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Realização de montagem e temporada de apresentações do espetáculo de teatro musical intitulado "Abá e sua banda", com texto de Silvia Fraiha. A montagem reúne diversas linguagens cênicas _ teatro, circo, dança, videografismo e música _ para contar a história de Abá, príncipe do reino de pomar, e sua luta pela preservação da natureza, onde a arte tem papel fundamental.
Abá é um jovem príncipe cujo maior desejo é ser músico. A música sempre foi o elo entre Abá e sua mãe, a falecida Rainha Nanás, lembrada como a maior cantora de Pomar. É através da música, tocada durante o Festival da Primavera, que acontece a renovação da natureza, já́ que ela atrai as abelhas que polinizam as flores e garantem a continuidade da vida no reino. Seu pai, o Rei Caxi, deprimido desde a morte da Rainha, que faleceu atingida por fogos de artifício, cantando no Festival da Primavera, caiu em depressão e deixou o Reino aos cuidados de Don Coco, seu primo, banindo o Festival para longe do Castelo. Dez anos depois do acidente, o Rei quer coroar seu filho Abá para resolver problemas do reino. Ele alega que já esta “passado” e precisa que seu filho assuma essa responsabilidade. Porém Abá só́ pensa na música e em tocar no Festival da Primavera como sua mãe. Escondido do pai ele se veste de roqueiro e sai pelas ruas de Pomar sem ser reconhecido. Participa do concurso de bandas, com seus amigos e sua banda é escolhida para abrir o Festival.Abá tem a ilusão de que seu pai vai entender sua posição de tocar no Festival antes de assumir o reino. Mas seu pai é categórico e deixa claro que não vai permitir que isso aconteça e pretende coroá-lo o mais rápido possível. Sem alternativa Abá foge do castelo e viaja com sua banda para tocar no Festival. Nessa jornada rumo ao Festival, Abá, junto com seus amigos Ana e Juca, conhece a guardiã da floresta e seu povo, assiste aos guardas de Don Coco destruir a floresta, observa que o rio foi desviado e que a população está sofrendo com falta de água, e pior que Don Coco, seu tio, é o causador de tudo isso. Com sua coragem Abá lidera os rebeldes, o povo Jabutikabas e toda a população do reino, de volta ao castelo para liberar seu pai, preso pela guarda de Don Coco e salvar o reino da destruição iminente.
Objetivos Principais Realizar um projeto cultural na área das artes cênicas que prevê a montagem, estreia e temporada de apresentações na cidade do Rio de Janeiro, do espetáculo de teatro musical intitulado "Abá e sua banda". A montagem, que parte de texto teatral adaptado por Silvia Fraiha do roteiro original da animação "Abá e sua banda" da Fraiha Produções, envolve a fusão de várias linguagens cênicas, utilizando recursos do teatro musical, do circo, da dança, de projeções em vídeo e da música, para transpor para o palco a história de Abá, príncipe do reino de pomar, e sua luta pela preservação da natureza, onde a arte tem papel fundamental. A montagem dirigida por Ernesto Piccolo aposta numa narrativa cênica lúdica, que será construída através das imagens, do movimento, da música e do jogo cênico entre os atores. Objetivos Específicos - Realizar uma temporada de dois meses, na cidade do Rio de Janeiro, com três sessões semanais, sempre de sexta a domingo, totalizando 24 (vinte e quatro) apresentações abertas ao público, com meta de atingir 16.800 espectadores ao longo da temporada. A montagem não se dirige somente ao público infantil, jovens e adultos serão muito bem-vindos. - Realizar 01 (uma) ação de contrapartida social: 01 ensaio aberto com palestra em forma de bate papo ao final da apresentação, para grupo de alunos e professores da Rede pública de ensino. Público estimado: 900 pessoas. - Transmitir mensagem ecológica sobre a importância da preservação do meio ambiente, usando o teatro musical como veículo. - Desenvolver um projeto cultural, oferecendo postos de trabalho temporário na cidade do Rio de Janeiro para diversos profissionais do setor das artes, tais como: atores, atrizes, circenses, músicos, cenógrafo, figurinista, aderecista, iluminador, diretor artístico, coreógrafo, artistas visuais, camareiras, contrarregras, maquinista, técnicos de luz / som / vídeo, produtores, pessoal de administrativo, entre outros.
O apoio do Ministério da Cultura através da Lei federal de incentivo à Cultura _ Lei Rouanet _ é fundamental para o projeto de teatro musical intitulado "Abá, e sua banda", na medida em que agrega valor financeiro, através do benefício de isenção fiscal para possíveis apoiadores e patrocinadores, aos valores artísticos e culturais já presentes no projeto, aumentando a sua potencialidade e capacidade de captação dos recursos necessários para a sua realização. O referido apoio justifica-se por ser um projeto que converge com vários princípios e procedimentos destacados pela Lei 8313/91, como exposto nas próximas linhas. "Abá, e sua banda" é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público em geral, com classificação indicativa livre para qualquer idade, através de vendas e distribuição gratuita de ingressos, além de medidas de acessibilidade, atendendo aos portadores de necessidades especiais. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto "Abá e sua banda" prevê a montagem teatral de um texto criado a partir da animação de mesmo título de autores brasileiros, estando, dessa forma, de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", e inciso VIII que diz: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX que diz: "priorizar o produto cultural originário do País". O projeto "Abá e sua banda" tem por objetivo, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a realização de apresentações de um espetáculo de teatro musical voltado para o público em geral, classificação indicativa livre para qualquer idade, com acesso pago, gratuito, e aberto, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso II - linha "c", que diz: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", linha "e", que diz: "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". O projeto "Abá e sua banda" prevê acesso gratuito, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso IV - linha a que diz: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".
Trata-se de um espetáculo de artes cênicas, do gênero teatro musical, com cenografia, figurinos e adereços criados especialmente para a montagem, além de trilha musical original composta, projeto de iluminação cênica e videografismo, recursos artísticos usados à serviço da narrativa da história. A montagem conta com a atuação de 10 artistas entre atores e atrizes, que cantam, dançam e dominam técnicas circenses. ABÁ E SUA BANDATexto adaptado do roteiro do longa metragem em animação de mesmo título.Canções originais composta.16 cenas, incluindo 09 números musicais.70 minutos sem intervalo.
Nas formas da Lei previstas nos artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015; e artigo 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999; e Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018 o presente projeto prevê as seguintes ações de acessibilidade, que garantem a inclusão de pessoas com deficiência ao longo da temporada do espetáculo “Abá e sua banda”. 1. Produto – Espetáculo de teatro: No que diz respeito à acessibilidade física: - Compromisso em realizar a temporada de apresentações de “Abá e sua banda” em teatro localizado na cidade do Rio de Janeiro que possua todas as estruturas necessárias ao atendimento a pessoas com deficiência, tais como: rampas de acesso facilitado, espaços destinados à cadeirantes, banheiros adaptados para atendimento especial, funcionários treinados para atender e auxiliar gentilmente pessoas com deficiência e idosos. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo: - Tradução em libras, incluindo a divulgação da acessibilidade nos meios de comunicação do espetáculo;- Produção de material escrito em braile: programa da peça incluindo descrição de cenografia e dos vários visuais do videografismo do espetáculo, para maior aproveitamento do espectador com necessidades especiais visuais. Incluindo a divulgação da acessibilidade nos meios de comunicação do espetáculo. - Medidas especiais para atendimento ao autista: Orientar equipe do local onde vai acontecer a temporada de “Abá e sua banda” sobre algumas medidas de fácil execução, que podem tornar a experiência do espectador com autismo mais prazerosa, tais como: Reserva de lugares nos corredores da plateia, ou lugares próximos à saída de emergência, para o autista e seus acompanhantes; na bilheteria e portaria de entrada atendimento preferencial, pra evitar filas; permitir a entrada na sala de apresentação antes do público geral, ou dar prioridade na entrada; evitar a sua permanência em filas de espera. Essas são algumas das ações que minimizam o desconforto que a aglomeração pode causar no autista. 2. Produto – Contrapartida social: 01 ensaio aberto e Ação complementar de democratização: 01 ensaio aberto No que diz respeito à acessibilidade física: - Compromisso em realizar a temporada de apresentações de “Abá e sua banda” em teatro localizado na cidade do Rio de Janeiro que possua todas as estruturas necessárias ao atendimento de pessoas com deficiência, tais como: rampas de acesso facilitado, espaços destinados à cadeirantes, banheiros adaptados para atendimento especial, funcionários treinados para atender e auxiliar gentilmente pessoas com deficiência e idosos. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo: - Tradução em libras, incluindo a divulgação da acessibilidade nos meios de comunicação do espetáculo; - Produção de material escrito em braile: programa da peça incluindo descrição de cenografia e dos vários visuais do videografismo do espetáculo, para maior aproveitamento do espectador com necessidades especiais visuais. Incluindo a divulgação da acessibilidade nos meios de comunicação do espetáculo. - Medidas especiais para atendimento ao autista: Orientar equipe do local onde vai acontecer a temporada de “Abá e sua banda” sobre algumas medidas de fácil execução, que podem tornar a experiência do espectador com autismo mais prazerosa, tais como: Reserva de lugares nos corredores da plateia, ou lugares próximos à saída de emergência, para o autista e seus acompanhantes; na bilheteria e portaria de entrada atendimento preferencial, pra evitar filas; permitir a entrada na sala de apresentação antes do público geral, ou dar prioridade na entrada; evitar a sua permanência em filas de espera. Essas são algumas das ações que minimizam o desconforto que a aglomeração pode causar no autista.
Nas formas da Lei, de acordo com a Instrução normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, seção II medidas de democratização do acesso, o presente projeto prevê a distribuição gratuita de 10% da lotação do teatro onde acontecerá a temporada, para organizações voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, ou instituições educativas que atendem população de baixa renda, de forma a garantir a democratização do acesso à cultura. Como complementação à democratização do acesso o projeto prevê ainda a realização de 01 ensaio aberto exclusivo para alunos da rede pública de ensino.
Proponente Expressão Piccolo ProduçõesA Expressão Piccolo Produções atua no presente projeto nas seguintes funções no projeto: direção artística (sócio Ernesto Piccolo), direção de Arte e cenografia (Sócia Carolina Piccolo), além de coordenação e gestão administrativa e financeira do projeto.Empresa de produção com sede no Rio de Janeiro, do diretor Ernesto Piccolo e da cenógrafa e diretora de arte Carolina Piccolo. Desde 2011 atua na área das artes cênica e audiovisual, envolvida em projetos de produção, criação e direção de espetáculos de teatro, e no campo da cenografia e direção de arte para cinema, séries e programas de humor para televisão. Em 2011 produziu o espetáculo para crianças “A estranha viagem de Maria Cecília” com texto de Carlos Cardoso e direção de Adriana Maia. O projeto foi realizado com recursos do Programa de apoio ao Teatro da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro (FATE). Vencedor na categoria MENÇÃO HONROSA do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2012. Cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro.Em 2015 e 2016 através de parceria com a Bromélia filmes, produziu o musical infantil “A Galinha Pintadinha em OVO DE NOVO” – projeto incentivado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura / Rouanet, com patrocínio Bradesco Seguros e Baby DOVE. Cumpriu temporada no Rio de Janeiro e São Paulo. Prêmio CBTJ de Teatro infantil na categoria de melhor videografismo. Ainda em 2015 e 2016 produziu “#broncadequê?” texto de Rogério Blat, direção Ernesto Piccolo, no elenco Karina Ramil, Lorena Comparato, Pedro Baião, Théo Nogueira, Renato Góes. Temporada Teatro das Artes (RJ), turnê pelas cidades Campinas (SP), São Paulo (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG). Projeto incentivado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura / Rouanet com patrocínio da Bradesco Seguros.Em 2017 e 2018 através de nova parceria com a Bromélia filmes, produziu o musical infantil “Lá na casa da Galinha Pintadinha”. Cumpriu temporada de apresentações no Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Recife (PE), Goiânia (GO) Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE).Em 2022, 2023 e 2024 produziu o espetáculo “Pormenor de ausência” – com texto de Lívia Baião e atuação de Giuseppe Oristânio. Espetáculo sobre a vida de João Guimarães Rosa. Cumpriu temporada de apresentações no Rio de Janeiro e circulou por diversas cidades de Minas Gerais. Em 2004 produziu em parceria com a DUETO Produções a comédia “Gostava Mais dos pais” com Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho, direção de Debora Lamm. Projeto incentivado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura / Rouanet com patrocínio da Porto Seguro, Banco Volkswagen, Ouro Card. Temporadas em São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro. Dramaturgia / Adaptação Silvia FraihaA Fraiha Produções foi fundada em 1995 por Silvia Fraiha. Desde então, a empresa produziu 7 longas-metragens, 3 documentários, incluindo os filmes de sucesso “Vai que dá certo 1” e “Vai que dá certo 2”, que levaram mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas. Além de vários projetos em desenvolvimento, a Fraiha está atualmente produzindo um projeto de animação multiplataforma chamado “Abá e sua banda”. Silvia Fraiha sempre esteve à frente da empresa e teve diferentes parcerias desde sua fundação. Website: https://www.fraihaproducoes.com.br/ Direção Ernesto PiccoloAtor e diretor que se destaca por sua versatilidade (teatro, TV e cinema). Alguns trabalhos realizados como diretor : “O Divã” (2005) com a atriz Lília Cabral, "Alice" (2003/4) espetáculo para crianças com a atriz Luana Piovani, "Mais Uma Vez Amor" (2003/4) texto de Rosane Svartman com Luana Piovani e Marcos Palmeira, “Seis aulas de dança em seis semanas “ com Suely Franco e Tuca Andrada , “Andança, Beth Carvalho o musical” texto de Rômulo Rodrigues com grande elenco, “Doidas e Santas” texto de Regiana Antonini a partir do livro de Martha Medeiros com Cissa Guimarães (2010 até 2024), “Igual a você” textos de Adriana Falcão, Lícia Manzo, Regiana Antonini e no elenco Camila Morgado, Bia Nunes e Anderson Müller (2010), “A História de nós dois” texto de Lícia Manzo com Alexandra Richter e Marcello Valle, DPA (2019 / 2023 e 2024), detetives do prédio azul, elenco original e “Simples Assim”2019, Martha Medeiros, com Júlia Lemmertz, Georgiana Goes e Pedroca Monteiro, “A História é uma HIstória” , Millor Fernandes (2022), com Paula Barros, Bruno Ahmed e Bruno Suzano, “O Livro dos Prazeres” , Clarice Lispector (2022) com Melise Maia e Rafael Queiroz, DUETOS” Peter Quilter (2022/2023/2024) Patricya Travassos e Eduardo Moscovis. Cenografia Carolina Piccolo e Marina RozenthalCarolina Piccolo é cenógrafa e diretora de arte. Formada em arquitetura pela PUC RJ, com pós graduação em curadoria de arte pela Faculdade Nova de Lisboa. Especializou-se em cenografia e direção de arte através de curso (2020) oferecido por Marcos Flaksman (ABC). Em 2023 assinou a cenografia da série para televisão, ainda inédita, “Clube Espelunca” onde também cumpriu função de assistente de direção de arte. No campo da cenografia foi assistente nos projetos de audiovisual: “Vai que cola” (2024), “Rei da feira” (2024), “Verônika” (2023), “Mussum, o filmis” (2022), “A sogra” (2022). Foi assistente de direção de arte no projetos de audiovisual “Galera FC” (2024), e foi assistente de produção de arte em inúmeros projetos de audiovisual, entre eles: “Capoeiras” (2024), “Arcanjo Renegado 3a Temporada” (2023), “Paulinho Gogó” (2022), “A Divisão” (2022), “Os Suburbanos” (2022), entre outros trabalhos. Marina Rozenthal é designer formada pela PUC RJ. Especializou-se em direção de arte através do curso “Fazendo Filmes: Direção de Artes” (2019) oferecido por Marcos Flaksman (ABC). Trabalhou como assistente de direção de artes de inúmeros projetos de audiovisual, entre eles: “Dias perfeitos” (cinema 2024), “Abraço de mãe” (cinema 2023), “Coreografia da vida” (cinema 2022), “Uma boa vilã” (cinema 2022). Entre outros trabalhos. Iluminação Ana Luzia Molinari de SimoniIluminadora Cênica, atua na área de teatro e show há 19 anos. Já trabalhou em inúmeros teatros e casas de show em todo país. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grandes nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas e faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais, musicais e shows. Iluminadora da artista Maria Bethânia desde 2019. Em 2023 foi indicada e vencedora do prêmio Shell 2023, pela iluminação do espetáculo FEIO e AZIRA Ì, indicada e vencedora do prêmio CBTIJ em 2018 com o espetáculo A MENINA E A ÁRVORE. Além de ter acumulado 10 indicações pelo seu trabalho: Prêmio Shell de teatro 2017, 2019 e 2023; Botequim cultural 2019; Prêmio APTR de 2023; Prêmio CBTIJ de teatro infantil 2016, 2018, 2019 e 2023; e Prêmio Zilka Salaberry 2018. Figurinos / visagismo Flavio SouzaFlavio Souza é ator, diretor de teatro, professor e ilustrador. Doutor em teatro pela UNIRIO, seus estudos de formação passam pela palhaçaria, dança contemporânea e narração de histórias. Fez colaborações artísticas com grupos internacionais e nacionais na criação de espetáculos contemporâneos. Ultimamente te investigado o teatro para crianças contemporâneos, além das 4 direções de espetáculos fez seu primeiro solo chamado ElefantE. Duas vezes indicado ao prêmio Shell de teatro como figurinista recebeu ainda algumas indicações no prêmio CBTIJ de teatro para crianças. Foi professor subistituto das principais escolas de formação artística do Rio de Janeiro: UNIRIO, Martins Pena e Universidade. Ministra oficinas online sobre cartografias de criação para processos criativos em arte, voltadas para artistas e educadores. Fez, também, a direção cênica dos grupos vocais BR6, Ordinárius e mais recentemento do grupo Equale. Direção Musical Milton GuedesMilton Guedes é cantor, compositor e, um dos mais renomados músicos brasileiros. Já acompanhou grande parte das estrelas da nossa música, como Lulu Santos, Roberto Carlos, Sandy e Junior, Rita Lee, Oswaldo Montenegro, Fabio Junior, Gilberto Gil, Caetano Veloso, com seus instrumentos (Saxofone, Gaita e Flauta) em trilhas, Cd’s, Dvd’s e shows. Direção de movimento e Coreografias Cristina MouraÉ diretora de espetáculos de teatro e dança contemporânea, coreógrafa e intérprete. Entre 1996 e 2003 viveu na Europa e integrou o Les Ballets C de La B de Alain Platel e Cia Mudances de Angels Marguerit, entre outras companhias. Em 2003 cria seu solo “like an idiot”, de grande êxito, que entre 2004 e 2011 foi mostrado em diversos países da Europa, América Latina, Estados Unidos, Canadá e Brasil. Em 2009 dirige “A mulher que matou os peixes… e outros bichos”, premiada peça, baseada em textos de Clarice Lispector. É colaboradora de Enrique Diaz em "Ensaio.Hamlet" e "Gaivota" e em 2010 co-dirige "OTRO", do Coletivo Improviso do qual faz parte, com este diretor. Em 2011 dirige "O menino que vendia palavras", baseada em livro de Ignácio de Loyola Brandão. Em 2012 cria, dirige e atua junto a Volmir Cordeiro o duo “peça coração”, a partir de texto de Rainer Muller. Em 2013 assina a direção de "Philodendrus, uma conferência imaginária", espetáculo de teatro dança para 6 atores onde também atua. Co-dirige também o espetáculo par crianças "Nós de borboletas", em parceria com Emilio de Mello. Colabora também com Pedro Brício, Bel Garcia e Lia Rodrigues. Em 2014 estreia "Retratos" solo com Carolina Cony, inspirado na obra de Cindy Shermann. Em outubro de 2015 apresenta “Exercícios para Sr. Silva” no Tempo Festival, uma ocupação do prédio do Oi Futuro Flamengo. Em 2016 colabora com Pedro Brício na peça infantil “A menina do dedo torto” e faz a direção de movimento na peça “Os Realistas” com direção de Guilherme Weber. Também em 2016 é co-diretora convidada no espetáculo “BISPO” de João Miguel sobre o artista Arthur Bispo do Rosário. Em 2016 dirige a peça “Nu de botas”, adaptação de texto homônimo de Antonio Prata, grande sucesso de público e crítica. “Nu de Botas” cumpre turnê pelo Brasil em 2017. Por “Nu de botas” Cristina Moura é agraciada com o Prêmio de melhor direção no Prêmio de Humor Fabio Pochat. Em 2017 colabora com Emilio de Mello no espetáculo “Estranhos.com”. Em 2018 colabora com "A última peça" direção de Danilo Grangheia para texto de Inez Viana. Desde 2015 vem atuando como preparadora de elenco em produções da Rede Globo de Televisão, como: “A Regra do Jogo”, “A força do querer”, “Deus salve o rei”, entre outras. Direção de Produção Dadá MaiaCom longa experiência na área de teatro, destacamos alguns trabalhos já realizados. Em 2022 Dadá Maia produziu o espetáculo circense “URUTU” com direção de Renato Rocha em uma parceria com a FUNARTE/Escola Nacional de Circo e Centro Cultural Banco do Brasil. O espetáculo foi realizado no estacionamento do CCBB com a participação de 35 jovens artistas circenses formados pela escola. Em 2019 produziu o espetáculo de teatro-dança “ÄGÔ” solo da artista Cristina Moura que foi apresentado no SESC Copacabana / Mezanino (RJ) e no SESC Consolação / Sala Beta (SP), e em 2021 no MID – Movimento Internacional de Dança no CCBB de Brasília. Ainda em 2019 Produziu o espetáculo “PI Panorâmica Insana” texto de André Sant’Anna, Julia Spadaccini e Jo Bilac, direção de Bia Lessa, no elenco Claudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo Apresentações no Festival Teatro e Movimento em Belo Horizonte no SESC Palladium e Festival Internacional de Teatro em Curitiba no Teatro Guaíra temporada no Teatro Prudential no Rio de Janeiro apresentações em Salvador no Teatro Castro Alves Apresentações no Festival Porto Alegre em Cena no Teatro SESI em Porto Alegre apresentação única no Theatro Municipal de São Paulo”. Em 2018 produziu “Mordidas” uma comédia satírica de Gonzalo de Maria com versão brasileira de Miguel Falabella, no elenco Regina Braga, Ana Beatriz Nogueira, Luciana Braga e Zélia Duncan, temporada abril/maio, no Rio de Janeiro no Teatro Fashion Mall/Sala 1. Em 2017 produziu “estranhos.com” uma comédia contemporânea de Laura Eason, com tradução de Sergio Flaksman, direção de Emilio de Mello, no elenco Deborah Evelyn e Jhonny Massaro, temporada março e abril no Teatro VIVO em São Paulo, e de maio a julho no Rio de Janeiro no Teatro das Artes localizado no Shopping da Gávea. Em 2016 produziu “Hora Amarela” de Adam Rapp, com tradução de Isabel Wilker, direção de Monique Gardenberg, no elenco Deborah Evelyn, Isabel Wilker, Emilio de Mello, Darlan Cunha, Daniele do Rosário, temporada no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, e em São Paulo no SESC Bom Retiro. Ainda em 2016 produziu “Nu de Botas” espetáculo criado a partir do livro, de mesmo título, de Antonio Prata, com dramaturgia de Cristina Moura e Pedro Brício, direção de Cristina Moura, no elenco Inez Viana, Isabel Gueron, Renato Linhares, temporada no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e em São Paulo no SESC Belenzinho; entre outros muitos trabalhos. Elenco à definir em audições públicas na ocasião de execução do projeto. Previsão de elenco: 10 artistas
Periodo para captação de recursos encerrado.