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O projeto "Correnteza" propõe a montagem do espetáculo infantil criado a partir de um episódio real: as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul. Na ocasião, um garoto, depois que sua casa foi levada pela correnteza, ficou ilhado em uma árvore por três dias e três noites com seu avô, até ser resgatado pelos socorristas. Este episódio de luta e sobrevivência é o ponto de partida para contar uma história sobre como escutar a natureza, sobre os desafios que enfrentamos diante dos desequilíbrios climáticos, e como a criança encontra meios e motivos para seguir. Serão realizadas 8 apresentações do espetáculo na cidade de São Paulo. A montagem tem como encenadora a premiada diretora Cristiane Paoli Quito, e conta com uma equipe artística com uma vasta experiencia no teatro infantil e infanto juvenil, além de uma equipe técnica de excelência. Com o intuito do interesse público e na ampliação do acesso o projeto contempla um conjunto de ações culturais e formativas sendo: Conversas com a plateia em 2 sessões do espetáculo, com especialistas ligados aos temas de Emergências Climáticas, às questões climáticas. Oficina de formação presencial,"Sementes de Cuidados em Tempos de Emergência". Em todas as ações o projeto conta com a política de acessibilidade, com cotas de gratuidades e preços populares.
Correnteza Sinopse: Em meio a uma enchente devastadora que cobriu a cidade, três sobreviventes encontram refúgio no único lugar que resta: a copa de uma árvore. Um avô, sua neta e uma pessoa desconhecida compartilham o diminuto espaço enquanto a correnteza sobe. Isolados do mundo, eles dividem desalentos e pequenas alegrias do viver, debatem sobre a situação do instante e confrontam a fragilidade da vida. Entre o medo da morte e a esperança do resgate, Correnteza revela a força dos laços humanos quando tudo ao redor ameaça desaparecer, mas há sempre uma esperança. História: A proposta é trazer a poesia e o imaginário como na linda canção Correnteza, de Tom Jobim e Luiz Bonfá, que fala da força da natureza e a intensidade de sua relação conosco, humanos, a partir do acontecimento assombroso e delicado que ocorreu com uma menina, seu avô e uma pessoa desconhecida, que foram levados pela correnteza… O avô, a menina e a estranha sobreviveram agarrados, suportados por uma árvore que lhes serviu de morada durante três dias! Como sobreviveram? Como eram as relações entre eles? Como eram as relações com a árvore? Como se sentavam? Dormiam? Faziam suas necessidades primárias, como xixi e cocô (ops!). Como se alimentavam? Suas emoções, como o medo, as incertezas, a tristeza… como conseguiram sobreviver? Como traziam a alegria de viver pra conseguir sobreviver?Certamente tiveram que se apoiar um ao outro, dando forças, um ao outro, acolhendo e aninhando… inventando histórias… para passar o tempo… para passar o medo, a angústia… o frio…Enfim, falar de natureza, de relação humana, de sobrevivência, de amor, de apoio e acolhida desta mesma natureza, mesmo quando ela se volta contra si e contra nós - ainda assim, uma árvore os suporta!Cristiane Paoli QuitoDireção
Entre os OBJETIVOS do Projeto destacam-se: Valorizar, estimular o interesse pela arte, e de consciência aos desafios climáticos aos através da montagem e da temporada com 8 apresentações do espetáculo "CORRENTEZA", na cidade de São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Promover a valorização da cultura através das seguintes atividades formativas: a) Conversas com a plateia em 2 sessões do espetáculo, com especialistas ligados aos temas de Emergências Climáticas, às questões climáticas. b) Realização de uma oficina "Sementes de Cuidados em Tempos de Emergência", com um profissional ligado ao segmrento das emergências climáticas, direcionada à professores e educadores. Praticar como política de acessibilidade, 30% de cotas de gratuidades e preços populares de R$ 20,00 reais por ingresso e R$ 10,00 meia entrada de acordo à legislação vigente.
As enchentes recentes que causou a maior catástrofe natural da história do Rio Grande do Sul, afetaram mais de dois milhões, causando a morte de 179 pessoas, deixando milhares de desabrigados e desalojados. Quais os alertas e impactos significativos tais eventos nos mostra. O desejo de contar essa história através do teatro, com o olhar linguagem lúdica, surgiu de dois motivos. Ao assistir a reportagem em que o menino conta sobre o evento ocorrido e como sobreviveu, causou um impacto tão profundo, e a necessidade transformar a dor e a coragem em arte. O segundo motivo como uma homenagem aos parentes e amigos próximos que viveram tal desastre. A relevância em realizar o projeto "Correnteza" se dá pela necessidade de ser refletir sobre a relação do homem, natureza e o meio ambiente, sendo o teatro um instrumento valioso para trazer essa discussão à tona, tendo as crianças como a principal locução sobre tais problemas. A enchente que arrasta a casa do menino e o deixa preso na árvore é uma representação direta dos eventos climáticos extremos que estão se tornando mais frequentes e severos devido às mudanças climáticas. A peça aborda temas universais como resiliência, coragem, e crescimento pessoal diante da adversidade. Em um mundo cada vez mais impactado por desastres naturais e mudanças climáticas, essa história pode servir como uma metáfora poderosa para a relação entre humanidade e natureza, incentivando reflexões sobre sustentabilidade e preservação ambiental. Essas são questões que ressoam profundamente com o público, independentemente de idade ou contexto cultural. No teatro, esses temas ganham vida e profundidade através da linguagem lúdica, permitindo uma conexão emocional direta com o espectador. A jornada interna da criança enquanto enfrenta seu medo e encontra forças dentro de si, é um processo de amadurecimento que muitas pessoas, especialmente crianças e adolescentes, podem se identificar. O teatro tem o poder de amplificar essas emoções, ajudando o público a explorar seus próprios sentimentos e experiências. Apesar da adversidade, a história é essencialmente sobre a esperança e a capacidade humana de superar desafios. Essa é uma mensagem particularmente relevante em tempos difíceis, quando o público pode encontrar conforto e inspiração em narrativas que destacam a resiliência e a capacidade de transformação. No teatro, "Correnteza" pode se transformar em uma experiência visceral, emocional e visualmente impactante, que vai além da simples narração de uma história, tocando o público de maneiras profundas e duradouras. Fazer com que a criança tenha direito ao riso, à fantasia, a imaginação e ao brincar, mesmo nas situações mais adversas é o nosso objetivo.
Baseado em uma história real[1]: Relato de um menino que sobreviveu após a casa em que estava ter sido arrastada pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Pietro mora em Cruzeiro do Sul, no Vale do Taquari, uma das regiões mais afetadas pelas fortes chuvas no estado, e contou como lutou pela vida junto com seus avós. Na terça-feira (7), Pietro e seus avós foram para a casa de dois andares do vizinho para escapar da inundação, que subia em seu bairro. “Na quarta-feira, a água já estava no segundo piso e subimos para o telhado para acenar para os bombeiros, mas nada”, lembrou o menino. Mais tarde, a força da água arrastou a casa onde eles estavam. “A gente pulou para uma árvore, o vô, eu e a vó. Eu e o vô conseguimos nos segurar na árvore, só que a vó estava segurando em um galinho, o vô pulou e puxou ela para cima e nós aguentamos”, disse Pietro. “Depois de quatro horas, de tanta casa e coisa batendo na nossa árvore quebrou para baixo. Eu pulei, o vô também. O vô tentou segurar a vó, só que não deu”, lamentou. O menino chegou a se afogar, mas foi salvo pelo avô. “Fiquei mais ou menos 1 minuto debaixo da água, tomei dois gole de água. Não me apavorei muito, raspei esse meu pé aqui. O vô me puxou para cima”, contou. Eles conseguiram se segurar em uma árvore e aguardaram por resgate durante dias. “A gente conseguiu ficar três dias e três noites e umas 14 horas lá, sem beber e sem comer”, concluiu. “Este menino é o representante de muitos bravos gaúchos guerreiros que lutaram com todas as suas forças para viver” [1] Menino sobrevive em cima de árvore após ser arrastado pela água no RS: “3 dias sem comer” - Guiame
DAS AÇÕES AFIRMATIVAS PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E DAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE O projeto assume o compromisso de que todas as 8 apresentações da temporada, seja em um teatro público da cidade de São Paulo que ofereça medidas de acessibilidade, de modo a contemplar: a) Como medidas de acessibilidade arquitetônica: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação, circulação, palcos e camarins; criação de vagas reservadas em estacionamento; previsão de filas preferenciais devidamente identificadas; b) Como medidas de acessibilidade comunicacional: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, com reserva de espaços para pessoas surdas, preferencialmente na frente do palco onde se localizam os intérpretes de libras; c) Contratação de um profissional de libras para 2 as sessões do espetáculo; e) Legendas para surdos e ensurdecidos em todo material de vídeo e materiais publicitários do projeto.
1) GRATUIDADE; O projeto, em todas suas ações e produtos culturais, se enquadra Instrução Normativa MINC nº 10/2023, em seu artigo IV nos seguintes itens: a) 30% gratuidade de ingressos em todas as apresentações; b) Ingressos a preços populares de R$ 20,00, sendo R$ 10,00 reais meia entrada; c) 100% de gratuidade para as atividades formativas. ACESSIBILIDADE: DAS MEDIDAS DE DESCONCENTRAÇÃO TERRITORIAL Em conformidade ao artigo 15º, da mesma instrução normativa, destacamos: A - Realização de 8 apresentações do espetáculo "CORRENTEZA” como ação de democratização do acesso à fruição e à produção artística e cultural nos aparelhos públicos (teatros distritais) da cidade de São Paulo.
DIREÇÃO ARTÍSTICA – Cristiane Paoli Quito COORDENADOR GERAL E DRAMATURGO – Paulo Williams CENÓGRAFA E ILUMINADORA – Marisa Bentivegna FIGURINISTA – Cláudia Schapira ATRIZ – Aline Moreno ATRIZ – Iris Yazbek ATOR - Rodrigo Veloso CURRÍCULOS DA EQUIPE DIREÇÃO ARTÍSTICA – Cristiane Paoli Quito Mestre em Artes Cênicas pela ECA USP. Atua como diretora, dramaturgista e pesquisadora das artes cênicas com ênfase em teatro e dança.Atualmente é diretora da Cia. Nova Dança 4, além de outras companhias de dança e teatro da cidade de São Paulo. Foi o professora da Escola de Arte Dramática-EAD/ECA/USP, por mais de duas décadas, onde lecionava as disciplinas de Improvisação, Interpretação e Práticas de Montagem. Como pesquisadora e encenadora desenvolve sistemas que investigam, auxiliam e oferecem autonomia a capacidade criativa do criador-intérprete. Articula intersecções entre as linguagens: teatro, dança, palhaço, circo, música. Iniciou suas atividades teatrais pelas mãos de Antonio Januzelli, em 1977. Sua formação é resultante de encontro com profissionais como Philippe Gaulier, Maria Helena Lopes, Francesco Zigrino, Tica Lemos, Neide Neves, Lu Favoretto, Rose Akras, Steve Paxton, Lisa Nelson, entre outros. Recebeu importantes prêmios, como Shell, APCA, FEMSA e Governador do Estado da Cultura. No ano de 2017, recebeu mais um prêmio APCA, pela direção e dramaturgia dos espetáculos História de Alexandre e Skellig, além do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, pelos mesmos trabalhos. COORDENADOR GERAL E DRAMATURGO – Paulo Williams Escritor, Dramaturgo, Diretor e Produtor Teatral. Mestre em Literatura pela PUC-SP. Especialização em Economia Criativa pelo Senac-DF. Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Arte. Parecerista de projetos culturais em diversos editais no Estado de São Paulo. Professor formador em diversas oficinas de gestão cultural e escrita criativa no Estado de São Paulo. Atua há mais de 20 anos no mercado cultural, como diretor da produtora Tecelagem da Arte com a qual produziu os espetáculos: Almarrotadas, (2022), Ay Carmela (2021), Nonada (2019), Monóculo (2009-2018), Travessia (2006- 2019). Atuou como gestor cultural na Fundação Cultural de Jacareí (2015) Foi Diretor Cultural do Espaço Cultural Carlos Guedes (2014-2016). ATRIZ – Aline Moreno é atriz, palhaça, professora, fundadora e diretora executiva da Organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Formada pelas Escolas Célia Helena (São Paulo), Escuela Internacional de Teatro Berty Tovías (Espanha) e ESLIPA (Escola Livre de Palhaços). Desde 2005 trabalha profissionalmente como atriz, atuou nas companhias Cia Le Plat du Jour, Cia. Cromossomos e foi articuladora da Rede de Palhaças do Brasil. Como professora ministra oficinas sobre jogos e palhaçaria e faz parte da equipe pedagógica da Casa 11 e foi professora Projeto FOLIA na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha. Com a organização Palhaços Sem Fronteiras coordenou e atuou em diversos projetos ao redor do mundo, tendo como foco a América Latina. Nestes projetos atua como defensora dos direitos humanos por meio das artes circenses em parceria com outras organizações da área humanitária, atuando em regiões de crises humanitárias, desastres ambientais e com populações em situação de alta vulnerabilidade socioeconômica. Entre eles destacam- se: Palhaços Sem Fronteiras em El Salvador, atuando com vítimas da violência de facções criminosas em zonas vermelhas (lugares mais violentos do país), Caravana México atuando em povoados afetados pelo terremoto de 2017 e Caravana por la hospitalidad atuando no acolhimento e pessoas em situação de migração que realizam o trajeto da América Central rumo aos USA, Riso Doce projeto com três edições, realizado em colaboração com a Cia.Cromossomos, direcionado às comunidades ribeirinhas afetadas pelo crime ambiental do rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, O Riso Não Conhece Fronteiras direcionado às comunidades afetadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Pará. Seu último trabalho foi o espetáculo “Memorável- Histórias notáveis” dos Palhaços Sem Fronteiras, dirigido por Cristiane Paoli Quito e fomentado pela 8° lei de fomento ao circo da Cidade de São Paulo. ATRIZ – Iris Yazbek é atriz, bacharel em Comunicação e Artes do Corpo pela PUC - SP em 2002, com habilitação em Teatro e Performance. Especializou-se em Teatro Físico e Mímica Contemporânea na Cia Luis Louis. Pós graduada pela PUC-SP em TKV (Técnica Klaus Viana), módulo I (2016). Atuou espetáculos: DE ONDE VEM O DINHEIRO (2023), dirigido por Pedro Garrafa; ENCASULADOS (2023-2018), dirigido por Gustavo Kurlat; ALMARROTADAS (2023-2016), dirigido por Paulo Williams; PROCURANDO LUIZ (2022-2014), dirigido por Gustavo Kurlat; MONÓCULO (2015-2018), dirigido por Paulo Williams; NONADA - amores do sertão (2015), dirigido por Paulo Williams; BRASIL DEPORTADO (2003-2001), dirigido por Luis Louis; QUEM NUNCA (2008-2006), dirigido por Renata Melo com o Núcleo Experimental de Teatro do Sesi; O MENINO E O BURRINHO (2009-2007), adaptação de poemas de Cecília Meireles e direção de Bia Borin, 2007, RUAS DE BARROS (2015-2009), poesias de Manoel de Barros e dramaturgia e direção de Frederico Foroni; O CONTO DO ANJO CAÍDO (2012-2011), pela Cia. Bonecos Urbanos; DE ONDE VÊM AS HISTÓRIAS DE CLARICE (2015- 2012), direção Calixto de Inhamuns; NEM SONHANDO (2012), direção de Pedro Garrafa. Foi indicada ao prêmio FEMSA - Coca Cola na categoria Melhor Atriz, 2008 e 2014. ATOR - Rodrigo Veloso é Ator, Palhaço, Diretor teatral, Professor de teatro e Mestre em História pela Université Paris IV Sorbonne. Formado em teatro pelo Atélier Théâtre du Quartier Latin e LISPA – Escola Internacional de Artes Performativas de Londres. Foi estagiário de Ariane Mnouchkine na sede do Théâtre du Soleil onde do processo de criação do espetáculo Macbeth em 2014. Seu primeiro projeto de direção foi contemplado pela bolsa do Latin American Theater Festival de Londres. Como ator se apresentou em festivais na França, Grécia e Inglaterra e, com o espetáculo Tropa, do Grupo Laje, foi um dos grupos convidados do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte. Trabalhou com o diretor Jorge Tackla na premiada ópera Dom Quixote, coprodução do Theatro SãoPedro e Theatro Municipal do RJ. Em 2025 fez parte do elenco de El Grand Clownbaret, vencedor do prêmio de melhor espetáculo circense do Troféu Picadeiro 2025. Particioua de diversos projetos audiovisuais entre eles a segunda temporada da série NATUREZA MORTA pela Kinoscópio Filmes – Prime Video, a minissérie SENNA pela Gulanne/ Netflix e a série SHAKESPEARE ATRAPALHADO da Prosperidade Filmes/TV Cultura. É integrante do Grupo Laje e membro da ONG Palhaços Sem Fronteiras Brasil. CENÓGRAFA E ILUMINADORA – Marisa Bentivegna Iluminadora e cenógrafa paulistana, estreou no Teatro profissional em 1990. Formada na Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP - em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia para o espetáculo O JARDIM, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito, Nelson Baskerville, Marcelo Romagnoli e Kiko Marques, entre outros. Em 2019 foi uma das dez artistas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga com o cenário do espetáculo ENQUANTO ELA DORMIA.Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. Recebeu os seguintes prêmios individuais:SHELL e APCA 1992 pela iluminação de O PARAÍSO PERDIDO do Teatro da Vertigem; APCA 2007 e COCA-COLA FEMSA 2008 pelo cenário de O MENINO TERESA da Banda Mirim; COCA-COLA FEMSA 2007 pela iluminação de O TESOURO DE BALACOBACO da Bendita Trupe;SHELL 2010 pelo cenário de ESCURO da companhia Hiato; FITA 2011 – FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA – pela iluminação de MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS de Rafael Gomes; SHELL 2011 pelo cenário de O JARDIM da Companhia Hiato; APCA 2017 pela iluminação de NERINA, A OVELHA NEGRA e pelos cenários e projetos de luz de SKELLIG, GAGÁ e BUDA; PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2017 pelos cenários dos espetáculos BUDA, GAGÁ E SKELLIG; PRÊMIO SHELL 2018 pela cenografia do espetáculo OS 3 MUNDOS. PRÊMIO PECINHA É A VOVOZINHA 2022 pela cenografia dos espetáculos FÁBULA, O MURO DE SAM e FLORBELA E TODAS AS PALAVRAS DO MUNDO. FIGURINISTA – Cláudia Schapira é figurinista, atriz, dramaturga e diretora. Formada pela escola de arte dramática da Usp, trabalha desde 1984 em diversas áreas da cena teatral. Atriz-mc, diretora, dramaturga, figurinista e livre pesquisadora, tem atuado nessas atividades com diferentes coletivos de teatro e artistas de renome. Desde 2000, é uma das fundadoras e diretoras do núcleo bartolomeu de depoimentos de teatro, ao lado de Eugenio Lima, Roberta Estrela D’alva, Luaa Gabanini, e Mariza Dantas, com quem realiza uma pesquisa continuada desenvolvendo a linguagem que o grupo cunhou de teatro hip-hop e onde é seu maior campo de atuação. Desenvolve um trabalho como figurinista que caminha lado a lado com a sua trajeitoria de dramaturga e diretora e com a mesma relevância. Atualmente Integra também o Manifestu Impromptu, coletivo de audiovisual, ao lado de Tatiana Lohmann, Azul serra e Bianca Turner, com o qual já realizou dois seriados como roteirista para o itaú cultural e neste momento desenvolve o primeiro roteiro de ficção. Principais obras de teatro como dramaturga, diretora e/ ou figurinista: SÓ RISO – o arame o palhaço e uma certa morte – direção Claudia Schapira e Cibele Forjaz; A MORTE DA ESTRELA, com a cia livre (dramaturgia da parte 3: Emborar); AMÉFRICA – com o coletivo legítima defesa Dramaturgia da parte 1 e figurino); HIPHOP BLUES – espólio das águas com o núcleo Bartolomeu de depoimentos (direção, dramaturgia e figurino); TERROR MISÉRIA NO TERCEIRO MILÊNIO – improvisando utopias (Direção, dramaturgia e figurino) premio APCA 2019 pelo comprometimento político.; “MEMÓRIAS IMPRESSAS - contemplado pela primeira edição do edital de dramaturgia para pequenos formatos cênicos do CCSP, com o projeto ‘Memórias impressas”. (direção dramagurgia e figurino); “FAUSTO”- da Cia São Jorge de Variedades. Figurino e direção em parceria com Georgette Fadel; “ANTIGONA RECORTADA - (vencedor do premio governador de estado 2014) direção, dramaturgia e figurino.; “ORFEU MESTIÇO – uma hip-hopera brasileira” direção, dramaturgia e figurino. (vencedor premio Shell melhor atriz e premio cooperativa paulista de teatro melhor música); “FRÁTRIA AMADA BRASIL” – direção, dramaturgia e figurino. livre adaptação da odisséia de Homero; “ACORDEI QUE SONHAVA” – livre inspiração de “A vida é sonho” de Calderón de La Barca. Indicado ao Premio Shell pela inovação na pesquisa, direção, dramaturgia e figurino; “BARTOLOMEU, QUE SERÁ QUE NELE DEU?” – livre adaptação de “Bartebly, um escriturário de Hermann Melville. Atuação, dramaturgia e figurino. Direção Georgette Fadel. PREMIO FEMSA DE MELHOR FIGURINO. Como figurinista foi indicada recentemente ao premio APCA pelo espetáculo Juruá da Cia. Nova dança 8, pelo LIvro das maravilhas da cozinha performática e ao premio Shell pelo espetáculo “SOLIDÃO NOS CAMPOS DE ALGODÃO”, direção de Lili Monteiro
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.