Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
"Os Últimos dias do Grande Circo Gorgonzolla" é um musical divertido e comovente sobre um menino órfão chamado Pulga, que cresceu no circo, mas nunca descobriu nenhum talento. O espetáculo musical inédito, almeja a realização de uma temporada na cidade do Rio de Janeiro, somanto um total de 24 apresentações no total de dois meses.
“Os Últimos dias do Grande Circo Gorgonzolla" é um musical divertido e comovente sobre um menino órfão chamado Pulga, que cresceu no circo, mas nunca descobriu nenhum talento. Ao se tornar um jovem adulto, Pulga recebe um ultimato do ganancioso mestre de cerimônias, o Sr. Gorgonzolla, que, cheio de dívidas e com medo de ir à falência, diz que ele não poderá permanecer no circo a menos que tenha uma apresentação própria. Determinado a encontrar o seu lugar no circo, Pulga parte em uma jornada de autodescoberta. No caminho, ele ouve os conselhos do sábio palhaço Capeletti, ajuda a jovem bailarina Ana a desvendar suas origens, descobre os segredos do misterioso Mágico Gaspar, e provoca um imenso ciúme na pequena e triste contorcionista Origami. Ele também aprende a reconhecer o seu verdadeiro valor com a ajuda da envaidecida Dona Barbosa (a mulher barbada, que se considera a maior estrela do circo), e de seu apaixonado marido, o pequeno (porém orgulhoso) Seu Barbosinha, que ostenta o título de "homem mais baixo do mundo”. Enquanto isso, o circo está prestes a fechar as portas devido à alta concorrência do Circo Roquefort, operado por um antigo rival de Gorgonzolla. Em um momento decisivo para a trupe, Pulga enfrenta muitos desafios e acaba se tornando um membro vital para a família que o acolheu quando criança. Com canções divertidas, momentos hilários, personagens encantadores e um enredo cativante, "Os Últimos dias do Grande Circo Gorgonzolla" é um espetáculo de classificação livre ideal para toda a família, que promete deixar o público inflado de alegria, e com um gostinho de esperança e inspiração.
Objetivo Geral: Executar um musical em grande estilo que ofereça uma experiência divertida e inspiradora para crianças e adultos, ao mesmo tempo que transmita uma mensagem empática sobre a diversidade, inclusão e a riqueza do ambiente circense. A finalidade do projeto é estimular a imaginação evocando a nostalgia do circo clássico e destacando artistas nacionais em um espetáculo musical que inspire e entretenha, valorizando a diversidade circense e os talentos nacionais. Objetivos Específicos: 1. Executar um musical com músicas inéditas e dramaturgia original de um autor nacional. 2. Oferecer ao público uma experiência que estimule a imaginação e a coragem, com foco em crianças e adultos. 3. Chamar a atenção para a diversidade e inclusão através de uma narrativa lúdica que envolve personagens plurais como: pessoas com deficiência, negros, homossexuais, indígenas, travestis e transgêneros. 4. Transmitir uma fábula nostálgica que evoque a era clássica do circo, preservando seus símbolos e arquétipos. 5. Criar um espetáculo com música, dança e acrobacias, valorizando diversos tipos de artistas de circo e teatro. 6. Realizar 24 apresentações do espetáculo em um temporada de dois meses no Rio de Janeiro. 7. Oferecer ingressos a preço populares para a difusão do espetáculo em todas as classes sociais. 8. Realizar uma oficina de dramaturgia formando 20 alunos como contrapartida. 9. Gerar trabalho para mais de 30 profissionais do setor entre: atores, técnicos e produção durante todo o processo de realização da projeto. 10. Democratizar o acesso da população a um musical de excelência com preços verdadeiramente populares: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia entrada), além de 10% de gratuidade por sessão para grupos de pessoas com vulnerabilidade social e ONGs.
"Os Últimos dias do Grande Circo Gorgonzolla" conta uma história universal de autodescoberta sobre encontrar o seu lugar no mundo. O personagem principal, Pulga, é de identificação universal, pois muitas pessoas se sentem deslocadas enquanto procuram sua verdadeira vocação. O tema "ser um estranho" é aqui simbolizado por um paradoxo: na ótica dos circenses, Pulga é apenas "normal demais", e o sentimento de "não ter nenhum talento" serve como metáfora para a "síndrome de impostor", anseio típico de nossos tempos que deve ressoar com o público de todas as idades. A peça também apresenta um elenco diversificado de personagens, incluindo uma forte protagonista feminina na forma da bailarina Ana, sem falar na empoderada e engraçadíssima Dona Barbosa (a mulher barbada), e seu marido, o pequeno Seu Barbosinha (homem mais baixo do mundo), e finalmente a sentimental Origami, uma contorcionista oriental que tem uma bela história de exílio para contar. Cada personagem tem a sua pequena história a ser contada na forma de uma canção. O espetáculo é repleto de música, dança e atos acrobáticos que manterão o público entretido durante toda a apresentação. Além disso, a peça se passa em um circo, um cenário único e evocativo que adiciona uma camada de fantasia e maravilhamento à trama. No geral, "Os Últimos dias do Grande Circo Gorgonzolla" é um musical tocante e divertido que promete despertar no público um sentimento de alegria, esperança e inspiração. O projeto "Os Últimos Dias do Grande Circo Gorgonzolla" busca promover o acesso à cultura e a valorização da diversidade artística, alinhando-se ao espírito da lei de incentivar produções culturais que beneficiem o público e ampliem o alcance da cultura brasileira. No Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: - Inciso II: "Estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." O musical promove temas universais como a autodescoberta e a diversidade, além de contar com um elenco diversificado, abordando questões de representatividade e inclusão. - Inciso III: "Proteger as expressões culturais populares, indígenas e afro-brasileiras, e as de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional." O espetáculo, ambientado em um circo multicultural, reflete a diversidade de etnias e histórias presentes no Brasil, especialmente através de personagens como a contorcionista oriental Origami, que representa questões de exílio e pertencimento. Objetivos do Art. 3º, o projeto alcança: - Inciso I: "Contribuir para o desenvolvimento da cultura nacional e regional e para a preservação do patrimônio cultural." O musical promove o circo, uma tradição com forte valor cultural e histórico no Brasil, além de preservar elementos clássicos dessa arte. - Inciso II: "Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais." O projeto valoriza artistas e dramaturgos nacionais, promovendo a criação artística local com músicas e dramaturgia inéditas de um autor brasileiro. - Inciso IV: "Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura nacional." O espetáculo tem potencial de proporcionar entretenimento e reflexão para públicos diversos, de todas as idades, promovendo o acesso à cultura.
Não aplicável ao projeto.
Espetáculo de Artes Cênicas – Produto Principal Espetáculo Teatral Musical com aproximadamente 120 minutos de duração. Execução de 24 apresentações do espetáculo no Rio de Janeiro. Contrapartida Social – Produto Secundário Realizar uma Oficina de escrita no Rio de Janeiro. Oferecer 4 (quatro) aulas com profissionais de dramaturgia para 20 alunos de forma gratuita durante a temporada do espetáculo. Distribuição 100% gratuita de 10% dos ingressos do teatro para grupos de vulnerabilidade social e ONGs.
Conforme determina o art. 27 da IN 11/2024, segue as ações previstas para o projeto: PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Aspecto Arquitetônico: - O Teatro escolhido terá infraestrutura como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirante,assento para obesos e em localização de fácil acesso a todos (item orçamentário: locação de teatro) - Haverá pessoa capacitada na equipe de produção para auxilio de idosos, pessoas com dificuldade de locomoção (Item orçamentário: monitor) Aspecto Comunicacional: - Pessoas com Deficiência Auditiva – Haverá interprete de libras em todas as apresentações de todas as cidades (Item Orçamentário: Interprete de Libras) - Pessoas com Deficiência Visual – Haverá audiodescrição em 4 apresentações (Item Orçamentário: Audiodescrição para realização e narrador de audiodescrição para execução da narração) - Pessoas com Deficiência Intelectual – Haverá pessoa especializada para atendimento a pessoas com alguma deficiência intelectual, síndromes ou espectros. (Item Orçamentário: Monitor) PRODUTO SECUNDÁRIO - OFICINA Aspecto Arquitetônico: - O local escolhido terá infraestrutura como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirante e emlocalização de fácil acesso a todos (item orçamentário: Locação de espaço para evento) - Haverá pessoa da produção capacitada para auxilio de pessoas com dificuldade de locomoção. Aspecto Comunicacional: - Pessoas com Deficiência Auditiva – Haverá interprete de libras durante as aulas. (Item Orçamentário: Intérprete de Libras) - Pessoa com Deficiência Visual - Haverá material impresso em braile como apoio para as aulas. (Item Orçamentário: Impressão em Braile)
Conforme o art. 29 da IN N 11/2024, legislação que rege a escrita do projeto, praticaremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo: Disponibilizaremos distribuição gratuita para alunos da rede pública de ensino e/ou mulheres que trabalhem com ONGs envolvidas com comunidades de mulheres em vulnerabilidade. III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação doprojeto; e V - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Praticaremos o valor acessível do ingresso com valores entre R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia). Visando a ampliação de acesso conforme determina o art. 30 da IN N 11/2024, adotaremos as medidas dos Incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
TEXTO E DIREÇÃO - FELIPE VIANNA ELENCO - SELECIONADO POR AUDIÇÕES (Com a estimativa de onze multiartistas em cena (atores, cantores, músicos)) DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - DANIEL PORTO DIREÇÃO DE ARTE - KARLLA DE LUCA ILUMINAÇÃO - PAULO DENIZOT TRILHA SONORA - ALEXANDRE ELIAS PRODUÇÃO EXECUTIVA - MARCIA ANDRADE IDEALIZAÇÃO - FELIPE VIANNA REALIZAÇÃO - MADE IN ALCÂNTARA FELIPE VIANNA DIREÇÃO E DRAMATURGIA Formado em Cinema pela PUC-Rio, Felipe Vianna começou a escrever para a televisão em 2014, quando foi convidado pelo ator Fernando Caruso para realizar um teste para a série Vai Que Cola. Logo ao ingressar na terceira temporada da série, foi chamado para escrever cada vez mais episódios e a participar de outros projetos no canal Multishow, consolidando uma carreira de roteirista de humor, principalmente ao lado do grande e saudoso Paulo Gustavo. Na série “A Vila”, estrelada por Paulo Gustavo, Katiuscia Canoro e Heloísa Périssé, assumiu pela primeira vez o cargo de Redator Final e Coordenador de Roteiro (ou “chefe de sala”). O mesmo cargo passou a ser assumido também no Vai Que Cola, atualmente na sua 12ª temporada. Além da carreira ascendente como roteirista de humor, Felipe Vianna também já passou por experiências de estágio em assistência de direção (Getúlio, 2014; Corda Bamba, 2010), e trabalhou como videomaker independente para empresas como a Editora Intrínseca (ver “Livros Versus Ebooks”, no YouTube), além de criador de vinhetas de animação para o Festival de Cinema Brasileiro em Paris (Jangada/Vite). DANIEL PORTO DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Daniel Porto, natural de São Gonçalo, é o fundador da MADE IN ALCÂNTARA e foi indicado ao prestigiado Prémio APCA. Começou a sua carreira em 2013 como dramaturgo com a peça "O Pastor", que recebeu o selo O Globo Indica. Desde então, escreveu mais de 15 peças, tanto para teatro adulto quanto infantil, além de atuar como idealizador e produtor dos seus projetos. Em 2023, dirigiu o seu primeiro curta-metragem, CHEMSEX, com temática LGBTQIAPN+, que teve estreia internacional no festival GAZE, em Dublin, e foi selecionado para os festivais DIGO e For Rainbow, no Brasil. Atualmente, está na fase final da produção do seu primeiro longa-metragem, A Miss, selecionado no edital da ANCINE para novos realizadores. O filme, rodado no início de 2024, foi desenvolvido durante o laboratório Varilux do Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual, além de idealizado e produzido por Daniel. MARCIA ANDRADE PRODUÇÃO EXECUTIVA Com mais de 30 anos de experiência na área jurídica em grandes empresas, Marcia Andrade abre a produtora Aperana Produções, transitando de diretora jurídica para empresária produtora de eventos. Essa transição levou ao resgate de clientes da área artística e a especialização em produção executiva. Inicialmente trabalhando com música e eventos corporativos e depois com o Teatro. Desde meados de 2021, Márcia tem se destacado por suas produções de sucesso no teatro, incluindo peças como "O Porteiro", comédia de Alexandre Lino, em 2022 até hoje; "As Aventuras de Pinóquio", dirigida por Alexandre Lino, em janeiro de 2023; "Feiona, a Princesa Lindona", de Daniel Porto, com a participação de Márcia Braga, em junho de 2023; "Riobaldo", de Gilson de Barros, indicada ao Prêmio Shell, com direção de Amir Hadad; "Diabo na Rua no Meio do Redemuinho", também de Gilson de Barros, sob direção de Amir Hadad, ambos em 2023 e 2024; "Um Dia a Menos", de Ana Beatriz Nogueira, dirigida por Leonardo Netto; e "Sra. Klein", novamente com Ana Beatriz Nogueira, ganhadora do 18a prêmio APTR melhor atriz, dirigida por Vitor Garcia Peralta, janeiro e fevereiro de 2024; atualmente está à frente da produção de EU TE AMO, com Juliana Martins e Sergio Marone, texto de Arnaldo Jabor. DIREÇÃO MUSICAL ALEXANDRE ELIAS Aos 29 anos, o premiado diretor musical iniciou sua carreira no teatro assumindo a direção musical do espetáculo infantojuvenil Patativa do Assaré, sob a direção de Antônio Abujamra. Desde então, colecionou sucessos e prêmios em produções prestigiadas como Tim Maia, Vale Tudo – O Musical, Gonzagão – A Lenda, S'imbora, o Musical – A História de Wilson Simonal e Maria do Caritó, entre muitos outros. Atualmente, é diretor musical da companhia de dança Cia Déborah Colker, além de ter lançado um selo de gravadora. Também está a expandir sua carreira para o cinema, compondo a trilha sonora do longa-metragem A Miss, dirigido por Daniel Porto. KARLLA DE LUCA DIREÇÃO DE ARTE Karlla de Luca, formada em Artes Cênicas pela UFRJ, destacou-se no cenário teatral como integrante da Artesanal Cia de Teatro. O seu talento foi consagrado com dois Prémios Zilka Salaberry: Melhor Cenário por O Homem que Amava Caixas (2011) e Melhor Figurino por A Lenda do Príncipe que Tinha Rosto (2009). No teatro adulto, participou de produções de renome, como Chica da Silva - O Musical (2016), Riobaldo (2021), Tatá e o Travesseiro (2020) e Azul (2023). Reconhecida tanto pela sua atuação quanto pela excelência como figurinista, Karlla de Luca é uma artista versátil, cuja contribuição vai além do palco, influenciando profundamente a estética e a qualidade visual das produções teatrais em que colabora. PAULO DENIZOT ILUMINAÇÃO Com um currículo que ultrapassa cem espetáculos e prêmios de destaque, como o Shell, APTR, Zilka Salaberry e CBTIJ, além de múltiplas nomeações, Paulo Denizot consolidou-se como um dos principais criadores do teatro brasileiro. Ao longo da sua carreira, formou parcerias criativas com renomados diretores e produtores, como João Falcão, Amir Haddad, Rubens Camelo, Lucio Mauro Filho, Eduardo Barata, Marcelo Serrado, Otávio Muller, Jacqueline Laurence, Fábio Ferreira, André Paes Leme, João Paulo Gross, Claudio Baltar, Ieda Dantas, Leandro Muniz e José Possi Neto.
PROJETO ARQUIVADO.