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PRONAC 2410615Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cia. Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre

JOAO RICARDO DA CUNHA SANTOS
Solicitado
R$ 198,9 mil
Aprovado
R$ 198,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-03-01
Término

Resumo

O projeto "Cia. Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" tem como objetivo a criação, estreia e temporada de 9 apresentações de um espetáculo teatral original, baseado em textos inéditos do dramaturgo gaúcho Júlio Zanotta. A montagem estará alinhada às práticas corporais e ao desenvolvimento de linguagem cênica que o diretor João de Ricardo (JdR) vem explorando com a companhia desde sua fundação, unindo pesquisa na arte da atuação e inovação artística.

Sinopse

Sinopse Espetáculo Teatral Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre O espetáculo narra a história de uma linda capital do Sul do Brasil que sofre uma catástrofe ambiental, sob a perspectiva de dois personagens singulares cujos destinos se cruzam: o Médico e o Escritor, ambos interpelados por um coro de afogados, vítimas da enchente de 2024. O médico é um jovem cirurgião plástico que se muda para Porto Alegre em busca de crescimento profissional e de formar uma família. Dr. Beira-Mar, como gosta de ser chamado, se torna um entusiasta das belezas e prazeres da capital gaúcha, sendo rapidamente acolhido pela alta sociedade. Em pouco tempo, encontra o amor na enfermeira Mel, e juntos vivem um sonho dourado, pois ela ama se submeter a cirurgias, o que é a especialidade de Beira-Mar: abrir pessoas. Paralelamente aos relatos entusiasmados do Dr., que se dirige diretamente à plateia, acompanhamos a vida do Escritor em várias cenas distintas, que retratam sua trajetória desde a infância até a velhice, em uma cama de hospital. Nesse momento, as duas histórias se entrelaçam em meio ao colapso e destruição da cidade de Porto Alegre. Duração prevista 120 minutos Classificação indicativa 16 anos.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é dar visibilidade a obras inéditas do dramaturgo Júlio Zanotta por meio da criação, estreia e temporada de 9 apresentações de um espetáculo teatral original. A montagem "Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" oferece uma perspectiva crítica e inovadora sobre a cidade, explorando as relações de poder distorcidas e as dinâmicas sociais em um cenário de colapso urbano, marcado por crises climáticas e sanitárias. A cidade torna-se um reflexo cruel das realidades de seus habitantes, com personagens grotescos que revelam aspectos sombrios da convivência humana. Além de dar visibilidade à obra de Zanotta, o projeto tem como finalidade dar continuidade à pesquisa de linguagem cênica realizada pelo encenador João de Ricardo e pela Cia. Espaço em Branco ao longo de 20 anos. A proposta envolve um processo criativo imersivo, que combina a leitura e análise dos textos inéditos do dramaturgo com a criação de uma dramaturgia cênica original. Esse processo será construído a partir da experiência viva dos atores no palco, utilizando improvisações e práticas corporais desenvolvidas pela companhia. O projeto culminará na estreia e temporada de 9 apresentações, oferecendo ao público uma reflexão profunda sobre as relações humanas em tempos de crise, ao mesmo tempo que expande os horizontes estéticos e artísticos do teatro contemporâneo. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do projeto são: Realizar uma temporada de 9 apresentações do espetáculo teatral original "Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre", com ingressos acessíveis, respeitando o limite de 3% do salário mínimo. Oferecer 3 apresentações com tradução ao vivo para Libras, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Realizar uma oficina gratuita de teatro composta por 3 aulas, com duração total de 12 horas-aula, ministradas por João de Ricardo (JdR), destinada a 25 participantes. A oficina será focada em técnicas de atuação e criação cênica, seguindo o método de pesquisa da Cia. Espaço em Branco.Promover um ensaio aberto do espetáculo "Colapso...", seguido de um bate-papo com a equipe criativa, aberto para 100 alunos da rede pública de ensino. Após o bate-papo, haverá uma mini oficina de atuação, proporcionando uma introdução às práticas teatrais e aos processos criativos da companhia. Essas ações visam ampliar o acesso à cultura, promovendo inclusão, formação artística e diálogo com a comunidade escolar, fortalecendo a relação entre a companhia, o público e novos talentos.

Justificativa

O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial para o financiamento do projeto "Cia. Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre", pois este visa promover o acesso democrático à cultura, fortalecer a criação teatral contemporânea e garantir a inclusão de públicos diversos. A realização do projeto depende de recursos que possibilitem a criação, estreia e temporada de 9 apresentações de um espetáculo teatral original, além de ações de acessibilidade e formação artística, como a tradução ao vivo para Libras, oficinas gratuitas e atividades voltadas para alunos da rede pública. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, que visam apoiar a produção e a difusão de obras culturais e assegurar a democratização do acesso à cultura, promovendo o desenvolvimento da educação e da formação cultural no país. Ao realizar oficinas gratuitas, oferecer traduções em Libras e integrar o público escolar em ensaios abertos com bate-papo e mini oficinas, o projeto atinge diretamente esses objetivos. Além disso, de acordo com o Art. 3º da referida lei, o projeto contribui para:- I: a defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro, ao trabalhar com a obra inédita de Júlio Zanotta, importante dramaturgo gaúcho.- II: a produção e difusão de bens culturais de valor universal, ao realizar um espetáculo original e inédito que aborda temas sociais e urbanos críticos.- III: o estímulo à democratização do acesso aos bens culturais, por meio de ingressos acessíveis, apresentações com tradução em Libras e ações educativas abertas à comunidade.- IV: o incentivo à produção cultural em suas várias formas, ao promover a continuidade da pesquisa de linguagem cênica da Cia. Espaço em Branco e suas inovações teatrais. Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização do projeto, garantindo que ele cumpra suas metas de inclusão, formação artística e promoção do teatro contemporâneo.

Especificação técnica

Detalhamento Técnico do EspetáculoTítulo: Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre Duração: 90 minutos Paginação: 30 páginas (incluindo cenas e descrições técnicas) Material: - Texto: Obras inéditas de Júlio Zanotta e relatos reais de vítimas da enchente de 2024 em Porto Alegre.- Figurinos: Criados através de upcycling, utilizando materiais reciclados e peças do acervo da Companhia Espaço em Branco.- Cenário: Elementos cênicos pontuais, como uma maca de hospital, cadeira de rodas, mesa longa, cadeiras e projeções de vídeo.- Iluminação: Uso de tubos de LED como fontes de luz e elementos de composição espacial. Projeto Pedagógico:O projeto pedagógico do espetáculo visa: Educação e Sensibilização: Promover uma reflexão sobre a crise climática, o impacto social da enchente de 2024 e suas consequências.Formação de Atores: Desenvolver habilidades técnicas e criativas nos atores, enfatizando o corpo como principal meio de expressão e explorando a comédia física e o grotesco.Integração Comunitária: Integrar histórias reais de cidadãos de Porto Alegre, promovendo um diálogo entre arte e realidade social.Elenco e Equipe Técnica:Número de Atores: 8 atoresNúmero de Técnicos: 6 técnicos (som, luz, cenografia, figurino, direção)Músicos: 2 músicos (piano, sintetizadores e loopers)Atuação - Pesquisa e Desenvolvimento da Linguagem dos Atores:Treinamento: Enfoque no corpo como instrumento artístico, explorando a autonomia e a criatividade individual de cada ator.Comédia Física: Adoção de humor como ferramenta para abordar temas delicados, facilitando a comunicação entre elenco e plateia.Canções ao Vivo: Intermezzos musicais executados pelo elenco e músicos, adicionando ironia e promovendo reflexão.Abordagem Temática:Relação com a Crise Climática: A dramaturgia discute a conexão entre a crise climática e o excesso de lixo na sociedade de consumo, destacando as consequências do descaso ambiental.Narrativas Impactantes: Integração de relatos de cidadãos afetados pela enchente de 2024, criando um panorama de feridas sociais que precisam ser observadas.Proposta de Espaço Cênico, Cenário e Figurino:Espaço Cênico: Cenário minimalista que destaca a atuação e a conexão emocional entre artistas e plateia.Figurinos Sustentáveis: Utilização de upcycling para criar figurinos originais e eco-friendly, promovendo a consciência ecológica.Iluminação Cênica: Exploração do cruzamento entre espaço e luz, utilizando tubos de LED para criar uma experiência visual única e ampliar as possibilidades narrativas. Bem como uso de vídeo projetado por sobre atores plateia e ou sala de espetáculo.

Acessibilidade

O projeto "Cia. Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" contempla diversas ações voltadas para garantir a acessibilidade física e de conteúdo, promovendo uma experiência inclusiva para todos os públicos. Acessibilidade Física: O local das apresentações será equipado para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência (PCD) e mobilidade reduzida. Serão disponibilizados banheiros acessíveis, rampas de acesso e sinalização adequada para garantir que o público tenha plena autonomia no espaço. O teatro também contará com áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade, assegurando o conforto e segurança de todos os espectadores. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a compreensão do conteúdo do espetáculo por públicos com diferentes necessidades, o projeto inclui as seguintes medidas: - 3 apresentações com tradução simultânea para Libras, garantindo que pessoas com deficiência auditiva tenham acesso ao conteúdo do espetáculo.- Bilheteiro apto em Língua Brasileira de Sinais (Libras), assegurando que os espectadores possam realizar a compra de ingressos e obter informações sobre o evento de forma acessível.- Divulgação acessível, com descrições de imagem nos materiais visuais e vídeos promocionais com tradução em Libras.- Nos materiais de divulgação digital, será adotada a legenda descritiva, de forma que os vídeos e conteúdos visuais possam ser acessados também por pessoas com deficiência auditiva ou baixa visão. Essas medidas reforçam o compromisso da Cia. Espaço em Branco com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, assegurando que todos possam participar plenamente da experiência teatral.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso O projeto "Cia. Espaço em Branco 20 anos - Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre" visa garantir a democratização do acesso à cultura por meio de uma distribuição e comercialização inclusivas dos ingressos para as apresentações. A proposta inclui: Preço Acessível: Os ingressos serão vendidos a preços populares, ao valor de R$ 40,00, com a possibilidade de meia-entrada conforme a legislação vigente. Essa política de preços visa tornar o espetáculo acessível a um público mais amplo. Distribuição Gratuita: 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita para alunos da rede pública de ensino, especialmente para aqueles matriculados no Educação de Jovens e Adultos (EJA). O EJA é um programa que oferece educação formal a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada, permitindo a essas pessoas ter acesso ao conhecimento e melhorar suas perspectivas de vida. Essa medida visa promover a inclusão e garantir que estudantes em situação de vulnerabilidade possam vivenciar a experiência teatral. Ensaio Aberto: Será promovido um ensaio aberto do espetáculo, onde o público poderá assistir a uma das sessões de ensaio e participar de um bate-papo com a equipe criativa. Após o bate-papo, será oferecida uma mini oficina de atuação voltada para alunos da rede pública, permitindo que até 100 participantes explorem as práticas teatrais e o processo criativo de forma prática. Essa ação não só possibilita uma imersão no processo de criação teatral, mas também aproxima a companhia da comunidade. Oficina Gratuita: Será realizada uma oficina gratuita de teatro com um total de 12 horas-aula, destinada a 25 participantes. Essa oficina, ministrada por João de Ricardo em parceria com o dramaturgo Julio Zanotta, visa proporcionar uma experiência prática e enriquecedora, permitindo que os participantes desenvolvam suas habilidades teatrais e conheçam mais sobre o universo da atuação. Essas iniciativas refletem o compromisso da Cia. Espaço em Branco em promover a inclusão e garantir que o teatro seja uma experiência acessível e enriquecedora para todos os segmentos da sociedade, contribuindo para a democratização do acesso à cultura.

Ficha técnica

João de Ricardo (direção): Diretor, ator e professor independente, graduado em Interpretação e Direção Teatral pela UFRGS e Mestre em Artes pela UNICAMP. Criador do método PHC – Processos Híbridos de Criação, que foi ministrado no Grupo Experimental de Dança de 2014 a 2018. Fundou a Cia. Espaço em Branco, com destaque para os espetáculos "Prata Paraíso" (Açorianos 2017 de Melhor Espetáculo) e "Tocar Paraíso" (Açorianos 2019 de Melhor Direção e Espetáculo). João dirigiu diversas peças como "Extinção", "Andy/Edie", "Prata Paraíso" e "A Infestação", além de "Ubu Rei" e "Fatale". Julio Zanotta (dramaturgia): Dramaturgo, contista e romancista brasileiro, conhecido por suas personagens inconformadas e utópicas. Zanotta subverte estereótipos de gênero e é um dos principais expoentes do pós-pornô no Brasil. Participou ativamente do movimento estudantil contra a ditadura e foi fundador do grupo teatral Ói Nóis Aqui Traveiz. Zanotta foi exilado e viveu em diversos países da América Latina, onde apresentou espetáculos com sua esposa, a atriz Lisaura Andréia Souto. Autor de obras como "Teatro Lixo" e "O Apocalipse Segundo Santo Ernesto De La Higuera", Zanotta recebeu o título de Cidadão Honorário de Porto Alegre e teve sua obra celebrada em 2013 com a Semana Julio Zanotta. Sissi Venturin (atuação e produção): Atriz, bailarina, cineasta e produtora cultural, cofundadora da Cia. Espaço em Branco com João de Ricardo. Foi premiada no Prêmio Açorianos e no Braskem em Cena por suas atuações em "Extinção" e "A Fome". Também é fundadora do Coletivo Ämago, com o qual explora dança e vídeo. Sissi dirigiu o curta "Mora" (2022) e atua no cinema, com prêmios em festivais como Gramado e Festcineamazonia. Anildo Böes (atuação): Ator e oficineiro de teatro, formado pela Intercultural Theatre Institute de Singapura. Fundador do Grupo Cerco, onde atua desde 2008, também colabora com a Cia. Espaço em Branco e o coletivo R.A.T.S. Foi premiado como Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em "Trago Sorte Mentira e Morte". Anildo estudou com mestres como Carlos Simione e Jorge Parente, além de realizar trabalhos no exterior. Eduardo d’Avila (atuação): Ator e professor, integra a Cia. Espaço em Branco, onde atuou em espetáculos premiados como "Prata Paraíso" e "Tocar Paraíso". Também participa do grupo Casa de Madeira e do coletivo Cena Expandida, além de integrar a Cia. Caixa do Elefante. Eduardo foi indicado ao Prêmio Açorianos por seu trabalho como ator. Fernanda Carvalho Leite (atuação): Atriz, bailarina, produtora e professora, premiada no teatro e cinema. Estudou na The Lee Strasberg Theatre Institute e foi sucesso em espetáculos como "Velha D+" e "Inimigas Íntimas". Fernanda promove o Contato Improvisação em Porto Alegre e integra a Cia. Espaço em Branco, com destaque em "Tocar Paraíso", pelo qual foi indicada como Melhor Atriz no Prêmio Açorianos. Evelyn Ligocki (atuação): Atriz, performer e dramaturga, com formação em Artes Cênicas pela UFRGS. Foi premiada com o Troféu Açorianos por sua atuação em "Borboletas de SOL de Asas Magoadas" e "Tocar Paraíso". Evelyn também desenvolve trabalhos voltados à pesquisa vocal e corporal. Iandra Cattani (atuação): Bailarina, cantora e performer, com licenciatura em Ciências Sociais pela UFRGS. Atuou em espetáculos como "A Casa" e "Tocar Paraíso", sendo indicada a prêmios de Melhor Bailarina. Rodrigo Fernandez (músico e compositor): Músico e compositor, foi pianista e performer em várias produções da Cia. Espaço em Branco, como "Tocar Paraíso", que recebeu indicações a prêmios, incluindo Melhor Trilha Sonora. Participou de trilhas sonoras de espetáculos como "Velha D+" e integra o duo O Fino da Fossa. Deni Roitman (trilha sonora e operação de som): Produtor musical e técnico de som, com formação em Psicologia. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música 2020 e indicado ao Prêmio Açorianos por trilhas sonoras. Colabora com diversos artistas e festivais, incluindo o Morrostock e Virada Cultural SP. Bruna Casali (iluminação): Iluminadora de espetáculos como "O Misterioso Segredo das Pequeninas Grandes Coisas" e "Matrizes". Foi assistente de elétrica em séries de TV e chefe de elétrica em curtas-metragens e videoclipes. Atualmente, é iluminadora do projeto "Zum Zum Zum, a união faz a vida", financiado pela Fundação Sicredi. Roberta Guimarães do Amaral (assessoria de imprensa): Jornalista com 27 anos de experiência em assessoria de imprensa. Trabalhou na Secretaria de Estado da Cultura e na Casa de Cultura Mario Quintana. Atualmente, é responsável pela comunicação da Fundação Iberê Camargo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-10-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul