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PRONAC 2410752Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ANDAR COM FÉ

CASA DE CULTURA JUAREZ TEIXEIRA
Solicitado
R$ 39,5 mil
Aprovado
R$ 39,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Caçapava do Sul
Início
2025-03-01
Término
2026-05-15
Locais de realização (1)
Caçapava do Sul Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto pretende divulgar novos talentos brasileiros nas artes visuais realizando uma exposição de Relicários criados pela artista plástica Carmen Fonseca com objetos resgatados da enchente no RS, ressignificando-os através do upcycling, e uma segunda exposição, resultado de uma oficina formativa desta técnica com 20 participantes do município, com o intuito de estimular a cultura e a prática artística em um município com pouca oferta de atividades culturais.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Principal: · O projeto pretende divulgar novos talentos brasileiros nas artes visuais realizando uma exposição de Relicários criados pela artista plástica Carmen Fonseca com objetos resgatados da enchente de maio de 2024 no RS, ressignificando-os através do upcycling, e uma segunda exposição, resultado de uma oficina formativa desta técnica com 20 participantes do município, com o intuito de estimular a cultura e a prática artística em um local com pouca oferta de atividades culturais. Objetivos específicos · Oferecer uma exposição da artista com relicários criados especialmente para este evento com material recolhido durante a enchente no RS, durante 15 dias na Casa de Cultura Juarez Teixeira em Caçapava do Sul RS. · Oferecer uma oficina de criação com 04 encontros de 03hs cada de criação de relicários para 20 participantes, utilizando a técnica de upcycling e beachcombing. Resultando em exposição de 15 dias com o material produzido.

Justificativa

A origem complexa do culto às relíquias/relicários se estabeleceu na prática da veneração aos restos mortais dos mártires da fé, de homens e mulheres elevados à santidade. Este prestígio sagrado era conferido a indivíduos e objetos considerados singulares. É também um fenômeno de massas, que conferia aos fiéis vestígios palpáveis e concretos. Por sua popularidade os vestígios sagrados foram manipulados e mobilizados pelos diversos poderes. Desde os primeiros cultos aos locais sagrados e às relíquias dos santos, do Cristo e da Virgem, os relicários foram elaborados e percebidos como recipientes extremamente valiosos, cuja riqueza exterior deveria incorporar e transmitir o valor espiritual dos fragmentos em seu interior. Esta proposta usa os relicários como suporte para a criação artística, não como arte sacra, mas sim profana, e pensa a relação entre objeto, afetividade e poética, inventariando da memória os fragmentos-relíquias e objetos coletados de uma determinada situação/ catástrofe, tão potentes para a criação e encontrados no percurso do processo criativo. Assim registram, recompõem e reinventam a história como forma de aproximar arte e vida. Após um mês das enchentes históricas no Rio Grande do Sul, os impactos na cultura gaúcha começam a ser dimensionados. Um levantamento parcial sobre os prejuízos das enchentes de maio para o setor cultural aponta que, até agora, foram registradas 239 ocorrências, entre locais fechados e eventos cancelados. Não só espaços institucionais de cultura foram afetados, toda a cadeia da economia da cultura, artistas, produtores, criadores, montadores, iluminadores entre outros, foram afetados. Então neste momento o apoio dos mecanismos de apoio institucionais a cultura é de extrema importância para a reconstrução da cultura no Rio Grande do Sul. O projeto cultural proposto está em conformidade com a Lei 8313/91, especialmente com os seguintes incisos do Artigo 1º: Inciso I: Contribuir para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais através das exposições, oficinas e eventos culturais. Inciso II: Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, especialmente através das exposições e oficina voltadas para o patrimônio imaterial local. Inciso III: Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores através dos eventos culturais promovidos, das exposições e das oficinas de capacitação. Inciso II, alínea c: Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de música e eventos culturais que incentivam a produção cultural e artística. Inciso IV, alínea a: Distribuição gratuita de ingressos para eventos culturais e artísticos, ampliando o acesso da população aos bens culturais. Solicitamos então o enquadramento deste projeto no artigo 18 da Lei 8313/91 e a sua aprovação junto ao mecanismo de financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Acreditamos que o projeto contribuirá significativamente para a promoção e a valorização da cultura local e regional, atingindo os objetivos estabelecidos pela legislação vigente.

Especificação técnica

METODOLOGIA DA EXECUÇÃO DA OFICINA: A oficina é conduzida e direcionada a partir de determinados conceitos definidos: · Upcycling e Beachcombing que estão presentes e se tornam peças fundamentais para a confecção e entendimento dos trabalhos. · Memórias afetivas, as histórias, o cotidiano, o uso e a apropriação de objetos coletados e suas materialidades. Serão 04 encontros de 03hs divididos da seguinte forma: Encontro 01: · Apresentação das técnicas de upcycling e beachcombing. · Definir uma temática para o relicário a ser desenvolvido na oficina, como a história do local, a fauna e flora da região ou as experiências pessoais vividas ali. · Escolha do Local de coleta: Decidir quais parques ou outros locais que os participantes da oficina gostariam de explorar. Também poderá ser utilizada a técnica de Beachcombing (coleta de objetos descartados ou trazidos pela enchente nas margens das praias, neste caso na beira do Rio Caçapava) · Definir uma temática para o relicário a ser desenvolvido na oficina, definindo assim também que tipo de material deverá ser coletado, tais como: Elementos Naturais: Coleta folhas, pedras, conchas, galhos ou flores secas que representem a biodiversidade do local. Artefatos de Uso Comum: Coleta de objetos modernos (como tampas de garrafa ou pequenos utensílios) que, embora não sejam históricos, podem contar uma narrativa sobre a vida contemporânea no parque. · Encontro 02: · Coleta de materiais nos locais já determinados. Utilizando técnicas de coleta: Observação Detalhada: Caminhar lentamente e ficar atento a detalhes pequenos. Usar uma lupa, se necessário, para observar melhor objetos menores. Documentação de Encontrados: Anotar ou fotografar os locais onde foram encontrados os itens. Isso ajudará a compor a história do relicário. Encontro 03 e 04: Confecção do Relicário · Escolha da Base: Utilizar uma caixa de madeira, vidro ou qualquer outro material que possa servir como base do relicário. · Organização dos Itens: Organizar os itens coletados de forma a contar uma história ou a criar uma composição estética. · Adição de Elementos Informativos: Incluir pequenas etiquetas com informações sobre onde e como cada item foi encontrado, ou até mesmo desenhos ou mapas que ajudem a contextualizar o relicário.

Acessibilidade

- Acessibilidade Física: Todas as atividades da Casa de Cultura Juarez Teixeira serão realizadas em espaços que garantem acessibilidade total para todas as pessoas. Isso inclui: Acesso: Rampas adequadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Sinalização: Placas e sinais visíveis e em alto contraste para facilitar a orientação dentro do espaço. A sinalização também incluirá informações sobre os recursos de acessibilidade disponíveis. Banheiros Adaptados: Instalação de banheiros adaptados para cadeirantes e pessoas com necessidades especiais. Assentos: Áreas de assento acessíveis e adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida. - Acessibilidade de Conteúdo: Deficientes Visuais: Textos curatoriais e materiais em de apoio em braile serão oferecidos para garantir acesso completo às informações. Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras: Durante as exposições e nas atividades e oficina , haverá intérprete de Libras para garantir a inclusão de pessoas surdas e com deficiência auditiva. Deficientes intelectuais, o projeto contará com monitor capacitado em libras e capacitado para atender pessoas com deficiência intelectual tanto na exposição como na oficina..

Democratização do acesso

Com o objetivo de promover a democratização e ampliar o acesso à cultura para moradores de áreas com vulnerabilidade sociocultural, especialmente em regiões da cidade com baixa oferta de atividades artístico-culturais, a Casa de Cultura Juarez Teixeira oferece todas as suas atividades e produtos culturais de forma totalmente gratuita à população. Esta iniciativa visa atender aos requisitos do artigo 27 da IN 01/2023 e adotar as diretrizes estabelecidas no inciso VI do art. 28 da mesma Instrução Normativa: Artigo 27 da IN 01/2023: Assegura que as atividades culturais e eventos promovidos devem ser acessíveis a todos, especialmente a comunidades com menor acesso a programações culturais. Inciso VI do Art. 28 da IN 01/2023: Determina que o projeto deve realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos principais, incluindo ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Além disso, conforme o inciso 3 do § 3º do artigo 30 da IN 01/2023, projetos que envolvem ações formativas ou programas educativos estão isentos de algumas obrigações, o que se aplica ao nosso projeto. Portanto, todas as atividades e produtos culturais oferecidos pela Casa de Cultura Juarez Teixeira estarão disponíveis sem custo para o público, garantindo acesso equitativo a eventos culturais e educativos e promovendo a inclusão cultural em todas as comunidades da cidade.

Ficha técnica

· CASA DE CULTURA JUAREZ TEIXEIRA - Proponente do projeto Função: O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Atua nas áreas de Acervo Museal, Patrimônio Histórico, Pesquisa Histórica, Artes Integradas, Artes Visuais, Artesanato, Culturas Populares, Espaço Cultural, Patrimônio Cultural Material e Imaterial. A Associação Casa de Cultura Juarez tem no seu Estatuto, no Art. 4.º os objetivos da Instituição: I – Promover e valorizar a memória do cotidiano dos séculos XIX e XX da região do pampa rio-grandense; II – Salvaguardar objetos, fotografias, documentos, material iconográfico e acervos de reconhecido valor histórico; III – Preservar tecnologias do cotidiano e da produção artesanal; IV – Estimular a pesquisa histórica e do cotidiano; V – Fomentar a cadeia da Economia da Cultura; VI – Formar artesões e artistas; VII – Comercializar artesanato e produtos locais. · GISELE TEIXEIRA Função: Coordenação Geral Currículo resumido: Jornalista formada na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com especialização em Gestão e Salvaguarda de Patrimônio Cultural Imaterial (FLACSO/Buenos Aires-AR) e em Educação em Museus na Universidad Abierta Interamericana (UAI/Buenos Aires-AR. Reside em Caçapava do Sul, RS, onde faz parte da equipe da Casa de Cultura Juarez Teixeira (CCJT) desde 2021. Entre 2021 e 2024, foi responsável pela produção e curadoria de todas as exposições realizadas na Casa de Cultura Juarez Teixeira. Produtora dos eventos Centenário da Revolução de 23 - “Memórias, narrativas e imaginário” (duas edições, sobre a obra Antônio Chimango e Adão Latorre, em janeiro e junho 2023). Em Buenos Aires, foi produtora do espetáculo de dança Travesia (Fundación Santander), de Barracas, las Novias del Templo Escondido" (Complejo Histórico Santa Felicitas), do espetáculo Vestidos Violentados (Teatro San Martin) e de Tangos del Ángel (Botica del Ángel), todos com direção de Andrea Castelli/Perforrmartes. Como jornalista, trabalhou por dez anos na Gazeta Mercantil, em Porto Alegre, Recife e Brasília, onde foi também assessora de imprensa dos ministros do Meio Ambiente e Agricultura. Passou pelas redações dos jornais Correio do Povo, O Pioneiro e Jornal do Comércio e colaborou com TRIP e TPM, Época, jornais Zero Hora e Clarín em Português e portal de turismo TripAdvisor. Colunista no Blog do Noblat (O GLOBO) de 2009 a 2012. Tem dois prêmios nacionais de jornalismo. CARMEN RITA FONSECA: ARTISTA PLÁSTICA E OFICINEIRA: Jornalista e Publicitária com vasta experiência em design gráfico, editoração de livros e produções culturais. Atuou em grandes veículos de comunicação e renomadas agências de publicidade. Apaixonada por arte, manualidades e sustentabilidade, é uma entusiasta do upcycling. Foi produtora da CowParade Porto Alegre em 2010, combinando criatividade e impacto cultural em um dos maiores eventos de arte urbana do mundo.Participa de várias feiras de economia criativa em Porto Alegre tais como: Bella Ciao, Mosaico, Coletivo de Rua, Poa Criativa, onde expõe os Relicários Upcycling Carmensita.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.