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O projeto propõe a realização de 4 apresentações do espetáculo teatral Cirandas - O Musical, em teatros das cidades de Rio Grande, Canoas, Gravataí, Porto Alegre, atingidas pelas enchentes em maio, ao longo de 09 meses de execução, com o objetivo de retomar as atividades culturais.
Numa aldeia humilde, um povo tenta viver alegremente apesar da crise que vem crescendo. Há um prolongado tempo o Rei exige altos impostos cobrados por soldados singulares chamados de os “Boi da Cara de Madeira”, conhecidos por não terem nenhum tipo de piedade, nem mesmo aquela inerente ao ser humano mais indiferente, que despreza todo tipo de interação - menos a genuinamente empática - pois ela é o amor quem move. O Seu Cravo e a Dona Rosa são donos do famoso mercadinho que fica na Rua do Sabão, eles têm dois filhos: Therezinha de Jesus, que ajuda no mercadinho e Zé Pereira, que recentemente se viu obrigado a alistar-se no exército, integrando a divisão de Jó, que diferente do batalhão dos Boi da Cara de Madeira fazem ações pacíficas na aldeia, ajudando a população com os pormenores do seu cotidiano, podendo ser vistos como inferiores por aqueles que medem a violência e não o coração, mas certamente eram novatos na profissão. Zé Pereira está no processo de treinamento, passando por etapas da academia, por isso assiduamente manda notícias para casa por meio de um balão de São João que sempre cai na sacada da irmã Therezinha e o qual ela toda vez que recebe manda de volta com respostas e notícias da família. Numa manhã, Seu Cravo - o pai de Therezinha - pede para ela buscar Alecrim Dourado, que estava em falta no mercadinho. Ela vai até o campo a procura e acaba presenciando uma cena que não deveria: um soldado do grupo de Jó é forçado a colocar uma máscara e automaticamente muda de comportamento, tornando-se um ser sem vontades, obediente e maligno. Aflita com o ocorrido, na mesma noite ela envia o balão ao irmão com notícias sobre o que presenciou. Na manhã seguinte, o mercadinho recebe a visita dos “Boi da Cara de Madeira”.
Objetivos: - Buscar ressignificar conceitos, colocando em pauta dilemas éticos de convivência e, principalmente, oportunizando ao adulto um encontro com a criança que o constitui, de forma leve e prazerosa, ao mesmo tempo que convida a um mergulho na imaginação e a um despertar da sensibilidade e da prática de valores éticos e sociais através do Espetáculo teatral: "Cirandas - O Musical"; - Desenvolver na perspectiva de trazer à tona a discussão do papel e importância do patrimônio imaterial como instrumento de preservação da memória cultural de um povo e conhecimento de suas próprias raízes através de debates, palestras e podcasts com o tema da peça de teatro; - Investir na utilização de materiais reaproveitados e na produção artesanal para a confecção do cenário e figurinos, caracterizando um movimento criativo e sustentável no que diz respeito ao conceito de reutilizar e transformar o que já existe através de oficinas de artesanato para comunidade. Objetivos Específicos: - Realizar 04 apresentações do Espetáculo teatral "Cirandas - O Musical" - Realizar 01 grande Ensaio Geral em cidade a ser definida, como contrapartida de ampliação de acesso;- 4 oficinas de artesanato;- Dinamizar o setor de turismo cultural das cidades gerando ocupação no segmento terciário da economia;- Cronograma de Apresentação: - Rio Grande - Theatro Municipal de Rio Grande - Canoas - Teatro Sesc Canoas - Gravataí - Teatro Sesc Gravataí - Porto Alegre - Teatro CIEE RS Banrisul
A ciranda é parte da cultura popular brasileira, está presente na Educação Infantil, na tradição indígena, em manifestações políticas e movimentos sociais. Inicialmente, as cirandas eram praticadas por trabalhadores rurais, pescadores e operários de construções, na beira do mar, nas ruas e nos terreiros. Isso fez com que fossem associadas às camadas populares e caracterizadas como uma expressão genuína do povo, sendo essa a sua grande relevância: carregar em si um enorme espectro da cultura brasileira. A composição era uma interação entre o canto e a dança. Os temas das letras não eram fixos, em geral, versavam sobre a agricultura, o campo, a natureza, o amor, as praias etc. O nosso projeto "Cirandas -O Musical" traz para a cena esses costumes e tradições em forma de uma nova história, dando vida para personagens existentes no inconsciente coletivo de gerações, como Therezinha de Jesus, Zé Pereira, Dona Baratinha, o Sapo Cururu, o Boi da Cara Preta, o Cravo e a Rosa e diversos outros. A peça estimula o jogo e a criatividade a partir das cantigas, que formam este conto fictício, carregado de toda relevância cultural das cirandas mencionado anteriormente. Estes personagens firmados no nosso imaginário pelo conhecimento popular desenvolvem novos vínculos, conflitos e histórias entre eles mesmos, reforçando o caráter de impermanência das letras e constante assimilação cultural, característica das canções de domínio público e de tradição oral. As novas significações que trazemos reforçam o amor fraterno, trazem a temática do bullying com a personagem Dona Baratinha e ressignifica os objetos e símbolos dentro do cotidiano de um mundo mágico. De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, O projeto "Cirandas - O Musical" se enquadra nos seguintes incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; De acordo com o Art.3º da Lei 8313/91, o referido projeto tem o intuito de alcançar as seguintes finalidades: II _ Fomento à produção cultural e artística mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
"Cirandas - O Musical" é um projeto teatral que se destaca não apenas pela sua narrativa, mas também pela sua forte conexão com a sustentabilidade. A concepção desse espetáculo envolve a utilização criativa de materiais reciclados na confecção tanto do cenário quanto dos figurinos, reforçando uma mensagem de consciência ambiental e reaproveitamento de recursos. O espetáculo utiliza na confecção dos seus objetos de cena e figurinos materiais recicláveis transformados artesanalmente pelo próprio grupo, o que ressignifica a sua utilização e conscientiza o público para a sustentabilidade. Neste processo são utilizadas técnicas diversas como a papelagem, reciclagem, crochê, costura, origami, reaproveitamento de roupas e tecidos. Além das técnicas também são usados materiais naturais como: cascas de árvore, folhas, galhos e etc. Que ao serem pintados, cortados, colados, costurados ou serem usados de forma natural, podem ser também ressignificados. Essa escolha artística vai além da estética, pois busca sensibilizar o público para questões importantes, como o impacto do desperdício e a importância de práticas sustentáveis. O uso de materiais reciclados em um espetáculo como esse promove a ideia de que o lixo pode ser transformado em arte, mostrando que a criatividade e a responsabilidade ambiental podem andar juntas.
Classificação etária: Livre Tempo de duração: aproximadamente 70 minutos. As cantigas são o tronco do espetáculo, elas aparecem subdivididas dentre as cenas, de forma que o seu conjunto crie o enredo com conflitos, personagens, local e desfechos. As cantigas aparecem mescladas entre diálogos e ações, criando um novo ambiente e não o seu em particular. A encenação abordará um mundo fictício retirado desta mescla entre as cantigas remetendo a uma parte do repertório cultural popular brasileiro, onde as personagens das canções se tornam protagonistas dessa história gerada a partir das cirandas. À medida que as personagens são apresentadas, um coro de mulheres rendeiras vai ocupando um espaço e atuando como os coros gregos, que narravam as tragédias de forma a exprimir opiniões, levantar questões sociais e criticar valores morais. Em nossa versão, as Mulheres Rendeiras tramam a história com trechos das cirandas, guiando a narrativa como cúmplices do espectador, fazendo uma triangulação. Sempre que elas cantam trazem informações importantes e valores para o espetáculo, reforçam fatos talvez esquecidos, pontuam momentos definitivos e até criam a expectativa futura. As Mulheres Rendeiras ainda atuam como um coro técnico, modificando o cenário e transformando-se em corpo de cena. Também compõe o espaço cênico A Banda, que é apresentada logo no início do espetáculo com uma cantiga de instrumentos. A composição da banda terá instrumentos de fácil locomoção como, violão, flauta, acordeon, pandeiro, triângulo, etc. Pois assim como as mulheres rendeiras, A banda compõe os aldeões do local que se locomovem conforme a cena. A linguagem utilizada é o teatro musical brasileiro focada no público adulto de classificação livre, que carrega na sua memória as cirandas e cantigas utilizadas na sua infância, abordadas de formas mais realista e complexa. A abordagem temática do projeto é baseada no folclore brasileiro, buscando o resgate cultural dos costumes, brincadeiras, socialização, tradições, das estéticas, símbolos e fragmentos históricos que compõem esse caldeirão cultural, apresentados em uma recombinação de todos estes elementos em um mundo fantástico.
Em atendimento ao art. 27 da IN 11/2024, o projeto prevê as seguintes acessibilidades: Física – Informamos que os teatros possuem cadeiras e lugares especiais reservados para portadores de deficiência física e idosos, rampas de acesso ou elevadores e banheiros adequados. Auditivo – Será disponibilizado um intérprete de libras em 01 apresentação por cidade. Item da planilha: Intérprete de Libras Visual – Será disponibilizado QRcode em banner ou cartaz do programa. Intelectual – Desenvolver material com informações simples e imagens de fácil compreensão. Informamos que as medidas de acessibilidade serão inseridas em todo material de divulgação do projeto.
Em atendimento ao artigo 29 da Instrução Normativa Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto prevê a seguinte demonstração de acesso: - Distribuição gratuita de 10% para Instituições, ONGs, escolas de música, escolas da rede pública de ensino; - Até 10% para patrocinadores; - Até 10% em ações para divulgação; 20% para comercialização de ingresso a preço popular; Prática de ingressos com desconto para idosos e estudantes, de acordo com a Lei de meia-entrada; Ampliação de acesso: - Realização de 01 grande Ensaio Geral em cidade a ser definida
Atribuição do Proponente: Responsável por contratar os componentes artísticos necessários para realização do projeto, responsável por contratar fornecedores, equipe de divulgação e supervisão de todas as etapas de execução. Direção: Eric De La Vega Bacharelando em Música Popular UFRGS. Dançarino do Corpo de Baile Tablado Andaluz. Professor de Técnica Vocal na Escola de Música Cordas & Cordas. Foi semifinalista do Festival da Canção promovido pela Aliança Francesa em 2023. Participou de projetos como: Ópera Rock Jesus Christ Superstar - com direção cênica de Ernani Poeta; Maestranza e AMISTAD - com direção e coreografia de Andreia Franco, Pedro Fernandez; Chicago: Nem Tudo é Jazz - direção de Luiz Manoel e direção musical de Guilherme Rodriguez;Faz parte do Projeto Ópera Estudio promovido pela OSPA Direção Musical: Rosana Marques Cantora, violonista e professora de Música, é coordenadora da Escola de Música Cordas e Cordas, há 37 anos com sede em Porto Alegre. Idealizadora do grupo Rosana Marques e Banda. Em 2020, produziu videoclipes e lives dos projetos Tons in Bossa e Chico em Cena. Em 2021 recebeu o prêmio Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro. Em 2022 apresentou o “TREM AZUL - 40 anos depois”, em homenagem aos 40 anos do último show de Elis Regina. Em 2023 realizou o show “Simplesmente Elis”. Dramaturgia: Leticia Kleemann Dramaturga e Atriz/Cantora - Formada no curso Licenciatura em Teatro na UFRGS. Premiada duas vezes com o Prêmio Açorianos de Melhor Atriz Coadjuvante em 2016 e 2018. Compõe o elenco da peça “TOC- Uma Comédia Obsessiva Compulsiva”, “Manual Prático da Mulher Moderna” e “Terapia de Casal - Uma Comédia em Crise”. Trabalhou em produções teatrais como: “Nós (em Off)” com direção de Everson Silva, “Como Gostais” direção de Daniel Fraga, “Yvonne Princesa da Borgonha” com direção de Irion Nolasco, “Arlequim Servidor de dois Patrões”. Produtor Executivo: Eliane Gomes - Festival de Inverno de Petrópolis RJ – 2008, 2009, 2010, 2011;- 4 Estações do Morro da Urca – 2009;- Margareth Menezes e Orquestra de Campos – Via Funchal SP 2009.- Homenagem a Rita Lee com participação de grandes nomes da MPB – Rio e São Paulo 2009;- Homenagem a Armstrong e Pixinguinha com participação de grandes nomes da MPB – Rio e São Paulo 2010.- Homenagem a Tom Jobim com participação de grandes nomes da MPB – RJ 2012- Abertura do Momento Itália Brasil – 2011.- Abertura do Momento Portugal / Brasil – 2012- Nuevo Ballet Spañol – 2012- Slava’s SnowShow – 2013 Iluminação: Leandro Gass Iluminador de espetáculo desde 1998. Segue alguns trabalhos de criação de luz: “O ilusionista”. Direção: Kronnus; Mario Quintana o poeta das coisas simples. Direção: Rubens Lima Junior; “A mulher sem pecado” Direção: Beto Russo e Caco Coelho Indicada a melhor luz do ano, prêmio Açorianos de teatro 2011; “Las 4 esquinas” Direção geral: Juliana Prestes. Indicada a melhor luz do ano, prêmio Açorianos de dança 2012; “A menina do cabelo vermelho ”. Direção: Daniel Colin Jul/2013 Indicada à melhor luz do ano, prêmio Tibicuera de teatro infantil. Assessoria de Imprensa: Bebê Baumgarten Comunicação Empresa pioneira na assessoria de imprensa cultural no sul do Brasil desde 1990. Torna-se um “avatar” da empreendedora, ativista cultural e jornalista Bebê Baumgarten, que oferece sólidos serviços de assessoria de imprensa divulgando projetos culturais, artistas, espaços culturais e gastronômicos, movimentos culturais de consumo consciente, moda e comportamento nas mais diversas plataformas, uma agenda cultural com informações detalhadas sobre os acontecimentos culturais da cidade, enriquecida com comentários. Guilherme Roman - Ator /Cantor Bacharel em Canto e em Regência Coral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É cantor, regente, arranjador, compositor, professor de técnica vocal e preparador vocal. Nos últimos anos apresentou recitais como solista em Porto Alegre e cantou em diversas montagens de ópera no sul do Brasil, incluindo montagens da OSPA e da Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul (CORS), da qual é membro associado. Segue orientação vocal do barítono Carlos Rodriguez. Técnico Operador de Som: Pedro dos Santos Design Gráfico: Joelma Remião Elenco: Eric De La Vega, Letícia Kleemann, Joelma Remião, Ronaldo Poeta, Guilherme Roman, Ighor Pozzer, João Xavier, Kaique Allan Zarur, Adriano Kleemann, Elizabeth Seadi, Lais Bettoni, Mariana Corati, Renan Tarouco e Tanira Graeff.
PROJETO ARQUIVADO.