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O projeto "VIDA NA ÁGUA" envolve a produção de filme documentário média-metragem, com aproximadamente 70 minutos de duração em 4k, com o objetivo de provocar movimentos positivos de reflexão sobre a relação entre humanos e os seres vivos que habitam as águas, além de conscientizar sobre a importância de projetos de preservação e pesquisa. Será trabalhada a ideia de documentário expandido, com a geração de produtos complementares: cartilha digital (material educativo de apoio) e podcast (apresentando as perspectivas de pessoas envolvidas com energia sustentável). O acesso a todos os produtos será gratuito.
VIDA NA ÁGUA é um filme que busca registrar os desafios e as conquistas de projetos e pessoas que se dedicam em prol da preservação das águas e dos seres que vivem nela. A escolha dos personagens é fundamental, pois indica a grande variedade de realidades que o país apresenta. Construído como os filmes de estrada, o documentário acompanha um profissional da fotografia que vai registrar as dificuldades presentes nos ecossistemas aquáticos, mas também o impacto positivo que o trabalho de pessoas e instituições trouxeram para a preservação desses ambientes. Em seu conjunto, os depoimentos e as histórias dessas pessoas e projetos ajudarão a entender o contexto em que vivem os animais aquáticos no Brasil. A intenção do filme é abrir janelas reflexivas que serão exploradas em sessões de debate e em outros conteúdos que fazem parte do projeto VIDA NA ÁGUA. Por isso, vale ressaltar que a narrativa tem por objetivo a provocação de discussões que serão exploradas em narrativas não-lineares de diversos formatos e mídias, em discussões nas redes sociais e em encontros presenciais, partes fundamentais do presente projeto. Estruturado com base no conceito de “documentário expandido”, que leva a discussão sobre seus temas para outros espaços e mídias além da narrativa do filme, o filme de média-metragem VIDA NA ÁGUA articulará a produção entrelaçada de diversos conteúdos complementares. Será feito um podcast para explorar mais a fundo os temas do filme. Os episódios serão oferecidos nas plataformas especializadas nesse formato. Através das conversas e histórias trazidas, os convidados vão discutir a influência profunda que projetos como aqueles retratados no filme tem para a recuperação do meio ambiente. Nas redes sociais do projeto e no sítio virtual da produtora proponente, estará disponível também o download de uma cartilha para uso educacional, voltada a escolas, professores e gestores de órgãos públicos interessados em incluir os temas do documentário em aulas, disciplinas e atividades extracurriculares. Classificação indicativa de todos os produtos do projeto: livre para todas as idades.
Objetivo Geral Produzir filme de média-metragem com 70 minutos de duração, sendo um documentário de impacto com caráter reflexivo que busca gerar uma reflexão sobre a importância da preservação da vida na água e inspirar por meio da apresentação de projetos e pessoas que dedicam suas vidas ao cuidado com o meio ambiente. Objetivos Específicos A. FILME DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM (70 minutos): - Produzir e finalizar o filme documentário de média-metragem 4k digital, com aproximadamente 70 minutos, intitulado VIDA NA ÁGUA; - Disponibilizar o filme na íntegra e gratuitamente na plataforma digital DOC STATION PLAY; Alcançar cerca de 3.400 espectadores por meio de exibições virtuais. B. OBRA EXIBIDA: - Realizar sessões de exibição do filme em organizações de ensino públicas (escolas e universidades) e em organizações sociais ligadas aos temas do documentário; - Alcançar cerca de 1.200 espectadores por meio de exibições presenciais. C. PODCAST: - Produzir um podcast a fim de apresentar a perspectiva de indivíduos envolvidos com transição energética, com 5 episódios de 40 minutos; - Alcançar 500 pessoas por meio do podcast. D. CARTILHA DIGITAL: - Criar uma cartilha digital, escrita como um material educativo de apoio para facilitar e propor formas de introduzir o tema em salas de aula; - Alcançar 100 pessoas por meio da cartilha digital.
O projeto "VIDA NA ÁGUA" propõe a produção de um documentário em 4K com duração aproximada de 70 minutos, focado na preservação da vida aquática. Este filme viajará por diferentes regiões do planeta, destacando iniciativas de pesquisa, conservação e restauração de ecossistemas aquáticos, trazendo uma visão profunda sobre a importância da vida na água e as ameaças que enfrentamos. O documentário buscará sensibilizar o público sobre a necessidade urgente de proteger nossos rios, lagos e oceanos, fundamentais para o equilíbrio ambiental e a sobrevivência humana. A Importância da Água no Planeta A água cobre cerca de 71% da superfície da Terra, e mais de 97% dessa água está contida nos oceanos. No entanto, apenas 0,3% da água doce está acessível para consumo humano em lagos e rios. A água é essencial para todos os ecossistemas, suportando a vida marinha e terrestre, além de ser vital para a agricultura, a produção de energia e o abastecimento humano. Estima-se que mais de 2,1 bilhões de pessoas carecem de acesso à água potável segura, de acordo com a ONU. Com isso, a preservação dos recursos hídricos não é apenas uma questão ambiental, mas um imperativo social e econômico. A Importância da Vida na Água para o Equilíbrio Os ecossistemas aquáticos desempenham um papel crucial no equilíbrio do clima global, na regulação dos ciclos de nutrientes e na absorção de carbono. Por exemplo, os oceanos absorvem cerca de 25% das emissões de dióxido de carbono e produzem mais de 50% do oxigênio que respiramos, de acordo com a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA). Além disso, mais de 3 bilhões de pessoas dependem dos oceanos para sua subsistência, e os recifes de coral, que ocupam menos de 1% da superfície do oceano, abrigam cerca de 25% de todas as espécies marinhas. Danos às Águas O impacto humano nas águas tem sido devastador. De acordo com a ONU, cerca de 8 milhões de toneladas de plástico são despejadas nos oceanos a cada ano, e estima-se que, em 2050, haverá mais plástico do que peixes nos mares, se as tendências atuais continuarem. Além disso, a poluição por resíduos químicos, como fertilizantes e pesticidas, está contribuindo para o aumento das chamadas "zonas mortas" _ áreas dos oceanos com níveis tão baixos de oxigênio que a vida marinha não consegue sobreviver. Atualmente, mais de 500 zonas mortas já foram identificadas ao redor do mundo, totalizando uma área equivalente ao tamanho do Reino Unido. Danos à Vida Aquática A destruição dos habitats aquáticos está levando muitas espécies à beira da extinção. De acordo com a International Union for Conservation of Nature (IUCN), cerca de 33% dos recifes de corais, 30% dos manguezais e 27% das populações de peixes estão ameaçados. O aumento da temperatura dos oceanos e a acidificação, decorrentes das mudanças climáticas, estão contribuindo para o branqueamento dos corais e a perda de biodiversidade marinha. Espécies icônicas como as tartarugas marinhas, baleias e tubarões estão sofrendo graves declínios populacionais devido à pesca predatória, poluição e perda de habitat. Impacto dos Projetos de Conservação A boa notícia é que projetos de preservação da vida aquática têm mostrado resultados positivos. No Brasil, o Projeto Tamar tem sido um exemplo de sucesso na proteção das tartarugas marinhas, conseguindo aumentar a população de várias espécies ameaçadas de extinção ao longo dos últimos 40 anos. Globalmente, o The Ocean Cleanup tem se destacado com sua tecnologia inovadora para remover plásticos dos oceanos, já tendo coletado toneladas de resíduos marinhos. A restauração de manguezais no Vietnã e a recuperação de corais na Austrália também são exemplos de como a ação humana pode reverter danos causados. Segundo a ONU, esforços de conservação poderiam restaurar mais de 30% das populações de peixes até 2030, se práticas de pesca sustentável fossem implementadas em escala global. O documentário "VIDA NA ÁGUA" irá capturar esses esforços de preservação ao redor do mundo, mostrando como iniciativas locais estão tendo impactos globais. Ele também destacará a necessidade de fortalecer políticas públicas, mobilizar a sociedade civil e promover a conscientização para garantir que a vida nas águas seja preservada para as gerações futuras. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; [...]" E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91: "[...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. [...]" A partir do exposto, entende-se que o projeto se encaixa na referida lei, pois objetiva a produção de obra cinematográfica de média-metragem, utilizando da pesquisa e criação artística sobre complexo universo da preservação das águas e das vidas que nelas habitam. Nesse sentido, o documentário funcionará como um informativo sobre a situação atual do país, no que tange a sustentabilidade e a preservação dos seus recursos naturais.
Profissionais que irão realizar viagens e suas respectivas funções no projeto: - Diretor: Vinícius Bopprê;- Roteirista: Sérgio Rizzo- Pesquisadora: Júlia Brito Maciel - Diretora de arte: Bruna Zanichelli; - Operador de som direto: Thiago Ferraz; - Operador de câmera: a definir*; - Logger: a definir*. *Por não se enquadrarem às principais funções da ficha técnica e por se tratar de prestadores de serviços específicos, a definição desses profissionais será realizada posteriormente, junto à fase de pré-produção do projeto.
DETALHAMENTO TÉCNICO: Cada diária de filmagem será realizada com 3 (três) câmeras SONY do tipo DSLR ou mirrorless digitais, com lentes série L da Canon compatíveis com a câmeras, sendo uma grande angular 16-35mm f 2.8, uma Zoom 24-70mm f 2.8 e outra teleobjetiva 70-200 f 2.8, tripés Manfrotto e 3 (três) pontos de luz Amaran com tripés voltados para a iluminação do set. Além disso, será utilizado equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento. Para a parte de áudio será utilizado microfones lapela g3 da Sennheiser, microfone boom Shure, gravador com 4 (quatro) canais Tascam, além de monitores Sennheiser e Tascam. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate. Os sets de filmagem serão organizados em três etapas: a primeira para montagem do set e setup do equipamento; a segunda para a realização de entrevista; e a última dedicada à ação, quando os personagens realizam suas tarefas cotidianas e revelam seu habitat, ética e envolvimento com os temas e assuntos concernentes ao filme. PÚBLICO-ALVO: VIDA NA ÁGUA é um filme que dialoga com criadores e consumidores do cinema de não-ficção, fotografia, como também para estudantes e docentes destas respectivas áreas. Por se tratar de um tema de interesse social, é voltado também para estudantes dos ensinos fundamental e médio, estudantes universitários e docentes de todos os níveis. O filme pretende alcançar um público cada vez mais amplo, com classificação etária livre. Em seguida, consideramos formadores de opinião, jornalistas, influenciadores e técnicos ligados ao desenvolvimento e gestão destas tecnologias. ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO: O filme é o ponto de partida para uma série de ações (reportagens, podcasts, minidocs e sessões de debate pós-exibição) que visam pautar e ampliar a discussão da preservação das águas no Brasil. A estratégia de divulgação passa pela criação de um podcast que vai discute profundamente conteúdos do filme para apoiar essa discussão com a sociedade. Por ser um documentário que trata de um tema relevante para toda a sociedade, a estratégia vai privilegiar a distribuição social, exibições gratuitas do filme em instituições de ensino e cultura em todo o Brasil, presença física ou virtual do diretor em algumas delas. Estima-se atingir mais de 5.000 pessoas com o produto principal e os secundários. Duração do filme: 70 minutos.
O projeto ENERGIA DO AMANHÃ contará com diversas ações de acessibilidade de acordo com os princípios do Desenho Universal, com os dispositivos previstos na Lei Federal 13.146/15 e no Decreto 9.494/18, em conformidade com o Art. 27 da IN 11/2024. Apresentamos abaixo todas as propostas de acessibilidade pensadas para o projeto, além das estratégias a serem adotadas a título de divulgação/comunicação: A. MÉDIA-METRAGEM: Acessibilidade FÍSICA: não se aplica ao média-metragem por se tratar de um projeto audiovisual com distribuição virtual. B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade FÍSICA: Ao selecionar escolas e instituições para exibição do filme, serão consideradas as formas de acessibilidade física ao espaço: rampas para cadeiras de rodas; banheiros adaptados; portas com a largura adequada para a passagem de cadeira de rodas; áreas de passagem sem obstáculos para a circulação; piso tátil para auxílio na locomoção de deficientes visuais. A. MÉDIA-METRAGEM / B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade de CONTEÚDO: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição e às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e LIBRAS. Além disso, o filme contará com legendagem em inglês e espanhol. PRODUTOS COMPLEMENTARES - Podcast e cartilha digital: Acessibilidade FÍSICA: o plano de difusão dos materiais complementares - cartilha digital e podcast - é totalmente virtual, não sendo necessário prever medidas de acessibilidade física. Acessibilidade de CONTEÚDO: C. PODCAST: legenda descritiva. D. CARTILHA DIGITAL: arquivo de texto compatível com leitura automática, transposição para audiobook.
A. MÉDIA-METRAGEM: A distribuição do filme digitalmente será realizada a partir da plataforma DOC STATION PLAY, que permite o agendamento e licenciamento gratuito da obra para finalidades culturais e educativas. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 3.400 pessoas virtualmente. B. OBRA EXIBIDA: A distribuição presencial do documentário “ENERGIA DO AMANHÔ será em sessões de exibição para instituições de ensino públicas e privadas, assim como organizações sociais e comunitárias ligadas ao tema. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 1.200 pessoas presencialmente. C. PODCAST: Será produzido um podcast com 5 episódios de 40 minutos cada. Nos episódios, os convidados irão explorar algumas das questões-chave abordadas no filme. Em cada episódio, especialistas e ativistas vão apresentar os desafios, mas principalmente as soluções que estão sendo desenvolvidas para a preservação da vida nas águas. Será disponibilizado em plataformas especializadas nesse formato, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas. D. CARTILHA DIGITAL: Será criado um material educativo no formato de uma cartilha digital, que servirá como material de apoio para introduzir o tema do documentário em salas de aula. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 100 pessoas. O plano de distribuição da proposta está de acordo com o Artigo 29 da Instrução Normativa publicada em 30 de janeiro de 2024, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos resultantes do projeto, observando o seguinte: “I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores [...]; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto [...]” Além disso, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, de acordo com o art. 30 da IN 11/2024: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). [...] III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição”.
TUKURA FILMES (Proponente e responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto) A Tukura Filmes é uma produtora audiovisual independente voltada para o desenvolvimento e a produção de documentários e podcasts. Além de produzir curtas, médias e webséries, como “Entre Céu e Mar” (2017), "Rua Comprida" (2017), a empresa teve participação em produções com impacto social e cultural, como “Descarte” (2021) e “Cibernéticas” (2023), ambos da Deusdará Filmes, com a realização de conteúdos expandidos, podcasts, relacionados aos documentários. Atuamos na produção executiva, direção de fotografia e pós-produção em outros projetos colaborativos de sucesso, entre eles: “Doar” (2024), “Idade Mídia” (2019-2023) e “Sociedade Regenerativa” (2023). Interessada por ouvir a história íntima das pessoas, a Tukura Filmes acredita que toda história, de todo indivíduo, é uma história de cinema. A seguir, conheça mais algumas das produções de nosso portfólio: - “A arte total de John Graz” (2024)Direção, montagem e finalização de média-metragem sobre a obra do artista John Graz, artista suíço que contribuiu com a arquitetura e pintura brasileiras a partir de 1920. - “A história do Forte de São João” (2022)Produção do curta-metragem documental que conta a história do Forte de São João, realizado para a SESC TV. Direção, roteiro, produção e montagem executadas pela Tukura Filmes. - “Sociedade Regenerativa” (2022)Documentário com Ailton Krenak e Mia Couto sobre a capacidade de auto regeneração da humanidade. Montagem, pós-produção e finalização executadas pela Tukura Filmes. - “Idade Mídia” (2022-2023)Programa de televisão sobre educação midiática realizada para o Canal Futura. Direção de fotografia e pós-produção de áudio realizadas pela Tukura Filmes. - “Doar” (2024)Documentário sobre a cultura de doação. Produção executiva e direção de fotografia executadas pela Tukura Filmes. - “Descarte” (2022)Realização do podcast do documentário que trata do uso inteligente e sustentável dos resíduos sólidos. Direção, montagem, produção e pós-produção do podcast realizadas pela Tukura Filmes. - “Cibernéticas” (2023)Produção executiva do documentário, além de direção, produção, roteiro, montagem e finalização do podcast. - “Casas Flutuantes” (Em Produção)Série que segue a investigação de Amyr Klink a respeito de casas flutuantes em diferentes partes do Brasil. Criada e dirigida por Vinícius Bopprê. VINÍCIUS BOPPRÊ (Direção Artística & Produção Executiva) Jornalista, documentarista, escritor, fundador da Tukura Filmes e diretor associado na Deusdará Filmes. É diretor e criador da série "CASAS FLUTUANTES", com Amyr Klink, realizado para a GloboPlay e com previsão de lançamento para 2025. Dirigiu e foi roteirista do podcast "DESCARTE" (2021), parte do documentário de longa-metragem homônimo. Dirigiu e produziu a websérie "Entre Céu e Mar" (2016), sobre o navegador Amyr Klink. Foi diretor, roteirista e produtor da série independente de documentários "Rua Comprida" (2017-2018), que conta a história de moradores da zona norte de São Paulo, além de ter dirigido as imagens da instalação "Por nós", organizada e idealizada pelo coletivo "Nós, mulheres da Periferia", contemplado com o programa VAI de incentivo. Foi diretor e roteirista da websérie "Perfezionisti” (2018), com arquitetos brasileiros. Em 2018, publicou "Pela primeira vez em muito tempo", romance finalista do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Atuou por 6 anos como diretor de conteúdo e audiovisual em uma agência de São Paulo, onde dirigiu trabalhos diversos ligados à arquitetura e à criatividade. Trabalhou como repórter de educação do Portal Porvir. SÉRGIO RIZZO(Roteiro) Sérgio Rizzo é jornalista, com 41 anos de experiência em veículos impressos, doutor em Audiovisual pela ECA-USP. Dirigiu e escreveu o documentário de curta-metragem "Passo" (2018) e o segmento brasileiro do longa-metragem colaborativo "A Living Tree, Means a Living Planet" (2019), e foi roteirista do documentário de média-metragem "Descarte" (2021). É codiretor e roteirista do programa "Idade Mídia" (Canal Futura/Fundação Roberto Marinho, 2022/2023) e produtor executivo do documentário "Cibernéticas" (2023). É diretor associado da produtora Deusdará Filmes, especializada em documentários de impacto. Autor de 3 livros, além de participar em diversas coletâneas e em catálogos de mostras e retrospectivas dedicadas a cineastas como Ingmar Bergman, Woody Allen, Stanley Kubrick, Quentin Tarantino, Luchino Visconti e irmãos Dardenne. LUCAS MELO (Montagem) Formado em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac, é documentarista com atuação em projetos audiovisuais de temáticas que variam entre meio ambiente, educação midiática, tecnologia e diversidade. Assinou como assistente de direção, corroteirista e montador do filme “DESCARTE” (2021), premiado como melhor documentário no Forum Film Festival, em Barcelona, além de ter sido selecionado por diversos festivais nacionais e internacionalmente. É atualmente o montador da série "IDADE MÍDIA” (2020-2023), que já está em sua 4ª temporada no Canal Futura. Atuou como montador do média-metragem "CIBERNÉTICAS" (2023), disponível no catálogo da Globoplay, e do documentário curta-metragem "CIDADE DE QUEM CORRE" (2019), selecionado para a mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. THIAGO FERRAZ (Som Direto) Estudou Bacharelado em Audiovisual e Cinema pelo Centro Universitário Senac em 2009, aprimorou seus conhecimentos na área de Captação de Som Direto, e em mais de 10 anos de profissão, participou de diversos trabalhos de curta–metragem e longa-metragem independentes. Entre os últimos trabalhos pode se destacar os documentários Carbon Free com Matthew Shirts para a Produtora Brasileira, Canal da Quebrada exibido TV Brasil e Passo a Passo a História do Ballet Paraisopolis, Mar Brasileiro o documentário exibido na plataforma Globoplay, ESG Visão de Futuro e ODS 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, Verde o futuro do agronegócio. BRUNA ZANICHELLI (Diretora de Arte) Designer Gráfico e Artista Visual foi diretora de comunicação visual do documentário de longa-metragem "DESCARTE (2021)". É diretora de arte dos projetos de documentário de longa-metragem NOSSA MENTE (2022), e "COMIDA (2022)", e do CABRA, plataforma dedicada ao documentário brasileiro. Idealizou e desenvolveu o projeto "Estatísticas", que promovia a criação e circulação de lambes informativos na cidade de São Paulo. Desenvolveu o projeto "Monumentos?" (2018), para mapear e informar a população sobre monumentos e estátuas espalhadas pela cidade de São Paulo. Em 2021 deu início ao projeto "Grandes mulheres brasileiras", que usa a colagem como forma de informar sobre grandes realizações feitas por mulheres. JULIA BRITO MACIEL (Pesquisa) Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Já passou pelas redações da BandNews FM, Revista Globo Rural e Estadão. Também trabalhou como produtora de conteúdo na Agência WP/N e assistente de roteiro na série documental CASAS FLUTUANTES, da Deusdará Filmes. Possui afinidade pela cobertura de questões ambientais, climáticas e sociais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.