Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2410788Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O CRIME DA BARONESA

IRAMIR A ARAUJO EDITORA - LIVROS E FILMES
Solicitado
R$ 179,6 mil
Aprovado
R$ 179,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2025-05-05
Término
2026-05-05
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

O projeto "O CRIME DA BARONESA" visa converter para as HQ's um dos mais emblemáticos julgamentos ocorridos no Maranhão no final do século XIX, que opôs, de um lado, o promotor Celso Magalhães, um intelectual respeitado, tido como vanguardista, revolucionário, abolicionista, e, de outro, Ana Rosa Viana Ribeiro, esposa de um influente líder político liberal. Em 13 de novembro de 1876, a senhora Ana Rosa contratou o sepultamento do menino escravizado Inocêncio, morto devido a castigos físicos. O serviço fora contratado com a condição de que o "sepultamento fosse feito antes das seis horas e o caixão não poderia ser aberto". A senhora Ana Rosa foi levada a juri.Um acontecimento inédito na província: um membro da elite no banco dos réus. A HQ será construída a partir dos autos do processo e de pesquisa bibliográfica e iconográfica. Como produtos finais, um livro em quadrinhos com104 páginas e 5 palestras/workshops em escolas públicas de bairros populares de São Luís.

Sinopse

Produto: LIVRO "O crime da baronesa (título provisório)- em quadrinhos". O principal produto deste projeto, será um livro com a adaptação para a linguagem das histórias em quadrinhos de um dos eventos jurídicos que entrou para a História do Maranhão como um dos mais rumorosos, na época. Nesse processo, que a posteridade veio nomear como "crime da baronesa" um promotor de justiça, Celso Magalhães, desafiou uma das mais influentes figuras da sociedade de então. O livro será composto pela história em quadrinhos e paratextos sobre a pesquisa e os personagens envolvidas. SINOPSE Em novembro de 1876, a senhora Ana Rosa, uma das personalidades mais importantes da sociedade ludovicence, pois era esposa de Carlos Fernando Ribeiro, um dos líderes do Partido Liberal na província, foi acusada de assassinar uma criança negra que a servia como escrava. O crime havia sido descoberto quando do sepultamento da criança. Ela havia contratado o sepultamento do pequeno Inocêncio e dado instruções precisas para que o ato se desse de madrugada, antes das seis horas da manhã e que sob nenhuma hipótese o caixão fosse aberto. Mas a mãe da criança foi informada, dirigiu-se ao cemitério e constatou que o menino fora morto devido a violência física. Era o segundo caso de morte de uma criança escravizada nas mãos da mesma senhora. O primeiro fora o irmão de Inocêncio. O delegado de polícia da capital foi encarregado da investigação e o Ministério Público fez a denúncia. Estava aberto o caminho para um julgamento inédito na história da província, e nele brilhou a mente aguçada do promotor Celso Magalhães. O hoje patrono do Ministério Público do Maranhão, travou um duelo intelectual com outra figura de destaque no mundo jurídico de então, o advogado Paula Duarte, sobre quem pairava a aura de nunca ter perdido uma causa. Para além do embate jurídico que teve lugar na provícia naquele momento, estava em jogo algo maior: o poder político representado, por um lado pelo Partido Conservador e, por outro, pelo Liberal. Esse foi, sem dúvida, um dos mais emblemáticos julgamentos da história do Maranhão. É esse processo e os estudos acerca do mesmo que nos motiva a quadrinizá-lo, rompendo o casulo da esfera jurídica, buscando entender o contexto político e social de então, e o expondo para conhecimento do público em geral. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • LIVRE Produto: EXPOSIÇÃO Por ocasião do lançamento do livro, faremos uma exposição com páginas originais (no caso das páginas produzidas digitalmente, ampliações das mesmas, as chamadas digigrafias). A exposição terá lugar na sede do Ministério Público do Maranhão, o espaço mais indicado para esse lançamento. Depois poderá ocpar outros espaços, como a Galeria Trapiche, em São Luís. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • LIVRE Produto: PALESTRAS Nas semanas seguintes após o lançamento do livro, promoveremos palestras em 5 escolas públicas no município de São Luís-MA, quando conversaremos com os estudantes sobre o processo de conversão do julgamento em uma obra em quadrinhos e outros assuntos correlatos. Estimamos que cada palestra terá a participação de pelo menos 50 alunos por escola, podendo variar para mais, de acordo com o porte da escola. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • LIVRE

Objetivos

Objetivo Geral Publicar um livro em quadrinhos abordando o processo conduzido por Celso Magalhães, promotor público maranhense, contra a Sra. Ana Rosa Ribeiro, esposa do chefe do partido Liberal, Sr. Carlos Fernando Ribeiro, que ocupou por várias ocasiões o posto de Presidente da Província e que seria premiado com o título de Barão de Grajaú, razão pela qual o caso entrou para a história como "O crime da baronesa". Celso Magalhães ousou desafiar o poder da elite maranhense em busca de fazer justiça no caso do assassinato de uma criança escravizada em poder da mencionada senhora, o que lhe trouxe não poucos dissabores, inclusive a demissão a bem do seviço público, em um flagrante ato de vingança do à época Presidente da Província, Dr. Carlos Fernandos Ribeiro. O promotor entrou para os anais da história jurídica por seu duelo intelectual com o advogado da ré, o Dr. Paula Duarte. Considerado orador implacável, Paula Duarte foi outra figura que brilhou nos tribunais maranhenses. O roteiro original será construído tendo como base o processo criminal movido contra a ré; bibliografia sobre Celso Magalhães e personagens ligados à história, como a Sra. Ana Rosa e seu marido, Sr. Carlos Fernando Ribeiro, Paula Duarte entre outros, e o processo, seus personagens e contexto, no que poderá ser considerado um trabalho de ficção histórica e que pretende ser útil tanto em cursos de História quanto de Direito, posto que as pesquisas serão feitas em fontes primárias e secundárias. O livro deverá contar com 104 páginas, entre quadrinhos e paratextos sobre o caso; será escrito e desenhado por autor e artista maranhenses, e impresso em preto e branco, com capa colorida. Será publicado com uma tiragem de 1000 exemplares, dos quais 10% serão encaminhados para o patrocinador, como uma das contrapartidas e 10% serão encaminhados para bibliotecas públicas estaduais, municipais e comunitárias da cidade de São Luís. Além disso, serão ministradas palestras em escolas públicas do município e Estado, notadamente as escolas populares localizadas na periferia da cidade. Também serão feitas doações de exemplares para o acervo das bibliotecas dessas escolas. Objetivos Específicos Proporcionar aos estudantes maranhenses, tanto do ensino secundário quanto superior, e ao público geral, a fruição de uma história pouco conhecida, ou conhecida apenas em parte, pela comunidade acadêmica, e cuja importância é justificada pelo fato de ter tornado Celso Magalhães o patrono do Ministério Público do Maranhão. E fazê-lo sob a forma de História em Quadrinhos é uma forma de alcançar um público mais amplo, inclusive entre alunos de nível médio nas escolas particulares e nas faculdades de História e Direito; Fazer o lançamento do livro e montar uma exposição com artes das páginas originais ou digigravuras: reproduções de páginas quando estas forem originalmente digitais; em local e data a serem definidos a posteriori, mas, em princípio, desejamos fazê-lo no prédio do Ministério Público do Maranhão, que homenageia o promotor. Pretendemos montar essa exposição na galeria do Ministério Público, um espaço específico para exposições dessa natureza. Também cogitamos fazer um lançamento na casa onde residiu a baronesa de Grajaú, e onde o crime se deu. Esta casa integra o Museu Histórico e Artístico do Maranhão, razão pela qual o consideramos um espaço adequado para realizar a exposição e um dos lançamentos do livro. Promover para estudantes e público em geral, palestras sobre quadrinhos históricos e adaptações literárias. Essas palestras acontecerão nas escolas da ilha de São Luís que consideramos carentes e desejosas de eventos dessa natureza. Ministrar uma oficina de história em quadrinhos a estudantes de escolas públicas e público geral. Essa oficina ocorrerá na cidade de São Luís, mas poderá atender interessados dos outros municípios e deverá ser ministrada pelo roteirista e pelo ilustrador. Separar 10% da tiragem da edição, com vista a doação para bibliotecas públicas, escolares e comunitárias, para que os estudantes tenham acesso facilitado à obra. Levar, a pelo menos 5 escolas da ilha de São Luís, a obra "O Crime da Baronesa", assim como as palestras e bate papos sobre Histórias em Quadrinhos, com doação de pelo menos 5 exemplares para as bibliotecas das escolas visitadas.

Justificativa

O projeto "O crime da baronesa" em quadrinhos, é parte de um processo que o autor, Iramir Araujo, desenvolve desde 2008, quando lançou a obra, "Balaiada - a guerra do Maranhão": quadrinizar aspectos da História, cultura e literatura maranhenses, para que conterrâneos e visitantes conheçam e valorizem a diversidade da riqueza histórica e cultural do Estado. Isso tem sido feito por meio da edição e publicação de livros com Histórias em Quadrinhos, as populares HQ's, ou arte sequencial, como a já citada "Balaiada-a guerra do Maranhão", e diversas outras que já foram publicadas seguindo esse objetivo: "Ajurujuba-a fundação da cidade de São Luís; "O mulato-em quadrinhos"; "Além das lendas", em que reconta lendas de São Luís e do Maranhão; e "Maria Firmina-Úrsula-em quadrinhos". O título do projeto "O crime da baronesa" foi inspirado em uma obra escrita pelo juiz José Eulálio Figueiredo, em São Luís. Esse é o título provisório de nossa obra, que poderá ter um título diferente desse. Obviamente solicitaremos autorização do autor do livro para utilizar o mesmo título. Caso não seja cedido, criaremos outro título. Diversos profissionais são envolvidos na realização de um projeto dessa natureza, principalmente em se tratando de uma HQ do gênero histórico, como é o caso desse projeto: pesquisador, roteirista, desenhista, arte finalista, capista, designer, editor, revisor, além de fornecedores como gráfica, por exemplo, o que faz com que os custos para a produção de um trabalho desse tipo,com toda a complexidade que exige, tornem-se proibitivos para serem arcados por um produtor independente, e, por isso, faz-se necessário o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. É fato que o mecanismo de incentivo a Projetos Culturais possibilita a concretização de ideias de valor cultural e alimenta uma cadeia produtiva formada por diversos atores, não só os diretamente envolvidos com a produção, como os elencados acima, mas também outros cujo trabalho se dá após e em torno do produto finalizado, dos quais podemos citar os livreiros, distribuidores, assessores de imprensa, publicitários, influenciadores literários, entre outros. O presente projeto se enquadra, de forma direta ou indireta, em alguns incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Ao direcionarmos parte da tiragem para bibliotecas públicas, bibliotecas escolares e comunitárias, estaremos promovendo acesso livre e facilitado à obra promovendo, assim, conhecimento de uma parte de nossa História que habitualmente é limitada aos meios acadêmicos a um público mais amplo. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Nosso trabalho, e isso pode ser comprovado por meio de nosso currículo, é essencialmente voltado para a valorização da História, Cultura e Literatura local. Nós nos debruçamos sobre os temas que, por um lado, têm grande importância para a cultura do nosso povo, em âmbito nacional, mas que, por outro, não circula como deveria entre o nosso próprio público. Além disso, fazemos absoluta questão de contratarmos serviços de artistas locais e regionais, não por mero bairrismo, mas pelo talento reconhecido na produção de diversas obras do gênero. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Essa é nossa preocupação primeira: estimular e valorizar a produção e difusão de bens culturais de nosso povo. Bens culturais que integram nossa história e cultura e que, por isso se revestem de valor universal, como nos ensina Liev Tolstoi (1828-1910) "Se queres ser universal começa por pintar a tua aldeia". É o que temos feito. É o que pretendemos continuar a fazer, com o projeto "O crime da baronesa". IX - priorizar o produto cultural originário do País. Reafirmamos: já produzimos, além do já mencionado livro "Balaiada - a guerra do Maranhão", quadrinizações dos romances de Aluísio Azevedo, "O mulato" e de Maria Firmina dos Reis, Úrsula"; pesquisamos e publicamos sobre a origem da capital do Maranhão, no livro "Ajurujuba - a fundação da cidade de São Luís" e compilamos lendas locais, criamos roteiros e as editamos, também sob a forma de quadrinhos, no livro "Além das lendas". Em relação aos objetivos do Art. 3º da referida norma, que serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; A realização do projeto que visa publicar uma obra em quadrinhos sobre as relações de poder no Maranhão do séc. XIX, por meio da quadrinização de um fato conhecido como o "Crime da baronesa", contempla os 3 aspectos listados na alínea "b" do inciso II, ao remeter a um fato histórico, portanto contemplando as ciências humanas, no caso, a História; as letras, pois o fato histórico será roteirizado a partir de pesquisas que abrangem o processo e uma bibliografia textual e iconográfica sobre o tema; e, por fim, um ou mais de um artista se envolverá na conversão do roteiro em páginas desenhadas, convertendo em arte o roteiro. c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; É nosso objetivo que o lançamento do livro seja enriquecido por uma exposição de páginas originais da história. No caso de o artista decidir por executar as artes digitalmente, ampliaremos páginas da HQ sob a forma de posters, as conhecidas digigrafias. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; No nosso caso, que se trata de edição de livro, faremos a distribuição gratuita de exemplares do livro para estudantes de diversas escolas públicas e bibliotecas comunitárias, além das bibliotecas oficiais (municipal e estadual). b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O segmento a que pertence o presente projeto, é o da arte, representado pelas Histórias em Quadrinhos, que por sua vez mantém ligações estreitas com a literatura, com as artes visuais e gráficas, com a pesquisa histórica, enfim, com vários segmentos da cultura. Para a consecução do projeto, será necessária pesquisa histórica, iconográfica e bibliográfica além da intervenção artística de um ilustrador. Estudos e pesquisas na área da História, cultura e da arte, são a matéria-prima do projeto "O crime da baronesa".

Estratégia de execução

Declaro, para os fins que se fizerem necessários, que esse projeto cultural é uma produção independente em que o proponente não exerce funções de fabricante de livros ou de qualquer insumo necessário à sua fabricação; de distribuição de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais; e nem a de comercialização de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais, restringindo a sua função à de realizador, com atividades diretamente ligadas à execução do projeto. Iramir Alves Araujo

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Produto: LIVRO "O crime da baronesa - em quadrinhos". Editoração: O livro "O crime da baronesa - em quadrinhos" terá as seguintes especificações: • Formato aberto: 340x240mm • Formato fechado: 170x240mm • Capa: papel cartão 250g, com orelha, em 4x0 cores • Miolo: papel pólem bold • Quant. páginas: 104 páginas impressas em offset • Cor do miolo: 1 cor • tiragem: Mil exemplares

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física não terá impedmentos em sua fruição da obra. E para facilitar sua participação no lançamento do livro, haverá rampa para uso de quem tenha dificuldade, como cadeirantes, de acessar o local e seus espaços e poder apreciar o livro em quadrinhos e a exposição dos originais. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os desenhos das páginas são em preto e branco e, portanto, com contrastes, e da fonte de tamanho bem legível. Haverá ampliações de páginas no dia do lançamento. Para o objeto livro, especificamente, não dispomos de outras formas de tornar mais acessível a PcD VISUAIS. Ainda não dispomos de meios para tornar o livro em quadrinhos acessível com recursos táteis. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: A fruição do livro em quadrinhos por Pessoa com Deficiência Auditiva, não é prejudicada. E no evento de lançamento, um profissional de LIBRAS será responsável por traduzir as falas para esse público. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Considerando que o livro em quadrinhos será produzido em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, e quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo do livro. Produto: EXPOSIÇÃO DAS ARTES ORIGINAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física poderá visitar a exposição por meio de rampa de acesso. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os desenhos são em preto e branco. No evento de lançamento alguns estarão ampliados, portanto, com contrastes bem perceptíveis. Além disso, o local da exposição disporá de um monitor para sanar dúvidas e responder a questionamentos. Acreditamos que essas providências podem ajudar na fruição da exposição por PcD VISUAIS. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: A Pessoa com Deficiência Auditiva não terá dificuldade de visitar a exposição, que terá legendas e, em dias especificados o produtor do livro e um profissional de LIBRAS para traduzir os diálogos e dúvidas dirigidas ao produtor do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A exposição das páginas será acompanhada de legendas em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, e quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo das artes. Produto: WORKSHOP ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física terá acesso aos workshops por meio de rampa de acesso ou entradas alternativas, assim como para acesso a outras dependências necessáiras. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Os desenhos apresentados nos workshops, serão ampliações das páginas, que são em preto e branco e, portanto, com contrastes e da fonte de tamanho bem legível. Isso poderá tornar mais acessível a PcD VISUAIS. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Nos workshops oferecidos, a Pessoa com Deficiência Auditiva poderá acompanhar as atividades, pois terá a presença de profissional de LIBRAS para traduzir os diálogos e dúvidas dirigidas à pessoa responsável pela atividade. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O workshop será ministrado em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, e quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Pessoa com Deficiência Física terá acesso a todos os locais de atividades, por meio de rampa de acesso ou entradas alternativas. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As a PcD VISUAIS terão acesso ao livro, à exposição e aos workshops. no caso do livro e da exposição, os desenhos são em preto e branco e, portanto, com contrastes e da fonte de tamanho bem legível. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: No lançamento e nos workshops oferecidos, a Pessoa com Deficiência Auditiva poderá acompanhar as atividades, pois terá a presença de profissional de LIBRAS para traduzir os diálogos e dúvidas dirigidas à pessoa responsável pela atividade. Quanto ao livro e à exposição, as PcD AUDITIVOS terão inteiro acesso, e poderão fruir completamente da obra. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O workshop será ministrado em idioma português, não há, de imediato, previsão para tradução para outros idiomas, o mesmo se dá com o livro e exposição. As pessoas terão acesso a todos os produtos, entretanto, quanto aos espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, ainda não dispomos de equipamentos ou soluções para que essas pessoas possam ter inteiro acesso e compreensão do conteúdo.

Democratização do acesso

Democratização de acesso / Ampliação de Acesso Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta assegurará a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: b) 10% da tiragem será destinada para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; O percentual de no mínimo 5% da tiragem será destinado ao apoiador/patrocinador do produto principal, (a título de ampliação do acesso), o livro e também de convites para as palestras que serão ministradas nos locais para onde também levaremos a obra. d) até 5% para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Para que seja feita a promoção do produto, o percentual de 5% será encaminhado à imprensa e divulgadores de cultura, atentando sempre para menção dos patrocinadores e da Lei de Incentivo à Cultura; e) mínimo de 10% para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; 10% do total da tiragem será comercializado pelo valor do vale-cultura. Em nosso plano de distribuição, previmos um valor menor do que o indicado no vale-cultura. Sempre que possível, ou seja, de acordo com sua implementação, faremos a utilização desse mecanismo para além do atendimento à democratização do acesso. Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, 20% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; Da tiragem total, faremos a doação de mais 5% dos exemplares a bibliotecas comunitárias e escolares, para além das previstas inicialmente em escolas públicas do município de São Luís. Na ocasião faremos palestras sobre a produção de quadrinhos, notadamente os de caráter histórico ao público frequentador e demais interessados. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; A exposição e palestras serão registrados e disponibilizados na internet e para as redes públicas de televisão, acompanhados com libras e audiodescrição. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; A captação de imagens das atividades não só será permitida como também será incentivada a veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso VIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; Faremos a distribuição gratuita de exemplares e bate papo em entidades que congreguem pessoas com deficiência, e/ou idosos, como o asilo de mendicidade, localizado em São Luís-MA. Também queremos levar exemplares a detentos na penitenciária estadual e disponibilizá-los na biblioteca da instituição.

Ficha técnica

O proponente, 34.257.826 Iramir Alves Araujo será o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Coordenará a execução do projeto e exercerá atividades técnicas e artísticas relativas ao mesmo, como pesquisa e escrita do roteiro, pois é a área de trabalho do mesmo, já que o projeto trata de um livro em quadrinhos, atividade em que tem larga experiência já demonstrada em outras produções e elencadas nesse projeto. Outros profissionais envolvidos no projeto são: Rosa Ewerton Jara - Auxiliará na pesquisa bibliográfica e iconográfica e será responsável pela revisão final do livro. A profissional é graduada em letras, pesquisadora e atriz; Ilustradores: Convidamos ilustradores do Maranhão que poderão trabalhar no projeto. Eles se disponibilizaram a colaborar. Mas estão cientes que não necessariamente todos integrarão o projeto "O crime da baronesa - em quadrinhos". A escolha será feita após testes com interpretação gráfica de páginas do roteiro. Dentre eles: Beto Nicácio - Mestre em Artes Visuais, arte-educador, animador, quadrinhista e escritor. Venceu prêmios de salões de humor e quadrinhos no Maranhão e em outros estados do Brasil; organizou e participou de exposições de pinturas, desenhos e cartuns; ministrou aulas e oficinas de quadrinhos, fanzines e desenhos animados; ilustrou livros e revistas em quadrinhos; publicou ‘‘A lenda da Carruagem Encantada de Ana Jansen’’, ‘‘Catirina e Pai Francisco - em quadrinhos’’, ‘‘Proscritos’’ e o livro ‘‘O machado de Assis’’, com seu filho Felipe Nicácio. Com Iramir Araujo, fez "Balaiada-a guerra do |Maranhão " e ‘‘Jurados de Morte’’.instagram.com/nicaciobeto Rômulo Freire - Ilustrador, quadrinhista e designer, trabalha profissionalmente com quadrinhos desde 2009, tanto para autores independentes brasileiros, quanto para editoras dos EUA. Em 2016 lançou seu personagem ‘‘Grimorium’’ por seu selo Subverso HQ. Em 2013, quadrinizou a obra ‘‘Fausto’’, de Göethe, publicada na coleção Clássicos em HQ da Editora Peirópolis (SP). O álbum recebeu, em 2017, o ‘‘Selo Seleção Cátedra 10’’ da Unesco. www.facebook.com/rom.freire www.deviantart.com/romfreire instagram.com/romfreirehq/ Marcos Caldas da Silva - Artista gráfico e designer com experiência na área de artes visuais, atuando em agências de publicidade como freelancer, prestando serviços a ONG’s e empresas privadas na área de design gráfico e ilustração. Desenhou para a revista MAD, da editora Panini e cria estampas para a loja de camisetas As baratas. instagram.com/marcos.caldas/ Ronilson Freire - Ilustrador, com trabalhos para editoras dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Ásia. O artista já ilustrou roteiros de Mark Waid, Grant Morrison, Nancy A. Collins, Peter Milligan, Stephen Bissette, Cristophe Bec e Dan Watters. No mercado editorial brasileiro especializou-se em ilustrar clássicos da literatura, como o romance O Mulato, de Aluísio Azevedo, e as graphic novels baseadas em fatos históricos, Ajurujuba – A fundação da Cidade de São Luís e Balaiada – A Guerra do Maranhão, roteirizados por Iramir Araujo. Atualmente desenha a série steampunk Myopia, da Dynamite Entertaiment, e Promethée Alfa, para a editora francesa Soleil. instagram.com/ronilson.freire/ Wagner Elias é quadrinhista desde 2008 e cofundador do Estúdio Gibitales. Com uma trajetória marcada por diversas obras, é autor de títulos como Colatino Caça-Trertas, Escarra Brasa e Divisão 5. Reconhecido por seu talento, recebeu dois prêmios nacionais: o Brasil Mangá Awards, da editora JBC, e o Dracomics Shonen, da editora Draco. Além disso, foi finalista no prestigiado concurso internacional de mangá Silent Mangá Audition, da editora Coamix Design e produção gráfica: Dupla Criação - Agência de produção gráfica, design e animação com mais de 20 anos de experiência na criação e produção de filmes e animação 2d, histórias em quadrinhos, ilustrações, livros, marcas e campanhas publicitárias. Gráfica: A gráfica responsável por imprimir o livro e material de divulgação será escolhida oportunamente.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.