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O Projeto IBI: CHÃO QUE SE PISA - MONTAGEM E CIRCULAÇÃO, tem como objetivo a pesquisa e montagem de um espetáculo de dança, do artista Gustavo Silvestre, e sua circulação nacional por 3 regiões do país (Norte, Centro-oeste e Nordeste), pelas cidades de Goiânia/GO, Brasília/DF, Palmas/TO, Belém/PA, Recife/PE e Natal/RN, com 3 (três) apresentações em cada uma dessas cidades, sendo 1 (uma) exclusiva para estudantes de escolas e universidades públicas, com distribuição 100% gratuita de ingressos e ônibus para transporte, e 2 (duas) apresentações para o público geral, com cobrança de ingressos a preço popular de R$30,00. Além das apresentações presenciais, previmos também a transmissão virtual de 1 das apresentações, para ampliar o público atendido. Estão previstas ações formativas como bate-papo ao final de cada apresentação, abordando o processo criativo e a temática tratada, e 2 oficinas, que serão realizadas em cada uma das cidades, prezando sempre pela democratização e acessibilidade.
O Projeto IBI: CHÃO QUE SE PISA - MONTAGEM E CIRCULAÇÃO, tem como objetivo a pesquisa e montagem de um espetáculo de dança, do artista Gustavo Silvestre, e sua circulação nacional por 3 regiões do país (Norte, Centro-oeste e Nordeste), pelas cidades de Goiânia/GO, Brasília/DF, Palmas/TO, Belém/PA, Recife/PE e Natal/RN, com 3 (três) apresentações em cada uma dessas cidades, sendo 1 (uma) exclusiva para estudantes de escolas e universidades públicas, com distribuição 100% gratuita de ingressos e ônibus para transporte, e 2 (duas) apresentações para o público geral, com cobrança de ingressos a preço popular de R$30,00. Além das apresentações presenciais, previmos também a transmissão virtual de 1 das apresentações, para ampliar o público atendido. Estão previstas ações formativas como bate-papo ao final de cada apresentação, abordando o processo criativo e a temática tratada, e 2 oficinas, que serão realizadas em cada uma das cidades, prezando sempre pela democratização e acessibilidade. O espetáculo aborda a temática de ocupação do espaço da população indígena brasileira pelo garimpo, agravada nos últimos anos, e também a perda de espaço da cultura brasileira em seu próprio país, o desmonte das políticas culturais e a luta das classes em oposição a esse cenário. Consiste em uma proposta híbrida, estruturada por meio do diálogo entre as linguagens da dança, do teatro e do cinema. Procurando se utilizar da metáfora, o espetáculo é uma reflexão sobre a identidade brasileira, e discute a preservação da cultura e da vida dos povos originários até a necessidade dos movimentos artísticos-culturais como resistência e motivação, proporcionando a valorização de uma identidade contemporânea miscigenada, rica e diversificada, atravessada por formas, tons e texturas, em sua própria brasilidade. A primeira das duas oficinas que serão realizadas terá 2 (duas) horas de duração com o tema: Acessibilidade em Projetos Culturais, que será realizado pela empresa proponente em todas as cidades por onde irá circular. Abordará uma questão crucial na cidadania cultural, que é tornar os projetos acessíveis a pessoas com deficiência, além de sensibilizar os participantes para a importância da inclusão e diversidade, capacitando-os a criar e implementar estratégias para garantir que seus eventos sejam acessíveis a todos. A forma de seleção dos beneficiários se dará por meio de inscrição, que será divulgada na etapa de execução do projeto. A segunda oficina também terá 2 (duas) horas de duração, será realizada pelo artista, e terá o tema: “Corpos em tela - oficina de videodança”. Serão oferecidas 30 vagas por cidade, tendo como público-alvo jovens e adultos, a partir de 14 anos, estudantes e interessados em pesquisas de corpo, performance, dança e vídeo. A proposta da oficina surge a partir dos estudos do artista na intersecção entre as linguagens do movimento e audiovisual, e foi desenvolvida para contemplar todos os corpos e explorar suas potencialidades expressivas na relação com as telas, respeitando as singularidades e realizando trabalhos criativos e autorais.
Geral: O Projeto IBI: CHÃO QUE SE PISA - MONTAGEM E CIRCULAÇÃO tem como objetivo a pesquisa e montagem de um espetáculo de dança, promovendo interações artísticas entre profissionais de diversas áreas a fim de realizar conexões, possibilitando a pesquisa artística experimental e inovadora para criação de um espetáculo performático inédito e sua circulação por diferentes regiões do país. Específicos: - Realizar a montagem do espetáculo IBI: Chão que se pisa, com estreia prevista em Goiânia, cidade natal do artista Gustavo Silvestre; - Circulação do espetáculo pelas cidades de Palmas/TO, Belém/PA, Natal/RN, Recife/PE e Brasília/DF; - Realizar 18 apresentações do espetáculo IBI: Chão que se pisa, sendo 3 apresentações em cada uma das 6 cidades por onde o projeto for circular; - Oferecer 3 apresentações por cidade, sendo 1 gratuita para estudantes e professores de escolas públicas e 2 para o público geral com ingressos a R$30,00; - Realizar uma oficina de Acessibilidade em Projetos Culturais, que será executada pela empresa proponente, em cada uma das 6 cidades por onde o projeto for circular; - Realizar uma oficina de Videodança, que será executada pelo artista, em cada uma das 6 cidades por onde o projeto for circular; - Realizar, ao final de cada apresentação, um bate-papo com o artista, abordando o processo criativo e a temática tratada no espetáculo.
IBI: CHÃO QUE SE PISA - MONTAGEM E CIRCULAÇÃO é um projeto que abrange uma multiplicidade de conexões e o envolvimento de artistas diversos, que se justifica em primeiro ponto pela geração de renda direta e indireta a artistas do estado de Goiás e Tocantins, descentralizando o acesso de recursos na cultura, contribuindo também para novas produções artísticas, movimentando assim o cenário local e nacional. A criação artística, que terá como mote inspirador a parábola de Franz Kafka "Diante da Lei", presente em seu romance "O Processo", pretende buscar um diálogo e conexão com uma temática tão urgente na contemporaneidade _ a necessária ocupação de espaço e a tomada de posse, refletindo sobre os povos originários brasileiros e seu resgate das terras tomadas pelo garimpo, fazendo um paralelo com a classe artística brasileira em seu processo de retomada após um desmonte sofrido nos últimos anos, tendo como inspiração estética a brasilidade em todas as suas formas, cores e movimento. A partir de uma busca de novas experimentações estéticas criadas em cena, pretende-se alcançar novos olhares perante a situação do povo brasileiro e seu meio, inserido em uma sociedade contemporânea e à mercê de seu próprio tempo, espaço e escolhas. Este projeto se justifica também por estar de acordo com o Art. 1º da Lei 8.313, em atendimento aos incisos: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. O projeto também atenderá aos seguintes incisos do Art. 3º da 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
A proposta já havia sido enviada anteriormente, porém foi arquivada alegando faltar comprovação do proponente na área proposta. O portfólio da empresa proponente se encontra em "Documentos / Portfólio com comprovação das atividades culturais realizadas pela entidade/empresa proponente", as comprovações de atuação em alguns projetos semelhantes ao proposto, estão destacadas em um quadrado vermelho, nas seguintes páginas: 8, 9, 13, 15, 19, 21, 22, 23, 24, 27, 28, 30, 31.
1) Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: 1.1. Oficina de Acessibilidade em Projetos Culturais - Plano Pedagógico: Carga Horária Total: 2 horas Público-Alvo: Produtores culturais, artistas, gestores de espaços culturais, educadores, estudantes de áreas afins. Objetivos Gerais: Sensibilizar os participantes sobre a importância da acessibilidade em projetos culturais. Capacitar os participantes com conhecimentos básicos e ferramentas práticas para incluir critérios de acessibilidade em seus projetos. Conteúdo Programático: 1. Introdução à Acessibilidade em Projetos Culturais: - Conceitos básicos de acessibilidade. - Legislação e normas técnicas (Lei Brasileira de Inclusão - LBI, NBR 9050). - Importância da acessibilidade para a inclusão social. 2. Diagnóstico e Planejamento: - Identificação de barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais. - Ferramentas de diagnóstico de acessibilidade. - Planejamento de ações inclusivas desde a concepção do projeto. 3. Recursos de Acessibilidade: - Acessibilidade física: rampas, banheiros adaptados, sinalização tátil, etc. - Acessibilidade comunicacional: intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas, etc. - Tecnologias assistivas e suas aplicações em eventos culturais. 4. Estudos de Caso e Boas Práticas: - Apresentação de exemplos bem-sucedidos de projetos culturais acessíveis. - Discussão sobre desafios e soluções encontradas. - Troca de experiências entre os participantes. 5. Atividade Prática: - Exercício em grupo: análise de um projeto cultural (fictício ou real) e proposta de melhorias para torná-lo acessível. - Apresentação dos resultados pelos grupos e feedback. 6. Conclusão e Avaliação: - Síntese dos principais pontos abordados. - Espaço para perguntas e respostas. - Avaliação da oficina pelos participantes. Metodologia: - Exposição Teórica: Utilização de slides e vídeos curtos para apresentação dos conteúdos. - Discussões Dirigidas: Espaço para debates e trocas de experiências. - Atividade Prática: Trabalho em grupo para aplicação dos conhecimentos adquiridos. - Recursos Didáticos: Data show, flip chart, materiais impressos (handouts), exemplos de tecnologias assistivas. Recursos Necessários: - Sala com acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados, etc.). - Equipamentos audiovisuais (projetor, computador, caixas de som). - Materiais impressos para distribuição aos participantes. - Internet (para acesso a exemplos e estudos de caso online). Avaliação: - Feedback dos participantes por meio de um formulário de avaliação ao final da oficina. - Observação da participação e engajamento durante as atividades práticas. 2) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: 2.1. Oficina de Videodança - Plano Pedagógico: CORPOS E NOVAS TELAS: Propostas de criação em videodança com Gustavo Silvestre EMENTA: - Instigar a sensibilização corporal. - Disponibilizar o corpo para um estado criativo - Instigar a pesquisa através do sensorial, utilizando de técnicas de práticas corporais - Trabalhar conceitos usados na realização audiovisual - Refletir sobre as possibilidades de comunicação através da intersecção entre corpo e tela - Criar peças fílmicas como exercício de experimentação - Refletir sobre as escolhas técnicas e leituras imagéticas OBJETIVOS GERAIS: O Workshop tem como proposta instigar a criação de movimento por meio de práticas corporais em diálogo com imagens filmicas na composição de experimentos em videodança. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: − Expressão Corporal − Criação e improvisação − Experimentação fílmica − Composição dramatúrgica entre corpo e vídeo PÚBLICO ALVO: jovens e adultos, de 14 a 40 anos; estudantes e interessados em pesquisas de corpo, performance, dança e vídeo. Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 30 METODOLOGIA: Alongamentos, Aquecimentos, Exercícios técnicos, Atividades de criação, Improvisação, Filmagem, Edição, Exibição, Reflexão RECURSOS DIDÁTICOS: Caixa de som, celular, computador, projetor CARGA HORÁRIA: Entre 2 e 4 horas
1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Acessibilidade arquitetônica: Todos os espaços onde serão realizadas as apresentações oferecem rampas de acesso, corrimões e lugares reservados para cadeirantes e idosos. Item da planilha orçamentária: não se aplica - Acessibilidade comunicacional (para deficientes visuais e auditivos): Audiodescrição e intérprete de libras que será disponibilizado durante as apresentações. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. - Acessibilidade atitudinal: O projeto promove a diversidade de forma ativa e inclusiva. Desde a contratação de profissionais, priorizando mulheres, LGBTQIAPN+ e PCDs, buscando garantir representatividade e acesso equitativo à arte. Além disso, há paridade de gênero na formação de ficha técnica, com poder de decisão. 2) Produto CURSO / OFICINA /ESTÁGIO: - Acessibilidade arquitetônica: Todos os espaços onde serão realizadas a oficina de Acessibilidade em Projetos Culturais oferecem rampas de acesso, corrimões e lugares reservados para cadeirantes e idosos. Item da planilha orçamentária: não se aplica - Acessibilidade comunicacional (para deficientes visuais e auditivos): Audiodescrição e intérprete de libras que será disponibilizado durante a oficina. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. - Acessibilidade atitudinal: A própria realização da oficina que será oferecida pela empresa proponente promove a implementação de medidas de acessibilidade atitudinais, sensibilizando e orientando os participantes quanto às melhores práticas de acessibilidade aplicadas em seus projetos culturais, promovendo ambientes de respeito e inclusão. Item da planilha orçamentária: não se aplica 3) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Acessibilidade arquitetônica: Todos os espaços onde serão realizadas a oficina de Acessibilidade em Projetos Culturais oferecem rampas de acesso, corrimões e lugares reservados para cadeirantes e idosos. Item da planilha orçamentária: não se aplica - Acessibilidade comunicacional (para deficientes visuais e auditivos): Audiodescrição e intérprete de libras que será disponibilizado durante a oficina. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. - Acessibilidade atitudinal: a proposta da oficina foi desenvolvida para contemplar todos os corpos e explorar suas potencialidades, promovendo a inclusão. Além disso, o projeto como um todo promove a diversidade de forma ativa e inclusiva. Desde a contratação de profissionais, priorizando mulheres, LGBTQIAPN+ e PCDs, até a oferta de apresentações exclusivas para estudantes da rede pública, buscando garantir representatividade e acesso equitativo à arte. As oficinas formativas abordam temas de acessibilidade e videodança, valorizando a pluralidade de corpos e experiências. Além disso, há paridade de gênero na formação de ficha técnica, com poder de decisão. E todo o material de divulgação digital será acessível para pessoas com diferentes tipos de deficiência. Ferramentas como o uso de texto alternativo, legendas, descrições de áudio, fontes legíveis e cores de alto contraste, serão utilizadas em toda comunicação/divulgação do projeto.
O projeto implementa medidas de democratização de acesso de acordo com o Art. 29, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, respeitando os limites estabelecidos nos Incisos I, II e III, I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e 1) Distribuição gratuita de até 10% dos exemplares aos patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado. Além disso, uma das ações sociais previstas no projeto é a realização de uma apresentação exclusiva para estudantes da rede pública de ensino em cada cidade cidade por onde irá circular. Será oferecido um ônibus para transporte desses alunos até o local da apresentação.
- FLUXO CRIATIVO PRODUTORA CULTURAL LTDA (PROPONENTE): Função: Produção executiva Criada com o propósito de fortalecer a cena cultural do Tocantins, a Fluxo Criativo tem como missão o desenvolvimento de projetos que transformem público e artistas, através do planejamento de ações que possam se desdobrar em futuras parcerias, no respeito ao público e sua diversidade, e na clareza de sua comunicação nas divulgações das programações que promove. Em 2016 realizou a circulação nacional do espetáculo solo “Tu”, do artista Marcial Asevedo, alcançando 14 apresentações em 10 cidades de 4 regiões brasileiras. Em 2016 e 2018 realizou em Palmas os Festivais de Solos e Monólogos, debatendo a arte do monólogo e sua relevância na contemporaneidade, através da apresentação de espetáculos nacionais, realização de oficinas e mesas redondas. Durante a pandemia, auxiliamos mais de 60 projetos e 2,5 milhões de reais a serem corretamente utilizados e terem suas prestações de conta aprovadas, incluindo o Festival de Circo de Taquaruçu, o maior da região norte, onde desenvolvemos o projeto de captação de recursos e auxiliamos na administração. Em 2022 desenvolvemos a circulação do espetáculo circense “As Charlatonas” por meio de editais públicos, resultando no convite de integrar a programação do circuito SESC Amazônia das Artes de 2023. - GUSTAVO SILVESTRE: Função: Artista Artista multilinguagens das áreas de teatro, dança e audiovisual. Graduado em Artes Cênicas pela UFG e Cinema pela UEG, atuou como intérprete por mais de 15 anos em algumas companhias como Cia Mário Nascimento, Cia de Dança Palácio das Artes e Quasar Cia de Dança, hoje com reconhecimento internacional em seu trabalho autoral na dança, recentemente premiado pelo Júri Popular no Festival Imaginarius em Portugal com o solo Metamorfose, e recentemente, estreou seu espetáculo COSMOS COLAPSO. - JOÃO BOSCO AMARAL FERREIRA JÚNIOR Função: Diretor cênico Artista multidisciplinar, Gestor Cultural e Formador com Licenciatura em Artes Cênicas pela UFG (Brasil) e Mestrado em Comunicação Arte e Cultura pela UMINHO (Portugal), João Bosco Amaral iniciou sua carreira na area cultural e na comunicação em 1998, e desde então participa de variados espetáculos de diferentes grupos de artes cênicas pelo mundo. - CINTHIA ABREU Funções: Coordenação de Comunicação e Assessoria de Imprensa (TO) Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) e pós-graduada em Comunicação Jurídica Estratégica pela Escola da Magistratura Tocantinense (Esmat), é jornalista e produtora cultural em Palmas. É assessora de comunicação da Defensoria Pública do Estado do Tocantins, desde 2014, e presidente de A Barraca Cia de Artes, desde 2006, onde desenvolve projetos nas áreas de Cultura, Educação e Comunicação. É assessora de imprensa do humorista Paulo Vieira (Rede Globo), da chef de cozinha Ruth Almeida (vencedora do Prêmio Dolmã 2021) e os grupos de teatro A Barraca Cia de Artes, Grupo Artpalco, Mixirica Produções, Cenaberta e Art’Sacra Cia de Teatro, dentre outros. Foi editora de Cultura do Jornal do Tocantins por sete anos e assessora de imprensa na Câmara Municipal de Palmas por três. Algumas assessorias de imprensa (2023): - Show Rei Roberto Carlos no Tocantins (Fábrika de Sucessos) - Tocantins em Concerto (Associação Viva Música) - Festival de Circo de Taquaruçu (Os Kaco) - Feira As Minas PMW (Amuleto Produções) - Show de Humor com Rogério Morgado (Comics Pub) - Show de Humor com Igor Guimarães (Comics Pub) - Espetáculo de dança Cão Sem Plumas (Ninho Cultural) - MARCILENE DORNELAS DA CRUZ Funções: Produção local (Goiânia) e Assistente de Produção (Circulação) Especializada em Educação Física e formanda em Produção Cênica. Atua na área cultural há mais de 25 anos, sempre trabalhando com a produção de projetos culturais na sua diversidade como: Festivais de artes, música, cinema, teatro, dança e cultura popular. Com grande experiência em gestão cultural por ter atuado na Secretaria Municipal de Cultura nos cargos de chefe de gabinete, diretora do Teatro Goiânia Ouro e Diretora de Políticas e Eventos Culturais. Ficou à frente do Festival Internacional de Artes Cênicas – Goiânia em Cena de 2001 a 2019. Atualmente trabalha com sua empresa de forma independente na área de elaboração e produção de projetos culturais. - CLAUDIMAR JOSÉ DA SILVA (CLAUDIO LIVAS) Função: Figurinista Desenvolveu trabalhos como figurinista em diversos espetáculos, companhias e eventos, homenageado em 2014 pelo Governo do Estado de Goiás, recebendo um diploma de “Destaque Cultural como O Profissional de Figurino que mais produziu durante os anos de 2012 a 2014 no estado de Goiás. Com o espetáculo “Distrito Zero” da Cia de Teatro Sem Nome ganhou o prêmio de Melhor Figurino no “V Festa - Festival de Teatro de Araguari”. Atualmente administra o Atellier “Figurart Criações” dedicado à criação e confecção de figurinos para eventos, espetáculos servindo à vários grupos, companhias e escolas de arte. - MARCUS CAMARGO DE FREITAS Função: Cenógrafo O designer Marcus Camargo é um artista multifacetado. Formado em Artes Visuais (bacharelado em Design de Interiores), pela Universidade Federal de Goiás UFG, atualmente atua como Fotógrafo, Designer de Interiores, Designer de Produto, Cenógrafo, Designer Gráfico e Artista Visual. Já participou de diversas exposições expondo seus variados trabalhos, mas que se comunicam numa mesma linha artística do designer. O seu trabalho vem se destacando no meio artístico goiano por expressar uma forte identidade em tudo que produz: decoração de interiores; ilustrações e pinturas, quadros e paredes e nas fotografias. - RODRIGO FLAMARION GODINHO Função: Compositor Compositor, Produtor Musical e Regente, tem como formação acadêmica Bacharelado em Composição Musical pela UEM e Mestrado em Cognição e Educação Musical pela UFPR, experiencia em composição orquestral, audiovisual e cênica, responsável pela trilha sonora da Cia de dança Nômades de Goiânia e compositor do espetáculo Metamorfose do artista Gustavo Silvestre. - ANA PAULA MOTA LEITE Função: Assessoria de Imprensa (Goiânia) Como assessora de comunicação e imprensa, atuou em projetos como: Galhofada; Goiânia em Cena; Paralelo 16 – Mostra de Dança Contemporânea; Festival do Boneco 2015. Trabalhos pontuais também foram desenvolvidos para grupos e suas temporadas de espetáculos em Goiânia, como a Cia de Teatro Nu Escuro (desde 2004), o Grupo Teatral Banda Mirim (SP – assessoria em 2014 e 2015), Grupo Liquidificador (DF – assessoria em 2014); Circo Amarillo (SP – 2015); Quasar Cia de Dança (GO – assessorias em anos e projetos diversos, desde 2010); Espetáculo Entrelinhas, de Tainara Carareto e Gabriel Côrtes (GO, em 2013); Grupo Sonhus Teatro Ritual (2015); Espetáculo O Crivo, do bailarino e coreógrafo João Paulo Gross (2015); Festival de Teatro Razões Para Sonhar (2016); Temporada do Grupo Fábrica de Teatro no Teatro SESC Centro (2017); FISGO – Festival Internacional de Solos em Goiás (2017), Grupo Projeto Vertigem (Belém/PA – 2017), entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.