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O Observatório dos Festivais (que nasceu em 2014) é uma iniciativa inédita e única e se constitui num conjunto de ações articuladas com os objetivos de pesquisar, divulgar e produzir conhecimento e informações sobre os festivais de artes cênicas no Brasil. A proposta garante recursos para retomar as ações do projeto, recolocando a sua equipe em campo, para a pesquisa, mapeamento e tratamento dos dados qualitativos e quantitativos acerca dos Festivais de Artes Cênicas na cena nacional e internacional.
não se aplica
Apresentação: O Observatório dos Festivais é uma iniciativa inédita e única no Brasil e se constitui num conjunto de ações articuladas com os objetivos de pesquisar, divulgar e produzir conhecimento e informações sobre os festivais de artes cênicas no Brasil. A iniciativa nasceu do acúmulo de conhecimento, experiência e contato com festivais realizados de norte a sul do país aliado à vontade de contribuir para se pensar os festivais, potencializá-los, colocar os gestores em contato e divulgá-los nacionalmente, para os artistas, profissionais e outros interessados em geral. Idealizado por Marcelo Bones, o projeto tomou forma a partir da associação com Ângela Mourão e Bruna Sobreira, esta equipe com uma trajetória singular e reconhecida dentro da cena brasileira de teatro, usou de sua capacidade de articulação política, cultural e a expertise sobre os processos criativos, e projetos coletivos. O trabalho começou a ser desenvolvido em 2014, quando foi lançado em um evento nacional, realizado em São Paulo, com a presença de importantes lideranças do setor. A pesquisa abrange ações em campo, na análise de dados e na produção de conteúdos para artigos publicáveis, exigindo uma equipe qualificada academicamente falando, mas principalmente que tenha a habilidade da articulação, do desenvolvimento de capital social e político. Os conteúdos e dados coletados são publicados no site do observatório, sendo uma ferramenta importante de devolutivas do trabalho feito em campo. As redes sociais também contribuem por manter os dados em circulação, serão atividos fóruns temáticos, para que a cadeia produtiva como um todo, seja ponto de debate e aprofundamento de novas perspectivas cooperadas e compartilhadas. Além disso, o Observatório se constitui num lugar de encontro e um coletivo permanente entre os interessados nos festivais de teatro no Brasil. Prioritariamente, o foco é o teatro, mas a plataforma tem ampliado as fronteiras, embora de maneira ainda tímida, para as artes cênicas e artes performativas de maneira geral, e que a partir deste projeto, será possível de forma efetiva. Trabalhamos com quatro frentes: informações sobre os festivais, notícias, diários de bordo e artigos técnicos sobre o tema, conteúdos que pretendem ser ampliados, bem como a catalogação de festivais pelo território brasileiro. O Observatório prevê também atividades de reflexão, como a organização de encontros, seminários e pesquisas sobre o universo dos festivais no Brasil. Atualmente nossa demanda é de modernizar, ampliar, consolidar e profissionalizar, incorporando novas metodologias de pesquisa, além de programas que analisam previamente os dados. O Observatório dos Festivais que, até então, vem sendo gerido de forma voluntária pelos participantes, avança uma etapa e com os recursos das leis de incentivo, poderá remunerar todos os profissionais envolvidos. Inclui-se nesta demanda a publicação de artigos técnicos, organização de encontros e seminários, participação presencial em festivais, participação em debates e reuniões, e realização de pesquisas. A garantia de recursos, dará ao Observatório, a possibilidade de buscar institutos de pesquisa parceiros, interessados em levantar informações sobre os festivais e suas relações com os territórios geográficos, culturais e população. Atualmente o Observatório vem desenvolvendo parceria com um doutorando da UNB, para atualizar dados coletados no período entre 2015 e 2018. Tal atividade é um exemplo do que pode ocorrer quando surgirem parcerias como esta. A participação dos gestores do Observatório em campo, nos festivais nacionais e internacionais, possibilitará conhecer de perto as formas de produção, como os resultados a médio e longo prazo, material exclusivo para a geração de conteúdo, como também para divulgar as ações do Observatório dos Festivais. É importante ressaltar que o Observatório não pretende avaliar festivais ou os espetáculos que deles participam. Não é um projeto de crítica mas, sim, de produção de conhecimento em torno desse universo, buscando uma compreensão maior sobre esse fenômeno que se expandiu por todo o território nacional em variadas formas e representa hoje um dos principais mecanismos de circulação da produção brasileira de artes cênicas nacional e internacionalmente. Objetivo geral: Retomar as ações do Observatório dos Festivais (2014), recolocando a sua equipe em campo, pesquisa, mapeamento e tratamento dos dados qualitativos e quantitativos acerca dos Festivais de Artes Cênicas na cena nacional e internacional. Objetivos específicos: 1. Contratar equipe qualificada, 1 antropologo, 1 sociólogo, 2 jornalistas, 2 gestores culturais, 1 webdesigner, 1 produtor, 1 editor. 2. Contratar programa de análise de dados com foco em ciências sociais aplicadas. 2. Disponibilizar os dados colhidos em campo, e tratados, no site do Obervatório. 3. Ampliar o número de festivais informados em 50%. 4. Produzir dois artigos por semestre, convidando autores nacionais e internacionais, que sejam curadores, programadores e/ou coordenadores de Festivais de Artes Cênicas. 5.Viabilizar a participação de dois representantes do Observatório em no mínimo 6 festivais nacionais e 4 internacionais para conhecer a estrutura, missão, metodologia, critérios da curadoria, alcance (de público e econômico).
Justificativa cultural: Os festivais de artes cênicas se transformaram num fenômeno de grandes proporções em todo o mundo e no Brasil, com expansão nas últimas décadas em todo o território nacional, apesar da forte interrupção pela pandemia entre 2020 e 2023, sendo retomados a partir de 2023. Desenhou-se nos últimos 30 anos uma multiplicidade de eventos, chamados festivais ou mostras, que vão além da quantidade espalhada em todo o país, mas também na abrangência (nacional, internacional, regional, local, itinerante etc.), nas especificidades das linguagens (teatro, teatro de bonecos, animação, teatro de rua, dança, circo etc.), nos formatos (competitivos ou não) e no caráter da gestão (públicos ou privados, profissionais ou amadores etc.). Alguns dados nos dão uma ideia da importância desses eventos no Brasil, como, por exemplo, aqueles levantados pelo Núcleo dos Festivais de Teatro Internacionais do Brasil, coletivo que reúne os seguintes festivais: Porto Alegre em Cena (RS), Festival Internacional De Teatro _ Palco & Rua De Belo Horizonte (MG), Fiac Bahia (Ba), Janeiro De Grandes Espetáculos (PE), Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (SP), Cena Contemporânea _ Festival Internacional De Teatro De Brasília (DF), Festival Internacional De Londrina (PR), Tempo Festival Das Artes (RJ). Apenas nesse Núcleo, formado por poucos embora grandes festivais, nas edições de 2011 foram 81 espetáculos internacionais oriundos dos cinco continentes, 289 espetáculos nacionais de todas as regiões do país e 173 espaços ocupados (dentre teatros, centros culturais e palcos em praças e ruas) nas oito cidades onde foram realizados (dados apresentados pelo Núcleo dos Festivais, em documento conhecido como Carta de Recife). Além de serem dados antigos (depois disso não se conseguiu consolidar informações) eles nos trazem apenas uma amostra do grande universo que movimentam as centenas de festivais realizados anualmente no Brasil. Entre 2015 e 2018, uma parceria entre o Observatório dos Festivais, a Rede Brasileira de Festivais, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Universidade Federal de Minas Gerais, realizaram levantamento de dados referentes às edições desses 4 anos, com questionários respondidos por mais de 80 festivais de norte a sul do país. Esses dados foram publicados pelo Observatório em 2019, e podem ser acessados no seguinte link: https://shorturl.at/RvW0k Esta tentativa de criar um sistema de informações, estudando as edições dos festivais ao longo do tempo, apontou que em 92 edições estudadas foram realizados 2.602 espetáculos em 5.283 apresentações. O público foi de aproximadamente 1.948.000 espectadores, em eventos mais concentrados no Sudeste, principalmente São Paulo, mas com presença em todas as regiões do Brasil. Estes dados nos mostram a grandeza da atividade, e ao mesmo tempo evidenciam a falta de dados atualizados do fenômeno que segue acontecendo e se reorganizando no período pós-pandemia que abateu fortemente o setor. A existência do Observatório dos Festivais é de extrema importância para acompanhar, estimular e estudar a realização desses eventos, buscando contribuir na articulação, divulgação, planejamento e interlocução com setores públicos de fomento, bem como com setores privados de patrocínio e financiamento. Os festivais são fatores decisivos para a difusão e circulação da produção de artes cênicas, promovem um abrangente trabalho de formação de público, fomentam o intercâmbio nacional e internacional, colaboram na qualificação artística, técnica e de gestão, contribuem para a difusão da imagem do Brasil no exterior, além de impulsionar mercados de trabalho e economias locais. Isso sem mencionar a interface gerada com outros setores da economia e da sociedade, tais como turismo, educação, tecnologia, comunicação, ação social, entre outros. Entretanto, mesmo com toda essa dimensão cultural, econômica e histórica que os festivais se configuram para a produção artística nacional, não existe no país um pensamento cumulativo, sistemático e analítico a respeito desses eventos. Os próprios festivais têm dificuldade em acumular e analisar seus dados, muitas vezes são precários na divulgação de suas informações e pouco sistematizam suas relações com seu entorno institucional (plateias, poderes públicos, patrocinadores, parceiros etc.). Por outro lado, ainda são pouco debatidos, pesquisados e estudados, além de não receberem um olhar planejado das políticas públicas, nas especificidades que o fenômeno exige, não havendo, sequer, um mapeamento do fenômeno no país. A reflexão e o pensamento que os rodeiam são hoje fragmentados e difusos. Existem iniciativas com o mesmo cunho, porém, ainda são incipientes - o Observatório dos Festivais se tornou destaque nacional - por ser uma ferramenta que converge as informações que são necessárias no dia a dia de realizadores, produtores, curadores, artistas, governos, patrocinadores e público em geral, contribuindo não só por disseminar o conhecimento, mas como termômetro e indicador de qualidade técnica e artística dos festivais. Ativo desde 2014, o processo foi interrompido pouco antes da pandemia, gerando um vazio de quatro anos, para projetos que trabalham com pesquisa, há muita coisa que ser atualizada, dada a velocidade dos eventos, construções e reconstruções do fazer artístico. O projeto busca contribuir de forma incisiva e determinante, na produção de conhecimento e pesquisa através da concentração de informações atualizadas sobre os festivais, essa figura coletiva, diversa culturalmente e difusor do trabalho do artista. O projeto, entre tantos pontos fortes, destaca-se como braço da política pública, quando reúne registros, memórias, imagens, capital social, o perfil de cada festival, dando a quem lê, um campo maior de possibilidades de trabalho, distribuindo de forma gratuita nas redes sociais e plataformas. Nos últimos anos, perdeu-se muitas frentes de trabalho, teatros, grupos, coletivos, festivais, deixaram de produzir arte, e vemos uma retomada, ainda lenta, mas consistente, por isso, o observatório escolheu este momento, para conseguir mapear as novas e antigas iniciativas. Os ecos de um projeto como esse são inestimáveis no que diz respeito a impulsionar a circulação da produção cultural brasileira e na referência que ele pode se tornar aos que pretendem lançar festivais, fortalecendo as raízes culturais de sua região, assim como para os que se preocupam em preservar esses fenômenos de expressão artística e caldeirões de formação de público, além de serem importantes geradores de emprego e movimentadores das economias locais. Pela abrangência da ação proposta, pelo caráter democrático e público da sua função, é que o Observatório dos Festivais necessita de parceria para solidificar sua estrutura, ampliar suas atividades, aprimorar suas ferramentas de comunicação e consolidar seus programas de reflexão, de estudo, pesquisa e debate com os agentes envolvidos. O próprio Observatório em si, tem uma dimensão de estudo, a sua dinâmica amplia o campo de possibilidades para o desenvolvimento profissional de atores das mais diversas áreas, não só das artes cênicas, mas de TI, de publicidade e marketing, de logística, abre espaço para estagiários, novos criadores, movimentando este setor da economia criativa, apontando indicadores mensuráveis para o pensamento social brasileiro e a construção de políticas públicas. Dada a consistência da proposta, o se objetivo coletivo e socializador, democratizando o acesso à informação primordial para a arte com sua centralidade no mundo do trabalho, acreditamos que o Observatório dos Festivais é relevante para aprovação, a considerar seus desdobramentos científicos, incorporando e maximizando a cadeia produtiva da cultura. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;
As viagens serão feitas por Marcelo Bones e Angela Mourão.
não se aplica
Plano de acessibilidade: Site Observatório dos Festivais ( produto principal) Acessibilidade física: Sempre que forem produzidas ações presenciais. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras. Acessibilidade visual: audiodescrição. Acessibilidade atitudinal: Na equipe teremos um consultor de acessibilidade, para encontrar o melhor caminho de inclusão coletiva, para que qualquer pessoa possa acessar o seu conteúdo. Acessibilidade intelectual: o site terá a funcionalidade de mudança de cor de fundo, para que pessoas com a síndrome de Irlen (alteração visuoperceptual, causada por um desequilíbrio da capacidade de adaptação à luz que produz alterações no córtex visual e déficits na leitura) e outras similares, possam acessar o conteúdo.
ps: o projeto não tem cobrança de ingresso, portanto, está isento da contrapartida social. Assim, dentro do perfil do projeto, salientamos que: os downloads serão gratuitos e com orientações para serem baixados. Os registros da execução dos projeto, que inclui presença nos festivais, conferências, pesquisas, serão compartilhado nas redes sociais. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Marcelo Bones ( função no projeto: Diretor, editor e pesquisador) ATIVIDADE ARTÍSTICA COMO DIRETOR DE ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS: - Participou de festivais, cursos e seminários no Brasil e exterior com seus espetáculos ou como debatedor, palestrista, mediador, professor, ou observador. Dentre eles: Festivais Internacionais de Teatro em Buenos Aires, Santiago a Mil do Chile, Iberamericano de Bogotá, Festival de Moscou, FILO - Festival Internacional de Teatro de Londrina, Porto Alegre em Cena, Anjos do Picadeiro - Encontro Internacional de Palhaços, Encontro Internacional de Teatro de Grupo (Argentina), I Festival de Cultura da Rua - Bogotá (Colômbia), Festival de Teatro de Avignon (França), Festival de Teatro de Rua de Aurrilac (França), Festival de Teatro do Gesto de Perigueux (França), Guaramiranga, Manaus, Rio Branco, Grec Barcelona, Feira de Música de Tárrega, Valladolid, IIIª Mostra Brasileira de Teatro de Grupo – São Paulo. É fundador e diretor do Grupo Teatro Andante, com 28 anos de atuação, que é hoje um dos mais atuantes e importantes grupos de teatro de Belo Horizonte, tendo participado de festivais nacionais e internacionais. (www.teatroandante.com.br) Direções mais destacadas de espetáculos teatrais: LAMA – espetáculo sobre a tragédia do rompimento da Barragem de Fundão em Mariana, estreado em junho de 2018. TRAVESSIA - um espetáculo de percurso, estreado em junho de 2013 em Fafe, Portugal. A HISTÓRIA DE ÉDIPO, com o Grupo Teatro Andante, junho de 2008. CEM MIL DERRADEIROS INSTANTES, com formandos do CEFAR,estreado em julho de 2006. O ÚLTIMO INVERNO, com o Grupo Boca de Baco de Londrina, estreado em maio de 2006. ESTADO DE SÍTIO, com o Oficinão do Galpão, estreado em dezembro de 2005. BICICLETA BRANCA, com o Grupo ArCênico, estreado em junho de 2004. À SOMBRA DO SUCESSO, com a Companhia Burlantins, estreado em 2003. UM TREM CHAMADO DESEJO, com o Grupo Galpão, estreado em 2002. OLYMPIA, com o Grupo Teatro Andante, estreado em 2001. O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO, com o Grupo Trama, estreado em 2001. NA LATA, espetáculo teatral com moradores de rua de Belo Horizonte, realizado em 2000. RADICAL BRECHT, com formandos do CEFAR, estreado em 1999. MUSICLOWN, com o Grupo Teatro Andante, estreado em 1998. O BEIJO NO ASFALTO, montagem clownesca de Nelson Rodrigues para rua, estreado em 1997, com Cia Reviu a Volta. AS MULATAS DE CHICO RODRIGUES, com o Grupo Deu Pala, estreado em maio de 1996. Esses espetáculos têm amplas trajetórias em festivais pelo Brasil e no exterior. ATIVIDADES COMO PROFESSOR E FORMADOR esponsável pela capacitação e formação das companhias de artes cênicas das Ilhas Canárias/Espanha, para a sua participação em MAPAS – Mercado das Artes Performativas do Atlântico Sul, em 2017 e 2018. Idealizador e Coordenador do Curso de Capacitação para Cias teatrais de Belo Horizonte com a elaboração de um planejamento estratégico para a sustentabilidade destas cias (180 horas). Ministrante da Oficina “Caminhos para a Circulação Nacional e Internacional” em diversas cidades no Brasil entre elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Londrina, Goiânia, Recife, Fortaleza, etc. Ministrante de oficinas de formação e treinamento do ator em mais de 40 cidades do Brasil e em alguns países fora do Brasil. Professor de Interpretação no Curso Profissionalizante de Ator da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes) de Belo Horizonte, de 1989 a 2017. Lecionou no Teatro Universitário da UFMG e na Oficina-PUC de Teatro em Belo Horizonte. Participou da concepção e implantação do projeto Galpão Cine Horto - Oficinão, em 1997. Em sua edição de 2005 foi coordenador, professor e diretor do espetáculo ”Estado de Sítio”. Consultor da ONG Circo de Todo Mundo, organização cultural/social ligada ao Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua de agosto de 1997 à fevereiro de 1999. ALGUNS ARTIGOS PUBLICADOS EM LIVROS E JORNAIS SOBRE ARTE, CULTURA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL: Catálogo do Projeto Palco Giratório: Um olhar sobre os Festivais – 2017 (http://bit.ly/sobrefestivais Livro O que pensam os Curadores de Artes Cênicas de Michele Rolim – Entrevista - 2017 Revista Argentina Todavía: Políticas Públicas para las Artes, 2016 (http://www.revistatodavia.com.ar) Portal de Teatro Terceiro Sinal e Observatório dos Festivais: Teatro - Dilemas e Possibilidades da Circulação Internacional (http://bit.ly/internacionalização1) Revista Trama em Revista – Artigo Maia - 2011 Revista Sub-texto, No 4, publicada pelo Galpão Cine Horto: Teatro de grupo, grupo de teatro – 2007 (http://bit.ly/subtexto) Jornal Estado de Minas com o texto: Meninos de Rua e Cultura, 1996 Livro “O Lúdico e as Políticas Públicas”, com o texto: Arte e Meninos de Rua, publicado pela Secretaria Municipal de Esportes e pela Faculdade de Educação Física da UFMG, 1995 Livro “A la recherche des enfants des rue”, com o artigo: Art et population de rue à Belo Horizonte, da Editora Karthala, Paris, França, 1998. ATIVIDADES COMO PARTICIPANTE DE MOVIMENTOS ARTÍSTICOS – CULTURAIS: Fundador e Conselheiro Nacional do REDEMOINHO, movimento de representação de aproximadamente 70 grupos teatrais brasileiros, de 2006 a 2009. Fudador e articulador da Rede Brasileira de Teatro de Rua, em 2006. Esta Rede conta com aproximadamente 400 artistas de rua de quase todos os estados do Brasil. Fundador do Movimento de Teatro de Grupo de Minas Gerais e seu primeiro presidente e secretário de 1992 a 1995. Ainda hoje o Movimento é uma importante entidade de representação política dos grupos do estado de Minas Gerais. Um dos criadores do Movimento Brasileiro de Teatro de Grupo, nos anos 90, que teve atuação destacada durante os três anos de sua existência. Ângela Mourão ( função no projeto: produtora, pesquisadora ) Atriz, diretora, bailarina, dramaturga. Graduada Em Psicologia pela UFMG e Mestra em Letras – Literatura pela PUC-MINAS, com dissertação sobre o texto no teatro contemporâneo. Fundadora do Grupo Teatro Andante, onde participa desde 1990 de todos os espetáculos, como atriz e às vezes como diretora, e da produção, além de realizar atividades de formação teatral. Espetáculos do Grupo Teatro Andante em que participa: LAMA, 2018; Olympia, estreado em 2001 e em circulação até hoje, A Travessia, filme de longa metragem, realizado em Portugal em 2013; BarbAzul, 2010 (direção e atuação); A História de Édipo, em 2008; A Quinta Sanfoninha de Beethoven, em 2005; Musiclown de 1998 até 2006; Tauromaquia, em 1995; Por Um Triz, 1992; O Berro ou Como a Rádio Confusão Conta História de Princesa e Dragão, 1990; Palhaçadas Em Geral, 1989. Participa também de espetáculos como atriz convidada por outros grupos, tais como: O Debate, temporada em 2022, direção de Adyr Assunção. Meus Lábios se Mexem, presencial e on-line em 2020 e 2021, direção de Adyr Assunção. Siete Momentos de Cualquier Manera, direção de André Carreira, teatro audiovisual, em 2020. Pequena Coleção de Frases em Tempos de Profundos Pensamentos, direção de Narciso Telles, teatro audiovisual, 2021. Dança Para Árvore, Com Tarcísio Ramos e Gabriela Cristófaro, 2010. Denunciados Pela Linguagem, direção de Sammer Lego, 2011. Como diretora, realizou cinco espetáculos: Receitas para não morrer de amor, 2017; Antepenúltima Estação, 2013; Travessia - um Espetáculo de Percurso, 2013 - em codireção com Marcelo Bones, BarbAzul, 2010; A Barrigada, 2004; Mais Um, de Cássio Pires, leitura dramática em 2005. Assina a dramaturgia de: Antepenúltima Estação e a coordenação dramatúrgica de A Barrigada. Participa da criação dramatúrgica de todos os outros espetáculos do grupo. Co-autora de Travessia – um Espetáculo de Percurso, e do filme A Travessia, realizados em Portugal, durante processo de residência artística em 2013. Assessora na área de trabalhos corporais para o ator; Professora de expressão corporal e interpretação no CEFAR- Centro de Formação Artística do Palácio das Artes de 1990 a 2017. Professora de técnicas corporais, técnicas circenses aplicadas ao teatro e formação do ator em oficinas ministradas pelo Grupo; Participa também da elaboração dos projetos, captação de recursos e na produção geral dos espetáculos do Grupo; Durante toda sua trajetória, participa de ações de intercâmbio e compartilhamento de grupos de teatro tais como a Rede de Teatro de Rua de Belo Horizonte e nacional, do Redemoinho, movimento nacional de grupos de teatro, Nova Cena, Linea Trasversale - movimento de teatrantes de diversos países do mundo, com sede na Itália e Platô (reunião de quatro grupos mineiros – Andante, Luna Lunera, Espanca e Invertido - para ações de internacionalização do teatro). Nos últimos anos circulou com o espetáculo Olympia pela quase totalidade dos estados brasileiros e sete diferentes países da América Latina e Europa (Argentina, Paraguai, Colômbia, Venezuela, Panamá, Portugal e Espanha).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.