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PRONAC 2410755Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Eu sou um monstro por Fause Haten

ASSOCIACAO SU DE CULTURA E EDUCACAO
Solicitado
R$ 816,0 mil
Aprovado
R$ 816,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-12-31
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

A presente proposta tem o objetivo de circular com o espetáculo "Eu sou um monstro" de Fause Haten, a performance teatral tem 50min de duração e a presente proposta é de 44 apresentações sendo16 em Salvador, 16 no Rio, 4 em Brasília, 4 em Recife e 4 em Uberlândia.

Sinopse

Escrita a partir de um acontecimento na vida do artista Francis Bacon (1909/1992) e seu namorado George Dyer, o performer pretende submeter seu público à experiência de sentir um ser idolatrado se transformar em um Monstro. O sentimento de admiração e aversão colocados em confronto.

Objetivos

Após estreia e curta temporada de repercussão no Sesc Pompéia, em São Paulo, "Eu Sou um Monstro" é uma peça teatral concebida e encenada pelomultiartista, Fause Haten. Escrita a partir de um acontecimento na vida do artista Francis Bacon (1909/1992) e seu namorado George Dyer, o performerpretende submeter seu pu´ blico à vivenciar um ser idolatrado se transformar em um Monstro, os sentimentos de aversão e de admiração são colocados emconfronto — tudo em nome de um desejo artístico. O trabalho pretende circular por outros estados do Brasil mesclando teatro, performance, vídeo e artes plásticas. Desenvolvida enquanto um teatro- performance de fácil maleabilidade técnica, a obra se reconfigura em diferentes espaços. Escrita a partir de um acontecimento na vida do artista Francis Bacon (1909/1992) e seu namorado George Dyer, o performer pretende submeter seu pu´blico à experiência de sentir um ser idolatrado se transformar em um Monstro. O sentimento de admiração e aversão colocados em confronto.

Justificativa

No espetáculo, um célebre ARTISTA encontra o corpo de seu namorado, inspiração de todas as suas obras, morto na noite anterior, no quarto ao lado da sala em que inaugura, naquele dia, a sua maior mostra. Aconselhado por sua agente, deixam o corpo na cena da morte, para ser encontrado depois do grande evento.Durante a exposição, o ARTISTA é preso e acusado de assassinato. O homem mais celebrado do mundo das artes se transforma então em um monstro aos olhos de seu público.Haten constrói na imaginação da plateia um evento cuja história é inspirada no fato real vivido pelo artista plástico irlandês Francis Bacon (1909 - 1992): em 1971, na noite em que o Grand Palais de Paris homenageava Bacon com uma retrospectiva de seu trabalho, George Dyer, amante do pintor, comete suicídio.Dyer e Bacon viveram uma conturbada relação que marcou a vida do artista, tendo Dyer como inspiração de obras que alcançaram valores milionários de venda.Em uma criação livre, que não se prende à história de Bacon, "Eu Sou Um Monstro" revela-se também como um pacto ficcional entre personagens (o artista e o amante) em uma performance que força os limites da ética em busca da total liberdade criadora e convida os presentes a reflexões sobre arte, estética e amor. As personas transmutam-se em monstros que evidenciam atitudes inconsequentes e extremas.A encenaçãoA concepção do espetáculo busca utilizar o espaço teatral de maneira não-convencional, proporcionando uma imersão densa e intimista para o público. Através de uma mescla entre ficção e realidade, o público é conduzido a uma galeria de arte, independentemente de sua localização física, por meio de um pacto cênico estabelecido pelo narrador e pelas personas interpretadas por Fause Haten. No espaço onde acontece a performance, obras de arte fictícias desenvolvidas pelo próprio Haten, são instaladas. O público é recebido como se fosse em uma abertura de exposição,e Fause está lá ainda sem os personagens. Aos poucos começa a acrescentar camadas de ficção nas conversas.No momento em que Fause junta as pessoas e começa uma narração, ele se refere a detalhes do que aconteceu como se fosse um acontecimento do passado. Dentro dessas narrações, tudo que está no ambiente pode se tornar arte e parte da narrativa. Fause propõe um pacto e depois reorganiza o espaço e o público, a partir de uma mesa, duas cadeiras e uma pilha de cadeiras que já estavam lá.O figurino pretende não ser um figurino, a luz não ser uma luz, o cenário não ser um cenário. A trilha sonora é quase um silêncio.A dramaturgia do espetáculo é rica em descrições imagéticas, fornecendo elementos que fazem a peça acontecer no imaginário de cada espectador.Temas como uma importante exposição, a morte do namorado do ARTISTA, a prisão do protagonista e as transformações das personas em monstros são explorados, levando o público a refletir sobre arte, estética e relacionamentos.

Especificação técnica

Da proposta de circuito artístico: trabalho artístico a que se refere à Eu sou um monstro incluindo a quantidade de apresentações artísticas serão realizadas, bem como o descritivo das atividades recriação, apresentações, bate-papo, mediação e formação.

Acessibilidade

Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo, deverão possuir toda a acessibilidade e atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009 de forma a garantir, priorizar e facilitar o livre acesso de idosos e portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, garantindo o pleno exercício de seus direitos culturais. O Teatro também terá que atender ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Todas as sessões contarão com interprete em libras.

Democratização do acesso

A distribuição dos ingressos serão distribuidos da seguinte forma: 20% dos ingressos serão DOADOS exclusivamente para instituições de caráter social e educativo. 10% dos ingressos serão distribuídos GRATUITAMENTE aos patrocinadores 10% dos ingressos serão distribuídos GRATUITAMENTE para a divulgação; 20% dos ingressos serão VENDIDOS A PREÇOS POPULARES 40% dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente ***CONFORME ESPECIFICADO NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO. - Outras medidas de distribuição de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; ... ***Disponibilizar transporte gratuíto para o 20% do público que receberá a doação de ingressos, prioridade para instituições que atendem para idosos, pessoas com deficiencia e mobilidade reduzida. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelomenos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:

Ficha técnica

Fause Haten Naim | Diretor, Ator, Dramaturgo, Figurinista e CenógrafoCaetano Vilela | Designer de LuzRodrigo Gava | Designer de som e projeçãoCarol Bucek | Implantação cênicaClara Bergamo Caramez | VideomakerRachel Brumana | Direção de ProduçãoDani Correia| Produção executiva Fause Haten é um artista reconhecido pela sua trajetória na moda.Desde 2006 abriu seus horizontes para o campo das artes iniciando os estudos em artescênicas no Teatro Escola Célia Helena onde se formou em 2010.Participou de vários trabalhos como ator das quais destacamos A FEIA LULU (2014) e LILIMARLENE UM ANTI MUSICAL (2017) onde escreveu, dirigiu e atuou.Entrando pela porta do teatro, foi se reconhecendo também como performer e acabouchegando nas artes visuais.Sua pesquisa, sempre muito relacionada ao corpo, parte do seu próprio como matéria primaprincipal. O seu ponto de partida é a sua habilidade em fazer imagens e na construçãoescultórica a partir de tecidos, fios, linhas e pedrarias.O seu ponto de chegada tem sido a construção de uma nova realidade.Suas plataformas de expressão são a performance, vídeo, fotografia, escultura, pintura textile pintura a óleo.Caetano Vilela ganhou o Prêmio Shell de Iluminação em 2011 pelo espetáculo Dueto paraUm; foi indicado novamente em 2014 pela iluminação de Assim é (se lhe parece); 2015 porDias de Vinho e Rosas, direção de Fabio Assunção e 2016 pela peça As Benevolentes,monólogo com Thiago Fragoso dirigido por Ulysses Cruz. Foi selecionado, junto com outrosartistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Designand Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho-2015na Tchecoslováquia.Carolina Bucek é profissional do setor cultural, com formação em design industrial e 28anos de experiência em cenografia e produção executiva. Atuação em festivais de teatro,espetáculos nacionais e internacionais, exposições e outros eventos. Criação, detalhamentoexecutivo e tropicalização de projetos. Elaboração e gestão de orçamentos e logística,produção de memorial descritivo e planilhas para licitações e tomadas de preço.Contratação e gestão de equipes, acompanhamento de montagens e de execução de peçasgráficas.Rodrigo Gava é sonoplasta, técnico de som, técnico audio-visual e coordenador técnicocom experiência no uso de mesa de som digital e analógica de diversas marcas e modelosem shows, espetáculos teatrais e dança. Profundo conhecimento de todo sistema de som,incluindo P.A., monitoração e seus periféricos, como equalizadores e racks de efeitos.Compositor, guitarrista e artista multimídia, dedica-se a inter-relação da música com asartes visuais e a performance. Formado na Fundação das Artes, frequentou cursos comH.J. Koellreutter, Chistopher Bochmann e Gilberto Mendes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.