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A XIV Edição Bienal do Recôncavo está sendo planejada para acontecer nas cidades de São Felix, Cachoeira e Maragogipe, com trabalhos de artistas nacionais e estrangeiros nas seguintes categorias: a. Artes gráficas; b.Desenho; c. Escultura; d. Fotografia; e. Grafite; f. Gravura; g. Instalação; h. Novas Experiências; i. Objeto; j. Performance; k. Pintura; l. Vídeo Arte. O evento se constituí em uma significativa exposição de artes visuais, mostra de vídeos, shows musicais e performáticos além da programação educativa com seminários, oficinas e cursos, se constituindo em uma vitrine das mais importantes produções artísticas do território das artes visuais nas diferentes linguagens. Propõe-se dar oportunidade à população local e da região de interagir, de forma gratuita, com uma ampla variedade de expressões artísticas, além de fomentar a economia e a difusão cultural, gerando renda para grupos e artistas da região da região do recôncavo, Salvador e outras localidades.
A XIV Edição da Bienal do Recôncavo tem como proposta curatorial o aprofundamento do diálogo entre arte, território e identidade, posicionando o Recôncavo Baiano como epicentro de produções artísticas contemporâneas que transcendem fronteiras regionais, nacionais e culturais. Realizada nas cidades históricas de Cachoeira, São Félix e Maragogipe, a Bienal do Recôncavo pretende refletir sobre a interação entre as tradições locais e as novas formas de criação artística, evidenciando que o passado e o presente convergem para moldar o futuro da arte. A curadoria será organizada em torno de três eixos principais: Território e Identidade: Este eixo propõe uma reflexão sobre as interações entre o espaço geográfico e as expressões culturais, com foco no Recôncavo Baiano, uma região historicamente marcada pela diversidade étnica, cultural e religiosa. As obras selecionadas nas categorias de artes gráficas, escultura, fotografia e pintura deverão explorar questões de pertencimento, memória e identidade, promovendo um encontro entre o regional e o global. Novas Linguagens e Experiências: A Bienal abrirá espaço para obras que desafiam as fronteiras tradicionais das artes visuais, valorizando a inovação e o experimentalismo. As categorias de instalação, novas experiências, vídeo arte, performance, objeto e grafite serão o centro deste eixo, apresentando propostas que estimulam a participação ativa do público e promovem novas formas de interação com o espaço expositivo. A inclusão dessas novas linguagens busca não apenas oferecer novas perspectivas, mas também inserir o Recôncavo no cenário das práticas artísticas mais contemporâneas. Patrimônio e Futuro: Este eixo busca explorar a relação entre o patrimônio cultural imaterial e as novas possibilidades de preservação e reinterpretação no contexto da arte contemporânea. Serão promovidas palestras e rodas de conversa sobre a salvaguarda do patrimônio cultural, além de seminários e oficinas que estimulem a criação de novas leituras sobre tradições locais e a malha da ancestralidade cultural do recôncavo baiano . Artistas que trabalham com a gravura, o desenho e a escultura serão convidados a produzir obras que dialoguem com o rico patrimônio cultural da região, criando um elo entre passado e futuro. Além da exposição de artes visuais, a Bienal se estenderá a outros campos artísticos, com uma programação complementar de shows musicais, performances, mostra de vídeos e programação educativa, oferecendo um espaço aberto de intercâmbio cultural e formação. Com a participação de artistas nacionais e estrangeiros, a XIV Bienal do Recôncavo será uma vitrine das mais significativas produções artísticas do cenário atual, reforçando o papel das artes visuais como uma ferramenta de transformação social e cultural. A proposta curatorial visa, portanto, ampliar o acesso à arte contemporânea, fomentar a produção local e internacional, e oferecer à população do Recôncavo Baiano uma oportunidade única de interação com expressões artísticas de diferentes origens, sem perder de vista a valorização das tradições e identidades locais. Ao unir passado, presente e futuro, a Bienal se compromete a contribuir para a difusão cultural, geração de renda para artistas e grupos locais, e fortalecimento do patrimônio cultural como elemento vital para a construção de novas narrativas sociais e artísticas.
Evitando a cristalização de uma tendência estética ou poética visual, a XIV Edição da Bienal do Recôncavo _ 2025, deverá refletir a pluralidade estética atual, estimulando a criação no território das artes visuais, Incentivando a discussão sobre questões relacionadas com a contemporaneidade e suas expressões artísticas, colaborando assim para o fortalecimento de uma cultura regional conectada com o mundo e as mais novas e criativas experiências, propiciando um ambiente importante para o surgimento de novos valores artísticos. Objetivos Específicos a. Reunir importantes produções das artes visuais, nas diferentes linguagens; b. Refletir a pluralidade cultural contemporânea; c. Estimular a participação de artistas nacionais e estrangeiros, com trabalhos nas diferentes linguajes e poéticas artísticas; d. Valorizar a expressão regional, possibilitando um diálogo universal a partir das aldeias; e. Manter o projeto como principal acontecimento das artes visuais do Norte e Nordeste. f. Promover ações culturais, conforme se segue: PRODUTO 1. Artes Visuais/Exposição Cultural e Artística - exposição com a participação de 156 artistas brasileiros e estrangeiros. PRODUTO 2. Artes Cênicas/Apresentação ou Performance de Teatro - apresentação de 30 grupos treatrais e performáticos. PRODUTO 3. Audiovisual/Projetos Audiovisuais Transmidiáticos - utilização de diversas ferramentas de mídia para promoção das artes visuais e da cultura popular, com a curadoria e exibição de 40 videos de produtores diversos. PRODUTO 4. Música/Apresentação de Música Regional - apresentação de 25 grupos musicais de estilos diversificados. PRODUTO 5. Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial - realização de 15 palestras/rodas de conversa - atividades educativas que enfatizem a valorização e a preservação do patrimônio cultural brasileiro.
Quando inauguramos a Bienal do Recôncavo em 1991, havia uma lacuna na produção cultural da Bahia. Os dois grandes territórios da gestão cultural do estado baiano, que são o Teatro Castro Alves e o Museu de Arte Moderna da Bahia, encontravam-se fechados por falta de condições técnicas para funcionar, isto sem mencionar as condições precárias de outros museus e, principalmente, espaços menores como os centros de cultura do interior. Esse contexto cultural baiano se agravava pela ausência de editais de fomento privado, o que contribuiu para uma acentuada concentração dos recursos estatais para a arte, basicamente destinados a um pequeno grupo de artistas plásticos. Esse universo artístico baiano, aliado a um contexto universal de infinitas possibilidades estéticas, contribuíram para que a Bienal desde a sua inauguração assumisse duas posições estratégicas. A primeira posição afastou-se do modelo curatorial da Bienal de Veneza baseada em convites, e definiu que a participação na Bienal do Recôncavo fosse realizada através de um sistema de inscrição e comissão curatorial, sem convites a celebridades artísticas. Assim, a Bienal foi inaugurada visando criar um movimento capaz de promover novos artistas que pudessem contribuir para romper o circuito fechado, no qual um pequeno grupo de artistas modernos realizava isoladamente as atividades artísticas apropriando-se dos recursos estatais para as artes, dificultando assim que o estado baiano se desenvolvesse no sentido da sua contemporaneidade, através da inibição do surgimento de novos valores. A segunda posição tratou das questões que envolvem as poéticas artísticas, defendendo a pluralidade estética como narrativa do projeto. Assim, currículos não foram privilegiados e, técnicas tradicionais como as esculturas em concreto de MAREPE e as pinturas de Nelson Magalhães foram premiadas. Foram premiados também desenhos, fotografias, gravuras, instalações, novas experiências, objetos, performances e vídeos-arte por acreditar que a contemporaneidade dialoga com infinitas poéticas. Evidenciando a importância histórica da expressão pictórica foram premiadas pinturas em todas as edições da Bienal, e - visando questionar a ideia de que novo e revolucionário são conceitos modernos que não se relacionam com a contemporaneidade, foi eleita a abertura revolucionária do espaço para que o novo se manifestasse _ como narrativa, na primeira edição da Bienal, questionando leituras do período contemporâneo a partir de gramáticas modernas, produtos da revolução industrial que, na negação do passado, construiu a premissa da sua afirmação, entretanto Warhol, Beuys e as pinturas de Damien Hirst, festejado artista visual, definiu a crença que não houve uma ruptura nítida entre a atualidade e a era moderna. Evidenciando que a contemporaneidade convive dialeticamente com manifestações artísticas de outras eras, em uma pluralidade estética a partir de diferentes períodos históricos, borrando as fronteiras do pensar e do fazer artístico. Entretanto, isto são fragmentos de uma narrativa com a intenção de interferir no processo cultural que se realiza na região, no sentido da sua contemporaneidade. Mas, por acreditar que o questionamento dos costumes senhoriais, secularmente estabelecidos na região, seja a contribuição maior para a contemporaneidade dos diferentes valores sociais, constituídos nos aspectos mais relevantes dos projetos culturais da Bienal do Recôncavo no exercício dos princípios democráticos experimentados. Neste sentido e continuando aprofundando a vinculação com poéticas estéticas contemporâneas, a XIV Bienal do Recôncavo vai desenvolver extensa programação com quatro meses de duração onde serão realizadas atividades como o minicursos, seminários e palestras. Este tipo de programação específica, gratuita e aberta à comunidade de uma região do interior do nordeste brasileiro funciona como polo irradiador cultural e traz em si aspectos de uma sofisticada proposta que se materializa em um exercício popular sugerindo que a Bienal do Recôncavo seja um projeto com fortes tensões experimentais contemporâneas, pretendendo tornar a vida uma obra de arte, ou seja, a busca da possibilidade estética se estabelecer e deixar surgir a multiplicidade do ser, possibilitando a plena manifestação das expressões como sugere Frayze. Então, deixar surgir a multiplicidade do ser deverá se constituir na principal palavra de ordem da Bienal do Recôncavo na sua XIV Edição. Na sua XIV Bienal do Recôncavo, oferecerá um rico e diversificado painel sobre a criação artística baiana. Funcionando como grande vitrine que expressa a diversidade de estilos e tendências artísticas, num diálogo permanente com a contemporaneidade. A última vencedora do grande prêmio da Bienal do Recôncavo foi a artista paulista Flora Rebolo, que participou de um curso de arte na Universidade de Brera em Milão _ Itália, com orientação do professor e crítico italiano Antonio D’Avossa. Além da amplitude para outros estados e países, vale salientar, que - na Bahia e região do Recôncavo, a Bienal é reconhecida como uma importante referência da produção artística e de intercâmbio cultural ao reunir participantes dos mais diferentes estados brasileiros e de outros países. Para se ter uma ideia da importância cultural da Bienal, basta lembrar que na noite de abertura da última edição, a mostra foi visitada por cerca de 31 mil pessoas, incluindo jornalistas internacionais e convidados. Nessa mesma edição, a visitação total do evento foi de 457 mil pessoal, comprovada oficialmente. Cumprindo sua função educativa e de formação cultural, a Bienal _ nas edições anteriores, foi visitada por mais de 800 estabelecimentos de ensino da região do Recôncavo e Salvador, com uma média de 40 estudantes por colégio, na faixa etária de 7 a 17 anos de idade, além dos estudantes e professores universitários e o público em geral. Por ser realizada no recôncavo baiano, o evento vem contribuindo para a descentralização, democratização e promoção de acessibilidade à atividades culturais e artísticas. Para a edição que estamos propondo, espera-se contabilizar um número de visitantes ainda mais expressivo pois, além da exposição propriamente dita, durante quatro meses será desenvolvida uma programação cultural e educativa com shows performáticos, mostra de vídeo, seminários, oficinas e cursos. Com isso, indicamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A partir desses direcionamentos, o projeto busca realizar ações que estão previstas nos incisos do Art. 3o da mesma lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Até a Bienal do Recôncavo a Bahia era considerada moderna nas suas poéticas artísticas. Há 12 anos os artistas baianos não participavam da Bienal de São Paulo, a última participação da Bahia na Bienal paulista foi em 1979, representada pelo grupo ETSEDRON - Nordeste ao contrário. E o último ano em que a Bahia foi convidada para participar da Bienal de Veneza foi em 1988 com a participação de Juracy Dórea. A 1a Edição da Bienal do Recôncavo é inaugurada em 1991. Até então os artistas baianos não haviam ocupado territórios como o Pompidou de Paris, a Tate Modern de Londres ou o MOMA de Nova York. Quem tem ocupado estes territórios da contemporaneidade universal são os artistas revelados pela Bienal do Recôncavo como: MAREPE, Ayrson Heráclito, Virginia Medeiros e Ieda Oliveira, além de uma infinidade de novos artistas como Pedro Marighella, Fabio Magalhães e Maxim Malhado que não se encontravam inseridos no mercado de arte e hoje são representados por importantes galerias. Podem participar da Bienal, artistas brasileiros e estrangeiros com trabalhos produzidos a partir de março de 2024, nas diferentes linguagens e poéticas artísticas. A XIV Edição da Bienal do Recôncavo será realizada nas cidades de Cachoeira, São Félix e Maragogipe no período de 08 de novembro de 2025 a 08 de março de 2026. Será uma temporada cultural de 04 meses, 17 semanas com a exposição de arte contemporânea e atividades como seminários, palestras, cursos, oficinas, shows musicais e performáticos, sendo todas as atividades gratuitas. A Bienal oferecerá cinco Menções Especiais no valor individual de R$ 5.000,00 cinco Prêmios Aquisição de R$ 20.000,00 um Prêmio Artista Destaque da Região do Recôncavo de R4 30.000,00 e um Grande Prêmio de Viagem a Europa, correspondente a estadia de trinta dias na Itália, passagens, hospedagem em apartamento individual, curso na Academia de Brera em Milão, com acompanhamento do professor e critico italiano Antonio d’Avossa e EU$ 2.000 (dois mil euros) para visitas a museus e galerias na Europa.
Segue abaixo relação das medidas previstas no atendimento as pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, para todos os produtos do projeto, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, conforme abaixo. Essas medidas também se enquadram ao disposto no artigo 25 da IN MINC 01/2023, de 10 de abril de 2023: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto terá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. PRODUTO 1. Artes Visuais/Exposição Cultural e Artística ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais e informações gerais para deficientes com intérpretes de libras e legendas - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada; guias e orientadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: QRCode e/ou sensor de aproximação para descrição das obras visando atender necessidade de usuários com deficiência visual, rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais para deficientes com intercomunicador. - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Banheiro adaptado; guias e orientadores; sinalização adequada. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: rampas, corrimões, banheiros adaptados, com sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais para deficientes e acesso aos conteúdos culturais e artísticos com intercomunicador. - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Banheiro adaptado; sinalização adequada; guias e orientadores. PRODUTO 2. Artes Cênicas/Apresentação ou Performance de Teatro e PRODUTO 4. Música/Apresentação de Música Regional ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais e informações gerais para deficientes com intérpretes de libras e legendas - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada; guias e orientadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais para deficientes com intercomunicador. - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Banheiro adaptado; guias e orientadores; sinalização adequada. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: rampas, corrimões, banheiros adaptados, com sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais para deficientes e acesso aos conteúdos culturais e artísticos com intercomunicador. - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Banheiro adaptado; sinalização adequada; guias e orientadores. PRODUTO 3. Audiovisual/Projetos Audiovisuais Transmidiáticos e PRODUTO 5. Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados; produção de videos com legenda. Orientação para acesso a locais especiais e informações gerais para deficientes com intérpretes de libras e legendas - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada; guias e orientadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: rampas, corrimões, banheiros adaptados e sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados, uso de audio descrição. Orientação para acesso a locais especiais para deficientes com intercomunicador. - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Banheiro adaptado; guias e orientadores; sinalização adequada. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: rampas, corrimões, banheiros adaptados, com sinalização adequada. Vagas para deficientes nos estacionamentos próximos aos locais dos eventos, devidamente sinalizados. Orientação para acesso a locais especiais para deficientes e acesso aos conteúdos culturais e artísticos com intercomunicador. - ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Banheiro adaptado; sinalização adequada; guias e orientadores.
O evento prevê um público total estimado cerca de 490 mil pessoas em todas as suas etapas, dentre crianças, adolescentes, adultos e idosos, favorecendo a ampla participação da comunidade. Neste sentido, almeja-se estabelecer um diálogo direto com o público, bem como garantir facil acessibilidade para que todos participem dos espetáculos. Por ser um evento gratuito, realizado em uma região do interior do Nordesde, busca-se democratizar plenamenta o acesso à cultura, através da interface entre várias linguagens.Segue abaixo relação das medidas previstas nos artigos 27, 28 e 29 da IN n. 01/2023, para todos os produtos do projeto: PRODUTO 1. Artes Visuais/Exposição Cultural e Artística PRODUTO 2. Artes Cênicas/Apresentação ou Performance de Teatro PRODUTO 3. Audiovisual/Projetos Audiovisuais Transmidiáticos PRODUTO 4. Música/Apresentação de Música Regional PRODUTO 5. Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites estabelecidos na IN 01/2023: A distribuição de todos os produtos deste projeto se dará de maneira totalmente gratuita. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 que será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Inciso/medida do art. 29 da IN nº 01/2023 que será adotada no projeto: II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
A Face da Terra-Fundação de Arte Cultura e Educação, tem a finalidade de produzir e coordenar a XIV Bienal do Recôncavo, elaborando o projeto do evento para atender as exigências da Lei Rouanet. Contratar a equipe de trabalho com as assessorias administrativa, de finanças, jurídica e imprensa. Secretaria executiva, professores, curador internacional, equipes curatoriais de seleção e premiação, diretor expográfico, montadores, monitores treinados para visitas guiadas, técnicos de som, iluminadores, seguranças, e pessoal de serviços gerais. Gerenciará a conta bancaria do projeto, realizando pagamentos da equipe e aquisição de materiais. Será responsável pela coordenação da elaboração dos relatórios e prestações de contas. Como presidente da Face da Terra, Fundação proponente do projeto da Bienal, o proponente técnico/operacional desenvolverá as funções de curador geral, acompanhando os trabalhos das curadorias de seleção e premiação, organizando a programação cultural e educativa, supervisionará a expográfia, montagem da exposição e divulgação geral. a. Contratará a equipe técnica, assessorarias e empresas prestadoras de serviços. b. Será o responsável geral pelas finanças do projeto, representando a Fundação na abertura e administração da conta bancária, realizando os pagamentos e coordenando a prestação de contas, acompanhando os trabalhos da assessoria contábil se constituindo no responsável pela realização plena da XIV Edição da Bienal do Reconcavo-2025. FUNÇÃO/NOME a. Coordenador Geral do Projeto - Pedro Arcanjo da Silva b. Coordenação de Produção - Luiz Carlos Brasileiro de Andrade c. Curador Internacional – Antonio d’ Avossa d. Coordenação de Desenvolvimento e implantação de recursos TI – José Francisco S. Nascimento e. Curadoria de Seleção e Premiação – Será constituída por curadores e artistas com reconhecimento público e professores oriundos da Escola de Belas Artes da UFBA.
Periodo para captação de recursos encerrado.