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O projeto "Sementes da Vida: Hip Hop e Consciência nas Escolas" visa conscientizar estudantes sobre segurança alimentar, produção orgânica e reciclagem por meio da cultura hip hop. O projeto terá como produtos um livro infantil ilustrado com rimas, um disco autoral distribuído gratuitamente via QR codes nas principais plataformas de streaming e uma música exclusiva como tema das rodas de conversa e apresentações. Também realizará oficinas de contação de histórias e arte com recicláveis, exposições e rodas de conversa, atendendo tanto o público infantil quanto adolescentes, em escolas e instituições culturais afetadas por enchentes.
1. Livro Infantil: "Sementes da Vida"O livro narra a história de um menino que, ao visitar o Museu da Cultura Hip Hop RS com sua escola, descobre a Estufa Agroecológica Periférica Flor do Gueto. Encantada pelos princípios da agroecologia e pela produção orgânica, ela decide criar uma horta na escola e em sua comunidade, incentivando seus colegas a participarem de projetos ambientais. Ao longo da trama, a personagem ensina as crianças sobre a importância de uma alimentação saudável e sustentável, mostrando como pequenas ações podem contribuir para a segurança alimentar. O livro é todo narrado em rimas compostas por um MC (proponente) e ilustrado por uma grafiteira, trazendo personagens vibrantes e cheios de vida, conectando a narrativa ao universo do hip hop e da cultura urbana. Classificação indicativa: Livre. 2. Álbum MusicalO álbum do proponente terá 12 faixas, abordando temas cotidianos, como o amor, a fé em Deus e a luta por um futuro mais digno e próspero para as comunidades. Cada música carrega mensagens de esperança, justiça social e a importância de sonhar com dias melhores. Uma das faixas será exclusiva para o projeto, refletindo os temas centrais da segurança alimentar e da reciclagem. Essa música será usada nas rodas de conversa e apresentações. O álbum será distribuído gratuitamente através de QR Codes em materiais de divulgação, acessível pelas principais plataformas de streaming. Classificação indicativa: Livre. 3. Oficina de Contação de HistóriasA oficina é destinada ao público infantil e apresenta a história do livro. Durante a oficina, serão utilizados fantoches para dar vida aos personagens e envolver as crianças de forma lúdica. Além disso, as crianças poderão colorir páginas ilustrativas do com as mesmas ilustrações do livro, promovendo a criatividade e a interação com a narrativa. A música tema do projeto será apresentada pelo MC proponente, conectando a contação de histórias ao universo musical do hip hop. Classificação indicativa: Livre. 4. Roda de ConversaA roda de conversa será destinada ao público do ensino médio e focará na trajetória do MC proponente e da ilustradora dentro do movimento hip hop. Eles compartilharão suas experiências, mostrando como o hip hop influenciou suas vidas e moldou seus valores. Além disso, serão abordados temas como reciclagem e segurança alimentar, conectando-os ao cotidiano dos jovens. A roda será acompanhada por uma performance ao vivo com a música tema do projeto, enriquecendo a experiência e promovendo o engajamento dos participantes. Classificação indicativa: Livre. 5. Oficina de Arte com RecicláveisA oficina é focada em transformar materiais recicláveis em obras de arte, ensinando técnicas de toy art e criação de vasos recicláveis para plantio de hortas. O objetivo é mostrar que o lixo pode ser reutilizado para criar algo belo e funcional, incentivando a reflexão sobre sustentabilidade e o impacto ambiental. A oficina será realizada em uma instituição cultural que tenha sido atingida por enchentes ou que serviu de ponto de apoio aos atingidos, conectando a arte com a reconstrução e revitalização desses espaços. Classificação indicativa: Livre. 6. Exposição de Prints contendo as artes das músicas produzidasA exposição contará com prints emoldurados que dialoguem com as temáticas abordadas nas músicas . A exposição será montada nas escolas participantes do projeto, tornando o ambiente mais lúdico e interativo. Cada print conterá QR Codes que direcionarão os espectadores ao conteúdo digital do livro e do álbum musical, promovendo o acesso democratizado às produções culturais. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral: Promover a educação ambiental nas escolas por meio da cultura hip hop, com ênfase na segurança alimentar, produção orgânica e reciclagem. Objetivos Específicos: Criar um livro infantil com rimas e ilustrações sobre segurança alimentar, produção orgânica e reciclagem. Produzir um disco autoral, distribuído digitalmente através de QR codes, com uma música exclusiva para o projeto que será a música-tema das apresentações. Realizar ações educativas, como rodas de conversa, contação de histórias, oficinas e pocket shows, com ênfase na conscientização ambiental. Produzir material gráfico contendo QR codes que direcionem para as obras digitais, facilitando o acesso gratuito ao conteúdo. Desenvolver oficina de produção artística com materiais recicláveis para incentivar a reutilização e a criatividade.
O projeto "Sementes da Vida" surge em resposta à crescente necessidade de conscientização sobre a sustentabilidade no ambiente escolar. O hip hop, com sua capacidade de conectar-se às periferias e seu forte apelo jovem, é uma ferramenta poderosa para discutir temas sociais e ambientais. Através de expressões artísticas, como a música e as artes visuais, o projeto busca sensibilizar o público para a importância da segurança alimentar, da produção orgânica e da reciclagem. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial para o financiamento do projeto "Sementes da Vida: Hip Hop e Consciência nas Escolas". A proposta se alinha diretamente aos objetivos da legislação, permitindo que as atividades culturais do projeto possam alcançar o impacto social e educativo desejado.Abaixo, destaco como o projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º e nos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, incluindo os trechos correspondentes: Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91Inciso I: "Contribuir para o desenvolvimento da cultura nacional e regional e para a preservação do patrimônio cultural brasileiro." O projeto contribui diretamente para o desenvolvimento da cultura hip hop, uma expressão artística e cultural das periferias urbanas, além de promover a preservação de suas manifestações como patrimônio cultural imaterial.Inciso III: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional." O projeto valoriza e protege a cultura hip hop, que é uma manifestação significativa das comunidades marginalizadas, assegurando que sua importância seja reconhecida no ambiente escolar e social.Alcance dos Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91Inciso I: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." A criação de um livro infantil ilustrado, a produção de um disco autoral e a música tema para rodas de conversa são exemplos de bens culturais que o projeto visa difundir de maneira acessível por meio de QR codes e plataformas digitais, promovendo conhecimento e cultura.Inciso II: "Dar oportunidade aos criadores de desenvolverem e apresentarem o seu trabalho." O projeto dá espaço ao proponente e aos artistas envolvidos para criarem obras autorais, como o disco e o livro, fortalecendo a produção cultural independente e incentivando a disseminação de seus trabalhos.Inciso III: "Proteger as expressões culturais das minorias étnicas e regionais." O hip hop, sendo uma expressão cultural fortemente associada às periferias e a minorias étnicas, será o eixo central do projeto, que tem como objetivo garantir que essa cultura seja difundida, preservada e valorizada.Inciso VII: "Promover e estimular o conhecimento dos bens e valores artísticos e culturais." O projeto levará às escolas e instituições culturais a promoção da cultura hip hop, com foco em valores como a educação ambiental e a responsabilidade social, incentivando a consciência crítica entre crianças e adolescentes.Inciso VII: "Promover a educação ambiental por meio da arte e da cultura." A conexão entre a cultura hip hop e temas essenciais como segurança alimentar, produção orgânica e reciclagem será promovida através de oficinas e rodas de conversa, estimulando o conhecimento sobre práticas sustentáveis. A Lei Rouanet é fundamental para a realização do "Sementes da Vida: Hip Hop e Consciência nas Escolas" porque permite que o projeto atinja um público diversificado, especialmente em comunidades vulneráveis, e distribua de forma democrática e acessível seus produtos culturais. O financiamento via renúncia fiscal viabiliza a produção de materiais, contratação de profissionais e execução das atividades que teriam custos elevados. A Lei também incentiva a inclusão social e cultural, um dos principais objetivos do projeto, ao apoiar a difusão de bens culturais e a preservação do patrimônio cultural imaterial do hip hop. O projeto está diretamente alinhado aos objetivos da Lei Rouanet ao incentivar a produção cultural independente, valorizar a cultura periférica e promover a educação ambiental por meio da arte, garantindo, assim, o desenvolvimento de ações que dificilmente seriam realizadas sem o apoio desse mecanismo de incentivo cultural.
1. Livro Infantil: "Sementes da Vida"Paginação: 30 páginas ilustradasFormato: Impresso e digital (disponibilizado via QR Codes)Conteúdo: Cada página conterá uma rima narrativa e ilustrações coloridas. As rimas foram desenvolvidas para envolver crianças e abordar de forma lúdica temas como segurança alimentar, agroecologia, e a importância de uma alimentação saudável.Materiais: Papel couché fosco 150g/m², encadernação brochuraProjeto Pedagógico: O livro tem um viés educacional, com linguagem acessível e visual atrativo para o público infantil, integrando leitura com atividades de ilustração e colorir. Ele estimula o engajamento com questões ambientais e alimentares de maneira divertida, através de um personagem inspirador. As crianças serão incentivadas a desenvolver seus próprios projetos de hortas nas escolas e em casa, promovendo ações práticas. 2. Álbum MusicalDuração: O álbum terá 12 faixas, com uma faixa bônus exclusiva para o projeto, com duração média de 3 a 4 minutos por faixa.Distribuição: Será distribuído de forma gratuita em plataformas de streaming através de QR Codes impressos em materiais de divulgação, adesivos e dentro do livro.Conteúdo: As faixas abordarão temas cotidianos, como o amor, a fé e o desejo de uma vida mais digna para as comunidades urbanas. A música tema do projeto focará nos tópicos centrais de reciclagem e segurança alimentar, e será apresentada durante as atividades do projeto.Materiais: Produzido em estúdio profissional com mixagem e masterização de alta qualidade. O material digital será oferecido em formatos de streaming (MP3/FLAC) nas principais plataformas (Spotify, Deezer, etc.). 3. Oficina de Contação de HistóriasDuração: 2 horasFormato: Presencial em ambiente escolarMateriais: Fantoches representando os personagens do livro, páginas de colorir para as crianças, caixas de lápis de cor.Projeto Pedagógico: A oficina incentiva o desenvolvimento da imaginação e habilidades de escuta, além de conectar os participantes aos temas do livro, como agroecologia e alimentação saudável. As crianças participarão ativamente, pintando páginas dos personagens e interagindo com a história por meio dos fantoches. 4. Roda de Conversa (Ensino Médio)Duração: 2 horasFormato: PresencialMateriais: Microfones, caixas de som, projeção de vídeo e áudio, QR Codes impressos para acesso ao conteúdo digital.Conteúdo: A roda de conversa abordará a trajetória do MC proponente e da grafiteira ilustradora no universo do hip hop, e como o movimento influenciou suas carreiras e valores pessoais. Também serão discutidos temas como segurança alimentar e reciclagem, conectando as práticas ambientais à realidade das comunidades escolares.Projeto Pedagógico: A atividade visa a troca de experiências e conhecimento, estimulando o pensamento crítico e a discussão sobre questões sociais e ambientais, sempre com foco no papel transformador do hip hop. 5. Oficina de Arte com RecicláveisDuração: 2 horasFormato: Presencial, em uma instituição culturalMateriais: Recicláveis (plástico, papel, alumínio, etc.), tintas, pincéis, tesouras, colas.Conteúdo: A oficina ensinará os participantes a transformar materiais recicláveis em objetos de arte, como toy art e vasos para plantas, incentivando a reutilização criativa de resíduos.Projeto Pedagógico: O objetivo é sensibilizar os jovens para a importância da reciclagem e do consumo consciente. A oficina conecta a criação artística com a responsabilidade ambiental, promovendo práticas sustentáveis que podem ser aplicadas no dia a dia. 6. Exposição de prints IlustradosDuração: Exposição temporária conforme interesse da escolaLocal: Escolas participantesMateriais: Prints ilustrados, molduras, QR Codes.Conteúdo: prints com temas relacionados às músicas produzidas serão exibidos nas escolas, promovendo a integração visual com a narrativa do projeto. Cada print conterá um QR Code que direciona para os conteúdos digitais do livro e do álbum musical.Projeto Pedagógico: A exposição incentiva a curiosidade e a interação dos alunos, promovendo o engajamento contínuo com os temas abordados no livro, como segurança alimentar e reciclagem. Cada produto foi pensado com um enfoque educacional e cultural, visando alcançar uma ampla gama de públicos, desde crianças até adolescentes e a comunidade em geral, sempre promovendo sustentabilidade, conscientização ambiental e a cultura hip hop como ferramentas de transformação social.
Para garantir a acessibilidade física e de conteúdo no projeto "Sementes da Vida: Hip Hop e Consciência nas Escolas", serão priorizadas escolas e ambientes culturais que já ofereçam infraestrutura adequada para o livre acesso de todos os públicos, inclusive pessoas com mobilidade reduzida. Isso inclui rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil, assegurando que os locais estejam em conformidade com as normas de acessibilidade. Acessibilidade de ConteúdoNas atividades como a contação de histórias, rodas de conversa e pocket shows, será contratado um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir que o conteúdo seja acessível a pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Além disso, as gravações dessas atividades serão disponibilizadas no YouTube com legendas descritivas, permitindo que o público tenha acesso ao conteúdo em uma plataforma aberta e gratuita. Essa abordagem garante não apenas a inclusão durante os eventos, mas também que o material produzido alcance um público ainda maior, de forma acessível e contínua.
A proposta assegura que os produtos culturais resultantes sejam amplamente acessíveis, tanto fisicamente quanto digitalmente, atingindo o maior número de pessoas possível. 1. Distribuição e Comercialização dos ProdutosLivro Infantil: O livro infantil, com rimas e ilustrações, será distribuído gratuitamente nas escolas participantes do projeto. Além disso, versões digitais do livro estarão disponíveis por meio de QR Codes que serão impressos em materiais de divulgação, como adesivos em miniatura com os personagens do livro, permitindo que qualquer pessoa com um smartphone possa acessar o livro em formato digital.Disco: O álbum musical do proponente será distribuído de forma totalmente gratuita. QR Codes serão amplamente divulgados nos materiais do projeto, redirecionando para as principais plataformas de streaming gratuitas, como Spotify e YouTube. O público poderá acessar o disco facilmente por meio desses links. Além disso, uma música tema exclusiva será criada para o projeto, reforçando os conceitos de segurança alimentar, reciclagem e produção orgânica.2. Ampliação do AcessoPara expandir o alcance e garantir a participação de diferentes públicos, será adotada pelo menos uma das seguintes estratégias: Transmissão pela Internet: Todas as rodas de conversa, pocket shows e contações de histórias serão gravadas e transmitidas pelo YouTube, facilitando o acesso ao conteúdo por pessoas que não possam comparecer presencialmente. O conteúdo incluirá legendas descritivas, para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência auditiva. Oficinas paralelas: Além das atividades principais, serão oferecidas oficinas paralelas em instituições culturais que tenham sido atingidas por enchentes ou que serviram de ponto de apoio aos atingidos. Essas oficinas, voltadas para a produção de arte com materiais recicláveis, permitirão que o público tenha uma participação ativa no processo criativo e adquira novas habilidades relacionadas ao tema da sustentabilidade.Essas medidas têm como objetivo garantir que o projeto "Sementes da Vida" atinja uma ampla gama de pessoas, assegurando o acesso democrático à cultura e o envolvimento ativo das comunidades participantes.
FULVIO BOTELHO DICKEL - proponente, autor do livro, intérprete e compositor do disco a ser gravado, artesão e arte educador das oficinas e contra partidas. MUSEÓLOGO do Museu da Cultura Hip Hop RS Tem por premissa a interdisciplinaridade, sendo aficionado por vivenciar toda a forma de cultura. Influenciado pelas mais diferentes escolas de arte, desde as mais clássicas às mais contemporâneas, vem experimentando, pesquisando e estudando estas últimas desde muito cedo. Participa desde o ano de 2001 de oficinas, cursos, mostras e eventos de arte urbana onde pôde aprender e conviver com os artistas gaúchos mais representativos desta manifestação artística. No ano de 2009 passa a dedicar-se aos trabalhos manuais e esculturais obtendo seu registro como artesão pela Casa do Artesão Gaúcho. Em 2015 graduou-se em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul onde apresentou como trabalho de conclusão de curso uma monografia original evidenciando o mal entendimento e falta de compreensão acerca das diferentes vertentes da arte urbana no Brasil obtendo nota máxima. Vem atuando principalmente nos temas referentes à Documentação Museológica; Artes e Paisagens Urbanas; Organizações Sociais; Memórias do Esporte. Durante sua formação pôde atuar como mediador em diferentes exposições e assinar duas curadorias conjuntas nas exposições "Brinquedo é Coisa Séria", 2012 e "Cem Anos de Inezil Penna Marinho", 2015, além de uma curadoria individual com a exposição "Contrastes", 2015, pelo Centro de Memória do Esporte - ESEF ? UFRGS, um dos centros de maior referência no Brasil se tratando de memória esportiva, onde atuou como estagiário, museólogo e pesquisador nos anos de 2015 e 2016, podendo vivenciar e desenvolver pesquisas e projetos em âmbito nacional como "Garimpando Memórias", "Gaúchos Olímpicos" e "Memórias do Programa Segundo Tempo", projeto este desenvolvido em parceria com o Ministério dos Esportes. Ainda como integrante do CEME produziu pesquisa museológica e expográfica em diferentes tipologias de acervo, além de investigar as contribuições proporcionadas pelo livre acesso à informação dentro da esfera museal. Sob os aportes da História Oral atuou na transcrição de entrevistas em áudio as convertendo em fonte documental escrita. Paralelamente dedica-se ao estudo dos aspectos culturais das sociedades alternativas e movimentos Contracultura dos séculos XX e XXI, bem como às formas e fazeres artísticos não consagrados em seu tempo e espaço. Desde de então dedica-se de forma autônoma ao empreendedorismo digital e formalização de um instituto de pesquisa museológica pelo qual elabora seus estudos, projetos e pesquisas em áreas como artes, esportes, permacultura e sustentabilidade. Recentemente fez parte do projeto "Na estrada" integrando a equipe de recolha do acervo para constituição do primeiro museu de Hip Hop da América Latina Sabrina Brum, ilustradora do livro, ilustradora das artes a serem expostas, arte educadora das oficinas e contra partidas. Sabrina Brum nascida em Tupanciretã RS em 1984,conheceu o Graffiti no ano de 2000 é mãe, Oficineira, arte educadora, educadora social, artesã , grafiteira ,horticultura e mediadora no Museu Hip Hop RS, residente no bairro Restinga é protagonista e ativista de sua comunidade ,tem seu estilo próprio, técnicas e ações ,ativista da cultura Hip Hop a muitos anos ,foi uma das pesquisadoras do Museu do Hip Hop do RS, é uma das fundadoras do Coletivo Ação Mulher cujo intuito é promover a igualdade de gênero ,Co- fundadora do coletivo Gurias do Graffiti que visa formar novas escritoras urbanas, já participou de diversos encontros nacionais e internacionais de Graffiti, atualmente é oficineira de arte e cultura, educadora social e Mediadora do Museu do Hip Hop RS, cultiva plantas , universo pelo qual é sua inspiração na arte e na vida. Rafael Diogo dos Santos, fará a captação e gestão geral dos recursos. Rafael Diogo dos Santos, vulgo Rafa Rafuagi, jovem negro, nascido no dia 13 de setembro de 1988 em Porto Alegre/RS. Morador de Esteio/RS, com mais de vinte anos de atuação artística e social em âmbito nacional e internacional. É idealizados da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop do RS. É MC (mestre de cerimônias) do grupo de rap Rafuagi, premiado nome da Cultura Hip Hop do Brasil, reconhecido internacionalmente em países do continente americano e europeu, através dos Festivais Hip Hop Al Parque na Colômbia e Paris Hip Hop na França, onde é parceiro desde 2014, atualmente uma das principais referências da Cultura Hip Hop nacional em atividade, registrando mais de 1.000 shows em 300 cidades. Com 26 prêmios na carreira, destacam-se o Prêmio Hutúz 2006/2009, da Cufa; Prêmio Estadual de Direitos Humanos 2013 na categoria Garantia dos Direitos da Juventude, promovido pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil; Medalha Zumbi dos Palmares 2017, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e Prêmio Destaque Bom Exemplo na Educação 2021 do Grupo Sinos. Membro do Comitê Gaúcho Impulsor do HeForShe (Eles Por Elas) da ONU Mulheres, atuou como Consultor de Articulação Social e Mobilização Comunitária do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Programa de Oportunidades e Direitos (POD). É fundador e atual coordenador de Autogestão e Sustentabilidade da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, gestora do projeto da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, equipamento que se configura como a maior casa independente da América Latina e primeira do Estado do Rio Grande do Sul, atendendo 4000 jovens anualmente. É também fundador do projeto Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da América Latina, a ser inaugurado em Porto Alegre no dia 14 de maio de 2022. É fundador e educador popular da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia. Criador do projeto Partiu Aula nas escolas gaúchas, ganhou selo de parceiro da Organização Internacional do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul. É idealizador do projeto de lei que institui a Semana Hip Hop em sete municípios do estado do Rio Grande do Sul. Foi o delegado mais jovem e único representante da Cultura Hip Hop na delegação gaúcha presente na III Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2013 na cidade de Brasília/DF. Também foi delegado gaúcho na Conferência Nacional da Igualdade Racial realizada em 2017 na mesma cidade. Elaborou e desenvolveu de 2010 à 2013 os projetos Observatório Comunitário de Editais e Incubadora Social, na Casa da Juventude nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, ambos no Território de Paz do Pronasci em Canoas/RS, atendendo mais de 800 jovens da região metropolitana de Porto Alegre. Também atuou como educador social de comunicação comunitária no projeto Guardiões da Água do Semae, da Prefeitura Municipal de São Leopoldo/RS em 2021. Autor do Livro Teoria Prática, a história das juventudes na engenharia social com Prefácio de Boaventura de Sousa Santos e Posfácio de Emicida, lançado dia 10 de dezembro de 2021. NITRO DI - ADVERSUS PRODUTORA - Produtor Musical - Será o responsável por toda a produção do disco, desde a captação de voz à masterização final. Após sua saída do Da Guedes, em 2001, Nitro Di montou o estúdio chamado de “Adversus” e deu início à produção e assessoria aos grupos de Rap da Região Sul. Montou também o primeiro portal de Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul, o www.adversus.com.br, projeto que reúne diversos colaboradores e é feito pelos próprios artistas que utilizam as ferramentas oferecidas e compartilham deste espaço. Atualmente a Adversus Produtora mantém ativa o estúdio Adversus no Partenon em Porto Alegre e prepara um documentário especial sobre a história do coletivo, além de estar conectada e somando a construção do primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina em Porto Alegre, o Museu da Cultura Hip Hop RS.
PROJETO ARQUIVADO.