluno. Já no segundo trimestre o tema da tarefa será o meio ambiente, trabalhando isso na comunidade, de acordo com os pontos positivos e negativos levantados na primeira missão. O terceiro será a organização e realização de um evento no ambiente revitalizado, proporcionando integração entre toda a comunidade e usufruto de um lugar revitalizado. Cada turma composta por 18 alunos deverá atingir um número X de pontos somados ao final para conseguir ganhar um prêmio que pode ser uma viagem ou passeio, ou uma melhoria para a comunidade em que estão inseridos. Poderão escolher também outro prêmio dentro das opções apresentadas. Esses prêmios são custeados com recursos próprios da entidade ou obtidos a partir de cessões e parcerias.
Produto: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade Física: as aulas serão realizadas em centros de atividades com banheiros adaptados, rampas de acesso, vagas para cadeirantes e placas de sinalização. Item da planilha orçamentária: não possui custos. Acessibilidade de Conteúdo: a entidade proponente é especializada em ensino cultural inclusivo, sendo inclusive responsável por elaborar cartilhas e ministrar treinamentos para arte-educadores com foco em acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência. Logo, está inteirada das mais inovadoras práticas e, até mesmo, desenvolveu métodos próprios de ensino e aprendizagem adequados para diferentes tipos de deficiência, conforme comprovação em currículo. No primeiro mês de contratação, todos os educadores selecionados para trabalhar no projeto passarão por treinamento para que estejam aptos a acolher alunos com qualquer tipo de deficiência e trabalhar o ensino musical de forma ampla e valorizando a diversidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Como informado anteriormente, os profissionais contratados passarão por treinamento em métodos de acolhimento e ensino de pessoas com deficiência. Este treinamento, no que se refere a pessoas com deficiência auditiva, capacitará os profissionais para o ensino de instrumentos musicais, por exemplo, através da vibração, com exercícios que permitam o toque/contato bem próximo do educando com o instrumento. Serão capacitados, ainda, se necessários, na utilização do aplicativo “Hand Talk” (Tradutor de Libras) através do qual, sem qualquer custo, deficientes auditivos podem acompanhar de maneira simultânea a transmissão do conteúdo teórico. Todas as medidas valem para todas as atividades. Item da planilha orçamentária: não possui custos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: No caso de pessoas com deficiência visual, o tato será trabalhado com maior rigor. Nas aulas iniciais, portanto, os alunos se aprofundarão no manuseio do instrumento, para que possam compreender cada detalhe, antes de iniciar o processo de musicalização em si. Todo o conteúdo será adaptado de forma a que pessoas com esta deficiência não tenham qualquer prejuízo já que será focado no som produzido pelo instrumento e no tato, como dito anteriormente. Vale ressaltar que a proponente conta com parceria com entidade que possui impressora de braile, o que possibilita, caso necessário, a impressão de material do conteúdo teórico sem qualquer custo para o projeto ou para a própria proponente, disponibilizando-o aos que necessitarem. Todas as medidas valem para todas as atividades. Item da planilha orçamentária: não possui custos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Também serão acolhidas pessoas com deficiência intelectual e com transtorno do espectro autista. A equipe multidisciplinar de coordenação do projeto, composta por psicólogo, assistente social e pedagogo, estará pronta para abordar questões envolvendo alunos com restrições de comunicação. Todas as medidas valem para todas as atividades. Item da planilha orçamentária: não possui custos. Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade Física: as apresentações serão realizadas em centro de atividades com banheiros adaptados, rampas de acesso, vagas para cadeirantes e placas de sinalização. Item da planilha orçamentária: não possui custos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: os eventos contarão com intérprete de Libras realizando tradução simultânea de todas as falas do locutor Item da planilha orçamentária: Contratação de intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: os programas terão versões impressas em Braile. Item da planilha orçamentária: não possui custos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a equipe multidisciplinar da entidade, composta por assistentes sociais e psicólogos, possuem experiência no trabalho com crianças com deficiência, com autismo e síndrome de down, etc e proporcionarão o acesso ao conteúdo das apresentações de acordo com a demanda de cada espectador. Item da planilha orçamentária: não possui custos.
O Plano de Distribuição da proposta assegura a democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, conforme exige o Art. 29 da Instrução Normativa MINC Nº 11, DE 2024. Toda a distribuição - tanto das vagas para as oficinas de música, quanto dos ingressos para as apresentações musicais - será gratuita com caráter social, educativo e de formação artística. Em complemento, conforme propõe o Art. 30 da referida norma, o projeto prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras eaudiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A entidade proponente é especializada em ensino cultural inclusivo. Possui experiência em elaboração de materiais didáticos e oferecimento de treinamentos para arte-educadores com foco em acessibilidade e inclusão. Por isso, está inteirada das mais inovadoras práticas e, até mesmo, desenvolveu métodos próprios de ensino e aprendizagem adequados para diferentes tipos de deficiência.A entidade será responsável, portanto, pelo treinamento de todos os educadores selecionados para trabalhar no projeto. Assim, busca-se garantir que todos estejam aptos a acolher alunos com qualquer tipo de deficiência e trabalhar o ensino musical de forma ampla e valorizando a diversidade.Também seremos responsáveis por toda a gestão do projeto, tendo ciência de que esta função é indelegável. O corpo diretivo da entidade acompanhará o trabalho de todos os profissionais e prestadores de serviço contratados, de forma a garantir que a execução do projeto e sua prestação de contas cumpram com os pré-requisitos legais e com o plano de trabalho aprovado.Os educadores serão selecionados mediante processo seletivo implementado em cada um dos núcleos, logo no primeiro mês do projeto (etapa de pré-produção). Este processo será encabeçado pelos psicólogos do projeto (um responsável pelos núcleos do sul e outro pelos núcleos da região sudeste do Brasil).Os profissionais que já estão definidos são: SÓCRATES JÚNIOR - COORDENADOR TÉCNICO - é graduado e mestre em Administração pela Universidade de São Paulo. Atua como coordenador de projetos na Associação Pró-Esporte e Cultura e na Goal Projetos. No ramo desde 2014, acumula vasta experiência em produção de eventos e gestão de atividades e projetos culturais, assumindo a frente da execução de vernissages, lançamentos de livros, ações de incentivo à leitura entre crianças e adolescentes, visitas a museus e espetáculos de artes cênicas. Em 2020 foi proponente e executor do projeto Ginga, aprovado junto ao ProAC-ICMS, que ofereceu a crianças e adolescentes aulas e oficinas acerca de elementos e expressões culturais de matriz africana, com participação ativa de coletivos negros e mestres de capoeira. BRUNO COELHO - COORDENADOR DE OFICINAS - é formado em psicologia e possui cursos extracurriculares de aprofundamento em psicologia do esporte. Sua experiência profissional tem foco no terceiro setor, tendo atuado em organizações que executam projetos sociais voltados a crianças, adolescentes e pessoas com deficiência. Tem expertise em desenvolvimento de métodos pedagógicos e treinamento de profissionais para atuar com públicos diversos, especialmente nas áreas de esporte e cultura. CARLOS ALBERTO BRANQUINHO JUNIOR – COORDENADOR DO PROJETO: Psicólogo formado em 2014 pela Universidade Paulista - UNIP; Especialista em Dependência Química, formado em 2019 pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP e cursando licenciatura em educação física. Atuou em comunidades terapêuticas, repúblicas e SCFV. Capacitado com trabalho em rede, psicologia do esporte e psicologia social. Atualmente trabalha em projetos ligados a cultura e esporte financiados por Leis de incentivo. NATHÁLIA CASAGRANDE DOS SANTOS – ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO: Se formou em 2014 na Capacitação de Auxiliar de Apoio Docente Faculdade La Salle. Tem experiência profissional como Auxiliar de produção no projeto IN.Fluenciando a ŹN, na Fluência Casa Hip Hopl, trabalhou como Atelierista no Instituto de Leitura Quindim e Auxiliar Pedagógico Escolar na Faculdade La Salle Caxias. Possui formação em Curso, Pedagogia Waldorf - Casa Arapoti; A Arte como expressão da infância - Reinventar; Oficinas de Aprendizagem, Movimento e Expressão Corporal: A Dança como ferramenta lúdica para o desenvolvimento da coordenação motora - SINPRÉ; Culturas de Paz e Comunicação Não-Violenta na Primeira Infância Reinventar; O Artista que existe em mim: estética e potência na educação Reinventa; Aprender em Comunidade - Eco habitare, Portugal. RAFAEL DAMBRÓS - PROFESSOR DE INSTRUMENTO MUSICAL: Formado em Licenciatura em Música (UCS), Curso de Extensão - Métodos de Musicalização: Kodaly e Dalcroze e Curso de Extensão - Arranjo Instrumental e Arranjo Vocal. Como atuação profissional é Oficineiro de Música – Musicalização, Violão, Teclado, Canto e Prática de Conjunto no Centro de Atenção Psicossocial – CAPS Florescer (Flores da Cunha), além de atuar no projeto Mais Música – Fundação Marcopolo desde 2016 como Professor de Clarinete e Clarinetista desde 2016 também na Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul.
PROJETO ARQUIVADO.