Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Produção e temporada do espetáculo TALCO DE VIDRO, adaptação do álbum em quadrinhos de Marcello Quintanilha. A adaptação do texto é assinada por Fernanda D’Umbra e pelo próprio Marcello Quintanilha.
1 - Espetáculo Teatral TALCO DE VIDRO Rosângela, uma dentista bem sucedida, vivendo um casamento estável, é mãe de um adorável casal de filhos e consciente dos benefícios de sua condição financeira privilegiada. Sua vida corre bem, mas percebe que suas certezas são frágeis diante da inveja desmedida que sente por sua prima Daniele, que vive no subúrbio de Niterói e carrega uma felicidade espontânea e inexplicável para Rosângela. Então seus conceitos rígidos de sucesso, vindos da classe média, entram em choque. Contrariando todas as previsões de que uma vida estável traria a felicidade prometida, ela se percebe no mais absoluto inferno, construído por uma obsessão que a conduzirá à loucura. 2 – OFICINA: FOLHA BRANCA X CAIXA PRETA Oficina de adaptação de quadrinhos para teatro com Marcello Quintanilha e Fernanda D’Umbra. O objetivo da oficina é estudar a transposição das histórias em quadrinhos para o texto dramatúrgico. Com isso pesquisaremos as diversas possibilidades de construção de um espetáculo que tenha como origem os quadrinhos. Os participantes poderão desenvolver textos para teatro a partir de álbuns de quadrinhos que serão disponibilizados para os alunos durante a oficina. Será discutido também o processo de adaptação e montagem de TALCO DE VIDRO. Atividade on line gratuita com capacidade para até 30 alunos. Público alvo: estudantes de teatro e interessados no intercâmbio de linguagens entre quadrinhos e teatro.A seleção se dará através de carta de intenção dos candidatos * esta atividade será online pois Marcelo Quintanilha reside em Barcelona 3 – QUADRINHOS EM CENA Oficina de montagem com Beth Lopes. Neste curso serão abordados os elementos do teatro que em diálogo com os quadrinhos potencializam a história que está sendo contada. Como a interpretação, a luz, o som, os figurinos e o cenário são transpostos de uma linguagem para a outra sem que se perca a força original da publicação, mas em contrário, que se amplie a capacidade de comunicação com a plateia. Ao final do curso os participantes poderão apresentar pequenas cenas adaptadas tendo como elenco estudantes de teatro interessados nessas linguagens. Atividade presencial gratuita com capacidade para até 20 alunos. Público alvo: estudantes de teatro e profissionais de todas as áreas criativas de teatro, que queiram estudar a fusão das duas linguagens. A seleção se dará através de carta de intenção dos candidatos.
OBJETIVOS GERAISProdução e temporada do espetáculo TALCO DE VIDRO, adaptação do álbum em quadrinhos de Marcello Quintanilha com direção de Beth Lopes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produção do espetáculo TALCO DE VIDRO - 24 apresentações do espetáculo TALCO DE VIDRO - Realização de oficina de adaptação de quadrinhos para teatro com Fernanda D’Umbra e Marcello Quintanilha. - Realização de oficina de montagem de adaptações teatrais de quadrinhos com Beth Lopes.
TALCO DE VIDRO é uma transposição de linguagens do universo pop, que se vale de recursos gráficos e um roteiro muito bem elaborado por Marcello Quintanilha para expor a superficialidade e a dor causada pelos valores que regem a classe média no Brasil. O espetáculo tem o impacto visual de uma história em quadrinhos e em sua sequência de imagens e textos leva o espectador a se deparar com uma narrativa em série, que resulta num trailer de ação e suspense. Com uma gama de personagens, que cercam o mundo da protagonista, a peça conta a história de um Brasil que não pode mais seguir indiferente aos acontecimentos do seu dia a dia. Com imagens simples, minimalistas e uma forte referência gráfica, o espetáculo apresenta uma mulher de meia idade, que por ser formada em odontologia e ter uma carreira estável, tenta se convencer de que sua vida segue sem problemas, mas a verdade não é essa. Com uma ironia fina e um humor misturado a uma dor cuja origem ela desconhece, Rosângela se percebe infeliz e refém do próprio status. Todos os conceitos de felicidade em que ela acredita começam a ser questionados. Além do espetáculo, as oficinas trarão uma abordagem mais ampla do tema e das opções estéticas que esse tipo de adaptação exige. A discussão dos valores que têm dominado a classe média brasileira é urgente e os quadrinhos têm trazido à tona esse assunto de forma muito potente. Adaptar Talco de Vidro para teatro é uma forma de unir as forças dessas duas linguagens num belo e profundo espetáculo. Marcello Quintanilha já recebeu os maiores prêmios da categoria quadrinhos como Jabuti, HQMix, Angoulême, entre outros. Através das atividades propostas como montagem, temporada do espetáculo, debates e oficinas queremos popularizar a obra deste autor, que descreve tão bem o povo brasileiro. Para além do exposto acima, o apoio através da Lei Federal de Incentivo à Cultura se justifica na medida em que esta é uma ferramenta fundamental para viabilização de projetos culturais. Além de, claro, ser um facilitador para a manutenção e o fortalecimento da economia criativa, ao gerar empregos e movimentar o setor artístico-cultural no Brasil, reforçando o valor da arte como um meio de reflexão e transformação social. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, segundo no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
RIBA CARLOVICH – ATORNo Grupo TAPA participou de inúmeras montagens dirigidas por Eduardo Tolentino de Araújo, entre elas: Casa de Orates, de Arthur Azevedo; Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; Rasto Atrás, de Jorge Andrade; Ivanov, de Anton Tchekov; Executivos, de Daniel Besse; Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues. Seus últimos espetáculos foram Álbum de Família, de Nelson Rodrigues com direção de Alexandre Reinecke; O Prodígio do Mundo Ocidental, de John Singe com direção de Ariela Goldman; O Estrangeiro, de Larry Shue com direção de Alexandre Reinecke; Acorda Brasil, de Antonio Ermírio de Moraes com direção de José Possi Neto; Toc Toc, de Laurent Bafie com direção de Alexandre Reinecke; 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose com direção de Eduardo Tolentino de Araújo; Anti Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues com direção de Eduardo Tolentino de Araújo; A Cantora Careca, de Eugene Ionesco com direção de Eduardo Tolentino de Araújo e O Jardim das Cerejeiras, de Anton Tchekov com direção de Eduardo Tolentino de Araújo. Em televisão teve participação na novela Caminho das Índias, Rede Globo, de Glória Perez e na série Força Tarefa, Rede Globo, sob a direção de José Alvarenga Junior. ERIKA PUGA – ATRIZComeçou a carreira em 1998 com o grupo Teatro da Vertigem no espetáculo Apocalipse 1.11. Estudou no Ágora Teatro com o diretor Roberto Lage e no grupo Nova Dança de São Paulo. Em 2001 foi protagonista do espetáculo Promisquidade de Pedro Vicente. A partir de 2002 faz parte do grupo Cemitério de Automóveis de Mário Bortolotto participando de várias montagens do grupo. Foi dirigida por inúmeros profissionais de destaque, entre eles, Roberto Lage, Mauro Vedia, Hugo Possolo, Nelson Baskerville, Fernanda D’Umbra, Carla Candiotto, Gabriela Mellão e Cibele Forjaz. Entre os espetáculos que atuou destacam-se A Frente Fria que a Chuva Traz; Quartos de Hotel e Brutal sob a direção de Mario Bortolotto. Êxtase e Jantar sob a direção de Mauro Vedia. Afrodite se quiser sob a direção de Roberto Lage. Gaivota e Uísque e Vergonha sob a direção de Nelson Baskerville e Os Sete Gatinhos com direção de Cibele Forjaz e Isabel Teixeira. É integrante da Cia. Le Plat de jour de Carla Candiotto e Alexandra Golik. MARIANA LEME - ATRIZ e ASSISTENTE DE DIREÇÃO Formada atriz pelo Teatro Célia Helena (2003), fez parte do CPT do diretor Antunes Filho, onde atuou no espetáculo "Toda Nudez Será Castigada", de Nelson Rodrigues (2012). Curadora e co-produtora do TEIMA Festival de Artes Online (2020-2021). Assistente de direção na peça "Névoa – From White Plains" de Michael Perlman com direção de Lavínia Pannunzio (2022). Esteve no elenco do espetáculo online "Histórias Mínimas SP” da Cia do Quintal, com direção do argentino Sergio Paris (2021). Atuou em mais de 25 espetáculos de teatro: "Tubarão Banguela" texto e direção Rita Batata (2018); “As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo" direção Nelson Baskerville, representou o Brasil no “Festival Damai Super Live” na China (2018); “Pequenas Certezas” da dramaturga mexicana Bárbara Colio, direção Fernanda D’Umbra (2017); entre outros. Assina a direção e produção do espetáculo de teatro para crianças “O Aniversário da Infanta” (2016) para o 20º Cultura Inglesa Festival. Publicitária pela Universidade Anhembi Morumbi (2006), trabalha com produção cultural desde 2005. São mais de 15 espetáculos de teatro, produziu dois palcos para a Virada Cultural de SP (2017); “Ménage Dramático” - SESC Pinheiros (2009); Festival Mobilefest (2007); as exposições de arte: “Quilombolas”, fotos de André Cypriano; “Kuarup”, fotos de Renato Soares; “A escultura brasileira”, acervo do Museu Nacional de Belas Artes do RJ (2010). FÁBIO PENNA – ATOR Formado pelo Teatro Escola Célia Helena em 1998. Trabalhou com os principais diretores de teatro de São Paulo, como: Marco Antônio Rodrigues, Ron Daniels, Willian Pereira, Emilio De Biasi, Marcelo Lazzarato, Vladimir Capella, Bete Dorgam, Paulo Faria, Rodolfo Garcia Vazquez, entre outros. Desde 2006, integra o elenco da Cia. de Teatro Os Satyros, onde atua, dirige e ministra oficinas de interpretação. No referido grupo participa dos principais espetáculos, dentre eles, o premiado "Pessoas Perfeitas" (Prêmio Shell e APCA). Entre os últimos trabalhos, atuou na série "Terra Dois"(prêmio APCA de melhor série 2018) dirigida por Ricardo Elias e Mika Lins, atuou nos longas "30 anos Blues" de Dida Andrade e Andradina Azevedo (ganhador do kikito de prêmio especial do Júri 2019), e "Velha Roupa Colorida" de Gabriel Alvim. Além de ter participado do filme "A Garota do Calendário" um filme de Helena Ignez. Também atuou na novela A Dona do Pedaço (Globo), na série Hebe (Globo) e no espetáculo "Mississipi", onde foi indicado como melhor ator coadjuvante pelo prêmio "Aplauso Brasil- 2019". CELSO FERREIRA DE ALBUQUERQUE - ILUMINADORCelso Ferreira de Albuquerque é um profissional com ampla experiência na área de iluminação e contrarregragem teatral. Atuou como contrarregra no Teatro do Sesi Paulista e como técnico de iluminação. Em 2019, trabalhou como programador de luz no espetáculo "As Cangaceiras", sob a direção do iluminador Domingos Quintiliano, e como designer e operador no show musical de Edvaldo Santana. Também foi operador de luz no espetáculo "As Crianças", dirigido por Rodrigo Portella e no espetáculo "Habitual" do DuoVerse. Foi operador e programador de luz no espetáculo "Nerina, a Ovelha Negra", além de designer e operador em diversos shows de Edvaldo Santana. Trabalhou ainda como operador de luz nos espetáculos "Pluft, o Fantasminha" da Cia. Pequod de Teatro de Animação e "Sidney Magal, Muito Mais que um Amante Latino" da Brancalyone & Tiaraju Produtores. Atualmente, Celso é técnico de luz do Theatro São Pedro em São Paulo e designer e operador no espetáculo solo de Fernanda D’Umbra no Teatro dos Satyros. J.C. SERRONI - CENÓGRAFO José Carlos Serroni (São José do Rio Preto SP 1950). Cenógrafo. Arquiteto teatral e cenógrafo de destacados méritos, internacionalmente reconhecido, ex-colaborador do Centro de Pesquisas Teatrais (CPT) de Antunes Filho (1929) e criador do Espaço Cenográfico, escola livre de cenografia. É respeitado pesquisador e curador de exposições referentes à história da cenografia e arquitetura teatral no Brasil. ALEXANDRE BRAZIL - Diretor de produção Diretor de produção desde 1998, com uma vasta trajetória no teatro, tendo produzido nove peças de William Shakespeare. Entre suas produções mais recentes estão "Festa Shakespeare | 460 Anos" (2024), "La Noche Que Jamás Existió" (2023), "Maria da Escócia" (2022), e "Sal" (2021). Ele também foi curador de ciclos de leituras, como "De e A Partir de Shakespeare" (2020), e trabalhou em montagens de destaque como "Frida Kahlo – Viva la Vida" (2020), "Lela & Cia." (2019) e "Insônia – Titus Macbeth" (2019). Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios e incentivos por suas produções NÁSHARA SILVEIRA - Produtora Executiva / Administrativa Bacharel em Ciências Sociais - Produção e Políticas Culturais (Universidade Cândido Mendes - RJ) em 2009. Desde 2011 é produtora executiva da Focus Cia de Dança (RJ), é sócia-produtora do Serie_Lab Festival, que em 2024 teve sua 7ª edição. Entre 2011 e 2014 foi da produção da Cia Vértice de Teatro sob direção de Christiane Jatahy, com o monólogo “O Livro” com Eduardo Moscovis (2011), “Corte Seco”, “Julia” e “E Se Elas Fossem Para Moscou”. Pelo Grupo Foguetes Maravilha (RJ) produziu o espetáculo “Ninguém Falou Que Seria Fácil”(2011) com direção de Felipe Rocha e Alex Cassal, “Síndrome de Chimpanzé” ( 2013) e “Mortos-Vivos: uma ex-conferência” (2017).
Não se aplica.
Temporada espetáculo "Talco de Vidro": Acessibilidade física: Todas as apresentações do espetáculo serão realizadas em locais que de acordo com as necessidades dos idosos, das pessoas com mobilidade reduzida, das pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de roda, bem como possuir local apropriado para acomodação na plateia. Todas as medidas atendendo ao art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313, de 1991 Acessibilidade para deficientes visuais: 04 apresentações com recursos de audiodescrição para cegos e pessoas com baixa visão, durante a temporada. Acessibilidade para deficientes auditivos: 04 apresentações com interpretação em LIBRAS ao longo da temporada. Oficinas: Acessibilidade física: Será escolhido um espaço para realização das oficinas com acessibilidade plena (rampa de acesso e etc) Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá uma pessoa sempre acompanhando as pessoas com alguma deficiência para orientá-las da melhor maneira durante as oficinas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Terá um intérprete de libras durante as oficinas. Contrapartida Social: DEBATES Acessibilidade física: Todos os debates que acontecerão após 4 das apresentações do espetáculo serão realizados em locais que de acordo com as necessidades dos idosos, das pessoas com mobilidade reduzida, das pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de roda, bem como possuir local apropriado para acomodação na plateia. Todas as medidas atendendo ao art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313, de 1991 Acessibilidade para deficientes visuais: 02 debates com recursos de audiodescrição para cegos e pessoas com baixa visão, durante a temporada. Acessibilidade para deficientes auditivos: 02 debates com interpretação em LIBRAS ao longo da temporada. Divulgação: 02 vídeos de divulgação com legendagem e janela de Libras para garantir que o conteúdo seja acessível; Uso da hashtag #PraCegoVer em todas as postagens relacionadas ao projeto, para facilitar a identificação de conteúdo acessível; Criação de conteúdo informativo sobre os recursos de acessibilidade disponíveis nas sessões do projeto; Elaboração de materiais promocionais em formatos acessíveis, como descrições de imagem para pessoas com deficiência visual.
Os preços dos ingressos serão de no máximo R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada) para os casos previstos em lei. Distribuição dos ingressos: - 20% (vinte por cento) dos ingressos serão destinados exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo, inclusivo ou formação artística. (art. 30, inciso I) - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita aos patrocinadores; - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do espetáculo. - 20% (vinte por cento) do total da bilheteria para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente (R$1.412,00) DEMOCRATIZAÇÃO Em atendimento ao disposto no art. 30, realizarmos OFICINAS: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Oficinas gratuitas, conforme previsto no Artigo 30, inciso V. PREÇO DO INGRESSO Em atendimento ao disposto no art. 30 IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; Toda a temporada será realizada com preço acessível a população.
A Proponente Roque D 'Umbra Produções Artísticas LTDA na pessoa de Fernanda D'Umbra ocupará as funções de elenco principal, dramaturga e oficineira. texto: Marcello Quintanilha adaptação dramatúrgica: Fernanda D'Umbra e Marcello Quintanilha direção: Beth Lopes elenco: Fernanda D'Umbra, Noemi Marinho, Riba Carlovich, Mariana Leme, Fábio Penna e Érika Puga cenário: J.C. Serroni iluminação: Celso Ferreira de Albuquerque assistente de direção: Mariana Leme produção executiva /administrativa: Náshara Silveira direção de produção: Alexandre Brazil gestão de produção: Escritório das Artes idealização Fernanda: D'Umbra e Marcello Quintanilha produção: Roque D'Umbra Produções - currículo resumido dos principais participantes; MARCELLO QUINTANILHA – AUTOR e ADAPTADOR DRAMATÚRGICO Cartunista mais premiado do Brasil nos últimos dois anos - tendo recebido entre outros os troféus Jabuti, HQ MIX e Angoulême - começa a publicar em 1988. Em 1991 é premiado no Salão de Humor de Ribeirão Preto e na Bienal Internacional de Quadrinhos do Rio de Janeiro, em 1991 e 1993. Nessa época assina quadrinhos em revistas como General Visão, Cyber Comix, Heavy Metal, Internazionale, Art Review e Le Monde, além de ilustrar dezenas de capas de livros. Em 2005, lança Salvador (Casa 21). Em 2009 lança Sábado dos Meus Amores (Conrad) e por esse álbum é premiado com o HQ MIX de melhor desenhista nacional. Em 2011, lança Almas Públicas (Conrad), sempre retratando uma classe média representativa da maior parcela da população brasileira, em episódios que vão dos anos 1920 até a primeira década dos anos 2000. Em 2012 adapta para o quadrinhos o romance O Ateneu, de Raul Pompeia. Em 2014, lança o álbum Tungstênio (Veneta), pelo qual ganha o Fauve Polar do Festival de Angoulême (França) e dois Rudolph Dirks Award (Alemanha) como melhor desenhista e melhor roteirista latino americano, além do Troféu HQ MIX para melhor roteirista nacional. Em 2015, lança Talco de Vidro (Veneta), que recebe o prêmio de Melhor obra internacional no Splash Sagunt Comic Festival (Espanha) e o HQ MIX de destaque internacional. Em 2016 lança Hinário Nacional (Veneta) e vence o Prêmio Jabuti 2017 de melhor História em Quadrinhos. Em 2018, chega aos cinemas o longa-metragem Tungstênio, adaptação do álbum lançado quatro anos antes, dirigido por Heitor Dhalia. Paralelamente, lança Todos os Santos (Veneta), onde revisita sua trajetória ao longo de trinta anos de carreira. Em 2019, Luzes de Niterói é lançado no Brasil. Em 2020 lança seu primeiro romance Deserama e em 2021 o álbum de quadrinhos Escuta, Formosa Márcia, os dois pela Editora Veneta. FERNANDA D’UMBRA – ADAPTADORA DRAMATÚRGICA e ATRIZ Formada pela EAD (Escola de Arte Dramática – USP) atuou em mais de cem espetáculos e dirigiu vinte e três peças de teatro. Trabalhou com o Teatro do Ornitorrinco, Grupo Cemitério de Automóveis, Grupo La Mínima, Parlapatões, Pia Fraus, Os Satyros, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e Fagundes Produções. Com a Cia. La Mínima atuou em “Piratas do Tietê”, adaptação dos quadrinhos de Laerte com direção de Beth Lopes. Dirigiu a cartunista Laerte e o quadrinista Rafael Coutinho no espetáculo “As Jóias”, texto de Laerte, no Itaú Cultural. Produziu “Chapa Quente”, adaptação para teatro dos quadrinhos de André Kitagawa e dirigiu “Meninas da Loja” e "Pacwoman", dois textos de teatro do cartunista Caco Galhardo e foi diretora assistente em Natimorto, do quadrinista Lourenço Mutarelli. Grande conhecedora de histórias em quadrinhos escreveu o prefácio de “Meus Problemas com as Mulheres”, de Robert Crumb (Editora Conrad). Em 2017 atuou em seu primeiro monólogo: “Isso não é um sacrifício”, de Fernando Bonassi com direção de Christiane Tricerri. No mesmo ano, como diretora, reinaugurou o Espaço Cênico Ademar Guerra (o Porão) do Centro Cultural São Paulo com espetáculo “Pequenas Certezas”, de Bárbara Colio. Em 2018 ficou em cartaz com sua direção da peça “Deadline”, de Priscila Gontijo, na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Em 2019 fez a peça “Terror e Miséria no Terceiro Milênio”, com direção de Cláudia Schapira. Em 2021 escreveu, dirigiu e atuou em “Amor de Monstra”, sua primeira pela online. Em 2022 atuou em “Desmascarados” com direção de Johana Albuquerque. Em TV é protagonista da série Assédio (TV Globo), com direção de Amora Mautner e “Mothern”, (GNT e Canal Viva) com direção de Luca Paiva. Está no ar na Globo com o seriado “As Five.” Escreveu as séries “Descolados” (MTV e Band), “Agora Sim!” (Fox), “Mal de Quer” (Warner) e “Só se for por amor” (Netflix). É vocalista, letrista e compositora da banda “Fábrica de Animais”, que tem dois discos lançados pelo Selo Baratos Afins. Em 2023 escreveu e protagonizou dois solos em cartaz no Teatro dos Satyros: “Revlon 45” e “Serial Lover.” BETH LOPES - DIRETORA Beth Lopes é professora e pesquisadora no campo das Artes Cênicas, o seu papel como diretora teatral se desenrolou concomitante ao de docente na Universidade de São Paulo (USP), onde se mantém como professora sênior. Convidada pela Cia de Teatro em Quadrinhos, dirigiu a transposição literária para o teatro de "O Cobrador", de Rubem Fonseca, onde os atores utilizavam bases da mímica para compor os quadrinhos. Esta realização bem-sucedida apelava fortemente para os códigos das histórias em quadrinhos. Destacam-se outros espetáculos significativos desta trajetória - "Os Brutos Também Amam" (1992), adaptação de Luís Cabral, baseada em texto homônimo e na transposição cinematográfica da obra, dirigida por George Stevens; "Violeta Vita" (1994), de Luís Cabral; "Lugar Algum" (1998), adaptação do livro "Tempo de Despertar", de Oliver Sacks, que foi encenada na França e em Edimburgo; "À Margem da Vida" (1998), de Tennessee Williams.com Regina Braga, Luah Guimarães e Gabriel Braga Nunes; "São Paulo é Uma Festa" (2000), de Fernando Bonassi, no CCBB; Silêncio e Descarte com Matteo Bonfito e Yedda Chaves (2004); Plano B, com a Cia Linhas Aéreas (2005) e Piratas do “Tietê, o filme”, de 2003 de Laerte, junto ao La Mínima (SESI). A partir de 2003, a encenadora se dedica a um novo núcleo artístico realizando experimentações cênicas, injetando vitalidade e heterogeneidade ao teatro experimental paulista com o “Quarteto em Diagonal”, a partir do texto de Heiner Müller – (2003/2007); performances - “Cuidado, Frágil!” – 2005; “A Caixa de Molly” – (2005); e espetáculos teatrais “Na Pele de Josef K” – 2006; “Anônimos”, 2007; “(a)tentados”, de Martin Crimp - SESI- 2007/2008; “A Tempestade”, de William Shakespeare – SESI (2008). Nos último anos veio se dedicando à formação de artistas na universidade e, mais recentemente, atuando como Coordenadora pedagógica da SP Escola de teatro, onde pode expandir a sua proposta indissociável entre o artístico e o pedagógico. NOEMI MARINHO – ATRIZFormada pela Escola de Arte Dramática - EAD/USP, em 1977. Nos anos 80 e 90, trabalhou com os grupos Mambembe e Tapa. Seus mais recentes espetáculos teatrais foram: O Louco e a Camisa de Nelson Valente e direção de Elias Andreato; Atormente de Steven Berkoff e direção de Marco Antônio Pâmio; Unfaithful de Owen McCafferty com direção de Lavínia Panúnzio; Gata em Teto de Zinco Quente de Tenesse Williams com direção de Eduardo Tolentino; A Gaivota de Anton Tchecov com direção de Nelson Baskerville e Sit Down Drama de Michelle Fererreira com direção de Eric Lenate. No cinema participou dos filmes Hermanoteu na Terra de Godah de Homero Olivetto; Amigas de Sorte de Homero Olivetto e o Roubo da Taça de Caíto Ortiz. Na televisão participou da minissérie Assédio de Maria Camargo com direção de Amora Mautner e da novela Sangue Bom de Maria Adelaide Amaral e direção de Dênis Carvalho, ambas na Rede Globo. Ganhadora dos prêmios APCA e Mambembe de melhor atriz com os espetáculos O Segredo do Velho Mudo com direção de Iacov Hillel e Risco e Paixão com direção de Francisco Medeiros.
PROJETO ARQUIVADO.