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PRONAC 2410722Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

REVOADA ARMORIAL

FRANCISCO LUIZ JEANNINE ANDRADE CARNEIRO
Solicitado
R$ 1,17 mi
Aprovado
R$ 1,17 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (11)
Jacobina BahiaSalvador BahiaCrato CearáFortaleza CearáCampina Grande ParaíbaJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoNatal Rio Grande do NorteRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Projeto Revoada Armorial vai realizar a gravação do álbum Zoca e a circulação de shows em 11 cidades, com oficinas para músicos e o público em geral. O Álbum tem inspiração na Obra de Antonio Madureira, o Zoca, um dos precursores do Movimento Armorial e da estética da música armorial. Cumpre registrar a paraticipação de importantes músicos como Ivan Vilela, Antulio Madureira, Carlos Malta, Di Freitas e Gilber Souto Maior e o grupo de pesquisa de Musica Armorial da UFPB. Em cada cidade que sediará serão mnistradas oficinas de Musica Armorial pelos violeiros Francisco Andrade e Erik Pronk, levando ao público a história e a música do Movimento Armorial"

Sinopse

O Movimento Armorial nasceu em um contexto coletivo de anseio de participação cultural, no sentido de se repensar o Nordeste como espaço para novas possibilidades de criação estética. A música foi um dos campos mais fecundos para a pesquisa e a criação armorial, e teve grande repercussão na trajetória do movimento. Contou com a experiência de Cussy de Almeida, Capiba, Clóvis Pereira, Guerra Peixe e Jarbas Maciel, entre outros compositores, como referenciais para a realização do projeto musical dos primeiros anos. Antonio Madureira, o Zoca. Antonio Madureira é potiguar, da cidade de Macau – RN. Compositor, regente, violonista, violeiro e pesquisador da cultura popular brasileiras. No final dos anos 1960 mudou-se para a cidade do Recife – PE. Na Escola de Belas Artes da capital pernambucana, recebe a formação de músico violonista pelas mãos de José Carrión. Com o fim do Quinteto Armorial, em 1981, Antonio Madureira passa a atuar como violonista e compositor, gravando dois discos independentes para violão solo, 1982 e 1986. A formação do Duo Revoada surge de uma parceria entre os músicos e pesquisadores Erik Pronk e Francisco Andrade, ambos com trajetória marcada pela dedicação à música Armorial. Erik Pronk é professor do Departamento de Música da UFPB, onde atua na área de violão. Trabalhou com música armorial na Camerata Filipeia, onde tocava viola nordestina e elaborou arranjos de obras do repertório do Quinteto Armorial para o conjunto de cordas dedilhadas. Francisco Andrade é doutorando em Etnomusicologia no Programa de Pós-Graduação em Música da UFPB, tem uma sólida trajetória como pesquisador e músico. Seu trabalho inclui a formação do Quinteto Aralume, também focado na música Armorial. É autor de premiada pesquisa de mestrado, intitulada “Quinteto Armorial: Timbre, Heráldica e Música”. É autor da pesquisa dos três volumes do livro Antonio Madureira: Histórias e partituras, onde também colaborou com a transcrição e editoração das partituras. O encontro desses dois músicos e pesquisadores motivou a criação de um Núcleo de Extensão de Viola Nordestina na UFPB, com o objetivo de consolidar um espaço para a prática da viola nordestina e produção de material artístico e didático relacionado ao instrumento. Esse núcleo realizou eventos, como o pré-lançamento do livro Antonio Madureira Armorial: Histórias e Partituras - Vol. 1 em João Pessoa-PB, além de eventos de extensão com participações como as do violeiro Gilber Souto Maior, fundador do grupo Madureira Armorial e Fernando Pintassilgo, ex-integrante do Quinteto Armorial. A contribuição desse novo álbum de música armorial , de nome Zoca, apelido de Antonio Madureira, visa surpreender o público, desde os amantes até os críticos especializados, com uma revisita à essa estética musical, buscando novos ares, como o nome “Revoada” sugere, com a ideia do reinventar a cultura preservando sua essência, de forma coerente com os valores simbólicos defendidos pelos armorialistas. Além da gravação do álbum, o projeto prevê uma circulação em 10 cidades: João Pessoa - PB, Campina Grande - PB, Recife - PE, Natal - RN, Fortaleza - CE, Crato - CE, Salvador - BA, Jacobina - BA, Rio de Janeiro - RJ e São Paulo e CAmpinas - SP, promovendo shows de lançamento do álbum juntamente com Oficinas de Viola Nordestina e música armorial, com a participação dos músicos convidados, conforme a realização em suas cidades, além da inclusão oportuna de outros músicos e grupos musicais das respectivas localidades em parcerias com instituições de ensino e com projetos sociais, como é o caso do PRIMA – Programa de Inclusão Social Através da Música e das Artes, voltado à educação musical e à formação de orquestras e grupos musicais para estudantes da rede pública de ensino na Paraíba.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a gravação do álbum Zoca, do Duo Revoada Armorialpara a circulação em 11 cidades, com oficinas para músicos e o público em geral. Objetivos Específicos -Circular com o Show por 11 cidades: João Pessoa - PB, Campina Grande - PB, Recife - PE, Natal - RN, Fortaleza - CE, Crato - CE, Salvador - BA, Jacobina - BA, Rio de Janeiro - RJ e São Paulo e Campinas - SP; -Gravar 12 faixas musicais, do álbum Zoca, Mixar e Masterizar em estúdio Profissional o álbum Duo Revoada Armorial; -Realizar 11 Oficinas Concertos sobre o Movimento Armorial, aberto ao público em todas as cidades sede do espetáculo; -Realizar gravação de audiovisual tanto da gravação do álbum Zoca, em estúdio quanto dos espetáculos; -Desenvolver um Plano de Comunicação amplo e inclusivo nas redes sociais e nas localidades, na divulgação das apresentações; -Imprimir 500 Discos Vinil

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: I) Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) Manutenção de curso de Canto Coral;Pale · II Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de apresentações musicais com os coralistas; IV) Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O Movimento Armorial nasce de um contexto coletivo de anseio de participação cultural, repensando o Nordeste como espaço para novas possibilidades de criação estética. Teve como precursor o escritor paraibano Ariano Suassuna que, além de dramaturgo, romancista e poeta, era professor de cultura brasileira, filosofia e estética na UFPE foi integrante do Conselho Estadual de Cultura do Estado de Pernambuco, ao lado de Cussy de Almeida, Francisco Brennand e Gilberto Freyre, entre outros artistas e intelectuais da cena cultural do Estado. Gilvan Samico, Marcus Accioly, Francisco Lopes da Paz, Miguel dos Santos e Maximiano Campos também passaram a integrar esse coletivo, a partir do convite de Suassuna. Antonio Madureira, o Zoca. Potiguar, da cidade de Macau _ RN. Compositor, regente, violonista, violeiro e pesquisador da cultura popular brasileiras. No final de 1960 mudou-se para Recife _ PE. Na Escola de Belas Artes da capital pernambucana, recebe a formação de músico violonista pelas mãos de José Carrión. Em 1971 conhece Ariano Suassuna, dentro do contexto do movimento armorial. À frente do Quinteto Armorial (1972-1981), gravou os discos Do Romance ao Galope Nordestino (1974) e Aralume (1976), ambos premiados pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), e Quinteto Armorial (1978) e Sete Flechas (1980). Na área da pesquisa, produziu os discos Instrumentos Populares do Nordeste (1976) e Frevo de Bloco (1979). Antonio passou a integrar o Conselho Municipal de Cultura, quando Suassuna ocupou o cargo de Secretário da Cultura e Educação em Recife (1975), e criou a Orquestra Romançal Brasileira (1975-1978) com Madureira à frente dos trabalhos como regente e compositor. Com o fim do Quinteto Armorial, em 1981, Antonio Madureira passa a atuar como violonista e compositor, gravando dois discos independentes para violão solo, 1982 e 1986. Nesse período, dedica-se à composição infantil, com destaque ao disco Baile do Menino Deus, em parceria com Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima. Formação do Duo Revoada e concepção do álbum A formação do Duo Revoada Armorial é uma parceria entre os músicos e pesquisadores Erik Pronk e Francisco Andrade, ambos com trajetória marcada pela dedicação à música Armorial. Erik Pronk é professor do Departamento de Música da UFPB, onde atua na área de violão. Trabalhou com música armorial na Camerata Filipeia, onde tocava viola nordestina e elaborou arranjos de obras do repertório do Quinteto Armorial para o conjunto de cordas dedilhadas. Sua pesquisa de doutorado na Universidade de Aveiro (Portugal) resultou no trabalho "Do Romance ao Loop Nordestino", no qual revisitou o primeiro álbum do Quinteto Armorial através da performance com viola e live looping. Francisco Andrade, doutorando em Etnomusicologia no Programa de Pós-Graduação em Música da UFPB, tem uma sólida trajetória como pesquisador e músico. Seu trabalho inclui a formação do Quinteto Aralume, também focado na música Armorial. Autor de premiada pesquisa de mestrado, intitulada "Quinteto Armorial: Timbre, Heráldica e Música", e dos três volumes do livro Antonio Madureira: Histórias e partituras, onde também colaborou com a transcrição e editoração das partituras. O encontro desses dois músicos e pesquisadores motivou a criação de um Núcleo de Extensão de Viola Nordestina na UFPB, com o objetivo de consolidar um espaço para a prática da viola nordestina e produção de material artístico e didático relacionado ao instrumento. Esse núcleo realizou eventos, como o pré-lançamento do livro Antonio Madureira Armorial: Histórias e Partituras - Vol. 1 em João Pessoa-PB, além de eventos de extensão com participações como as do violeiro Gilber Souto Maior, fundador do grupo Madureira Armorial e Fernando Pintassilgo, ex-integrante do Quinteto Armorial. Neste contexto ocorreu a formação do Duo Revoada, dedicado à viola nordestina. O duo já produziu uma releitura de temas musicais de Antonio Madureira com a "Revoada de Repente", gravada em 2023, além de versões para duas violas dos temas do romanceiro popular recriados por Madureira: Romance de Minervina, Romance da Bela Infanta e Incelença, gravados em 2024. O Duo Revoada se apresentou em eventos como o XIV Festival Internacional de Música de Campina Grande (FIMUS) e a terceira edição dos Concertos para a Chapada, promovida pela Vila da Música, no Crato/CE. O álbum proposto concretiza a produção artística resultante dessa parceria, revelando a contribuição dos intérpretes para a música Armorial a partir de suas visões artísticas desse repertório. As releituras e adaptações das composições serão mediadas, e orientadas pelo próprio compositor Antonio Madureira. Além do duo de violas, o álbum terá a participação de outros músicos, como Gilber Souto Maior, violeiro do grupo Madureira Armorial; Ivan Vilela, professor de viola da USP, que contribuiu para a formação dos músicos; Francisco Di Freitas, fundador da Orquestra Armorial do Cariri, que colaborou com as pesquisas de doutorado de Francisco; Antúlio Madureira, músico, compositor e artesão; e Carlos Malta, multi-instrumentista, arranjador e compositor, fez parceria com Francisco Andrade no 1º Festival e 10º Concerto de Inverno de Jacobina "Do Barroco ao Armorial", em 2024. O álbum também contará com a participação de alguns músicos parceiros da UFPB que também integram do grupo de pesquisa, Renan Rezende (flautas e pífanos), Carol Guimarães (violino e rabeca), Xisto Medeiros (contrabaixo) e Rainer Patriota (viola da gamba), que também são importantes pesquisadores da música armorial e da cultura popular brasileira. Finalizando a gravação do álbum Zoca, inica-se o Circuito Revoada Armorial, que passará por 11 cidades: João Pessoa - PB, Campina Grande - PB, Recife - PE, Natal - RN, Fortaleza - CE, Crato - CE, Salvador - BA, Jacobina - BA, Rio de Janeiro - RJ e São Paulo e CAmpinas - SP, promovendo shows de lançamento do álbum juntamente com oficinas de viola nordestina e música armorial, com a participação dos músicos convidados, conforme a realização em suas cidades, além da inclusão oportuna de outros músicos e grupos musicais das respectivas localidades em parcerias com instituições de ensino e com projetos sociais, como é o caso do PRIMA _ Programa de Inclusão Social Através da Música e das Artes, voltado à formação de orquestras e grupos musicais para estudantes da rede pública de ensino na Paraíba. A contribuição deste álbum de música armorial visa surpreender o público, com uma revisita à essa estética musical, buscando novos ares, como o nome "Revoada" sugere, com a ideia do reinventar a cultura preservando sua essência, de forma coerente com os valores simbólicos defendidos pelos armorialistas. Com o projeto Revoada Armorial, através da Lei de Incentivo vai divulgar o Movimento Armorial, valorizar a cultura brasileira nordestina, ampliar o campo de pesquisa e de material para pesquisa, como também valorizar esse ícone do Movimento Armorial, o grande compositor Antonio Madureira, nosso querido Zoca.

Estratégia de execução

Oficinas Oficina de música armorial que combina elementos teóricos com a prática musical, fundamentada em pesquisa de doutorado do autor sobre a adaptação de obras armoriais para o formato de live looping. Objetivo Geral:Oferecer uma imersão na obra musical de Antônio Madureira, explorando a estética do compositor através das possibilidades tecnológicas do live looping, utilizando a viola brasileira como elemento central. Objetivos Específicos 1- Apresentar a música armorial de Antônio Madureira, com ênfase no álbum Do Romance ao Galope Nordestino; 2- Demonstrar processos criativos em um conjunto de obras do compositor a partir de camadas sonoras formadas pelos seus temas musicais; 3- Explorar formas criativas de adaptar as composições a partir da técnica de live looping; 4- Possibilitar uma experiência prática com os participantes, onde poderão criar suas próprias camadas sonoras com base nas obras de Madureira; Conteúdo: 1-Breve contextualização do movimento Armorial 2-O papel da viola nas composições de Madureira 3-Introdução ao conceito do live looping 4-Análise de obras de Antônio Madureira 5-Demonstração das possibilidades da Loop Station na obra de Madureira através de camadas sonoras, utilizando motivos melódicos, harmônicos e rítmicos da música armorial. Público-Alvo Músicos, estudantes de música e interessados em música armorial, cultura nordestina e tecnologias de performance ao vivo. Resultados Esperados Os participantes irão adquirir uma compreensão mais profunda da música armorial e de como ela pode ser adaptada para outros formatos, buscando inspirar novas interpretações da obra de Antônio Madureira. Duração: 2 horas Workshop de Música Armorial Consiste na contextualização histórica do movimento armorial (1970-1980) liderado pelo escritor paraibano Ariano Suassuna e a criação da estética armorial fundamentalmente desenvolvida pelo compositor Antonio Madureira. Apresentar um mosaico nordestino dos emblemas da cultura popular através das músicas em arranjos e recriação para viola brasileira. Refletir o movimento armorial na atualidade, sua prática musical na contemporaneidade em perspectiva dialógica entre transcendência e ancestralidade, entre localidade e totalidade. Duração: Uma hora e 30 minutos Público: Pessoas interessadas em música brasileira, músicos em geral.

Especificação técnica

O Álbum Revoada Armorial de Francisco Andrade e Erik Pronk, traz alem de composições de Antonio Madureira. Compositor e fundador do Movimento Armorial. Serão 12 musicas, que contaram para além das violas de Francisco e Erik, participações especiais de musicos consagrados da música brasileira: Ivan Vilela, Antulio Madureira, Gilber Souto Maior, Carlos Malta e o Grupo e Pesquisa de Música Armorial da UFPB. Repertório Revoada de Repente Minervina e Incelenças Romançário Toada e Dobrado de Cavalhada Guerreiro Lamparinas da Noite Ponteado Zoca Cantiga Armorial Toré Aralume

Acessibilidade

A acessibilidade em eventos culturais é importante porque garante que todas as pessoas possam ter acesso à cultura e às artes, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais. Além disso, é um direito previsto em lei é uma questão de inclusão social e respeito à diversidade. Para isso faremos sempre parcerias com locais pensados e estruturados com essa finalidade. Principais Pontos da Lei de Acessibilidade no Brasil A Lei Nº 10.098, conhecida como Lei da Acessibilidade, estabelece a obrigatoriedade de acessibilidade para pessoas com deficiência.Objetivo principal é assegurar qualidade de vida, promover autonomia e segurança, além de eliminar barreiras.A Constituição Federal de 1988 garante direitos sociais e individuais para pessoas com deficiência.A Lei nº 10.436 reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua oficial do Brasil.Diretrizes e normas para acessibilidade são aplicadas em edificações, transporte, comunicação e outros serviços.O Decreto Nº 5.296 complementa a Lei Nº 10.098 com normas técnicas da ABNT e outras especificações.O Decreto Nº 6.949 alinha a legislação brasileira com a Convenção Internacional sobre o Direito das Pessoas com Deficiência.A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) de 2015 é uma legislação abrangente que assegura direitos fundamentais e acesso à informação.Legislação sobre acessibilidade no Brasil teve um avanço significativo após a Constituição de 1988 e outras leis como a Lei de Cotas de 1991.As leis são fundamentais para garantir a inclusão e o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, além de promover igualdade de acesso à informação e comunicação.Faremos a contratação e adequação dos locais, de profissionais de audiodescrição e Libras e outros que se fizerem necessários.

Democratização do acesso

Só faz sentido realizar esse projeto com uma entrada gratuita para todo o público. Devemos convidar escolas, projetos sociais que tenham atuação com com idosos e adolescentes. Entre outros grupos como deficientes visuais, autistas etc. E a possibilidade de pessoas de baixa renda terem acesso ao evento devido à sua condição socioeconômica ou outras circunstâncias. Medidas vão incluir: Ingressos gratuitos para eventos culturais. Oficinas e atividades paralelas em comunidades menos favorecidas. Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, como audiodescrição e interpretação em Libras.

Ficha técnica

Erik de Lucena Pronk - Músico e Diretor Artístico e Musical - O diretor artístico e musical é o principal responsável pelo processo de direção da criação do disco. Isso inclui contratar a equipe de profissionais que vão trabalhar no projeto, assim como administrar todas as etapas, desde a conceção à finalização. Erik é um músico paraibano, professor do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Sua formação acadêmica inclui uma graduação em música na UFPB, bacharelado e mestrado em música no Royal Conservatoire, em Haia (Holanda) e doutorado na Universidade de Aveiro (Portugal). Na Holanda realizou recitais solo de violão e também participou de formações camerísticas. A partir das ações de extensão do Núcleo de Viola Nordestina da UFPB, formou o Duo Revoada com Francisco Andrade, tendo estreado no XIV Festival Internacional de Música de Campina Grande, em 2023. Atualmente também desenvolve outros trabalhos no âmbito da música popular, formando o duo Dois Animais com a cantora Tathy Martins, onde já atuou como produtor, arranjador e músico em canções autorais no EP Cais, lançado em 2022 e em um single lançado em 2024. Participa das atividades do grupo de Maracatu Nação Pé de Elefante, da cidade de João Pessoa. Francisco Andrade - Músico, Coordenador Geral e Diretor Artístico e Musical - O diretor artístico e musical é o principal responsável pelo processo de direção da criação do disco. Isso inclui contratar a equipa de profissionais que vão trabalhar no projeto, assim como administrar todas as etapas, desde a conceção à finalização. Paulista radicado na Paraíba, compositor, violeiro, violonista, pesquisador, professor e produtor musical. Iniciou sua atividade profissional em 2001, na cidade de Roterdã, Holanda, integrando o projeto "mãos pés e bocas do cerrado", idealizado pelo filósofo e poeta William Keursten. Em 2002 na celebração dos 80 anos da Semana de Arte Moderna colaborou na criação e direção artística do Quarteto Pererê, conjunto dedicado à música instrumental brasileira (2002-2013). Linha de Pesquisa: Música, Cultura e Performance. É pesquisador-colaborador do grupo de pesquisa Música Armorial e Cultura Popular Brasileira (CNPq-UFPB) e o grupo de pesquisa Sertanias:poéticas do sertão, da Universidade Federal de Goiás (CNPq-UFG). Pesquisador da música Armorial de Antonio Madureira há nove anos, é autor da pesquisa da trilogia de livros Antonio Madureira Armorial Histórias e Partituras (Instituto Çarê, 2023). Fundador da Sol Encantes Produção Artística (ME) realizando projetos de produção musical desde 2019. Antonio Madureira - Consultoria e Curadoria - Escolha entre todas as estéticas sonoras, artistas e músicas disponíveis a partir de uma pesquisa musical para definir aquelas que são mais adequadas para expressar alguma mensagem. Antonio é um dos criadores da música Armorial brasileira, foi o responsável pela coordenação musical dos grupos Quinteto Armorial (1972-1981), premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, respectivamente pelos discos, Do Romance ao Galope Nordestino (1974) e Aralume (1976). Maestro, compositor, violeiro, violonista e pesquisador das culturas populares, sua produção musical é extensa e representativa para a música brasileira. Júlio José Júnior - Diretor de Produção Definição de logística para as gravações; Buscas no mercado com base nos recursos disponíveis; Resolução de pendências diárias dentro do set; Escolhas e tomada de decisão importante para a continuidade do projeto; Planejamento de todas as apresentações. Desde 1995 atuando com a Gestão de Organizações Não Governamentais, realização e Coordenação de Projetos, Eventos e Atividades nas áreas Cultural e Ambiental. Domina ferramentas como Marketing Social, Planejamento Estratégico, Elaboração de Projetos e Captação de Recursos. Educador e Arte Educador, Violeiro e Produtor Artístico e Cultural. Atualmente coordena o Projeto e a Produtora Violas Brasileiras. Gilber Souto Maior - Músico Doutorando em música pela Unicamp, pesquisa a trajetória do cantador repentista Ivanildo Vila Nova e a sua importância na profissionalização da cantoria de repente. Professor de harmonia, arranjo, prática de conjunto popular e Instrumento no Conservatório Carlos Gomes de Campinas/SP desde 2012. Fundador do Madureira Armorial, quinteto de música brasileira que busca preservar e difundir a sonoridade idealizada por Ariano Suassuna e Antonio Madureira, e lançaram 2 álbuns e 1 compacto. Compôs a trilha original do curta-metragem “A Lenda dos Cavaleiros da Água” (2024) que tem o enredo baseado na estética armorial. Ivan Vilela - Músico Com seus CDs foi finalista de prêmios voltados a Cultura e à Música Brasileira. Livre-Docente em Etnomusicologia pela ECA-USP, Doutor em Psicologia Social pela USP, Mestre e Graduado em Composição Musical Pela UNICAMP como aluno de Almeida Prado, é professor associado da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Gravou 20 discos em sua carreira. Di Freitas- Músico Iniciou nos estudos de violoncelo e violão Clássico no SESI da Barra do Ceará em 1980. Entre 1980 e 2000 fez vários cursos com renomados professores nacionais e internacionais e tocou em várias orquestras pelo Brasil e no Syntagma – grupo de música de Fortaleza.Em 2000 chega a Juazeiro do Norte desenvolvendo trabalhos de Educação, Registro e Pesquisa das Oralidades e Práticas Musicais do Cariri e da Nação Romeira. Antúlio Madureira- Músico Antúlio começou muito cedo a pesquisar, criar e reinventar sons e instrumentos como:“Marimbau, marimbaça, berimbau, cabala, moceño, latlágua, kalimba, gaitas de caboclinho, serrote, ocarina, pífano, garrafone, tubo sonoro, viola, rabeca,...” Antúlio executa temas eruditos de forma popular e toca temas populares com técnicas eruditas alcançando, assim, um som universal, e, como um alquimista. Carlos Malta- Músico Saxofonista, flautista, arranjador, compositor e educador. Uma referência, um mestre dos sopros que domina toda a família de saxofones e flautas, o clarinete baixo, bem como instrumentos étnicos como o pife brasileiro, o shakuhachi japonês e a di-zi de origem chinesa. Seu trabalho ressalta pluralidade, em distintas formações e projetos, Em 1981, aos 20 anos, entrou para o grupo de Hermeto Pascoal onde permaneceu por 12 anos, participando da gravação de cinco álbuns e de inúmeros festivais e concertos realizados pelo Brasil e no mundo. Renan Rezende- Músico Flautista, saxofonista e pifeiro, Renan Rezende é também pesquisador e educador musical. Atualmente, é doutorando em música na UFPB, na área de educação musical e atua como flautista na Banda Sinfônica do Recife. Bacharel em música, com habilitação em flauta transversal e mestrado em música, na área de musicologia, ambos na UFPB. Flautista, por vezes solista, nas orquestras Sinfônica da Paraíba, Sinfônica Municipal de João Pessoa e Sinfônica da UFPB. Carol Guimarães- Músico Rabequeira, violinista e pesquisadora. Natural de Campina Grande (Paraíba), se graduou em música pela Universidade Federal da Paraíba, sendo bolsista do programa Linnaeus-Palme na Örebro Universitet (Suécia). Bolsista FAPESQ, com a pesquisa intitulada “(Im)permanência da rabeca no Cavalo Marinho Infantil do Bairro dos Novais: reintegração, prática e performance do instrumento sob ótica da rabequeira brincante”, desenvolvendo a primeira pesquisa dentro da área de performance de rabeca dentro da acadêmica brasileira. Xisto Medeiros- Músico , Mestre e Doutorando em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Paraíba , onde é professor de contrabaixo elétrico e acústico. É Spalla do naipe de contrabaixos da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde ocupa a cadeira de professor de contrabaixo elétrico e acústico. É Spalla do naipe de contrabaixos da Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB). Ccontrabaixista, produtor, diretor musical e artístico do Quinteto da Paraíba.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Campinas São Paulo
São Paulo São Paulo