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PRONAC 2410737Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Caboclos da Amazônia em Duque de Caxias (RJ)

ALAN ISIDIO DE ABREU PRODUCOES E EVENTOS
Solicitado
R$ 196,6 mil
Aprovado
R$ 196,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Andirobeiras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-28
Término
2025-04-30
Locais de realização (2)
Duque de Caxias Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Caboclos da Amazônia" mostra o modo singular e típico de viver da população amazônica. A mostra iniciou seu trajeto em Belém (PA), em 2022, passando por Canaã dos Carajás e Marabá (PA), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). Fazem parte da exposição: exposição dos signos comunicantes do caboclo, com ênfase nos abridores de letras, que pintam os nomes nos barcos; cerca de 100 fotos de exemplos da arquitetura cabocla; retratos do interior das casas amazônicas com a explosão de cores; instalações com objetos que retratam o olhar puro do caboclo como o carrinho de raspa-raspa; vídeos que retratam a atmosfera dos ritmos e movimentos paraenses. A proposta atual é de levar a exposição para a cidade de Duque de Caxias, durante o Carnaval de 2025, quando a escola de samba da cidade, a Grande Rio, desfila com o enredo "Pororocas panawaras" sobre a cultura amazônica, acrescentando apresentações com representantes das aparelhagens, linguagem que conecta o povo da floresta com o mundo

Sinopse

A exposição "Caboclos na Amazônia” apresenta propostas de moradia, objetos, móveis, música e imagens em geral que fazem parte do modo de viver dos habitantes de uma camadamais simples da população amazônica, um povo que criou intuitivamente uma bela identidade local. São expostas cerca de 400 peças entre objetos, pinturas, fotografias.Conceitualmente, a mostra está dividida em cinco áreas: LETRAS - Um espaço dedicado aos signos comunicantes do caboclo amazônico, com ênfase nos “abridores de letras”, como são conhecidos os artistas que pintam os nomes nos barcos.Uma gente simples, autodidata e que sem se dar conta criou uma tradição tipicamente ribeirinha, uma forma de cultura itinerante. Mostramos o trabalho de alguns desses artistas,cada um com seu estilo próprio, muitasvezes seguindo tradições familiares de diferentes cidades da região. Falamos ainda dos pintores de letras urbanos. ARQUITETURA - Reconhecer a arquitetura popular, cuja origem é o olhar espontâneo do caboclo, é uma iniciativa inédita e válida. As casas se inserem em paisagens amazônicasdeslumbrantes e quase sempre harmoniosas nesse contexto. As cores e os grafismos dos balcões nas casas das vilas de pescadores são originais, com um resultado estéticoextraordinário e uma forte influência dos desenhos marajoaras. Em geral, as casas estão suspensas em decorrência das variações das marés. Nesse espaço apresentamos diversosexemplos da arquitetura cabocla. OBJETOS - O design dos objetos é um resultado das necessidades do caboclo, é um olhar “puro”, onde o grande mérito está na simplicidade da função e da forma. É importanteresgatar essas peças cada vez mais raras e valorizar algo que sempre passou despercebido ao olhar brasileiro, tal como canoas, remos, engenhocas adaptadas para servir alimentosregionais e utensílios do dia a dia, além dos objetos de devoção. INTERIORES - Na contramão da decoração residencial no Brasil, onde o minimalismo associado a cores neutras predomina nos projetos de interiores, a casa do caboclo é uma explosãode cores, objetos e móveis kitsch. O exagero associado ao total descompromisso com qualquer tendência resulta em imagens únicas e surpreendentes. MÚSICA - O último espaço da exposição é um convite à celebração. As festas de aparelhagem consistem numa grande performance sonora fundamental à cena tecnobrega que acontecena periferia de Belém e no interior do estado do Pará. A aparelhagem em si já é um elemento escultórico instigante, onde os DJs comandam a festa. Cada festa tem aparelhagem eestilo característicos, onde centenas ouaté milhares de pessoas se aglomeram em frente à aparelhagem para dançar e participar desse movimento incrível. São três vídeos falando dos ritmos paraenses e um vídeo de 5minutos, mostrando uma festa, com depoimento dos participantes. Junto com a exposição, três apresentações com Junior Almeida e equipe, trazem o baile da aparelhagem para o mundo de hoje.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a exposição CABOCLOS DA AMAZÔNIA na cidade da Baixada Fluminense Duque de Caxias (RJ), para mostrar os signos identitários amazônicos da Arquitetura, Design e Música. A exposição tem espaços temáticos que reúnem cerca de 400 peças que reproduzem a atmosfera típica das regiões ribeirinhas. São objetos e reproduções artísticas do cotidiano do "caboclo" amazônico como o assoalho alto para fugir da maré cheia, o colorido das salas, o carrinho de raspa-raspa passando na rua e as pinturas de embarcações. O evento vai ser realizado durante o Carnaval de 2025, coincidindo com a época em que a escola de samba local, a Grande Rio, desfila com o enredo "Pororocas panawaras" sobre a cultura amazônica. A intenção é mostrar para a cidade fluminense as peculiaridades do modo de vida dos povos ribeirinhos da região Norte do Brasil. Fazem parte do projeto shows de representantes atuais da música da região amazônica. Objetivos específicos:1. Receber um público visitante de cerca de 2.000 pessoas;2. Realizar 4 visitas guiadas por profissionais para cerca de 200 estudantes e professores de escolas públicas;3. Colaborar para divulgação da arte, artesanato e design amazônico;4. Apresentar a tradição ribeirinha amazônica em seus diferentes aspectos: a vida cotidiana, o "morar", seus objetivos decorativos, suas formas de diversão, entre outros;5. Colaborar para a formação de público para exposições; 6. Apresentar 3 apresentações de aparelhagem do Pará.

Justificativa

A pertinência da exposição CABOCLOS DA AMAZÔNIA é seu foco numa região cuja importância é inquestionável: a Amazônia. No caso específico da cidade da Baixada Fluminense, Duque de Caxias, coincidindo com o Carnaval onde a escola de samba local, Grande Rio, desfila sobre a Cultura da Amazônia, o assunto é ainda mais relevante, tendo em vista que a população está interessada no tema. Apresentar objetos criados pela população ribeirinha, sem formação técnica tanto em arte quanto em arquitetura, levanta questões como a conceitos de design e decoração, a criação de utilitários bastante específicos para a população ribeirinha, o conceito de moradia onde as cores e os grafismos das pinturas das casas combinam com a exuberância da floresta. A arquitetura e o design, bem como o artesanato estão presentes na história do Homem desde o início. Havia a necessidade de se proteger das mudanças do tempo e dos perigos como animais, em uma casa ou qualquer tipo de habitação. Como não haviam máquinas, era preciso produzir objetos manualmente e de forma a atender às necessidades utilitárias de cada comunidade. As diversas culturas e povos podem ser caracterizados pelos seus fazeres e habilidades manuais. O que mostra a exposição são os fazeres e habilidades amazônicas, região onde 70% da população é urbana e a maioria vive em condições precárias, desempregados, sem saneamento básico. Caboclos da Amazônia evidencia que as dificuldades que impediriam a beleza na vida dos ribeirinhos amazônicos, na maioria das vezes, trabalha no reverso, levando-os à busca de casas lindas externa e internamente, onde a profusão de cores imita a diversidade da natureza local. Os barcos que trafegam nos rios amazônicos são pintados artesanalmente por artistas e abridores de letras que escrevem os nomes excêntricos nos barcos. E a música? O projeto apresenta a trilha sonora que embala a cultura amazônica, com ritmos diversos como carimbó, guitarrada e festa da aparelhagem. Através de videos com profissionais da área, é apresentado o caminho percorrido parachegarem nos sons tão familiares para os amazônidas. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1ª da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

A exposição será realizada no primeiro andar da Biblioteca Governador Leonel Moura Brizola em Duque de Caxias. A apresentação de aparelhagem acontece no palco reversível do grande Teatro Raul Cortez, que abre para a praça trazendo o baile da aparelhagem para Duque de Caxias.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Biblioteca Governador Leonel Moura Brizola é totalmente acessível para portadores de necessidades especiais, idosos e cadeirantes, contando com elevadores e banheiros adaptados..Item da planilha orçamentária: não existem custos para estas medidas já que os três locais onde a exposição será realizada têm todos os equipamentos para o acesso confortável paratodos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:1. No segmento Letras, existem letras com detalhes em alto relevo, para compreensão do trabalho artístico por pessoas com deficiências visuais.Itens da planilha orçamentária: A medida para acessibilidade consiste em disponibilizar letras (confeccionadas em madeira com reentrâncias e saliências para que sejam sentidas pelas mãos dos deficientes visuais para que eles possam compreender o seu significado). Estas letras são confeccionadas pelos "abridores" de letras que confecionam as letras e os paineis da sala de Letras, por isto seu custo está incluído na rubrica Cenografia/material/confecção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todos os vídeos são legendados e estão programadas duas visitas guiadas com a presença de Intérprete de Libras.Item da planilha orçamentária: as legendas já fazem parte dos vídeos, não havendo custo para elas; rubrica de Intérprete de Libras - . PRODUTO: APRESENTAÇÕES DE APARELHAGENS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações serão realizados no palco do Teatro Raul Cortez, que se localiza em frente à Biblioteca, e o público assistirá da praça, com acesso fácil e confortável para todos os participantes. Item da planilha orçamentária: não existem custos para a utilização da praça. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As apresentações terã a presença de Intérprete de Libras. Item da planilha orçamentária; rubrica de Intérprete de Libras - PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as visitas e palestras terão a presença de Intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Produto - Exposição de ArtesAs visitas à exposição serão totalmente gratuitas. Além disso, registros audiovisuais da exposição serão disponibilizados nos sites do proponente e do curador da exposição. Produto - Apresentações da Aparelhagem Todas apresentações serão totalmente gratuitas. Produto - Contrapartidas SociaisOs encontros serão totalmente gratuitos. Como foi feito nas exposições em várias cidades do país, as visitas guiadas são disponibilizadas na Internet através de diversos canais.

Ficha técnica

O dirigente da Aia Produções, Alan Isidio de Abreu, realiza a atividade de coordenação administrativa financeira do projeto. Proponente / Coordenação administrativa financeira – Alan Isidio de Abreu - dirigente da Alan Isidio de Abreu Produções e Eventos (Aia Produções)A Aia Produções nasceu em 2010 com a missão de produzir e promover espetáculos artísticos e culturais, desde sua concepção até a realização. Também mantém em sua área deatuação a administração financeira de projetos. Em 2019, a empresa expandiu seu ramo de atuação para outros nichos artísticos como exposições, festivais, feiras e atividadesesportivas e gastronômicas, sempre mantendo o foco em experiências capazes de criar emoções que marcam a vida das pessoas. Além da produção também presta o serviço deconsultoria em patrocínios culturais e artísticos para empresas de diversos ramos de negócio. Em 2022, fez o trabalho de produção local do espetáculo “ALEGRIA DE NÁUFRAGOS” dogrupo paraibano Ser Tão Teatro, no Teatro Ipanema. Em 2021, produziu o espetáculo “SUJEITO A REBOQUE” no Teatro PetraGold. Em 2020, produziu o espetáculo de teatro online “AMADO MONSTRO”, classificado no edital da Funarte. Produziu a peça “UMA INTERVENÇÃO”, que fez temporada no Teatro Ipanema e no Teatro XP, no Rio de Janeiro, em 2019.Montou o espetáculo “SILÊNCIO!”, de Renata Mizrahi, indicado a nove prêmios, como Prêmio Shell de Melhor Atriz (Suzana Faini), Prêmio Cesgranrio de Melhor Atriz e Autora e PrêmioFITA em cinco categorias. Estreou em 2014 e permaneceu até 2019 em circulação por diversas cidades. Em 2017, o espetáculo foi LENDA SABIÁ, de André Arteche, no SESC Tijuca. Em2014, estreou a “CABARÉ FOGUETE - A Insaciável e Umedecida Saga de Ana Foguetinho”, dramaturgia e direção de Ivan Sugahara e Gustavo Damasceno, com várias temporadas (aúltima em junho de 2017 no Teatro Sérgio Porto) no Rio de Janeiro e apresentações em São Paulo. Em 2013 e 2014, circulou com o espetáculo Infantil “COISAS QUE A GENTE NÃO VÊ”,texto de Renata Mizrahi e direção de Joana Lebreiro, vencedor do Prêmio Zilka Salaberry por melhor texto e atriz, com circulação por dezenas de cidades brasileiras, já assistido pormais de 10 mil pessoas. Ainda em 2013, permaneceu em temporada com o espetáculo O Homem que Queria Ser Rita Cadillac, de Márcio Américo e supervisão de Ricardo Blat; que seapresentou em dez cidades e circulou por SESCs do Estado do Rio de Janeiro. Também em 2013, produziu o espetáculo “Sarau Das Putas”, dramaturgia e direção de Ivan Sugaraha,resultado de uma residência do diretor no Teatro Poeira sobre prostituição. Além de produzir, também é responsável pela administração de espetáculos como “Os Sapos” (Prêmio deMelhor Atriz e Atriz Coadjuvante FITA 2013 e indicado como melhor Texto Prêmio Cesgranrio), de Renata Mizrahi, o espetáculo musical infantil “A Menina Edith e a Velha Sentada”, deLázaro Ramos, (Prêmio Zilka Salaberry de Direção). Em 2016, foi responsável pela administração de “Os Insones”, de Tony Belotto, direção de Érika Mader, e, em 2017, de “Fauna”, deRomina Paula, direção de Erika Mader e Marcelo Grabowsky. No ano de sua criação, em 2010, produziu dois espetáculos no formato de leitura dramatizada de Jean-Paul Sartre: O Diaboe o Bom Deus e Entre quatro paredes e Tomando chá nas tardes de outono, de Gualdino Calixto. Diretor Geral, direção de arte, concepção e curadoria do projeto - Carlos AlcantarinoCarlos Alcantarino nasceu em Belém do Pará em 1958, é Graduado e Mestre em engenharia civil pela PUC/RJ. Designer autodidata, está radicado no Rio de Janeiro onde montou em1996 o Estúdio Alcantarino, especializado no desenvolvimento de móveis e objetos utilitários, projetos arquitetônicos e cenográficos e consultoria em design. Participou dediversas exposições e ganhou os principais prêmios de design no Brasil e no Exterior.Alguns Projetos e Clientes:· Feira do Empreendedor – Sebrae –PA – 2004 –Projeto cenográfico· Programa de desenvolvimento de distritos industriais - Sebrae-PA , em parceria com a Promos e o BID - 2005 – Direção de criação - Desenvolvimento de mobiliário para associação demoveleiros no Estado do Pará.· Feira Amazontec – Sebrae-PA– 2006 – Projeto cenográfico· Projeto Experiência Design – Companhia Vale – 2007 - Projeto e coordenação – Exposição de moveis e objetos de minha autoria em uma balsa ancorada no porto de Belém, comoficina de design para crianças da rede pública. Site do projeto: www.alcantarino.com· Projeto Cabanos – Companhia Vale - 2008 - Projeto, coordenação e direção de criação – Desenvolvimen to de móveis e objetos a partir do material de rejeito da empresa Albrás.· Projeto Experiência Design – Feira Casa Brasil – Sindimóveis – 2011 – Coordenação e direção de criação . Projeto especial para a feira onde crianças da rêde pública de BentoGonçalves criaram moveis e objetos utilizando materiais de descarte das empresas locais para expor na Feira Casa Brasil.· Projeto Coletivo - Coca Cola/ Rede ASTA – 2011 - Coordenação do projeto e direção de criação. Desenvolvimento de objetos utilitários a partir de descarte de Coca Cola em 5comunidades do Rio de Janeiro.· Rede Ipiranga – 2012 – Projeto de objetos utilitários utilizando Lona descartada pelo posto para distribuir como brinde.· Procompi – Firjan – 2013 – Desenvolvimento de moveis para 4 empresas no Rio de Janeiro.· Club Med – Rio de janeiro – 2013 – Projeto de moveis e cenografia para o restaurante.· Butzke - 2014 - desenvolvimento da linha Salinas com móveis para área externa. Produtora - Maria Alice SilvérioProdutora cultural desde 1987, trabalhou em eventos importantes como “100 Anos da Avenida Paulista (SP)”, e produziu mais de trinta espetáculos teatrais, cerca de vinte projetoseditoriais e vários projetos em outras áreas.Últimas produções teatrais: Ecos da Inquisição (2010/11), Joaquim e as estrelas (10-13), Ilda e Nicole (10/11), Patagônia (11), Coisas que a gente não vê (12-14), Lar Doce Lar (12),Bette Davis e a Máquina de Coca-Cola (12/13), Sarau das Putas (13), Bisa Bia, Bisa Bel (14-19), No Ar com Lasanha e Ravióli (14), Cabaré Foguete (14-17), Eugênia (15-18), War (15-17),Radiofonias Brasileiras (15-16), A Lenda do Valeda Lua (15-18), A última Revolução possível (17), Meus Duzentos Filhos (18-19), Uma Intervenção (2019), Freud e Mahler (2019), Amado Monstro (2020), Sujeito a Reboque (2021),Alegria de Náufragos (2022), Instruções para descer uma escada (2023/24), Noite em claro (2024).Produções Editoriais:- Bibi, uma vida no Palco, fotobiografia da atriz e diretora Bibi Ferreira (2003); edição em inglês lançada nos Estados Unidos (2014); nova edição revista e atualizada (2021);- Arte Popular in Natura, coleção de cinco volumes sobre artesanato em pedra, barro, fios, fibras e madeira (2007);- Rio de Cantos 1000, livro de arte com fotos de Custódio Coimbra (2009);- José Bechara desenhos, Como piscada de vaga-lume (2010);- De braços abertos Cristo Redentor 80 anos, texto de Lilian Fontes, organização e concepção de Maria Izabel Noronha (2011);- Blocos de Rua do Carnaval do Rio de Janeiro, texto de Aydano André Motta, e fotos de André Arruda e Custódio Coimbra (2011).- Bibi Ferreira a life on stage, edição revista e atualizada de Bibi Ferreira, uma vida no palco de 2003, traduzida para o inglês (2013).Eventos: - - Caboclos da Amazônia - Exposição em Belém, Canaã dos Carajás e Marabá (PA) em 2022; São Paulo (SP) em 2023; em Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ)em 2024. - Lançamento da plataforma Manivanet (2018); - Eventos do Mater: encontro de artistas no Teatro Poeira, Teatro XP e Teatro Serrador (2018);- Seu Bené e Dona Maria – organização e produção de curso de artesanato e produção de paneiros em Bragança (PA), com a participação de mais de 200 agricultores (2010-11) - - Experiência Design: Exposição retrospectiva de Carlos Alcantarino em Belém (2007) e Projeto Cabanos – produção de uma linha de produtos pelaCooperativa de Artesãos de Barcarena (PA) com a participação de três escritórios de design de São Paulo e Rio de Janeiro (2007-2009)Documentários:- Seu Bené e Dona Maria e Seu Bené vai pra Itália, direção Teresa Corção; Artesanato In Natura, direção Gloria Mayworm, Professor da Farinha, direção Teresa CorçãoVídeoarte:- G, de Thiago Sacramento Curadora da Sala Letras - Fernanda MartinsFernanda é designer e pesquisadora nas áreas de Tipografia e História do Design, em especial na Amazônia.Professora da Universidade Estácio-FAP. Doutora em História do Design na ESDI/UERJ. Cursou Master em Design Gráfico e Tipografia na Escola de Design da Basiléia, Suíça, eEspecialização em Semiótica e Cultura Visual, pela ICA/UFPA. É formada em Artes Plásticas pela ECA/ USP. Atualmente mora em Belém onde é sócia da empresa Mapinguari Design,pela qual desenvolve projetos culturais como o Letras Q Flutuam: mapeamento dos abridores de letras de barcos da Amazônia” e MapinLab, voltado para o fortalecimento da culturado design, além de projetos de design para a sustentabilidade e design participativo. Projeto Letras que Flutuam foi selecionado no edital Rumos do Itaú Cultural em 2016 que resultouno documentário “Marajó das Letras”, em 2018 recebeu, na Categoria Património Imaterial, o Prêmio Rodrigo de Mello Franco de Andrade do IPHAN e menção na Bienal Intermericanade Diseño em Madrid. Curador de Vídeos - Gustavo GodinhoParaense que vive em Belém, é graduado em direito e cursou Film & TelevisionBusiness na FGV-SP. Diretor de cena, diretor de fotografia e produtor, co-dirigiu em 2006 o documentárioAs Filhas da Chiquita, sobre a festa gay que antecede o Círio de Nazaré, lançado em circuito comercial, exibido no GNT e vencedor do Festival Mix Brasil. Em 2009 dirigiu e roteirizou odocumentário Brega S/A , sobre a cadeia econômica do tecnobrega de Belém. O documentário foi lançado diretamente na internet, foi adquirido e exibido na MTV Brasil, no festivalInEdit, File Festival, Virada Cultural, entre vários outros.Dirigiu e roteirizou o documentário Energia das Torcidas , exibido na ESPN, sobre torcidas de futebol do Brasil. Fotografou o documentário Terra de Negro , sobre comunidadesquilombolas na ilha de Marajó e o curta-metragem de ficção O Afinador , selecionado para mostra especial no Festival de Veneza. Dirigiu, roteirizou e fotografou uma série de 24 minidocumentários de branded content para a Petrobrassobre as torcidas dos clubes da série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. Dirigiu, roteirizou e fotografou o documentário Paysandu – 100 Anos de Payxão , exibido em circuitocomercial, lançado em DVD e VOD. Dirigiu, roteirizou e produziu a série de ficção Konsiderados, filmada na periferia de Belém com um elenco de atores iniciantes da própriacomunidade, a ser lançada em 2020. Foi contemplado na chamada Prodecine 01 da Ancine e está dirigindo o documentário Estados Unidos do Brasil , sobre a comunidade brasileira naFlórida. Foi vencedor do II Edital Cultura de Audiovisual e irá dirigir a série documental de 5 episódios Galera da Laje . Foi vencedor do Edital TVs Públicas da Ancine e irá dirigir asérie documental Cidades Negras . Atua na área publicitária como diretor de fotografia e diretor de cena. Já trabalhou para clientes como Coca-Cola, Google, Pepsi, TAM, Itaú,Ministério dos Esportes, Fiat, entre outros. Coordenador das apresentações da aparelhagem - Junior Almeida Filho de Milton de Almeida Nascimento (1939-2019), Junior Almeida é o gestor do Espaço Cultural Sonoro Paraense, berço da família há mais de 70 anos, que procura resguardar o afeto, o legado e o patrimônio do seu pai como construtor de aparelhagem. Com a frase "Hoje estamos aqui", nome do curtíssima metragem que o apresenta, sempre começa utilizando a frase de seu pai para anunciar que logo mais ali haverá um acontecimento: a festa de aparelhagem, como existe até hoje em toda a periferia de Belém. Junior preserva a memória dos sons do Pará, que viveram sua época de ouro nos anos 50, 60 e 70. Suas apresentações oferecem um lugar de fala e significados de uma época em que as aparelhagens sonoras ecoavam pelos bairros periféricos de Belém através da música e da dança, uma forma de linguagem que conecta o povo da floresta com a outra parte do mundo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.