| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07441209000130 | Banco Moneo S/A | 1900-01-01 | R$ 720,0 mil |
| 88611835000129 | Marcopolo S.A. | 1900-01-01 | R$ 580,9 mil |
| 35820448000136 | White Martins Gases Industriais Ltda. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 89086672000175 | MAQUINAS SANMARTIN LTDA | 1900-01-01 | R$ 115,0 mil |
| 24380578000189 | WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 01650515000108 | MARTINELLI ADVOCACIA EMPRESARIAL | 1900-01-01 | R$ 57,0 mil |
| 88614342000142 | Meincol Distribuidora de Aço Ltda | 1900-01-01 | R$ 53,0 mil |
| 23229199000120 | J. MARTINELLI SOCIEDADE DE ADVOGADOS | 1900-01-01 | R$ 53,0 mil |
| 11008806000142 | Sighra Tecnologia em Rastreamento Ltda. | 1900-01-01 | R$ 19,7 mil |
| 01956397000152 | MULTISAT SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 13,5 mil |
| 14521150000155 | NEWCARD - SOLUCOES INTEGRADAS EM MEIOS DE PAGAMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 6,7 mil |
Apresentamos o projeto "Jornada O Futuro que Queremos", uma iniciativa que visa transformar a vida de 2612 adolescentes de 12 a 16 anos através de oficinas culturais gratuitas. O projeto será realizado nas cidades de Caxias do Sul - RS e São Mateus _ ES, oferecendo oportunidades para jovens de escolas públicas explorarem e desenvolverem suas habilidades culturais, ampliarem seu repertório e vislumbrarem futuros coletivos.
Não se aplica.
O projeto ?Jornada O Futuro que Queremos? está em execução desde maio de 2025. No plano vigente para o ano de 2026, estão sendo desenvolvidas as seguintes oficinas:CinemaDesenhoDesenho e CriatividadePrática de CantoPensamento ComputacionalAula de PercussãoAula de TrompeteAula de TromboneOficinas Criativas de Pensamento AnalógicoOficinas Criativas de ModaOficina de RimaGravação de Rima e Poesia dos PampasOficina de Poesia dos PampasOficina de Poesia de RuaOficina de DJOficina de Dança de RuaOficina Criativa em Produção MusicalPara 2026, propõe-se manter as oficinas iniciais do projeto e a inclusão de novas oficinas que ampliam e qualificam o percurso formativo do projeto, incorporando linguagens artísticas, científicas e comunicacionais contemporâneas, sem prejuízo às atividades já em andamento:Oficina de ViolãoOficina de FotografiaOficinas Criativas em Química e Biologia, com desenvolvimento de experimentosOficina de PodcastOficina de Escrita CriativaOficina de Redes Sociais e Criação de ConteúdoOficina de Edição de VídeoPreparação VocalJazzK-PopOficinas Criativas em IA
O projeto "Jornada O Futuro que Queremos" visa oferecer oficinas culturais gratuitas para 2612 adolescentes de 12 a 16 anos em Caxias do Sul - RS e São Mateus _ ES. A implementação desse projeto requer um financiamento adequado para garantir sua execução com qualidade e alcançar os objetivos propostos. Nesse contexto, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8313/91, é fundamental para viabilizar o desenvolvimento e a realização das atividades planejadas. A Lei 8313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura, estabelece o apoio a projetos culturais por meio de mecanismos de incentivo fiscal, que são cruciais para a execução de iniciativas culturais que, de outra forma, poderiam não encontrar recursos suficientes. O "Jornada O Futuro que Queremos" se encaixa nos seguintes incisos do Art. 1º da referida lei: Incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 que a proposta se enquadra: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Inciso V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Incisos do Artigo 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados com o projeto: Inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A desigualdade social no Brasil permanece um desafio profundo, impactando especialmente os jovens das classes mais vulneráveis. A evasão escolar, resultado de fatores como a escassez de oportunidades, desigualdade de renda e a inadequação das escolas, impede que muitos jovens alcancem seu pleno potencial. O projeto "O Futuro Que Queremos" oferece uma solução ao proporcionar oficinas culturais que visam ampliar o repertório artístico e intelectual dos jovens em situação de vulnerabilidade. Essas atividades estimulam o pensamento crítico e criativo, abrindo novas perspectivas e caminhos para o desenvolvimento pessoal e profissional. Ao explorar suas habilidades, os jovens são incentivados a se tornarem protagonistas de suas próprias histórias, com mais autonomia e visão de futuro. Por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, o projeto pode oferecer a estrutura necessária para garantir que essas experiências transformadoras atinjam seu máximo potencial, criando oportunidades reais de mudança e promovendo a cultura como um agente de transformação social e pessoal.
Não se aplica
Os locais para a realização das oficinas serão escolhidos levando-se em conta o Art 27 da Lei 8.313: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e Também será disponibilizado intérprete de libras nas oficinas, conforme necessidade: II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.
Todas as oficinas serão oferecidas gratuitamente para 2612 estudantes da rede pública de ensino das cidades de Caxias do Sul - RS e São Mateus - ES.
Fundação Marcopolo: A Fundação será responsável pela gestão integral do projeto, coordenando todas as etapas de planejamento e execução. Além disso, ficará encarregada da produção geral das oficinas, garantindo que sejam ofertadas com qualidade e dentro dos prazos estabelecidos. Com uma equipe especializada, a Fundação organizará a logística, contratação de profissionais, aquisição de materiais e divulgação das atividades, proporcionando uma experiência enriquecedora para os participantes e fortalecendo o impacto social e cultural do projeto na comunidade. Giovana Mazzochi, nascida em 18/06/1983, é graduada em Educação Artística pela Universidade de Caxias do Sul e possui uma vasta formação em design e multimídia. Desde 2009, lidera o estúdio Gio e Doug Artes, atuando como produtora cultural, artista plástica, designer gráfico e professora. Tem um extenso portfólio de exposições, ilustrações e projetos editoriais, incluindo a ilustração de diversos livros infantis e juvenis. Participa ativamente de comissões e curadorias de arte e, desde 2018, faz parte do Instituto Cultural Taru, onde se tornou Diretora Administrativa em 2023. Recebeu o Prêmio Trajetórias Culturais em 2021 e continua a promover eventos culturais e educativos, como a exposição itinerante "Voos da Alma" e o projeto de animação "Abelhinhaaa!". Ailson Fonseca de Chaves, de 26 anos e natural de Caxias do Sul, é graduado em Filosofia pela Universidade de Caxias do Sul e está cursando Licenciatura em Letras Português na mesma instituição. Ele tem formação técnica em informática e inglês intermediário, com cursos de aperfeiçoamento em várias áreas. Profissionalmente, trabalhou como educador na Escola de Educação Infantil Algodão Doce, responsável de TI na Scherer Auto Peças, e instrutor de informática no Instituto Mix de Profissões. Desde novembro de 2021, é professor de Filosofia e Cultura e Tecnologias Digitais no Estado do Rio Grande do Sul. Seu objetivo é contribuir para o desenvolvimento criativo e assertivo dos alunos na empresa onde deseja trabalhar. Breno B. D. Zen é realizador audiovisual e produtor multimídia de Caxias do Sul, RS. Possui mestrado em Filosofia pela UCS (2022), especialização em Antropologia/Ciências Sociais pela Unyleya (2019) e graduação em Filosofia pela UCS (2009). Tem experiência em orientação pedagógica na área audiovisual, tendo atuado em instituições como a Escola Marcopolo de Criatividade e o LABmais Sesc. Como diretor, destacou-se nos projetos "Sons Que Vêm da Serra" (2019) e "Sou Ana Mazzotti" (2017). Também atuou como produtor executivo em projetos como "Tambores da Nossa Aldeia" (2019) e "II Encontro Mundial de Contatados" (2015). Sua experiência inclui montagem e edição de diversos trabalhos, como "O Inimigo" (2018) e "Noites de Distância" (2017). Antonio Roberto de Jesus Filho é professor e músico atuante em diversas bandas escolares e projetos de orquestras na região da Serra Gaúcha. Formado na Escola de Música da Orquestra Sinfônica da UCS (2003), ele é aluno de trombone com Paulo Fernando Ferreira e tem participado de conferências regionais e festivais internacionais, incluindo o Festival Internacional SESC e Gramado in Concert, com ênfase em tuba. Além da licenciatura em Música em andamento na Universidade de Caxias do Sul, Antonio tem vasta experiência profissional, tendo lecionado em bandas e orquestras como a Banda Marcial do IEE Cristóvão de Mendoza e a Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul. Ele também atua como professor de teoria musical e instrumental em vários projetos, incluindo o Projeto Mais Música RS e a Orquestra Jovem Florescer. Thiago Quadros é Artista Visual e Professor no Atelier Livre de Vacaria-RS, onde ministra cursos de Pintura e Processo Criativo. Leciona também no Ateliê Susan Mendes, em Porto Alegre, e em seu ateliê particular. Licenciado em Artes Plásticas e Bacharel em Design de Produto, foi bolsista de iniciação científica na Universidade de Caxias do Sul, com pesquisas voltadas para a produção artística da Serra Gaúcha. Atuou como curador e membro de comissões de arte, sendo destaque sua curadoria na exposição "50 anos de arte" em 2017. Atualmente, integra grupos de estudos em arte contemporânea e participa de exposições importantes. Cibele Tedesco - Natural de Veranópolis e radicada em Caxias do Sul há 30 anos. Estuda música desde os 05 anos de idade, é Licenciada em Educação Física e especialista em Corpo e Cultura, Música e Musicoterapia. Participou da produção de 05 livros, inúmeros CDs e shows como cantora solista, backing vocal e diretora musical. Atua como regente coral, cantora, instrumentista, educadora musical e faz produção e direção artística em diversos grupos da Serra Gaúcha. Nas artes cênicas atua no Grupo de Teatro Miseri Coloni e no cinema como protagonista do longa-metragem “Até que a música pare”, de Cristiane Oliveira, premiada com o Kikito de Melhor Atriz no 52° Festival de Cinema de Gramado - Mostra competitiva de longas gaúchos. Beto Scopel é trompetista, multi-instrumentista, compositor, arranjador, curador e produtor musical. Iniciou sua trajetória em 1990, sendo aluno de Gerson Thomas de Carvalho e, posteriormente, estudou com renomados professores como Pierre Dutot e Fred Mills. Formou-se trompetista no Conservatório Pablo Komlós em 2003. Atualmente, é o primeiro trompetista da Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul e já atuou em várias orquestras gaúchas. Scopel ganhou o 24º Prêmio da Música Brasileira com o álbum "Peregrino" e foi premiado por sua trilha sonora para o filme "O Homem que Via Música em Tudo". Participou de diversos festivais e excursões na Europa, além de dividir o palco com artistas renomados. Também é sócio fundador da Tum Tum Produtora, professor de trompete e coordenador musical na Fundação Marcopolo. Recentemente, lançou o EP "Beto e Seus Dubs" e está trabalhando em "O Sul em Lo-Fi". Daniel Ignacio Vargas Gomez é graduado em Meios Audiovisuais com ênfase em Produção e Direção de Cinema pelo Politécnico Grancolombiano e mestre em Letras, Cultura e Regionalidade pela Universidade de Caxias do Sul. Possui especialização em Documentário de Criação pela Universidad del Valle e vasta experiência em produção audiovisual e docência. Desde 2016, coordena o Ponto de Cultura NAV e é diretor-proprietário da Chamán Films, lecionando no Curso de Cinema do Centro Universitário da Serra Gaúcha. É membro titular do Colegiado Setorial Audiovisual do RS desde 2022. Seus trabalhos incluem a direção de web-seriados e videoclipes, além de curtas-metragens premiados como "Demba África". Ele também tem experiência significativa em oficinas e cursos de audiovisual, abrangendo áreas como documentário, operação de câmera e edição de vídeo. Carlos Alberto Pereira dos Santos, conhecido como Carlinhos Santos, nasceu em 19 de outubro de 1964, em Erechim, RS. Ele é jornalista, crítico de dança, professor e pesquisador. Formado em História pela Universidade de Passo Fundo e em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, possui pós-graduação em Corpo e Cultura pela Universidade de Caxias do Sul e mestrado em Educação pela mesma instituição. Com experiência em crítica e produção de dança, participou de diversos festivais e projetos culturais, como o Festival de Dança do Triângulo e o Festival de Joinville. Atuou também como professor de Tendências Estéticas Contemporâneas e foi coordenador da Unidade de Dança da Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul. Trabalhou como repórter e editor em vários veículos de imprensa e teve uma coluna de variedades no Jornal Pioneiro. Além disso, colaborou com sites especializados e apresentou o programa Café & Cultura na Tua Rádio São Francisco. Jonathan Merencio Dalsasso é um artista que atua através da dança em zonas periféricas. Iniciou sua trajetória por meio de projetos sociais, no qual conheceu o Hip Hop em 2012, no CAMI São José – Bairro Canyon, Zona Norte de Caxias do Sul. Atualmente trabalha como educador social no SCFV Irmão Sol, localizado no bairro Campos da Serra, estimulando as danças urbanas e breaking. Além de ser professor de Hip Hop Freestyle na Fluência Casa Hip Hop, presente no bairro Colina do Sol. Realiza serviços como b-boy, professor, oficineiro e jurado em battles. Acreditando que, assim como o Hip Hop mudou sua vida, ele pode ser fonte de transformação e oportunidade para outras crianças e adolescentes. Alessandra Valquíria Santos - Produtora Cultural, Mestre de Cerimônias, Poetisa, Modelo, e Graduanda em Serviço Social. Produção Cultural— Projeto Fábrica de Criatividade — Fundação Marcopolo 2024; Produção e acompanhamento de oficinas da EMC - Escola Marcopolo de Criatividade; Produção Cultural— Projeto Cultura Hip Hop — 2023-2024; Produção Cultural — Integrante do Coletivo Lute Corp. — desde 2021; Produção Cultural — Baile da Pesada, 1ª Edição. — 11 de dezembro de 2022. Especialização: Gestão de Carreira Artística — Fluência Casa Hip Hop, 2023; Oficina de Gestão de Carreira Artística abordando Desenvolvimento de Carreira, Estratégias, Marketing, Comunicação e Negociação. Financiado pelo Fundo Pró-Cultura e pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul; In.Fluenciando a ZN — Fluência Casa Hip Hop, 2023: Oficina de Produção Cultural abordando Eventos na Cultura Hip Hop, Elaboração de Projetos Culturais e Escrita de Projetos. Financiado pelo Fundo Pró-Cultura e pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul; Hip Hop e Cultura Viva — Secretaria da Cultura, SEDAC, 2022: Seminário de formação e qualificação na área cultural, promovido pela Secretaria Estadual de Cultura através do Sistema Estadual de Cultura. Rudimar Camargo - Natural de Caxias do Sul, iniciou as atividades como DJ em 1991, utilizando para tocar, toca-discos domésticos, caixas de som de aparelho 3 em 1 e fita cassete. No ano de 2000 com outros amigos criou o projeto Família Hip Hop. Em 2006 passou a atuar no grupo de criação e pesquisa da cultura popular, na função de DJ e produtor artístico, resultando em importantes espetáculos como: Mixtu, Cor e Sotaque e Sambô Samba. Desde 2006 atuou como Dj em quase todas as edições da Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul. Foi homenageado como Mestre da Cultura Popular em 2011, pela Secretaria da Cultura de Caxias do Sul - RS. Atuou no projeto MCs pela Paz, sistema prisional de Caxias do Sul. Comunicador no programa Majestade 54 a 7 anos na Rádio Legal 87,5 FM Um dos articuladores da Semana Hip Hop do município de Caxias do Sul. Dj do Grupo Rapajador. Idealizador do projeto Semente Conquista, onde atualmente está na função de diretor. Rafael De Boni - Acordeonista e contrabaixista com mais de 30 anos de carreira, participou de inúmeros festivais, gravações e participações com bandas e artistas solo nos mais variados estilos, destacando o cd JAZZ BRASIL, com a Free Note Jazz Quartet, o CD TRIACÚSTICO, e os CDs “Encontro das Águas” e “Parceria no 2” e o DVD ao vivo em duo com o violeiro Valdir Verona, Subtropical Temperado com o CCOMA e Espirais em Aquarela da banda Araucana. Trabalha ainda na produção musical e executiva de projetos culturais e como compositor de trilhas sonoras para séries e docs. Atualmente, além da pesquisa e apresentação da websérie “Causos e Gaitas”, que conta com mais de 700 mil visualizações, participa do duo de viola e acordeón, De Boni e Henz, Choros de Balcão, Quarteto Libertango, RAPajador e De Boni Quarteto, além de participações com diversos artistas como instrumentista, compositor, produtor e arranjador musical e diretor artístico. Em 2023, lançou seu livro “Entre causos e gaitas”, que figurou entre os 10 mais vendidos da 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul. Chiquinho Divilas é rapper, educador, pesquisador e escritor. Doutor e Mestre em Diversidade Cultural e Inclusão Social pela Feevale-RS. Formado em Relações Públicas e Pós-graduado (MBA) em Gestão. Estratégica de Pessoas (UCS-RS). Educador social, ativista da cultura hip hop, suas linguagens e seus elementos, em escolas públicas, privadas, periferias, universidades, penitenciárias, empresas. Iniciou a carreira artística em 1997 como músico no grupo de rap caxiense, Poetas Divilas. Autor de dois livros: Cultura Hip-Hop nas Escolas (2020) e Contos Divilas (2023). Idealizador do projeto “Cultura Hip Hop nas Escolas” desde 2017. Esse projeto foi reconhecido em 2019, contemplado com dois prêmios de grande relevância: Brasil Criativo e Prêmio Educação RS. Em 2024 o projeto tornou-se “Tratado de Paz”. Integrante do projeto RAPajador que aproxima a Cultura Hip-Hop à Cultura Sul-Riograndense, propondo um encontro das rimas do rap com os versos da pajada, mediados pelas intervenções eletrônicas produzidas por um DJ. A proposta mobiliza o rapper Chiquinho Divilas, o acordeonista Rafael De Boni e o DJ Hood.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$420.837,20 em 15/01/2026.