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PRONAC 2410923Autorizada a captação total dos recursosMecenato

E se fosse com você?

ANDRE LUIZ FALCAO BARBOSA 40434249149
Solicitado
R$ 459,5 mil
Aprovado
R$ 459,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-12
Término
2026-10-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montagem/criação através do Duo Teatral da peça teatral infantil "E se fosse com você?" que trata de modo sensível e poético de um tema urgente e necessário: o Bullying! Realizaremos bate-papos no final das apresentações e ações formativas e educativas. O processo de criação vai levar em conta a atualização do tema e desafios da última década, além dos recursos de acessibilidade: audiodescrição e libras. A audiodescrição será integrada à dramaturgia e vamos realizar uma experiência que chamaremos de "Prólogo Tátil", uma ação para pessoas com e sem deficiência visual tocarem elementos de cena, figurinos, adereços, guiados pelos atores, que precede todas as apresentações. A peça será acessível ao público de baixa visão/cego e a pessoas da comunidade surda em todas as apresentações, contando com divulgação dirigida para fomentar a presença de usuários da Libras e da audiodescrição.

Sinopse

E se fosse com você? será uma emocionante peça teatral infantil que aborda o bullying e a inclusão com sensibilidade e criatividade. Inspirada na história de um menino com baixa visão e uma menina gordinha, vítimas de bullying na escola, a narrativa explora os desafios enfrentados por esses personagens e a jornada de descoberta e valorização pessoal que empreendem. Com o apoio da professora Nancy, uma referência importante, mas que ainda desconhece as dificuldades enfrentadas por seus alunos, as crianças aprendem a enfrentar seus medos e a abraçar suas diferenças. A peça será construída através de improvisações inspiradas no livro E se fosse com você - uma história de bullying, de Sandra Saruê e Marcello Boffa, e a dramaturgia será desenvolvida por meio de improvisações, contando com a presença de um/a dramaturgista para registro das cenas, ao longo dos ensaios, e com Paula Lopez, acrescentando o olhar de acessibilidade à dramaturgia com a audiodescrição integrada ao texto, o que trará novas camadas de percepção e desafios ao processo. A estética vibrante e dinâmica de uma revista em quadrinhos transportada para o palco, com cenários e figurinos de cores marcantes, projeções animadas e música inspirada em trilhas de desenhos animados é proposta pela concepção da direção artística. Efeitos sonoros e onomatopeias como "pow!", “paft!”, e "zum!" contribuem para uma atmosfera cheia de ação e aventura. Esse estilo único facilita a acessibilidade, contando a história de forma visual e sonoramente interessante e envolvente, usando elementos táteis para transmitir emoções, sensações e movimento, e tornar a experiência o mais acessível a um maior número possível de corpos e cognições, enquanto a audiodescrição integrada ao texto amplia a percepção sensorial, permitindo que todos, inclusive aqueles com deficiência visual, possam se envolver e sentir a experiência. Duas atrizes e um ator interpretam todos os personagens, com tradução simultânea em Libras feita por uma das atrizes TILs (tradutora-intérprete da linguagem de sinais), promovendo a inclusão. Com interações diretas com a plateia, a peça encoraja as crianças a refletirem sobre o valor da amizade, da autoestima e da empatia, mostrando que todos têm o poder de promover mudanças positivas em suas vidas e comunidades. Através dos cenários e personagens que se transformam rapidamente, o público é transportado para um mundo que celebra as diferenças e ensina que gentileza e respeito são os superpoderes mais importantes na luta contra o bullying. Classificação livre

Objetivos

Objetivo Geral Apresentar ao público a peça teatral infantil "E se fosse com você?", inspirada no livro "E se fosse com você? Uma história de bullying!" (Melhoramentos, 2007) de Sandra Saruê, escritora e psicanalista, e Marcelo Boffa, escritor e ilustrador, de forma totalmente gratuita, passando para o público de modo sensível e poético de um tema urgente e necessário: o Bullying! Objetivos Específicos - 01 atriz tradutora intérprete de língua de sinais _ TILS - convidada, que estará em todos os ensaios, além da presença de uma pessoa deficiente auditiva para a consultoria surda, a fim de ter o processo impactado pelas vivências e lógicas de corpos divergentes. - 10 apresentações gratuitas da peça teatral, seguidas de bate-papos, totalizando 1.946 pessoas (Teatro Alfredo Mesquita, 04 apresentações, Teatro Cacilda Becker, 04 apresentações, Fábrica de Cultura do Capão Redondo, 01 apresentação e Fábrica de Cultura da Brasilândia, 01 apresentação). - 01 processo seletivo para a seleção de dois jovens aprendizes PCDs que irão prestar Apoio ao público surdo e com Def Visual, auxiliar nas tarefas administrativas, operacionais e digitais, orientado pela direção de produção. O processo seletivo terá as seguintes etapas: divulgação em redes sociais, inscrições através de preenchimento de formulário online, currículo com carta de interesse, entrevista, escolha de dois selecionados. - 02 oficinas para a equipe, uma sobre sobre Acessibilidade Artística e Cultural (OFICINA 1) _ integração de recursos de acessibilidade com Paula Souza Lopez, referência em acessibilidade no meio artístico; e outra sobre Bullying (OFICINA 2), com Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita, advogada especialista em bullying. - 02 palestras online abertas ao público em geral sobre Bullying e sobre acessibilidade artística e cultural com as mesmas ministrantes. As palestras serão transmitidas via StreamYard através das redes sociais (Instagram, Facebook, Tik Tok) do Duo Teatral e para os demais destinos contemplados). - 02 associações de deficientes serão contempladas com transporte para as apresentações da peça teatral: no Teatro Alfredo Mesquita, a Associação de Surdos do Estado de São Paulo (ASSP) e no Teatro Cacilda Becker, a Casa do Pequeno Cidadão Nossa Senhora Aparecida.

Justificativa

"E se fosse com você?" Este projeto, alinhado à Lei 8313/91 (Pronac), visa fomentar o acesso à cultura, valorizando produções e produtores locais, e difundir manifestações culturais nacionais, contribuindo para o desenvolvimento cidadão (Artigo 1, incisos I, II, III E IX). Em conformidade com o Artigo 3º da mesma lei, o projeto é voltado fomento à produção cultural e artística, para incentivo de exposições e espetáculos de artes cênicas (inciso IIc), focando-se no bullying, um tema social urgente. O Duo Teatral é formado por artistas diversos a cada projeto em constantes agrupamentos e incessantes processos de produção, pesquisas e anseios artísticos, com histórico que assegura responsabilidade na abordagem de temas delicados para crianças e adolescentes. Nesta proposta, nosso objetivo é conscientizar e combater o bullying, originário do termo inglês "bully", que significa brigão ou valentão, e caracterizado como agressão repetitiva, ocorrendo em uma relação desigual de poder, o que facilita a intimidação da vítima, impondo sofrimento e intimidação (Lei de Combate ao Bullying 13.185/2015). As formas de bullying incluem o bullying por omissão, onde a vítima é ignorada ou isolada, e o ciberbullying, que ultrapassa os limites da escola, expondo a vítima a muitas pessoas pela internet, podendo levar a reações agressivas e até fatais. De acordo com o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2020), as vítimas de bullying têm maior probabilidade de desenvolver problemas de saúde, como transtornos de ansiedade e depressão, e os agressores têm maior risco de alcoolismo. As vítimas muitas vezes não buscam ajuda devido ao medo e à vergonha, levando à desistência dos estudos e à desconexão social. A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Criança e ao Adolescente (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca discutem o problema, nem mesmo com colegas. O Estado de São Paulo é o mais afetado por casos de bullying (17o Anuário BSP, 2023), e o Brasil ocupa o segundo lugar mundial em ciberbullying (IPSOS, 2018), causando consequências trágicas para famílias e a sociedade. Uma pesquisa na The Lancet Child & Adolescent Health (apud O Tempo, 2022) indica que crianças com deficiência têm o dobro de risco de sofrer agressões em comparação às que não têm. As escolas não conseguem resolver o problema sozinhas, mas é lá que surgem os primeiros sinais do bullying. É fundamental que escolas, alunos e famílias recebam informações adequadas sobre as consequências psicológicas e jurídicas de forma acessível. O bullying deve ser tratado como uma política pública, conforme a Lei de Combate ao Bullying, que impõe a responsabilidade dos estabelecimentos de ensino em garantir medidas de conscientização e combate à violência. A partir de 2024, a nova Lei 14.811/2024 estabelece que quem cometer bullying ou ciberbullying poderá ser multado ou até preso. Essa legislação determina medidas de prevenção e combate à violência contra crianças e adolescentes em instituições educacionais, reconhecendo casos como crime na esfera judicial. Importante salientar que o Duo Teatral, com o ator André Falcão e a atriz Vera Kowalska, tem uma trajetória prévia há anos na pesquisa sobre Bullying, que resultou em um trabalho artístico com formato de contação de história. E o objetivo, agora, é amadurecer esta experiência, transformando-a em uma peça teatral com todos os recursos já descritos. Por isso tudo, e os recentes violentos acontecimentos em escolas brasileiras, propomos uma peça de teatro que fala sobre bullying, que apoia a diversidade e promove a empatia, a resiliência e a convivência pacífica entre pessoas diferentes em ambientes presenciais, como a escola, e virtuais. Para a direção desta obra teatral, convidou-se a diretora Leticia Olivares, uma mulher com deficiência física. E equipe de profissionais das Artes Cênicas a fim de criar o cenário, figurinos, músicas, vídeos e iluminação para a encenação. Também promoveremos a seleção de jovem aprendiz PCD com ênfase na diversidade (pessoas periféricas, negras, indígenas, amarelas, trans), com o intuito de oportunizar aprendizado e prática das tarefas concernentes à uma produção teatral. Buscamos consultoria especializada com a artista e facilitadora da cultura do acesso Paula Souza Lopez, inicialmente pensando em criar uma condição favorável à pessoa com deficiência visual. Isso culminou em muito mais do que sessões com audiodescrição, tornando Paula parceira na dramaturgia, com a audiodescrição integrada ao texto, o que tornará a peça acessível a mais pessoas desde a sua concepção. Em um formato ainda pouco explorado dentro da área teatral e de suma importância que seja cada vez mais realizado e difundido, ressaltamos que a audiodescrição não beneficia apenas pessoas com deficiência visual, mas também pessoas idosas, com deficiência intelectual e neurodivergentes. Isso implica também na configuração do Prólogo Tátil, estratégia criada por Paula Souza Lopez, em 2017, no contexto da montagem da peça A Princesinha Medrosa. O prólogo tátil deriva da visita tátil, em que as pessoas podem tocar elementos da cena (cenário, adereços, figurinos). Quando adaptado ao teatro - o termo "prólogo" faz referência direta à abertura de uma história na literatura - o percurso é estruturado dentro de uma narrativa previamente estabelecida e que fornece elementos que, aliados à audiodescrição, ampliam o entendimento da obra. Numa visita tátil convencional o guiamento é feito pela audiodescritora, que percorre o palco com o público descrevendo os elementos de cena. Já no Prólogo Tátil, o guiamento e as descrições são realizados pelas/o atrizes/ator em suas personagens. Além disso, integrada ao elenco, teremos também uma atriz tradutora intérprete de libras, o que deflagra a presença de uma consultoria surda durante os ensaios. Convidamos o autor e ilustrador do livro original que inspira a peça teatral, Marcelo Boffa, para a criação e confecção do cenário que também contará com consultoria de acessibilidade de Paula Lopez. Para dar embasamento, envolvimento e suporte ao assunto bullying, contamos com o olhar especializado de Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita, advogada, autora do livro Comentários à Lei do Bullying n.13.185/2015 (Ed. Lex Produtos Jurídicos, 2017). Esta será, portanto, uma montagem que fala sobre Bullying e dá visibilidade às diferenças, levando em conta aspectos de deficiências, na convivência entre crianças. Lembrando que a Lei de Combate ao Bullying 13.185/2015 é uma obrigação a ser cumprida nas instituições de ensino, clubes e agremiações esportivas. E que a nova Lei 14.811/2024 torna crime, passível de reclusão e multas, os casos de bullying em qualquer ambiente. Com esta obra teatral, queremos contribuir com a conscientização e disseminação da informação já que o teatro se mostra uma ferramenta eficiente para auxiliar na percepção da problemática do assunto e na prevenção do problema. A gratuidade da maioria das apresentações, a escolha dos locais pensando na abrangência e diversidade de público e a correta divulgação visam fazer deste projeto uma ferramenta para se alcançar e fomentar a formação cidadã, uma função que o nosso teatro precisa resgatar, sua vocação brechtiana de fazer pensar, reavaliar, modificar-se através de uma experiência teatral. O Bullying devasta a vida de várias pessoas. Acreditamos que quanto mais pudermos falar sobre isso, discutir, compartilhar, mais chance teremos de oferecer informação sobre o fenômeno, aumentando as chances das crianças respeitarem e entenderem suas diferenças e reconhecerem suas semelhanças, melhorando a qualidade das relações.

Estratégia de execução

Ficha Técnica com todas as funções Título: E se fosse com vocês? Duração: 50 minutos Autores do livro que inspirou a peça teatral: Sandra Saruê e Marcelo Boffa Dramaturgista: em aberto Direção artística: Leticia Olivares Elenco: André Falcão, Vera Kowalska, e atriz tradutora intérprete de libras (TILS): em aberto Consultoria surda: em aberto Plano e produção de acessibilidade artística e audiodescrição integrada: Paula Souza Lopez Consultoria pessoa com def visual: em aberto Oficina sobre bullying e advogada: Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita Produção executiva: Leticia Olivares Assistente de produção: Vera Kowalska Jovens aprendizes: em aberto Trilha sonora: em aberto Cenário: Marcelo Boffa Figurino: Kleber Montanheiro Iluminação: Daniel Gomes Esteves Videomaker: Renato Grieco Plano de comunicação digital e equipe de divulgação: Junior Castro Contador: Ivan Szosboszlay Direção Geral, pela gestão do processo decisório, coordenação administrativa e financeira do projeto:. andre luiz falcao barbosa40434249149, Duo Teatral Contemplar associações de deficientes: Associação de Surdos do Estado de São Paulo (ASSP) e Casa do Pequeno Cidadão Nossa Senhora Aparecida. Casa do Pequeno Cidadão Nossa Senhora Aparecida: Tanto para os acolhidos do SAICA e das Repúblicas, quanto para os assistidos do NAISPD, ter opções de lazer e cultura gratuitas auxiliam muito no trabalho que é desenvolvido, pois promovem conhecimento e favorecem a convivência comunitária. A temática abordada na apresentação é de suma importância, trazendo conscientização e possibilidades de outras conversas.Fundada em 05/12/2007, a Casa do Pequeno Cidadão Nossa Senhora Aparecida é uma organização social sem fins lucrativos, que acolhe e oferece atividades de assistência social e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade, visando a inclusão social, a conquista da autonomia e o exercício de sua cidadania. Possui um Serviço de Acolhimento para Crianças e Adolescentes de 0 a 17 anos e 11 meses – SAICA CASA DO PEQUENO CIDADÃO, dois serviços de acolhimento para jovens, de 18 a 21 anos, sendo um para rapazes – REPÚBLICA JOVEM CIDADÃO e outro para moças, REPÚBLICA JOVEM CIDADÃ, um Núcleo de Apoio à Inclusão Social para Pessoas com Deficiência – NAISPD II E III: VIDA CIDADÃ e uma SALA GAMER. Mantendo-se única e exclusivamente por meio de doações e essa ajuda é uma importante contribuição para a realização do trabalho que acreditam e se propõe a fazer: acolher e formar cidadãos. A Associação de Surdos do Estado de São Paulo (ASSP) tem como objetivo promover a inclusão social, educacional e cultural da comunidade surda, além de fomentar a acessibilidade e o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) em diversos setores da sociedade. Fundada em 1954, a ASSP atua na defesa dos direitos das pessoas surdas, oferecendo atividades educacionais, culturais, e de capacitação, visando a integração plena dos seus associados.Os principais motivos que levam a associação a aceitar a contrapartida oferecida pela Cia Duo Teatral incluem: 1. *Acessibilidade Total*: O projeto oferece acessibilidade integral, com audiodescrição e intérprete de Libras, garantindo que as apresentações sejam plenamente acessíveis para a comunidade surda. 2. *Enfoque Educacional*: A peça aborda temas importantes e atuais, como bullying e cyberbullying, que são extremamente relevantes para o público infanto-juvenil, incluindo jovens surdos. 3. *Atividades Complementares*: A proposta vai além da peça em si, oferecendo oficinas e palestras educativas que complementam e reforçam o impacto do projeto na comunidade. 4. *Inclusão de Jovens Aprendizes*: O envolvimento de jovens aprendizes na produção do espetáculo proporciona uma oportunidade de aprendizado e capacitação profissional para a comunidade. 5. *Transporte Gratuito e Acessível*: A oferta de transporte gratuito facilita o acesso das pessoas surdas às apresentações, eliminando barreiras que muitas vezes dificultam sua participação em eventos culturais. Esses fatores alinham-se com os objetivos da ASSP de promover a inclusão e a participação ativa das pessoas surdas na vida cultural, educacional e social da cidade. Perfil do Público-Alvo Descrição do público que se espera alcançar com o projeto: Crianças e Adolescentes: Estudantes, jovens. / Jovens Adultos: Universitários, profissionais. / Adultos: Pais, trabalhadores. Educadores e Professores: Educadores, professores.

Especificação técnica

Oficinas online, dedicadas à informação sobre os assuntos para a equipe artística e convidados que agreguem valor ao projeto. OFICINA 1 - OFICINA DE INTRODUÇÃO À AUDIODESCRIÇÃO E AUDIODESCRIÇÃO INTEGRADA PARA A EQUIPE, com Paula Souza Lopez. TEMÁTICA E PLANO DE ATIVIDADES Nesta oficina a ministrante vai trazer a história e o conceito de audiodescrição, navegar por alguns trabalhos que contém as descrições do mundo visível no próprio texto dramatúrgico fruto de um trabalho de cocriação com os artistas envolvidos (O Subnormal, uma história de Baixa Visão, com Cleber Tolini, A Princesinha Medrosa, com Carolina Moreira e Kiko Marques, filmes Seliberation #2 e La Hemi, com a performer e videomaker Estela Lapponi). Mostrar partes destas obras e provocar os participantes a pensarem juntos suas ações em relação à obra a partir desta abordagem. Em pequenos grupos e numa dinâmica similar ao Open Space, cada tópico abaixo será comentado e transformado em painéis acessíveis (posters, post its). Conteúdos - Cultura do Acesso e Modelo Social da deficiência e outras abordagens; - Breve Histórico da audiodescrição no Brasil e no mundo; - Quem é o público ou públicos da audiodescrição; - Legislação – bases normativas/diretrizes (Leis de Incentivo, Normas técnicas); - Roteirização – como deve ser, o que esperar de um roteiro de AD; - Papel do audiodescritor consultor com deficiência visual. - Repertório linguístico – como nomear objetos, iluminação, características físicas, traços, linhas, cores, formas, técnicas etc. encontrados em toda e qualquer imagem; - Narração de AD – conceito e exemplos de narração - Audiodescrição de imagens estáticas. - Redes Sociais - #descricaodaimagem e Texto alternativo para atividades da Silo I. carga horária (4h); II. material de apoio: boa conexão de internet e sala de aula virtual para 25 pessoas. IV. Curriculum Ministrante: bacharel em Comunicação Social pela FAAP (RTV), Atriz pelo INDAC, Especialista em Língua Inglesa pela Unibero, em Acessibilidade Cultural pela Shape Arts, e em Audiodescrição (AD) com Bell Machado, Eliana Franco, Zoe Partington, Vivivane Sarraf. É atriz, tradutora, audiodescritora roteirista e narradora e produtora de acessibilidade artística. Coordenou a plataforma Unlimited: Arte sem Limites como produtora associada ao British Council Brasil. Foi consultora e curadora para a criação do festival ENTRE Arte e Acesso no Itaú Cultural em 2015 e 2016. Tem em seu portfólio de clientes e parceiros: Sesc SP, Sesc RJ, Itaú Cultural, Sesi, Theatro Municipal de São Paulo, Oi Futuro, Brasil Cena Aberta, MAR (Museu de Arte do Rio), Museu do Amanhã – RJ, PNI (Parque Nacional do Itatiaia), Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e de São Paulo, Ministério de la Cultura de La Nación Argentina, Museu Finlandês Eva Hilden, Instituto Tomie Ohtake, British Council Brasil, Companhia Delas de Teatro, Circo Mínimo, Pavio de Abajur, Caixa de Imagens, Candiotto Produções, dentre outros. V. número de vagas das atividades a serem oferecidas - equipe artística do projeto e convidados até 25 pessoas. VI. forma de inscrição e seleção para a atividade – convite pois o evento é fechado à equipe artística do projeto e convidados. OFICINA 2 - BULLYING E CYBERBULLYING com Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita. I. projeto pedagógico ou, no mínimo, temática e plano de atividades; Dramatização de Casos Reais: 1. Casos reais de Bullying e CyberBullying que tiveram repercussões legais no Brasil: 2. Júri Simulado: 3. Quiz Legal: Cronograma da atividade 1ª Hora: Introdução ao Bullying e cyberBullying com foco na legislação. 2ª Hora: Dramatização de Casos Reais e Júri Simulado. 3ª Hora: Quiz Legal e Oficina de Redação de Leis. 4ª Hora: Análise de Notícias e elaboração de um guia de boas práticas legais. II. carga horária; 4 horas III. material de apoio a ser utilizado, se for o caso; . Livro “Comentários à Lei do Bullying 13.185/15”: Um livro “Comentários da Lei do Bullying 13.185/15” de Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita, Editora Lex, 2ª edição por participante para estudo e consulta durante as atividades. IV. currículos dos profissionais envolvidos na atividade de formação, demonstrando experiência na área; Diretora de Inovação da Class Net Treinamentos e Educação Digital. Graduada em Direito e pós-graduada em Direito Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre em Direito Civil Comparado pela PUC/SP. Doutoranda pela PUC/SP. Licensed Practitioner of NLP pela Sociedade Internacional de Programação Neurolinguística. Autora do livro “Comentários à lei do Bullying nº 13.185/15”, editora LEX, 2ª edição, Membro da Comissão de Direito Digital e Compliance e da Coordenadoria dos Crimes contra a Inocência da OAB/SP. Troféu Top Empreendedor 2015. Prêmio Educação Quality 2016 conferido pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração. Prêmio Melhores de 2017 – Advocacia e Justiça. Troféu Marketing e Negócios Empreendedores de Sucesso 2017. Prêmio Lumen 2018 de Responsabilidade Social para seu programa “Proteja-se dos prejuízos do Cyberbullying”, patrocinado pelo Sindicato das Sociedades de Advogados dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro (SINSA) e pelo Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA). Prêmio SELO DE REFERÊNCIA NACIONAL 2019 - ANEC. Prêmio Top of Quality Brazil 2021, 2022 e 2023. Colunista do jornal eletrônico e da revista “Escola Particular”, ambos do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (SIEEESP). Palestrante e professora universitária, utiliza métodos jurídico pedagógicos para difundir entre jovens, famílias, educadores e empresários os ideais de paz, cultura e educação digital sem fronteiras. V. o número de vagas das atividades a serem oferecidas - equipe artística do projeto VI. a forma de inscrição e seleção para a atividade - evento fechado à equipe artística do projeto.

Acessibilidade

No aspecto da acessibilidade física/arquitetônica apresentaremos a peça em espaços culturais que atendem à legislação referente à acessibilidade física para as pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida e pessoas cegas ou com baixa visão (rampas, banheiros, corrimãos, bilheteria em altura adequada, calçada, circulação, estacionamento, sinalizações específicas etc.). No aspecto comunicacional atenderemos dois públicos pelo menos em todas as apresentações: o público da libras e o público da audiodescrição já que ambos recursos de acessibilidade serão parte integrante da estética da obra teatral. No aspecto atitudinal realizaremos a contratação de profissional com deficiência para ocupar a vaga de jovem aprendiz. Destacamos que a diretora artística é também uma pessoa com deficiência. Buscaremos atender os protocolos de acessibilidade no design do programa, com descrição das imagens e uso de texto alternativo nas postagens em redes sociais. E todo material de divulgação gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Para isso faremos um vídeo libras e um audioconvite para divulgar as apresentações em cada espaço cultural.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão realizadas de forma gratuita, sem cobrança de ingressos Estaremos divulgando as apresentações com antecedência visando atender: Art. 20. I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; E, em cumprimento ao artigo 21 da IN 2019 será realizado as seguintes ações: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, a realização de atividades se dará em espaços culturais da administração pública municipal (Teatro Alfredo Mesquita, Teatro Cacilda Becker, Fábrica de Cultura da Brasilândia e Fábrica de Cultura do Capão Redondo). No inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, serão contempladas duas associações dedicadas a pessoas com deficiência (surdos e cegos).IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, serão disponibilização na Internet dos registros fotográficos e audiovisuais do projeto. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Caso escolha esse inciso, especifique qual será a ação paralela, serão promovidas 2 palestras online abertas ao público de cunho educativo, uma sobre o tema Bullying e outra sobre acessibilidade artística e cultural. Promover bate-papos sobre o tema Bullying com elenco após todas apresentações.VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil e/ou infantojuvenil através da peça teatral “E se fosse com você?”

Ficha técnica

ANDRE LUIZ FALCAO BARBOSA40434249149, DUO TEATRAL será responsável pela Direção Geral, pela gestão do processo decisório, coordenação administrativa e financeira do projeto. O Duo Teatral foi idealizado e criado em 1998, no município de São Paulo-SP, e, desde então, apresenta seus espetáculos de repertório em teatros, escolas, instituições ou espaços alternativos de todo o Brasil. Atua em várias camadas do imaginário e do fazer teatral ampliando gradualmente, a percepção e despertando o interesse imediato do público. Participa de importantes movimentos teatrais de São Paulo e do Brasil produzindo e realizando peças teatrais, contações de histórias, oficinas de artes, mediações de leitura, intervenções poéticas e eventos no ambiente corporativo. É formado por artistas em constantes e incessantes processos de produção, pesquisas e anseios artísticos. Contemplado pelo Inciso ll Territórios/espaços artísticos e culturais na Lei Aldir Blanc para a cidade de São Paulo 2020 da Lei Federal nº 14.017, 1a Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio à Cultura da Cidade de São Paulo Módulo Maria Alice Vergueiro, produziu projetos pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Lei Aldir Blanc nos editais 36 e edital 38 em 2020 e através da prefeitura do município de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura no Edital de apoio a projetos culturais de Múltiplas Linguagens – 2º Edição 2023. Circula nas programações de locais de relevância como a rede SESC, Casas de Culturas e Bibliotecas Municipais e Estaduais, Hotéis, Fundação Padre Anchieta, TV Cultura no Teatro Rá-Tim-Bum, Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), Fundação Salvador Arena, Shopping Cittá América/ RJ, Centro Municipal de Educação Adamastor, Scania Club, Memorial da América Latina, Clube Atlético Paulistano, Círculo Militar de São Paulo, Prefeitura de Santo André, Festival de Teatro Independente para crianças e jovens, Virada Jovem de Itu, Centro de Educacional Unificado, Prefeitura de São Paulo (CEU), Centro de estudos e práticas de animação, Recreio nas Férias, Centro de Treinamento da Escola de Administração Fazendária (Centresaf), entre outros. LETICIA OLIVARES, diretora artística, e produtora executiva. Atriz, diretora, educadora, revisora de textos, mestre em Artes Cênicas, pós-graduada em Dança e Consciência Corporal. Graduada em Letras. Cursos no Laban Institute (ING/Londres) e Odin Teatret (Dinamarca/Holstebro). Direção de várias peças, destacando-se CATADIÓPTRICO (2012, Trilhas da Arte Pesquisas Cênicas), De_Anchieta_a_você.com (LAB 2021), texto de Cadu de Castro, com André Falcão (e também foi coprodutora; Janelas para uma Mulher (com Juliana Calligaris, Trilhas da Arte - Pesquisas Cênicas); Bodas de Ouro (com Rogério Favoretto e Cristina Guimarães, Arautos Cênicos; LAB 2021); Como eu matei a minha filha, sobre feminicídio, com texto de Armando Liguori Jr, baseado em crônica original de Cadu de Castro, e atuação e coprodução de André Falcão (Duo Teatral) e parceria com o Coletivo Rubro Obsceno contemplada com a 2ª edição do edital de apoio a Múltiplas Linguagens-SP). Cofundadora do Coletivo Rubro Obsceno, que realiza projetos artístico-sociais sob a perspectiva de um teatro voltado ao empoderamento de diferentes grupos de mulheres: mulheres soropositivas, mulheres em situação de violência e mulheres com mais de 60 anos, com participação em diversos festivais nacionais e internacionais. Coidealizadora e realizadora do Projeto Mulheres Possíveis, com trabalhos com mulheres em situação de cárcere e egressas do sistema carcerário. Organizadora do livro Mulheres Possíveis – corpo, gênero e encarceramento (Conspire Edições, 2019) e mais duas publicações do projeto. Possui artigos sobre dança e teatro publicados em periódicos sobre Artes Cênicas e ministra cursos e oficinas em várias instituições. Organizadora, junto à Profa. Dra. Sayonara Pereira (ECA-USP), do livro Trajetórias em construção - escritos cênicos dos pesquisadores do LAPETT (Ed. Prismas, 2016). VERA KOWALSKA, atriz, produtora local. É arquiteta e urbanista graduada pela Belas Artes de São Paulo. Cursou Escola de Teatro INDAC e diversos cursos livres de especialização na área artística como: Treinamento de Clown por 3 anos com Cristiane Paoli Quito; Treinamento de Clown com Bete Dorgam;Treinamento de clown com Ricardo Puccetti (Lume-Unicamp); workshop com o clown norte-americano Avner, The Eccentric, How To Be A Stupid - oficina de clown com Ângela de Castro, Oficina de clown com o mestre francês Philippe Gaulier; Oficina de palhaço com Gabriel Guilard, workshop de Clown com Soledad Yunge; Aulas de circo com o Grupo Parlapatões; Oficina de Bufão com Bete Lopes; treinamento de Bufão com Moira Malzoni; cursos de interpretação com mestres como Myriam Muniz, Renato Borghi, Rufran Fernandes, Celso Frateschi, Oficinas do Grupo Tapa para Atores Profissionais ministradas por mestres como Denise Weinberg, Gui Santana, Maria Clara Machado, Brian Penido; Aulas de voz com Eudósia Acunã Quinteiro; Aulas de técnicas vocais/canto com Carlos Bauzys e Denise Venturini; Aulas de corpo com Neide Neves; Contato e Improvisação com Tica Lemos (Nova Dança);Oficina de corpo com Sara Benedetti; Bioenergética com Thais Medeiros; Butoh com Ádega Olmos; Interpretação para cinema, ministrado por Fátima Toledo; Oficina de Cinema com Carlos Reichenbah; Oficina de Cinema com Tata Amaral; Workshop de Interpretação para Cinema "O ator imaginário" com Christian Duurvoort; Oficina de Atores da Rede Globo; Oficina de Interpretação para TV com Walter Avancini; entre outros. PAULA SOUZA LOPEZ, plano e produção de acessibilidade artística e audiodescrição integrada, dramaturgia coletiva, oficina e palestra. É Bacharel em Comunicação Social pela FAAP (RTV), Atriz pelo INDAC, Especialista em Língua Inglesa pela Unibero, em Acessibilidade Cultural pela Shape Arts, e em Audiodescrição (AD) com Bell Machado, Eliana Franco, Zoe Partington, Vivivane Sarraf. É atriz, tradutora, audiodescritora, roteirista e narradora e produtora de acessibilidade artística. Coordenou a plataforma Unlimited: Arte sem Limites como produtora associada ao British Council Brasil. Foi consultora e curadora para a criação do festival ENTRE Arte e Acesso no Itaú Cultural em 2015 e 2016. Vem colocando em pauta possíveis “transcrições poéticas para sensibilidades diversas” para as várias formas de arte. Em 30 anos de experiência, a mediadora e palestrante foi atriz-criadora, produtora e performer em grupos como Cia de Orquestração Cênica (dirigida por César Ribeiro), ACP - Arte e Ciência No Palco e opovoempé. Fez roteiros de "audiodescrição integrada" para o curta Seliberation #2 de Estela Lapponi, do show musical Sagrado Feminino de Maeana, das peças teatrais O Subnormal - uma História de Baixa Visão de Cleber Tolini e A Princesinha Medrosa, adaptada por Carolina Moreyra. Como atriz e audiodescritora narradora participou de The Garden, com direção de Jenny Sealey (GRAEAE Theatre Co.). Realizou a produção artística de acessibilidade do espetáculo musical Amazonias, ver a mata que te vê, um manifesto poético (Sesc Pinheiros), com direção de Maria Thaís. Audiodescreveu várias óperas como Turandot, e peças teatrais. Fundou a Gera Acesso e Diálogo (Acessibilidade Criativa), empresa que se dedica a produção artística e cultura de paz. E desde 2023 vem produzindo as acessibilidades do programa PARATODOS! do Sesc Santana em parceria com a FFomin acessibilidade e libras.Tem em seu portfólio de clientes e parceiros: Sesc SP, Sesc RJ, Itaú Cultural, Sesi,Theatro Municipal de São Paulo, Oi Futuro, Brasil Cena Aberta, MAR (Museu de Arte do Rio), Museu do Amanhã – RJ, PNI (Parque Nacional do Itatiaia), Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e de São Paulo, Ministério de la Cultura de La Nación Argentina, Museu Finlandês Eva Hilden, Instituto Tomie Ohtake, British Council Brasil, Companhia Delas de Teatro, Caixa de Imagens, dentre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.