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Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo "Continentes Familiares" na cidade de São Paulo, totalizando 24 apresentações.
São mais de quarenta pequenas narrativas costuradas pela dramaturgia, fruto das memórias e lembranças dos atores. Dentre elas, a história de famílias imigrantes que chegaram ao Brasil e sofreram inúmeras transformações em sua estrutura emocional, financeira e psicológica. Mulheres que lutaram contra a opressão, inúmeras avós e bisavós que sofreram as mais inimagináveis violências domésticas de seus maridos ou parentes. Poucas delas conseguiram romper esse ciclo do machismo estrutural e, conforme muitas das narrativas nos mostraram, essa problemática continua a se perpetuar através de suas descendentes. Há histórias de escravos, sexualidades reprimidas, o ritual do luto e as diversas reações diante da perda do ser amado; a solidão das mulheres do início do século, o jovem que tenta resgatar a história de seus antepassados, casais que se apaixonam de modo inusitado, outros que vivem a desilusão amorosa. Há histórias de luta contra doenças psíquicas e o preconceito social enfrentado pelos doentes; histórias sobrenaturais que pertencem às lembranças familiares de muitos dos atores. Mulheres fortes que ajudam outras a se rebelar contra o sistema opressivo e as a celebração das reuniões familiares. Encontramos também em nosso mosaico dramatúrgico a renovação geracional das famílias e seus pontos de vista distintos, mães que perdem os filhos, reencontros e separações. São inúmeras experiências de vida evocadas na dramaturgia. Instantes fugazes que se perpetuaram nas lembranças e que aqui, no processo, são relembradas e reinventadas para contar um pouco da história de nosso povo brasileiro.
OBJETIVO OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo "Continentes Familiares" na cidade de São Paulo, totalizando assim 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 20 profissionais diretos e 40 indiretos.
No segundo semestre de 2020, o diretor Sergio Módena começou a se reunir virtualmente com oito atores de experiências teatrais bastante diversas, com o propósito de coletar histórias dos antepassados de todos os envolvidos no projeto. Através de entrevistas com bisavós, avós, tios, pais, primos, padrastos, e toda a sorte de parentes (além da própria lembrança dos atores), reuniram mais de quarenta pequenas histórias que funcionam de maneira independente. Esse mosaico, que cobre desde o início do século vinte até os dias de hoje, aborda questões como a violência contra a mulher, a intolerância racial, amores, separações, famílias migrantes e imigrantes, assassinatos, traições, luto, morte, celebrações, casamentos, decepções, doenças psíquicas, segredos, alegrias, glórias e fracassos. Por conta da imensidão de emoções e sentimentos observada nesse mosaico, o projeto foi batizado como "Continentes Familiares". Título este que expressa a oposição conceitual entre a amplitude territorial dos grandes continentes terrestres e a geografia restrita das casas, núcleo primeiro de tantas famílias brasileiras. E com elas, obviamente os seus antepassados italianos, japoneses, africanos, espanhóis, suíços, alemães, portugueses, etc. Esse mosaico e seu entrelaçamento de narrativas é fruto da memória e carrega em si um grau de inventividade que, de certo modo, "trai" os fatos tais como ocorreram. O próprio ato de lembrar, como dizia Santo Agostinho, é um ato de modificação da realidade, ainda que de modo involuntário. Em "Continentes Familiares", os atores interpretam histórias dos outros, embaralham-se na experiência alheia, emprestam seus corpos, vozes e pontos de vista para criar uma experiência libertadora da realidade factual. Com tantas narrativas reunidas, o projeto trata de questões relevantes da sociedade brasileira, tais como violência contra a mulher, a descoberta da sexualidade e sua repressão o conservadorismo, a homofobia, o preconceito racial em suas mais variadas formas (incluindo aí as histórias dos antepassados que ainda conviviam com a escravidão até chegar em nossos dias atuais), a depressão e o enfrentamento do preconceito em relação às doenças psíquicas, o apagamento cultural de imigrantes forçados a esconder suas raízes, amores, paixões e decepções. Provavelmente muitos espectadores, que obviamente não doaram suas memórias no processo de ensaio, poderão se reconhecer a si mesmos e seus antepassados. A dialética da memória está além da manutenção dos fatos antigos. Ela nos instiga a pensar o passado como forma de refletir sobre o presente. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO: A encenação pretende evocar a atmosfera de antigo casarão; espaço esse que, no imaginário coletivo, carrega a ideia das grandes reuniões e celebrações familiares. Suas antigas paredes descascadas, portas e janelas irão nos contar, de modo subliminar, inúmeras histórias dos seus antepassados. É a evocação de uma imagem arquetípica dos núcleos familiares e de muitas de nossas lembranças. O fluxo memorial em eterno movimento, matéria principal de nossa pesquisa, se traduz não somente na cenografia, mas também na movimentação cênica dos atores que, a cada nova história, se transformam em novos personagens, com figurinos sugestivos que nos remetem à inúmeras épocas e localidades de nosso país. O realismo poético das interpretações transcende a mera reprodução comportamental para jogar luz ao poder simbólico das relações e dos signos contidos nas mais rotineiras das ações. E, de certa forma o realismo, estará em constante contraste com a teatralidade da cenografia. Essa aparente oposição criará uma necessária tensão cênica que nos leva a pensar sobre os signos das lembranças evocadas. A trilha sonora do espetáculo irá unir música ao vivo e gravada. Com um elenco que possui vozes bastante experimentadas, a ideia é criar coros e pequenos solos em determinados momentos do enredo. Alguns atores farão uso de instrumentos musicais, tais como violão, flauta transversal, violino e percussão. A trilha criada por Marcelo H terá como conceito a reunião de sonoridades atemporais. Paralelamente, inúmeras canções (cantigas infantis, hinos, músicas tradicionais, festivas e marchas nupciais e fúnebres) que pertencem às lembranças do elenco seus familiares serão executadas de acordo com o roteiro. Portanto, a concepção musical será responsável por congregar diferentes épocas e estilo de mais de um século de memórias e recordações em um único espetáculo, mantendo sempre a unidade através de uma subliminar atemporalidade. Os figurinos criados por Fabio Namatame terão uma concepção realista em contraste com a natureza teatral da cenografia. Porém, todo as peças do figurino irão passar por um detalhado processo de "envelhecimento" e "desbotamento", trazendo certa monocromia para o conjunto de trajes, como forma de evocar antigas lembranças, guardadas, esquecidas que, agora, parecem ganhar vida. Veremos as vestimentas dos antigos imigrantes italianos, japonezes, portugueses convivendo com os mais diversos estilos e formas que atravessaram a moda das últimas décadas. A luz, essencialmente monocromática, buscará menos o efeito espetacular da profusão de cores e mais a simplicidade sofisticada na criação das atmosferas necessárias. Com recortes precisos a partir das novas espacialidades criadas, a iluminação buscará sempre se constituir como mais um elemento memorial, acendendo imagens a tanto tempo guardadas a apagando outras.
TEMAS DO ESPETÁCULO Relações familiares, resiliência feminina, identidade e ancestralidade, retrato de um século de estórias, perseverança e reinvenção, amores, paixões e encontros. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 14 anos - Por tratar de temas familiares, o espetáculo possui um apelo universal, cativando desde jovens e adolescentes até pessoas mais velhas.
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, com áudio descrição contendo descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentações contarão com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. Além disso, sempre serão disponibilizados os acentos próximo ao palco para que possa ter mais facilidade na leitura labial, preferência comum para surtos oralizados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações contarão um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível. ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Não será necessário tal acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado e, portanto, a leitura visual não se faz necessária. B) Para portadores de deficiência auditiva. Será disponibilizado aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 29, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Podendo ser realizadas de acordo com os § 1º, 2º, além disso seguirá o § 3º referente a meia entrada, limitando os valores dos ingressos á média de R$ 250,00. Referente ao Artigo 30, realizaremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Referente a contrapartida social, do Artigo 32, ofereceremos: § 1º - II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.
FICHA TÉCNICA idealização e direção: SERGIO MÓDENA elenco: BRUNO SIGRIST, CAROL COSTA, CÁSSIA TIEMI, DARA GALVÃO, JESSÉ SCARPELLINI, LETÍCIA SOARES, MARIANA ROSA, ROBERTO BRANDÃO dramaturgia e pesquisa: SERGIO MÓDENA E ELENCO cenário: ANDRÉ CORTEZ iluminação: ALINE SANTINI figurinos: FÁBIO NAMATAME programação visual: GUSTAVO WABNER Produção: Morente Forte CURRÍCULOS Sergio Módena - Diretor Artístico Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp e também formado pela Ecole Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor sao: “A Falecida”, de Nelson Rodrigues, “Longa Jornada Noite Adentro”, de Eugene O’Neill, "As Cangaceiras Guerreiras do Sertão", musical de Newton Moreno, "Os Grandes Encontros da MPB"", de Pedro Brício, "Diários do Abismo", baseado na obra de Maura Lopes Cancado, "O Choro de Pixinguinha", de Ana Velloso, "Kid Morengueira- Olha o Breque", de Ana Velloso, "O Musical da Bossa Nova", roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, "Estes Fantasmas!", de Eduardo De 11 de 16 Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, "Os Vilões de Shakespeare", de Steven Berkoff, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptacao da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, "O Ultimo Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Politicamente Incorretos”, “Forro Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama”, “Sambinha” e "O Choro de Pixinguinha", musicais de Ana Velloso, “A Revista do Ano- O Olimpo Carioca”, de Tania Brandao, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show “Paletó de Lamê – os grandes sucessos (dos outros)”. Bruno Sigrist / ator Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desde 2011, atua há 10 anos no mercado de teatro brasileiro como educador, ator, diretor e cantor. Com seu foco principal em Teatro Musical, seus créditos incluem “Sunset Boulevart”, “Les Miserábles”, “Rent”, “Rodger & Hammerstein ´s”, “Cinderella”, “Mudança de Hábito”, “Se Eu Fosse Você – o Musical”, “Cazuza – o Musical”, “Rock In Rio – o Musical” e “O Despertar da Primavera (Spring Awakening)”. Na TV, integra o elenco da série “The Angel of Humburg”, da Sony e TV Globo, “Shipados”, da TV Globo, “O Doutrinador”, “O Negócio” da HBO e em 2009 ganhou destaque internacional como Daniel na série “Julie e os Fantasmas”, da BAND e Nickelodeon. Desde 2019 trabalha como educador em canto e interpretação, com foco também em teatro musical. Em 2020 integra também o grupo de pesquisa “Continentes Familiares", dirigido por Sergio Módena. Carol Costa /atriz Atriz, bailarina e cantora. Se formou na escola Petite Danse e estudou na CAL no RJ. Iniciou sua carreira de atriz aos 12 anos na TV Globo no programa Angel Mix. Nos musicais atuou em Gipsy, Mamma Mia, Cabaret e RAIA 30 Anos com Claudia Raia, My Fair Lady, Vamp O Musical, foi Bia em As Damas de Paus. Sob direção de Miguel Falabella atuou em a Madrinha Embriagada, Os Produtores e Hebe O Musical (Hebe Jovem) indicada a melhor atriz coadjuvante pelo prêmio DID. Atuou como Lily Du Palace em Annie O Musical. Em Cangaceiras, Guerreiras do Sertão foi a velha Fazendeira sob direção de Sergio Módena no SESI- SP. Em 2020 ganhou destaque com a personagem Chiquinha em Chaves. Cassia Tiemi / atriz Atriz, formada pela Incenna Escola de Teatro e Televisão. Participou da série "Me Chama de Bruna", uma produção da FOX sobre Bruna Surfistinha. No teatro, protagonizou a peça "Eu e minhas filhas", dirigida por Nilton Cesar Magro, participou de "Cólera", direção de Henrique Mello, "Noute Nefasta", uma adaptação do texto "A Maldição do Vale Negro" de Caio Fernando Abreu, dirigida por Ana Julia Marko, “Jornada sem Volta” com direção de Tom Dupin e “27 Carros de Algodão” de Tennessee William com direção de Camilo Schaden. Dara Galvão /atriz Dara Galvão é atriz e cantora. Em 2019 e 2020 esteve em cartaz com o espetáculo "Isso Que É Amor" dirigido por Ulysses Cruz. Também em 2019, fez parte do musical "Com Todas As Letras", dirigido por Tomaz Quaresma. Formada em Técnica Meisner Avançada com Tamara Cohen, e em Teatro Musical, pela Lalu Academia de Artes. Estudou Atuação e Direção no Instituto Stanislavsky. Faz aulas de canto com Amélia Gumes e Felipe Ramos. Fez parte do elenco do projeto Broadway Brasil, com parceria da Broadway Dreams Foundation, em 2018. Jessé Scarpellini \ator Autor, músico e ator. Em 2019. atuou em “Master Class”, com Christiane Torloni (direção de José Possi neto), no espetáculo de Newton Moreno “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” com direção de Sergio Módena (no teatro da Fiesp) e também em "Tape” de Stephen Belber. Em 2018 foi Júlio Rasec na turnê nacional de “Mamonas Assassinas, o Musical” com direção de José Possi Neto. Integrou o elenco de Michel III. Em 2017 atuou no musical “Les Miserables”, em 2016 integrou o elenco de “Wicked”. Em 2015 fez “Mulheres a Beira de Um Ataque de Nervos”, baseado na obra de Almodóvar, em 2014 estava no elenco de “O Homem de La Mancha” (SESI-SP), em 2013 em “A Madrinha Embriagada” (SESISP), essas três obras dirigidas por Miguel Falabella. Letícia Soares /atriz Vencedora dos Prêmios APTR, Cesgranrio de Teatro, Botequim Cultural e Destaques Musical - Rio como Melhor Atriz Protagonista por seu trabalho em "A Cor Púrpura". Natural de Magé/RJ, Letícia estudou canto na Escola Portátil de Música do Instituto Casa do Choro (RJ) e iniciou sua carreira em musicais no premiado espetáculo “Besouro Cordão de Ouro” de Paulo César Pinheiro e Direção de João das Neves. No Rio de Janeiro, atuou também em “Gota D'água”, “É Samba na Veia, é Candeia” e “Missa dos Quilombos”. Mariana Rosa / atriz Atriz e artista visual, se formou no teatro escola Célia Helena, foi cofundadora da Cia. As Bárbaras, onde representou São Paulo com o Ponto de Cultura Conte a Sua História, na Mostra Artística Teia Brasil da FUNARTE com o patrocínio do Ministério da Cultura. Foi atriz da Fraternal Cia de Arte e Malas Artes sob a direção de Ednaldo Freire. Último espetáculo realizado foi Antes Que Amanheça, texto de Vitor de Oliveira e direção de Tiago Pessoa. Como artista plástica já participou de exposições e foi ganhadora do Primeiro Prêmio na Exposição “Arte e Olimpíadas” por ocasião da 2ª Jornada Cultural da Associação Comercial de São Paulo e pelo Instituto de Recuperação do Patrimônio Histórico no Estado de São Paulo. Atualmente faz parte do grupo de pesquisa liderado pelo diretor Sérgio Módena, com o projeto Continentes Familiares. Roberto Brandão /ator Em 2010, atuou no espetáculo In Utero e variações de um tema de Mozart, de João Silvério Trevisan e Direção de Antonio Cadengue. Em 2011 participou do espetáculo O canto de Gregório do grupo Magiluth. Em 2011 e 2012 foi João na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém dirigido por Carlos Reis e Lúcio Lombardi. Em 2012 já pelo grupo Seraphin, fez Vestígios de Aimar Labaki, também dirigido por Antonio Cadengue. Em 2013 atuou em As Confrarias de Jorge Andrade e em 2014 interpretou Doroteia no espetáculo Doroteia de Nelson Rodrigues, ambos dirigidos por Antonio Cadengue. Em 2014 também participou como Dr. Roberto na novela Geração Brasil da Rede Globo. Voltou a atuar em 2018 pelo grupo Trapiche no Auto da barca do inferno de Gil Vicente e Sonho de uma noite de verão de William Shakespeare. Em 2019 estava no espetáculo Maria Bonita, a Rainha do sertão pelo Grupo Dois Pontos.
PROJETO ARQUIVADO.