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PRONAC 2410814Arquivado a pedido proponenteMecenato

Joanes - Ainda há tempo

KAIO DA CRUZ AMARAL 02941586504
Solicitado
R$ 152,5 mil
Aprovado
R$ 152,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Lauro de Freitas
Início
2025-12-20
Término
2026-08-07
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

"Joanes _ Ainda Há Tempo" é um projeto voltado a produção de um documentário média-metragem, com média de duração de 25 minutos, que irá explorar como o processo de degradação ambiental do maior rio da cidade de Lauro de Freitas cresceu nas últimas décadas, interferindo negativamente na vida de populações que necessitavam dele para tirar o sustento de suas famílias.

Sinopse

O documentário abordará a influência negativa da poluição do Rio Joanes na vida de populações que sobreviviam a partir da pesca na região décadas antes de ter sido degradado. A ideia central é trazer uma visão realística e sentimental a partir dos relatos das próprias pessoas entrelaçadas ao rio durante gerações, realizando uma coalisão com estatísticas comprobatórias relacionadas ao processo que ocasionou no afastamento dos trabalhadores daquelas águas. Vamos explorar o contraste da destruição de suas águas e da biodiversidade que existia, junto aos relatos dos bons tempos que as famílias puderam vivenciar antes da poluição massiva. A narração irá falar sobre a desconexão entre o homem e natureza, e como o indivíduo consciente pode se transformar em coletivo consciente, realizando a mudança no micro, influenciando diretamente no macro. Duas gerações vão participar das entrevistas, confabulando no entendimento da pesca como uma sabedoria passada oralmente num aspecto geracional. Enquanto os relatos vão sendo transcorridos, estaremos trazendo dados estatísticos que coincidam com as exposições, mostrando como, com o passar do tempo, a poluição foi influenciando no modus de vida dessas pessoas e as fizeram ter de se reinventar em outros atividades de sobrevivência. “Como era a relação com o rio? O que havia ao entorno? Qual nível de subsídio obtido pelas gerações mais antigas e qual a possibilidade do subsídio na atualidade? Como eles lutaram politicamente para proteger o rio? Quais respostas obtidas pelos políticos? Como eles se organizam atualmente? O rio ainda é seguro? O que vocês imaginam para o futuro do rio e de suas próximas gerações?” Todas essas perguntas irão nortear a narrativa do filme. Além dos próprios moradores de Lauro de Freitas, que se abasteciam a partir do trabalho com o Rio Joanes, buscaremos entrevistas com biólogos, ambientalistas, políticos e estudiosos da causa para compreender como a poluição do rio começou e quais os impactos socioambientais que isso pode acarretar para a população de Lauro de Freitas como um todo, e não somente as famílias de pescadores. Caso consigamos acesso, também entrevistaremos algum representante político de Lauro de Freitas para saber quais são as medidas que se pretendem ser adotadas para contornar o processo de degeneração do rio, que já vem atravessando décadas. Como depoentes primários teremos essas famílias que atravessam gerações em relação trabalhista e sentimental com o rio. Como depoentes secundários teremos biólogos, ambientalistas, políticos e estudiosos da causa. Apesar de trazermos relatos carregados de crítica ao processo de poluição e saudosismo em relação a momentos de profundo contato com a natureza, traremos também um caráter esperançoso, demonstrando a possibilidade de reverter a ação humana a partir de ações efetivas, voltadas as práticas ambientalistas, além da conscientização dos danos socioambientais da poluição para a vida humana. O filme fechará com estatísticas comprobatórias da poluição no Rio Joanes precedendo informações a respeito da recuperação de outros ambientes naturais degradados ao redor do mundo que foram recuperados a partir de políticas públicas efetivas, mostrando que ainda há tempo para recuperar os males causados pela humanidade naquele bem natural.

Objetivos

Objetivo geral: produção de um média-metragem documental de 25 minutos a respeito da influência da poluição do Rio Joanes, localizado em Lauro de Freitas/BA, na vida de pescadores e marisqueiras da região. Objetivos específicos: 1. Fazer pesquisas sobre a crescente poluição desde a década de 1970.2. Realização de 01 roteiro de documentário.3. Realização de 01 debate como contrapartida sobre as influências da poluição do Rio Joanes, com adolescentes do Colégio Estadual Hermano Gouveia Neto, localizado nas margens do rio.4. Realização de 01 debate como contrapartida para 100 pessoas no cine teatro Lauro de Freitas.

Justificativa

A legislação ambiental no Brasil é considerada uma das mais completas e avançadas do mundo. As Leis Ambientais foram criadas com a intenção de proteger o meio ambiente e reduzir ao mínimo as consequências de ações devastadoras. Da Constituição Federal vale destacar os art. 20, 21 e 22, que estabelecem que são bens da União os rios, lagos e quaisquer correntes de águas situados nos seus domínios; que compete à União instituir um sistema nacional de gerenciamento dos recursos hídricos; e que é de sua competência legislar sobre elas. Estes direitos constitucionais são repartidos com os Estados e Municípios onde os cursos d’água se encontram. Na legislação federal, há que se citar o Código de Águas (Lei 24.643 de 10 de julho de 1934), alterado por leis posteriores, na maioria dos casos para ampliar a força de seus preceitos. O Código Florestal (12.651/2012) tem preceitos especiais para a proteção das matas ciliares ou protetoras das águas. Outra Lei importante é a Lei da Natureza ou dos Crimes Ambientais (Lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998), que declarou como crime "causar poluição hídrica" em cursos de água de abastecimento publico. Isso sem discorrer sobre a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938 _ 1981), a Lei de Fauna (Lei 5.197 _ 1967), a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433 _ 1997), o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei 9.985 _ 2000) e os demais que foram criados para fortalecer a proteção dos bens naturais brasileiros. Sobre o rio: o Rio Joanes nasce em uma Área de Proteção Ambiental (APA), no município de São Francisco do Conde, no Recôncavo Baiano, e desemboca na Praia de Buraquinho, na divisa entre Camaçari e Lauro de Freitas. Dali, seu curso atravessa Camaçari, Simões Filho, São Sebastião do Passé, Candeias e Dias d’Ávila, representado por remanescentes de Mata Atlântica, manguezais, restingas, dunas e cerrados. O Joanes limpo é responsável por cerca de 40% do abastecimento da capital baiana e da Região Metropolitana de Salvador. Entretanto, mesmo com tanta importância humana e estratégica, ele sofre o impacto ambiental da ocupação desordenada nas suas margens e em áreas próximas. O Rio, que ocupa uma área de, aproximadamente, 1.200 Km² e tem uma extensão linear de 75 km está sob forte degradação. Esta situação começa em Simões Filho com o afluente Rio Jacarecanga, que deságua na Barragem Joanes II; passa pelo Rio Camaçari, que deságua na Barragem Joanes I; e no mais poluído de todos, o Rio Ipitanga que, após a Barragem em Cajazeiras, chega em Lauro de Freitas já um canal de esgoto a céu aberto, encerrando sua trajetória completamente morto. A poluição das águas produz nocivos efeitos ecológicos, que não apenas atentam contra fauna e flora, mas também atingem setores diversos, como o turismo _ impossibilitando banhos de mar ou rio e pesca, por exemplo _ ou, ainda, a agricultura (irrigação e piscicultura). Com o crescimento desordenado e o advento de inúmeros empreendimentos empresariais e residenciais sem infraestrutura capaz de atender aos milhares de novos residentes, a cidade superlotou. Foram décadas de crescimento sem planejamento. O município entrou em colapso ambiental. A falta de esgotamento sanitário nos dias de hoje é assustadora. Os córregos, riachos e rios se transformaram em canais de esgotos domésticos, industriais e hospitalares que correm para o Ipitanga e seguem para o Rio Joanes, o que o envenena cada vez mais. Consequentemente, a população que de alguma maneira ainda faz uso das águas contaminadas desses rios acaba adquirindo doenças, a exemplo da hepatite, leptospirose e esquistossomose. A opinião geral do Inema, de biólogos e de engenheiros ambientais é de que tecnicamente é possível salvar o rio. Eles reconhecem a importância e a urgência de fiscalizações intensivas e as obras de saneamento básico, mas são unânimes em sugerir a implantação de estações de tratamento descentralizadas em pontos estratégicos do curso destes afluentes com o retorno ao leito dos rios com águas recuperadas, desse modo, todos os afluentes do Ipitanga receberiam águas tratadas das estações descentralizadas o que melhoraria muito a qualidade das suas águas. Sabemos que há anos a paradisíaca praia de Buraquinho (onde o rio deságua no mar) está interditada para banhos, um paraíso que foi cenário do famoso e premiado filme Barra Vento, do cineasta baiano Glauber Rocha. Segundo a professora de Química Ambiental da UFBA, Vânia Campos, que vive em Lauro de Freitas há mais de 17 anos, são necessárias ações "permanentes e integradas que promovam o uso sustentável do rio". Ela criticou, ainda, a gestão feita pelo governo estadual, a qual considerou "inexistente". "A ação mais importante para se recuperar um rio é retirar dele as emissões que prejudicam a sua integridade: efluentes urbanos e industriais. Feito isso, pode se recuperar caso sejam promovidas a recuperação da mata ciliar, a conservação do solo e programas de educação ambiental". Sonhamos em ver todos estes rios saudáveis, servindo a comunidade com área de lazer, diversão e contemplação. Desejamos que o Ipitanga e o Joanes voltem a ter suas águas limpas e que as marisqueiras e pescadores possam retirar com alegria das suas águas o sustento das suas famílias. Mobilização, informação, união, educação, cultura e políticas públicas eficazes são a base de qualquer mudança. Precisamos motivar, sensibilizar e provocar as pessoas para a transformação em defesa da qualidade de vida e a manter a pauta ambiental sempre ativa. Precisamos seguir o exemplo de metrópoles que recuperaram seus rios urbanos, como Paris, que revitalizou o Sena com 776 km de extensão, Londres, que recuperou o Rio Tamisa com 346 km e Portugal que ressuscitou o Rio Tejo com 1.007 km. Portanto, o documentário "Joanes _ Ainda há tempo" se mostra como uma produção político ambiental de reivindicações a partir da cultura. O filme será voltado a conscientização a respeito do processo de poluição do maior rio da cidade de Lauro de Freitas/BA, trazendo relatos sentimentais das pessoas que mais sofreram com essa degradação: os pescadores e marisqueiras que vinham tirando ali seu sustento há gerações, além de personagens ambientalistas, políticas e estudiosas do caso que contribuirão para o crescimento da discussão na narrativa. Alguns dos outros procurados para entrevista, serão: Geneci Braz _ Gestor da APA; Dra. Cristina Seixas _ Promotora Coordenadora do Ceama do MP da Bahia; Dr. Joselito Oliveira _ Engenheiro Sanitarista; Fernando Borba _ Presidente da OSCIP RIO LIMPO; Dr. Pedro Ornelas _ Vice Presidente da OSCIP RIO LIMPO; Thiago Hiroshi _ Gerente da unidade sócio ambiental e Engenheiro Eduardo Topázio _ Diretor de Recursos Hídricos do INEMA. Todos estes palestraram no evento socioambiental SOS RIO JOANES, que ocorreu no ano de 2023 e teve intuito de alarmar a situação e cobrar por políticas públicas de proteção ao rio. Será um documentário sentimentalista, mas com intuito de trazer uma provocação, cobrando por políticas públicas mais efetivas, que venham resolver a situação para o futuro. Em parâmetro legislativo, o projeto "Joanes _ Ainda há tempo" se adequa às finalidades do Art. 1°, incisos I, II VIII e IX; aos objetivos do Art. 3°, incisos I _ b), II _ a); e Art. 25, inciso II, da Lei n° 8.313 de dezembro de 1991. Tal qual os objetivos do Art. 3°, incisos I, II, III e XV, do decreto n° 11.453 de março de 2023. Apesar de ligado especificamente aos parâmetros apresentados acima, o projeto também contribui diretamente para o que idealiza a lei em seus aspectos mais gerais. A Lei de Incentivo à Cultura se mostra pertinente para essa produção, pois toda discussão social, política e ambiental pode/deve ser trazida para o cenário cultural, desde que bem articulada. Cultura é incentivo ao pensamento, à crítica. Para isso, "Joanes _ Ainda há tempo" necessita da lei.

Especificação técnica

"Joanes - Ainda há tempo" será um filme rodado em 35mm full frame. ESTRUTURA O filme terá um caráter mais sentimental e saudosista. Os relatos serão guiados por uma abordagem que venha a trazer a compreensão da perda de algo muito valioso na vida das pessoas. Porém, não perderemos a crueza para trazer as informações necessárias relacionadas a degradação do Rio Joanes, e quais seriam as medidas necessárias para se adotar na recuperação. Como caráter de crueza, serão apresentados os dados e capas de jornais que há décadas vêm expondo a degradação do rio. As luzes posicionadas no set para captação dos relatos trarão o sentimentalismo e a melancolia a partir dos relatos saudosistas das famílias que serão entrevistadas. Fotos antigas, relatos de vivências na infância e situações inusitadas no trabalho com o rio são alguns dos intuitos iniciais, que estarão sendo trazidos numa locação em frente ao próprio Joanes e na residência dessas pessoas. O contato com o rio será fundamental para a narrativa sentimental. Então buscaremos relatos nas próprias localidades de vivências passadas das pessoas entrevistadas. Como se trata de um documentário, e todo tipo de relato pode vir a ocorrer, contaremos com a aleatoriedade para que possamos ter uma abertura artística a ser explorada durante o processo de gravação e montagem. Com isso, não estaremos condicionados a rudimentar uma linha única de entrevista, pois relatos fora da curva podem e devem contribuir diretamente para enriquecer o produto. Por alguns momentos, deixaremos o som da natureza e o verde brilhante imperar em nosso filme, caminhando junto a uma música que traga esse sentimento de magnitude e pertencimento – algo etéreo. Como contraponto, traremos imagens da brutalidade da ação humana: esgoto sendo despejado no rio, escavadeiras trabalhando na construção de mais concreto, relatos do mau cheiro que o rio exala atualmente e dados estatísticos sobre a comprovação sua impropriedade na atualidade. O filme trará dualidade sonora, ora música etérea e esperançosa acompanhada de contemplação da natureza, ora barulhento acompanhada da atividade degradante humana. A música calma e leve sempre será contraposta ao barulho das construções humanas, com muito calor e placas de construção de obras. Relatos dos bons momentos já vivenciados com o rio contarão com imagens de um verde pulsante a fazer complemento, algo mágico, por entre névoas do amanhecer, sons de pássaros, sapos e insetos, trazendo um caráter sentimental, que atribui pertencimento as populações do entorno do rio. Quando estatísticas forem apresentadas, junto a fala de ambientalistas, biólogos e estudiosos, a imagem será quente, representando o desmatamento, a poluição, a construção de mais concreto. Durante muitos momentos faremos um passeio pela estrada do coco em Lauro de Freitas, filmada através de um drone, e em contraposição estaremos passeando simultaneamente por cima do rio. Acompanharemos a maior pista de concreto da cidade de Lauro de Freitas, ao mesmo tempo que acompanharemos o maior rio da cidade de maneira corrente. Em toda nossa estrutura cinematográfica iremos trabalhar com contraposição. Cortes relacionados farão a união de aspectos contraditórios. Matas e prédios, pistas e rios, peixes e barcos, seres humanos e carros/motos. O filme irá tratar de uma relação micro, mostrando como isso pode se relacionar com o macro, visto que tudo está interligado. Ou seja, o que acontece no micro, tem influência direta no macro. Eleição e Descrição dos Entrevistados Dona BelaPescadora, nascida no bairro de Portão – bairro por onde o Rio Joanes perpassa durante grande parte do seu comprimento –, viveu grande parte de sua vida se alimentando e tirando o sustento de suas famílias através da pesca e do marisco que provinha do rio. CiduPescador, viveu durante toda a vida em Portão, foi criado por pescador, e é pescador aposentado. Outra pessoa que também possui grande relação de subsistência através da biodiversidade do Joanes. NeteFilha de Dona Bela, que segue os costumes da pesca e mariscaria. Geração do meio que conseguiu desfrutar da infância no Rio, começou a trabalhar ali, mas teve de parar por conta da poluição. TimIrmã de Nete e filha de Dona Bela. Segue o mesmo padrão da irmã. Pescador, que cresceu desfrutando do rio e teve de se reinventar para sobreviver. Tiago PedreschiPescador da Prainha de Parafuso (represa do Rio Joanes), que possui canal no Youtube a respeito da pescaria e dos males da poluição. Fernando Borba – Oscip Rio Limpo – Movimento Rios Vivos (71) 33792963 / (71) 33797992Morador de Portão, residente do Condomínio Pedra do Rio e presidente da Oscip Rio Limpo – entidade voltada ao engajamento social e político para a recuperação das águas do Joanes. FlorMorador de Portão, que trabalhava com a pesca, retirada de ostras e mariscos no Joanes através do mergulho, mas teve de parar por conta da poluição. Senhor DaduConselheiro da APA Joanes Ipitanga (Área de Proteção Ambiental Joanes – Ipitanga). Dentro do nosso projeto, procuraremos também entrevistar: 1. Geneci Braz – Gestor da APA, que poderá falar sobre a Área de Proteção Ambiental do Ipitanga. 2. Dra. Cristina Seixas – Promotora Coordenadora do Ceama do MP da Bahia, que poderá falar sobre a atuação do MP nas mudanças climáticas, a importância da proteção hídrica e os cuidados como meio ambiente. (71) 3103-6800 / cseixas@mpba.mp.br 3. Dr. Joselito Oliveira – Engenheiro Sanitarista, Coordenador de Projetos, que poderá falar sobre a Gestão Ambiental como Política Pública. 4. Dr. Pedro Ornelas – Vice Presidente da OSCIP RIO LIMPO, que poderá falar sobre o reuso da água. 5. Thiago Hiroshi – Gerente da unidade sócio ambiental, que poderá falar sobre a situação dos sistemas de saneamento nos municípios da Bacia do Joanes. 6. Engenheiro Eduardo Topázio – Diretor de Recursos Hídricos do INEMA Salientamos que todos estes palestraram no evento socioambiental SOS RIO JOANES, que ocorreu no ano de 2023 e teve intuito de alarmar a situação e cobrar por políticas públicas de proteção ao rio. Será dividido em três partes: Parte 1: Nesta primeira parte, iremos explorar a vida das famílias entrevistadas e suas relações com o Rio Joanes, entendendo, também, a pesca e mariscaria como um saber passado num aspecto geracional pela oralidade. Parte 2: Nessa parte, traremos a interferência do ser humano na biodiversidade do Rio Joanes, com dados estatísticos sobre a poluição e quais foram suas consequências na vida das pessoas que dependiam do trabalho direto com o rio para sobreviver. Contribuindo com isso, as famílias falarão sobre como precisaram se reinventar em outros tipos de atividade para se sustentar, sem nenhum apoio público. Nessa parte, também entrarão as entrevistas ambientalista, biólogo e estudiosos da causa, falando sobre os males da poluição e do representante político falando sobre as perspectivas do poder público para com a situação e quais medidas estão sendo tomadas para revertê-la. Parte 3: Nesta parte, daremos vazão às visões de um futuro melhor, de uma possível solução, de como as famílias conseguem enxergar os tempos porvir e o que eles acreditam que pode ser feito. O ambientalista falará sobre os trabalhos que a sua organização vem realizando para ajudar a contornar o processo de poluição, enquanto o(a) biólogo(a) falará sobre algumas medidas que podem ser tomadas na recuperação do rio. Dados comprobatórios de políticas ambientais aplicadas em diversas partes do mundo para recuperação de rios altamente poluídos irão finalizar o filme.

Acessibilidade

A obra “Joanes – Ainda há tempo” contará com os recursos de acessibilidade comunicacional: audiodescrição (AD), janela de LIBRAS, legenda descritiva e legenda em português. Uma pesquisa estética e de vocabulário será realizada para que a AD e a LIBRAS traduzam e dialoguem com a direção artística da obra. Para realizar a AD, estarão envolvidos os seguintes profissionais: Audiodescritor roteirista; Audiodescritor consultor com deficiência visual; Narrador e Editor. Será feita a tradução do roteiro da obra para LIBRAS e em seguida a interpretação da obra em LIBRAS para a janela. Estarão envolvidos os seguintes profissionais: tradutor intérprete de LIBRAS ouvinte, tradutor intérprete de LIBRAS consultor surdo e editor. A legenda descritiva contará com legendista e um consultor surdo. A divulgação da obra também contará com duas peças com acessibilidade comunicacional (AD, LIBRAS e legenda descritiva), com a presença de um(a) intérprete de LIBRAS surdo/a de relevância na comunidade cultural surda. LIBRAS - Tradução roteiro do filme para LIBRAS LIBRAS - Gravação LIBRAS - Intérprete LIBRAS - edição LIBRAS - pesquisa estética e vocabulário Audiodescrição - Roteiro, consultoria, gravação Audiodescrição - edição Audiodescrição - pesquisa estética e vocabulário Legenda descritiva (com consultoria) Legenda português LIBRAS - intérprete divulgação Audiodescrição - Divulgação Legenda descritiva – Divulgação

Democratização do acesso

O filme será destinado inicialmente a festivais nacionais e internacionais. Uma forma adotada na democratização do acesso será a parceria com o Colégio Estadual Hermano Gouveia Neto, localizado em Lauro de Freitas, onde apresentaremos o filme e realizaremos uma oficina com jovens do Ensino Médio a respeito da carreira audiovisual na cidade, além de debates com membros da equipe a respeito da temática discutida no documentário. Outra exibição irá ser realizada gratuitamente no cine teatro Lauro de Freitas. Ademais, serão buscadas salas de exibição em Salvador que possuam acesso gratuito ao público, além de cineclubes. Após realização das propostas acima, e completados 12 meses da primeira exibição, iremos disponibilizar o filme no Youtube.

Ficha técnica

● PRODUTOR EXECUTIVO E ROTEIRISTA: Rafael Barros é historiador, pós-graduado em cinema, graduando em jornalismo e mestrando em cultura e sociedade. Já atuou como diretor, roteirista e produtor de dois curtas-metragens – “Alguém” e “Me Liga –, estando atualmente produzindo seu terceiro filme. Atuou também como roteirista e co-diretor de um videoclipe, além de ter escrito roteiros publicitários para grandes marcas como o carnaval da Brahma em Salvador (2024) e o São João da Deline em Caruaru e Campina Grande (2024). Foi assistente de produção com a El Patron filmes no carnaval de 2023 e curador de filmes pedagógicos para a plataforma de streaming educacional da Pupilo TV. Publicou 2 livros – “O selo do sono” e “Contra Corrente” –, trabalhou como revisor de roteiros e participou do programa nacional de escrita criativa da ABERJE, o Escalando o Futuro. ● DIRETOR (DIRIGENTE DA EMPRESA) Kaio da Cruz Amaral é pardo, filmmaker e vem atuando em produções audiovisuais para empresas no cenário Brasileiro e Internacional como Manchester City, Corona, Brahma, Neoengergia, Unijorge e Airlet como operação de câmera, drone, montagem e colorista. Atualmente Cursando direção para documentaristas na Escola de artes Britânica. Em Dezembro de 2022 participou como Colorista e Drone no curta-metragem “Alguém”, em 2024 foi operador de câmera, montador, editor e colorista do curta-metragem "Me liga". ● Coordenador de Produção: Gabriel Moreira Bispo, homem negro, Produtor Audiovisual graduado pelo Centro Universitário Jorge Amado – UNIJORGE. Possui vivência nas áreas de televisão, vídeos para internet e clipping. Desde 2018 vem atuando em projetos culturais no estado da Bahia, a exemplo do ‘Arte Eletrônica Indígena’ e do ‘Encontro Periférico de Artes’. Também participou dos documentários ‘Aldeia do Cachimbo’ e ‘Do Dendê Ao Acarajé’. Em 2022 dirigiu o filme “mar, cores, sons e texturas – O OLHAR QUILOMBOLA NA INFÂNCIA”. ● Assistente de Produção: Dandara Tainá Oliveira de Assis Mulher negra, Coordenadora de Produção e Assistente de Direção; graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela UCSAL; membra da APAN (Associação de Profissionais do Audiovisual Negro). Iniciou no audiovisual em 2018, na TV da UCSAL. Fez parte da equipe de produção da Califórnia Media House/FitDance, trabalhando em produção de elenco, produção executiva, produtora de set, assistente de direção e assistente de produção. Trabalhou com a Cerveja Stella, Cerveja Antarctica, Skol Pagodão e Coca-Cola. Produziu 47 conteúdos audiovisuais, 34 videoclipes, VTs, curtas, publicidades e um longa. Trabalhou nos clipes “Não negue ternura” de Zé e Luedji Luna, “Maresia” de Rachel Reis e “Não fosse tão tarde” de Lou Garcia. Na Assistência de direção e coordenação de produção, trabalhou na TV Educa Bahia e na campanha de 10 anos Bem Bolado. Trabalhou recentemente no filme “Maria Odília Teixeira, quem é essa mulher?”, como produtora de set e assistente de produção de moda. ● DIRETOR DE FOTOGRAFIA: Gusttavo Pinho Canellas Produtor e diretor audiovisual radicado na Bahia desde 2013, possui vasta experiência, com centenas de projetos produzidos em mais de 9 países da América Latina. Amazon Web Services, LCatterton, Rede Bahia, Espaçolaser, Sony Music, Banda Didá, o músico Frejat, BRP, SumUP, Vinícola UVVA, UNIFTC, GLOBOSAT, Banco do Brasil, WSL, Canal OFF, e MercadoLivre são algumas marcas atendidas nessa jornada. Com mais de 10 anos trabalhando em Salvador pude co-criar e colaborar com os principais players do setor. Atualmente Cursando direção para documentaristas na Escola de artes Britânica. ● DIRETOR DE ARTE: Flávio dos Reis Santos, Homem negro, graduado em Cinema e Audiovisual pela UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), membro da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro), membro do grupo de pesquisa e extensão LabDrama (Laboratório de Dramaturgia da UFRB). Membro do grupo de pesquisa e extensão VISU (Grupo de Pesquisa e Extensão em Arte, Imagem e Visualidades da Cena da UFRB), assistente de distribuição audiovisual na Tarrafa Produtora, redator de mídias sociais na Um2 Marketing, aluno da primeira turma do Vitrine Lab e monitor das turmas 2 e 3. Finalista das rodadas de negócios do Primeiro Tratamento, FRAPA 2021 e 2022, SerieLab 2021 e 2023, rio2C 2022, Cinema Negro em Ação e Nicho 54. Produtor e mediador do Laboratório de Produção Criativa do MECAA (Mercado Audiovisual da APAN, parte do 2º FIANB - Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil). ● TÉCNICA DE SOM DIRETO: Marise da Silva Urbano Lima Marise Urbano, mulher negra, responsável pela GIRA POMBA PRODUÇÕES. Profissional do cinema e audiovisual. Atua como Diretora de som, Técnica de som direto e Mixagem. Integra o COLETIVO CINEMA NEGRO SONORO, pesquisando sobre som no cinema e audiovisual a partir de uma escuta ancestral. Trabalhou como técnica de som direto na websérie "Os Deraldos" de Alan Miranda e Tiago Rocha, no documentário "Mãe solo" de Camila de Morais, na ficção "Cinco Fitas" de Heraldo de Deus e Vilma Martins, e como Diretora de som, em "Espelho" de Luciana Oliveira, entre outras produções. ● ASSISTENTE DE DIREÇÃO 1: Emily Dias Ribeiro Ema Ribeiro, Mulher negra, é cineasta e atua como diretora de cena, fotografia e assistente de direção. Multifacetada, também trabalha como diretora criativa, atua como assistente de direção e desenvolve projetos enquanto artista visual. É graduanda em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e co-fundadora da Acessos Produtora. Já realizou curadorias de filmes para mostras de cinema como a Mostra de Cinemas Africanos (2021) e a Mostra Med Hondo (2021). Integra o projeto de formação artística Práticas Desobedientes, além de ser associada à APAN - Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro. ● OPERADOR DE CÂMERA: Paulo Philipe Sampaio da Silva é Filmmaker, publicitário, formado em 2020.1 através da Universidade Salvador e desde 2016 vem atuando em produções audiovisuais para grandes marcas do cenário baiano e brasileiro como Brahma, Uniftc, Sumup e empresas de todos os tamanhos e diferentes nichos, voltado especificamente para direção de fotografia e operação de câmera, já tendo produzido dezenas de filmes empresariais. Em Dezembro de 2022 participou como diretor de fotografia e operador de câmera do curta-metragem “Alguém”. ● MONTADOR E EDITOR: Gabriel Cruz Santana é Filmmaker, fotógrafo, diretor de fotografia, montador, editor e fundador da Movie Box LAB. Desde 2017 está em contato com as câmeras e o universo do audiovisual. Participou em 2018 do Curso Livre de Cinema da UFBA (CLIC) e a partir disso vem se aprimorando através de cursos online extensivos como o Ateliê Bucareste, Academia Internacional de Cinema, Escola OZI de Audiovisual, Av Makers etc. Atua em Salvador no nicho de videoclipes, já tendo produzido mais de 10 videoclipes para artistas independentes atuando como diretor, câmera e editor de vídeo. Além de videoclipes, atua também no setor publicitário, já tendo dirigido e editado vídeos e campanhas para empresas como a Ambev, UNIFTC, Espaço Laser, além de ser especialista em lidar com empresas de médio porte na cidade de Salvador. Ademais, também atuou como montador e editor no curta-metragem “Alguém”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.