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O projeto CULTURANDO NA FAVELA propõe a realização de oficinas de percussão musical, coral, dança, escrita criativa, pintura criativa e teatro, para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na FAVELA. Essas oficinas serão oferecidas no contraturno escolar, como forma de possibilitar o acesso a arte e a cultura, elevando a autoestima dessas crianças e possibilitando novas perspectivas de vida e de futuro.
O projeto CULTURANDO NA FAVELA propõe a realização de aproximadamente 300 oficinas distribuídas nas categorias de percussão musical, coral, dança, escrita curativa, pintura curativa e teatro, para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na FAVELA. Nas oficinas de percussão musical, buscaremos construir instrumentos musicais juntamente com as crianças e, a partir daí, iniciar com os ritmos. A percussão oferece muitas possibilidades de ritmos e instrumentos musicais e, faremos um trabalho em conjunto com as crianças da favela na escolha dos ritmos e instrumentos, com a finalidade de que se sintam incluídos ao projeto democraticamente construído. Além disso, sabemos que existem muitos talentos não descobertos na favela e, essa forma de conduta propicia a revelação de talentos. Nas oficinas de Coral, seguiremos a mesma conduta das oficinas de percussão, escolhendo ritmos e músicas de interesse e do universo das crianças da favela, intercalando com ritmos e músicas necessárias a construção de um coral robusto. Nas oficinas de dança, também trabalharemos a dança moderna, com ritmos de interesse das crianças da favela, realizando um trabalho de equipe, apresentando o conhecimento do professor de dança, mas também acolhendo o conhecimento e o interesse das crianças da favela. Nas oficinas de Escrita Curativa, teremos a condução de uma especialista com uma metodologia de escrita curativa, mas que, por sua vez, também escutará a realidade e as dores da favela para realizar o processo de escrita curativa. Nas oficinas de Pintura Curativa, teremos a condução de uma especialista de Pintura Curativa, que conduzirá as oficinas adequando a criação das obras à realidade e as dores da favela, para realizar o processo de Pintura Curativa. Nas oficinas de Teatro, buscaremos uma sinergia com as oficinas de Escrita Curativa, com a finalidade de criar obras de teatro a partir das dores e da realidade da Favela. As crianças atendidas nas oficinas de Teatro não serão as mesmas atendidas pelas oficinas de escrita curativa, mas elas estarão sempre realizando trocas para a construção de obras de teatro a partir das escritas curativas. Procuraremos assim integrar os Grupos das oficinas. O objetivo será construir um Espetáculo Teatral Final com todas as crianças das oficinas ao final do projeto, onde nesse espetáculo de Teatro estejam a arte criada com as oficinas de percussão, a arte criada com o Coral, a arte criada com a dança, a arte criada com a Escrita e a Pintura Curativa. Desta forma, além de ensinar a arte em específico, promoveremos a possibilidade de aprender a arte de trabalhar em equipes diversas, a negociação, a socialização com grupos de interesses e talentos diversos aos seus e a democratização de escutar opiniões diversas e chegarem a acordos.
OBJETIVO GERAL: O projeto CULTURANDO NA FAVELA propõe a realização de oficinas de percussão musical, coral, teatro, dança e escrita e pintura curativa para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na favela. Estimamos atender uma média de 10 a 15 crianças por oficina, totalizando aproximadamente 700 crianças beneficiadas pelo projeto nesta primeira edição. Nosso objetivo é mostrar como a arte e a cultura podem transformar dores e traumas. Reconhecemos que as condições e oportunidades nas favelas são muito limitadas, e o projeto visa oferecer a possibilidade de sonhar e realizar através da arte. OBJETIVO ESPECÍFICO: O projeto CULTURANDO NA FAVELA propõe a realização de aproximadamente 300 oficinas distribuídas nas categorias de percussão musical, coral, dança, escrita curativa, pintura curativa e teatro, para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na FAVELA. 1. Desenvolver Habilidades Artísticas: Capacitar crianças e adolescentes em diversas disciplinas artísticas, como percussão, coral, dança, escrita e pintura, diversão aprendizado técnico e criativo. 2. Fomentar a Criatividade 3. Proporcionar as Oficinas cultural a 70 crianças e adolescentes
Fomentar atividades culturais em regiões com elevado índice de vulnerabilidade social é crucial para promover inclusão, desenvolvimento e coesão social. A cultura desempenha um papel fundamental na construção da identidade e no fortalecimento dos laços comunitários. Ao proporcionar acesso a atividades culturais nessas regiões, estamos oferecendo oportunidades de expressão e empoderamento para indivíduos que muitas vezes enfrentam desafios socioeconômicos significativos. Além disso, a cultura desempenha um papel vital no desenvolvimento cognitivo e emocional, oferecendo um meio de escape e crescimento pessoal. Ao investir em atividades culturais nessas áreas, não apenas contribuímos para o enriquecimento cultural, mas também ajudamos a criar um ambiente mais resiliente e capacitador para as comunidades mais vulneráveis. Além disso, fomentar atividades culturais em regiões de alta vulnerabilidade social pode ser uma estratégia eficaz para combater disparidades socioeconômicas. A cultura não apenas serve como um meio de expressão artística, mas também como um catalisador para o desenvolvimento econômico local. Iniciativas culturais, como festivais, feiras e programas educacionais, têm o potencial de impulsionar o turismo, gerar oportunidades de emprego e estimular a economia local. Ao criar um ambiente propício para o florescimento das artes e da cultura, estamos contribuindo para a criação de uma base sólida para o desenvolvimento sustentável nessas regiões. Dessa forma, o investimento em atividades culturais não apenas eleva o espírito das comunidades vulneráveis, mas também proporciona um caminho tangível para melhorias sociais e econômicas a longo prazo. Sendo assim, entende-se que o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é a ferramenta mais adequada para realização desta iniciativa cultural, pois as atividades propostas vêm de encontro aos objetivos de tais incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória Apoiado nesses valores culturais, este empreendimento alcança as seguintes metas do art. 3°da lei 8.313, de 23 de Dezembro de 1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Alinhado a essas alíneas da Lei 8.313/91, este projeto colabora com as políticas públicas na área da cultura, apresentando uma uma proposta de inclusão social de seu público alvo.
O projeto CULTURANDO NA FAVELA propõe a realização de aproximadamente 300 oficinas distribuídas nas categorias de percussão musical, coral, dança, escrita curativa, pintura curativa e teatro, para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na FAVELA. Nas oficinas de percussão musical, buscaremos construir instrumentos musicais juntamente com as crianças e, a partir daí, iniciar com os ritmos. A percussão oferece muitas possibilidades de ritmos e instrumentos musicais e, faremos um trabalho em conjunto com as crianças da favela na escolha dos ritmos e instrumentos, com a finalidade de que se sintam incluídos ao projeto democraticamente construído. Além disso, sabemos que existem muitos talentos não descobertos na favela e, essa forma de conduta propicia a revelação de talentos. Nas oficinas de Coral, seguiremos a mesma conduta das oficinas de percussão, escolhendo ritmos e músicas de interesse e do universo das crianças da favela, intercalando com ritmos e músicas necessárias a construção de um coral robusto. Nas oficinas de dança, também trabalharemos a dança moderna, com ritmos de interesse das crianças da favela, realizando um trabalho de equipe, apresentando o conhecimento do professor de dança, mas também acolhendo o conhecimento e o interesse das crianças da favela. Nas oficinas de Escrita Curativa, teremos a condução de uma especialista com uma metodologia de escrita curativa, mas que, por sua vez, também escutará a realidade e as dores da favela para realizar o processo de escrita curativa. Nas oficinas de Pintura Curativa, teremos a condução de uma especialista de Pintura Curativa, que conduzirá as oficinas adequando a criação das obras à realidade e as dores da favela, para realizar o processo de Pintura Curativa. Nas oficinas de Teatro, buscaremos uma sinergia com as oficinas de Escrita Curativa, com a finalidade de criar obras de teatro a partir das dores e da realidade da Favela. As crianças atendidas nas oficinas de Teatro não serão as mesmas atendidas pelas oficinas de escrita curativa, mas elas estarão sempre realizando trocas para a construção de obras de teatro a partir das escritas curativas. Procuraremos assim integrar os Grupos das oficinas. O objetivo será construir um Espetáculo Teatral Final com todas as crianças das oficinas ao final do projeto, onde nesse espetáculo de Teatro estejam a arte criada com as oficinas de percussão, a arte criada com o Coral, a arte criada com a dança, a arte criada com a Escrita e a Pintura Curativa. Desta forma, além de ensinar a arte em específico, promoveremos a possibilidade de aprender a arte de trabalhar em equipes diversas, a negociação, a socialização com grupos de interesses e talentos diversos aos seus e a democratização de escutar opiniões diversas e chegarem a acordos.
O projeto Culturando na Favela será realizado num espaço que ofereça: 1. Acessibilidade ArquitetônicaGarantir que a sua realização aconteça num espaço que seja acessível a todos, independentemente de suas condições de mobilidade, que oerefeça: Rampas de AcessoSanitários AdaptadosSinalização Tátil e Visual 2. Acessibilidade ComunicacionalPara garantir que todas as formas de comunicação sejam acessíveis aos participantes, o projeto adotará: Intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais):Material Visual e Auditivo AdaptadoUso de Linguagem Simples e Clara 3. Acessibilidade AtitudinalPara promover uma cultura de inclusão e respeito dentro do projeto, serão adotadas ações que visam eliminar barreiras atitudinais: Capacitação da Equipe: Todos os profissionais e voluntários envolvidos no projeto estarão devidamente treinados e promoverão o respeito e o acolhimento de participantes com deficiência ou outras necessidades específicas. Para ampliar ainda mais o alcance das oficinas o projeto terá o cuidado de valorizar as diversidades culturais e linguísticas dos participantes, respeitando e integrando as diferentes origens e expressões culturais. Isso inclui adaptar as atividades artísticas para que sejam culturalmente relevantes e significativas para cada grupo. Essas medidas de acessibilidade são fundamentais para garantir que o Culturando na Favela seja um projeto inclusivo e efetivamente transformador, permitindo que todos, independentemente de suas especificações físicas, sensoriais ou cognitivas, tenham a oportunidade de participar e se beneficiarem das atividades artísticas.
Entende-se que a gratuidade integral da aulas oferecidas pelo espaço cultural corresponde a plena ação de democratização. Cuturando na Favela: Aulas de arte e cultura Público atendido: 700 alunos nesta edição. CRIA: Oficinas e laboratórios de estímulo à criatividade por meio de grupos com os moradores. É a realização de dinâmicas artísticas que visam aproximar o fazer artístico e sua importância para os grupos atendidos. Total de vagas disponíveis: 700 alunos
A proponente, por meio de sua Sócia, será responsável pela Direção Institucional e Supervisão Geral do Projeto, incluindo a definição de normas, estratégias e diretrizes gerais. Além disso, será responsável por toda a gestão do processo decisório das atividades financeiras e administrativas do Projeto, enquanto as demais atividades (Artística, Pedagógica e Operacional) serão desenvolvidas por sua equipe técnica, dentro de seus conhecimentos específicos e seguindo as diretrizes estabelecidas. Christiane Deucher - Proponente e Coordenadora Geral Possui MBA em Gestão Financeira e Controladoria pela Fundação Getúlio Vargas e formação em Administração de Empresas pela UNIMEP. Foi Gerente Financeira na Unilever Brasil de 2003 a 2013 e, atualmente, é diretora e produtora da Cia. Teatro Sustentável. Além de desenvolver projetos culturais patrocinados desde 2015, promove espetáculos como "Café da Manhã Sustentável” há mais tempo. A proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Flávia Paulo – Diretora de Produção Formada em cinema e artes cênicas, com mais de 20 anos de experiência em produção, coordenação e gestão de projetos nas áreas de teatro, eventos, publicidade e programas de TV. Atua como facilitadora digital e produtora executiva, desenvolvendo projetos para marcas e realizando diversas funções relacionadas à produção, coordenação e gestão de espetáculos e eventos. Letícia Bassit Atriz-performer, escritora-dramaturga, diretora e arte-educadora. É mestranda em Artes Cênicas - ECA/USP. Possui formação pela Escola de Arte Dramática (EAD-ECA- USP) e também como diretora, na primeira turma da SP Escola de Teatro. É graduada em Comunicação Social - Rádio e TV - pela Fundação Cásper Líbero. É autora do livro "Mãe ou Eu também não gozei" com publicação em julho de 2019 na FLIP/FLIPEI. Paralelo à escrita do livro, também é de sua autoria a peça-performativa "Mãe ou Eu também não gozei" em cartaz no Sesc Pompeia, Sesc Carmo, Teatro de Conteiner. Atualmente, elabora a pesquisa artística "Cabra que Lambe Sal", cuja primeira temporada aconteceu durante a pandemia de forma online, sob direção de Nelson Baskerville. Trabalha em colaboração com diversos artistas e suas criações atravessam o teatro, a dança, a música, a performance e literatura. Orienta oficinas de escrita criativa, de forma presencial e on-line, investigando o ato de escrever através do corpo. Já participou de diversos trabalhos para o palco, dos quais se destacam: “A inconstância da vontade”; sob direção de Kenia Dias (2016), “Ensaio sob(re) Angústia, sob direção de Lucienne Guedes (2014); “Algo não dito” (Teatro Ágora, 2013) e “A visita da velha Sen- hora” (2015), ambas sob direção de Celso Frateschi; “Meio Tom dá, meio Tom cá”, sob direção conjunta de Silvana Garcia e Mônica Montenegro (2012); “Medeia Zero”, sob direção de Lucia de Lellis (Teatro Commune, 2011); e “Real-açoes, Re-ações, Relações em trânsito” sob direção de Renata Kamla (2011). Participou de diversas oficinas de teatro, dança, performance e dramaturgia, sendo as principais ministradas por: Michelle Ferreira (Anarcodramaturgia, Sesc Ipiranga – 2018), Vinícius Calderoni e Paula Autran (Ateliê de Escrita, Sesc Belenzinho – 2018), Kenia Dias (Corpo-Acúmulo, Estúdio FitaCrepe 2017), Janaína Leite (Cenas e ob-cenas contemporâneas, Sesc Belenzinho 2017). Adriana de Carvalho Ungaretti Espaço Azul Artes de 1996 a 2016 (sócia). Espaço Paulista de Arte de 1996 a 2005. Calígrafa de 2005 a 2015 em SP, caligrafia a bico de pena em convites de casamento, atendimento de gráficas na Zona Norte de São Paulo. 2016 a 2019 – Aulas de artes em Campinas e SP para adultos e crianças, nas técnicas, Aquarela, Giz pastel seco, Giz pastel oleoso, lápis aquarelável. 2018 – Projeto de desenho de Lousa na Escola Livre Sofia – Curso para professores de escolas Waldorf. De 2016 – atual. Criação de projetos de artes para estabelecimentos comerciais e pintura em paredes, comerciais e residenciais, fachadas, criação de Logotipos e Id Visual. Criação e design de embalagens. Os projetos são criados em arte digital para aprovação, e executados com a técnica mais adequada a necessidade do cliente. De 2016 – atual. Criação de Id visual para Festas. Monogramas nascimento, casamento. Criação e entrega em arte digital, design dos materiais a serem impressos. Aquarela e arte digital se complementam na finalização da arte final. 2016 – atual. Ilustração de livros – capas e interno. Aquarela e arte digital. 2021 - criação e direção de arte para projeto de cenário de teatro – Escola Waldorf Veredas - Campinas. De 2017 – atual. Desde 2018 iniciei a Empresa (MEI) Arte Intuitiva, onde participo de projetos sociais na criação artística de divulgação, site, ilustração de livros financiados pela Lei Rouanet. GUSTAVO ZANETTI Ator, diretor, produtor, dramaturgo, arte-educador e Videomaker. Portador do DRT 32167/SP. Graduado na Universidade Anhembi Morumbi como bacharel em teatro e produção cultural e licenciatura em teatro em 2009. Como produtor já realizou mais de 30 espetáculos. Destacando-se Projetos com circulações de temporadas Nacionais em 2022 com os espetáculos “Turma da ação missão Natureza” (2022), “Reciclagem” (2023), “Mudanças Climáticas” (2023) todos contemplados pelo PRONAC. Assinou a direção de mais de 20 espetáculos: “O mundo dos Artistas”(2022/2023), "Túnel Sensorial"(2021/2023); "Arriégua"(2021/2023); "Lendas Nordestinas"(2020/2023); “Meu Vídeo game favorito”(2020); “Detetives da Cidade Cinza”(2019); “João e o pé de concreto”(2018), “Magic Clowns” (2018); “O Menino Lobo” (2018); “O mundo vira-lata” (2018); “A Turma da limpeza” (2017); “Brinquedos: um natal em apuros” (2016); “Os Sonhadores de Borá” (2012/2014): “Teatro de Revista” (2008). Como ator, atuou em mais de 40 espetáculos. Os principais trabalhos foram: “João e o pé de concreto” (2018/2021), “Entre Alice” (2016/2023); “A Comédia dos Erros” (2014); “Dr. Corujis: quem disse que o que não se vê não é” (2013); “O menino mais forte do Mundo” (2012); “T-Rex – Um dinossauro na Amazônia” (2011); “Tribobó City” (2009); “Mauá-Pirituba” (2008/2009); “As Bruxas de Salém” (2008); “Isso é só o fim: Apocalipse Cotidiano” (2006/2008); “Suburbano Romeu e Julieta” (2007/2008); “O Último Carro” (2008); “Toillet” (2007); “cabelos ao vento” (2006); “Clowns” (2005); “Siegfried” (2003/2005). Flávia Rubim Idealizadora de "Segredos de Travesseiro", é uma atriz, apresentadora, escritora e terapeuta. Ela iniciou sua carreira na CAL em 2004, passou pela Rede Globo em várias produções e também participou de filmes de destaque no cinema brasileiro. Fabi Pifer Atriz Atriz profissional com ampla experiência em espetáculos de teatro, incluindo atuações em diversos gêneros, como infantis, adolescentes, adultos e musicais. Possui habilidades em comédia e continua se aprimorando em diversas áreas artísticas. Fernanda Magnani Atriz e Dramaturgista Iniciou no teatro desde cedo e acumula experiência em espetáculos teatrais, curtas-metragens e cinema. Além de atuar, também desenvolve palestras artísticas motivacionais e leciona teatro. Este resumo apresenta informações sobre os principais membros da equipe responsável pelo projeto, destacando suas formações, experiências e áreas de atuação. Esses membros farão a tutoria do projeto, no entanto, a prioridade será que os professores das oficinas culturais/artísticas sejam de pessoas da comunidade, moradores da favela. A metodologia, o acompanhamento do projeto será feito por esses membros, mas o dia a dia será seguido com pessoas/ profissionais da comunidade devidamente conduzidos pelos tutores do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.