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PRONAC 2410611Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MARKU MUSICAL

ENTRE FILMES PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 629,7 mil
Aprovado
R$ 629,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 325,2 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Edital de Patrocinio CCBB 2023 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-07-10
Término
2024-08-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Criação e circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. O projeto reúne 5 atores em cena e circulará emna seguintes unidades do CCBB: Teatro 1(BH), Teatro I (RJ) e Teatro (SP), sendo 21 apresentações em BH, 20 no Rio e 24 em SP. A dramaturgia será criada processualmente, a partir de autobiografia nunca publicada e permeada por suas músicas e vivências.

Sinopse

Criação e circulação do espetáculo MARKU MUSICAL pelas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. MARKU MUSICAL é uma peça teatral que faze dialogar dois gêneros teatrais de forma inédita: musical e teatro documental, isso interposto pelo olhar do audiovisual. Partiremos de sua autobiografia inédita, somada às suas composições musicais e materiais de seu acervo pessoal, composto por fotos, vídeos e objetos, além das vicências de suas filhas e viúva. A fim de dar voz à população negra brasileira, a obra localizará Marku como sujeito negro, histórico, que teve a plena consciência de sua afrodescendência e que buscou incutir em suas produções temas do povo preto, ampliando a potência da música e da cultura brasileira. A dramaturgia será criada processualmente durante os ensaios.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Criação e a circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. A dramaturgia será criada processualmente, a partir de autobiografia nunca publicada e permeada por suas músicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - 65 apresentações do espetáculo MARKU MUSICAL, nas seguintes unidades do CCBB: 21 em Belo Horizonte, 24 em São Paulo e 20 no Rio de Janeiro, tendo a expectativa de alcançar um público de cerca de 8.000 pessoas; - Fazer dialogar 2 gêneros teatrais de forma inédita: musical e teatro documental, isso interposto pelo olhar do audiovisual; - Jogar luz para o debate acerca de referências e estéticas da cultura negra popular brasileira e sobre as novas possibilidades de fazer teatro, misturando gêneros (musical e documental) e utilizando diferentes recursos; - Ampliação da pesquisa da música brasileira, a partir das vivências e da obra de Marku Ribas, bem como a preservação e divulgação de sua história, que cruza diretamente com a história da cultura brasileira; - Em cada cidade a ser apresentada a peça, será realizado um bate-papo (contrapartida social) entre equipe e público, como forma de potencializar as trocas de experiências a partir da obra apresentada; - Realização de 12 apresentações (4 em cada cidade) com o recurso de tradução de LIBRAS, ampliando a acessibilidade à obra produzida; - Ingressos a preços populares, conforme aplicado nas unidades do CCBB, além de cotas de ingressos a serem disponibilizados de forma gratuita, em parceria com a instituição.

Justificativa

Este projeto prevê a criação e a circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. Pretende-se fazer dialogar 2 gêneros teatrais de forma inédita: musical e teatro documental, isso interposto pelo olhar do audiovisual. Partiremos de sua autobiografia inédita, somada às suas composições musicais e materiais de seu acervo pessoal, composto por fotos, vídeos e objetos. A fim de dar voz à população negra brasileira, a obra localizará Marku como sujeito negro, histórico, que teve a plena consciência de sua afrodescendência e que buscou incutir em suas produções temas do povo preto. O uso da câmera em cena reforça a ideia de documentário, onde relatos e arquivos poderão ser filados e revelados ao público de forma a despertar um novo olhar para a forma de fazer artística do teatro e para a forma de documentar a história da música brasileira. Marku Ribas é músico mineiro, de origens negra e indígena, falecido em 2013, que conquistou, com sua irreverência e genialidade, uma importante carreira nacional e internacional, sendo o único artista brasileiro a tocar com Rolling Stones ou a filmar com Robert Bresson. Parceiro de artistas como Elza Soares e Jair Rodrigues, foi um bastião da história da música negra popular brasileira, referência ainda para artistas contemporâneos, como Marcelo D2 e Ed Motta. Falar de um homem que teve a plena consciência de sua afrodescendência e buscou incutir em suas produções temas do povo preto é sem dúvidas dar voz à população negra do Brasil. Em cena, como símbolo ancestral, haverá 2 gerações de mulheres de sua vida: as filhas, Julia e Lira Ribas, e a viúva Fatão. Marcelo Dai também compõe o elenco. Allan da Rosa, poeta, cronista, contista, escritor, dramturgo e editor assinará a dramturgia, que terá também embasamento em pesquisa realizada por Rafael Queiroz, doutor em comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, quem já vem, desde seu mestrado desenvolvendo estudos acerca da vida e da obra de Marku. Por tudo que foi dito, acreditamos que o projeto MARKU MUSICAL, aprovado pelo edital do CCBB 2024-2025 atende a TODOS os incisos do Art 1º da Lei 8313/91, sendo eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ainda sobre a Lei 8313/91, pretende-se alcançar os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Este projeto apresenta como objetivo a montagem do espetáculo Marku Musical e temporadas nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, conforme aprovado em edital do CCBB 2023-2025. Parte da montagem e da temporada em Belo Horizonte (etapas realizadas no primeiro semestre de 2024), contarão com patrocínio direto da instituição. O complemento do valor de montagem, da temporada de BH e o valor integral das temporadas em RJ e SP serão via Lei Rouanet. Como contrapartida social, além de um bate-papo aberto e gratuito oferecido ao público, o espetáculo contará com preços populares para 100% de suas apresentações, sendo R$30,00 inteira em R$15,00 meia.

Especificação técnica

Peça teatral MARKU MUSICAL, a ser montada com recurso do Edital de Patrocínio CCBB-2023-2025, com previsão de circulação nas unidades da instituição nas cidades de Belo Horizonte (21 apresentações), São Paulo (24 apresentações) e Rio de Janeiro (20 apresentações). Realização de 3 bate-papos entre equipe e público, sendo uma em cada uma das cidades em que será apresentado o espetáculo.

Acessibilidade

Este projeto apresenta como objetivo a montagem do espetáculo Marku Musical e temporadas nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, conforme aprovado em edital do CCBB 2023-2025. Parte da montagem e da temporada em Belo Horizonte contarão com patrocínio direto da instituição. O complemento do valor de montagem, da temporada de BH e o valor integral das temporadas em RJ e SP serão via Lei Rouanet. Como ações de acessibilidade, este projeto prevê: Contratação de profissional de LIBRAS para tradução da peça. Serão realizadas 4 apresentações com este recurso em cada uma das cidades, BH, SP e RJ. 100% das ações aqui propostas, tanto apresentações quanto bate-papo, ocorrerão nas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que contam com acesso para pessoas com dificuldade de locomoção, tais como rampas, corrimãos e banheiros adaptados, bem como espaços próprios para cadeiras de rodas, além de poltronas destinadas a pessoas obesas.

Democratização do acesso

Serão um total de 65 apresentações nas cidade de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Todos os ingressos contarão com preços populares, acessíveis à população, conforme política adotada também pelos Centros Culturais do Banco do Brasil (CCBB). Além disso, será destinada uma cota (10%) para a instituição, bem como cota (10%) para projetos atuantes nas cidades a serem percorridas e que visem populações em situação de vulnerabilidade social. Para tanto, será contratada assessoria de imprensa especializada como forma de ampliar a divulgação do espetáculo para além dos espaços comuns, buscando pautas junto aos espaços ditos periféricos das cidades por onde a peça será apresentada. Ocorrerá na estreia de cada temporada um bate-papo entre equipe e público, como forma de potencializar as trocas de experiências a partir da obra apresentada. Será oferecida cota de 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). Será também disponibilizado, na Internet, registros fotográficos e audiovisuais da peça legendados. O bate-papo será realizado de forma inteiramente gratuita a aberto ao público. Essa atividade será aberta a todas as idades.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA PRINCIPAL Direção: Lira Ribas e Ricardo Alves Jr. Direção musical: Julia Ribas e Marcelo Dai Dramaturgia: Allan da Rosa Pesquisa dramatúrgica: Rafael Queiroz Elenco: Lira Ribas, Júlia Ribas, Fatão Ribas, Alexandre Massau, Idowú Akinrùlí Preparação vocal: Júlia Ribas Produção executiva: Nina Bittencourt LIRA RIBAS Atriz, diretora e figurinista, atuante no teatro e cinema. Atuou e dirigiu diversas peças em Belo Horizonte, onde ganhou o Prêmio Sinparc-MG como Melhor Diretora com o espetáculo E Peça que nos Perdoe, em 2013, e atuou em vários filmes mineiros, entre eles Estado Itinerante, com o qual ganhou Melhor Atriz no Festival de Cinema de Brasília em 2016, e Luna, de Cris Azzi (2018). Na função de figurinista, também foi indicada ao Prêmio Sinparc-MG diversas vezes. Já atuou com o grupo Espanca no espetáculo Dente de Leão, participou do filme O Natal de Rita, dirigido por Ricardo Alves Jr, pela Globo Filmes. Além de dirigir no teatro, Lira Ribas também dirigiu shows em Belo Horizonte, entre eles o do cantor Marcelo Veronez e da atriz Mariana Arruda. Fundadora e produtora de dois blocos de carnaval de Belo Horizonte, o Corte Devassa e o Magnólia. RICARDO ALVES JR. Diretor de cinema, de teatro e, também, produtor. É fundador da produtora Entre Filmes. Seus trabalhos se caracterizam pela hibridez de linguagens em busca de construções de atmosferas e universos particulares. Seus filmes foram exibidos em diversos festivais internacionais (Berlinale Short, Forum Expanded, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Locarno, Rotterdão, Oberhausen, Havana). Elon não Acredita na Morte é seu primeiro longa-metragem e teve estreia nacional no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2022 lançou o documentário "Quem tem Medo?" e Tudo é Verdade, DocLisboa e DocMéxico. No teatro dirigiu 7 espetáculos, entre eles "Cine Splendid”, projeto contemplado pelo fundo Iberescena, sendo apresentado no festival MIRADA e no Sesc Ipiranga, em SP. Em 2018, dirigiu “Eclipse Solar ", espetáculo de formatura do CEFART. Sua última trabalho no teatro é o espetáculo Tragédia com o grupo QuatrolosCinco. JÚLIA RIBAS Cantora, compositora e educadora, com reconhecimento nacional e internacional. Seu primeiro disco foi BRASILIANDO, gravado pela 1° edição do “Natura Musical” (2005). Após turnê musical na Alemanha e Áustria, viagens à África e Haiti, Júlia lança o disco VOZ, VIOLÃO, ESSÊNCIA (2013). Remarca e pontua um tempo de reorganização do repertório musical ainda mais forte e latente, com revisitação às obras do pai Marku Ribas idealizando o “Festival Minas Canta Marku” e também lança o EP “De Volta Pra Casa” (2019). Júlia Ribas ressignifica e expõe sua feminilidade detentora de legados e com o rompimento de um silêncio, assumindo sua postura markuniana, sertaneja, barranqueira, musical e universal, e autoral, expondo em 2021 o EP “Tempo”, e numa simbiose de suas revisitações e ao novo formato de “estado de palco” transforma todo seu trabalho em uma celebração à música e à vida, ecoa o álbum Lágrima Seca. MARCELO DAI Cantor e multi-instrumentista, começou sua vivência artística em um projeto social chamado Corpo Cidadão, aos 7 anos de idade. Marcelo recebeu uma bolsa integral e iniciou seus estudos de bateria aos 17 anos de idade na Fundação de Educação Artística, renomada escola de música brasileira, onde estudou com o percussionista da Orquestra Sinfônica de MG, Aluizio Brant. Atualmente está terminando um bacharelado em Música na UFMG, sob a tutela de André "Limão" Queiroz, com foco nas técnicas de Blues, Jazz, Funk, Samba, Soul e Música Latina. Marcelo vem assumindo cada vez mais espaços em cenas musicais no Brasil e internacionalmente. Realizou apresentações no exterior, atuando em festivais em 3 continentes. Em 2018, ganhou o prêmio “BDMG Jovem Instrumentista”. Recentemente, Murat Diril Cymbals convidou-o a participar da NAMM 2019. Participou também da NAMM 2020, realizadas nos EUA. ALLAN DA ROSA Poeta, cronista, contista, escritor, dramaturgo, editor. Autor de Da Cabula (Prêmio Nacional de Dramaturgia Negra 2007), de Vão, de Reza de mãe, além dos infanto-juvenis Zagaia e Zumbi assombra quem? (finalista do Jabuti 2018). Em coautoria, publica Morada, Mukondo lírico (Prêmio Funarte de Arte Negra 2014), A calimba e a flauta: versos úmidos e tesos. Escreveu Pedagoginga, autonomia e mocambagem. Um dos nomes da literatura periférica, é idealizador de Edições Toró, que visava à publicação de livros de autores da literatura periférica, e Nas Ruas da Literatura, na Rádio USP, para discutir a obra de grandes nomes da literatura africana, brasileira e latinoamericana. Doutorando pela USP. Palestrou, recitou e oficinou em feiras, universidades, bibliotecas e centros comunitários de pelo Brasil e por Cuba, Moçambique, EUA, Colômbia, Bolívia e Argentina, entre outros. RAFAL QUEIROZ Doutor em Comunicação pela UFPE. Escreveu e pesquisou sobre música e comunicação abordando temas como mídia, consumo, materialidade, cenas e circuitos culturais. Escreveu para as revistas Outros Críticos e Música Independente, entre matérias, resenhas, entrevistas e ensaios, ainda desenvolvendo um trabalho como DJ, tendo integrado o projeto coletivo de discotecagem de música africana e afrodiaspórica, Estrela Negra. A partir do doutorado, começa a pesquisar a música do Atlântico Negro, sua produção, distribuição e consumo relacionados a processos identitários e questões raciais. Sua pesquisa gerou a tese FOGO NOS RACISTAS! Epistemologias negras para ler, ver e ouvir a música afrodiaspórica", em que trabalha com o pensamento de autores negros e os utiliza para analisar produtos oriundos de artistas africanos e afrodiaspóricos. Utiliza a música e a cultura negras como forma de combater racismos, epistemícidios e formas hegemônicas de saberes ainda presentes dentro do âmbito acadêmico. FATÃO RIBAS Foi casada com Marku Ribas durante 35 anos. Fatão é assistente social, sendo um nome de referência na área de urbanização de vilas e favelas na cidade de Belo Horizonte. Durante todo o período de casamento, Fatão sempre esteve presente nas decisões e na história de carreira de Marku, tendo acompanhado de perto seus processos criativos. Após o falecimento do artista, ela continua seu processo em manter a obra dele viva, por meio do acervo da família e do legado de Marku, juntamente com suas duas filhas, Julia e Lira. A presença de Fatão nos palcos da peça reforça a noção de documentário para a obra e o traz para o palco através da presença de sua família NINA BITTENCOURT Socióloga, produtora e pesquisadora cultural. Como produtora, atua no teatro e no audiovisual. Produziu, juntamente com Grace Passô e Ricardo Alves Jr., o espetáculo SARABANDA (2015). Atualmente, produz o espetáculo VAGA CARNE, peça na qual contribuiu com a pesquisa para a criação. Em 2020, produziu os trabalhos FREQUENCIA 20.20 e RETROSPECTIVA PRETA, ambos de Grace Passô, tendo também contribuído para a pesquisa deste último. Em 2021 produziu a performance FICÇÕES SÔNICAS (Grace Passô), exposta na 34ª Bienal de SP. No audiovisual, foi produtora, produtora executiva e diretora de produção do média-metragem VAGA CARNE (Grace Passô e Ricardo Alves Jr., 2019), que teve estreia internacional no Festival Internacional de Berlim e vencedor do prêmio da 25ª edição do Festival Internacional de Cinema Queer Lisboa. Assina a direção de produção dos longas-metragens TUDO O QUE VOCÊ PODIA SER (2023, com estreia nacional no Festival do Rio) e PARQUE DE DIVERSÔES (com previsão de lançamento para 2024), ambos dirigidos por Ricardo Alves Jr.. Foi também assistente de produção do premiado álbum visual BROTA, da cantora e mul=-instrumentista Leticia Coelho (2022). Nina é sócia fundadora, em parceria com a diretora, atriz e roteirista Grace Passô, da produtora Grãos da Imagem. Atualmente, está na coordenação executiva do longa-metragem Amores 1500, dirigido por Grace Passô e produzido pela Entre Filmes, em etapa de filmagem

Providência

PROJETO ARQUIVADO.